Estátua de Vímara Peres-Porto

Estátua de Vímara Peres-Porto
Lança,escudo,elmo e armadura-escultura de Barato Feyo-do Livro Porto Património Cultural Da Humanidade de Manuel Dias e André Fregitzer
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PROTECÇÃO CONTRA A DITADURA

PROTECÇÃO CONTRA A DITADURA

JÁ ESTAMOS EM DITADURA?

JÁ ESTAMOS EM DITADURA?

POR PROPOSTA DE FERREIRA LEITE A DEMOCRACIA ESTÁ SUSPENSA 6 MESES

Por qué no te callas? Desde que Manuela Ferreira Leite chegou a líder do PSD que nunca sabemos o que ela pretende dizer cada vez que fala, entendemo-la perfeitamente, conseguimos repetir tudo o que disse para temos de nos abster no momento de a interpretar ou tirar conclusões. Temos de esperar um ou dois dias para, em função das sondagens de opinião ou das reacções da opinião pública, ouvirmos alguém do PSD, o secretário-geral ou o líder parlamentar, dizer-nos o que a líder pretendia dizer. Isso sucedeu logo com o seu discurso de encerramento do congresso que a confirmou na liderança do PSD, como nessa altura a máquina ainda não estava adaptada ao discurso da nova líder andámos mais de uma semana a tentar interpretar qual a opinião de MFL em relação às obras públicas, na ocasião Morais Sarmento ainda fez um esforço para esclarecer que eram apenas alguns projectos que estavam em causa, mas depois de várias contradições foi a própria MFL que esclareceu que eram todas as obras. Desde então, cada vez que MFL abre a boca é certo que no dia seguinte alguém vem esclarecer o que a líder do PSD pretendia dizer. Sucedeu, por exemplo, com a sua posição em relação ao salário mínimo, disse que era contra para dois dias depois alguém esclarecer que as suas declarações tinham sido mal interpretadas, o contra era um talvez muito próximo do sim. Agora o disparate foi maior, MFL disse com ar muito sério que o ideal era suspender a democracia durante seis meses, disse-o com o ar mais sério deste mundo, sem alterar a expressão do rosto e sem o mais pequeno sinal de ironia, Afinal, esclarece um secretário-geral do PSD indignado, que a líder do PSD estava a ironizar. Bem, não conheço muito bem o estilo de MFL a contar anedotas, o que vi e ouvi não me levava a pensar que estava a ironizar. Mas quando o ministro das obras públicas disse o disparate do deserto da margem sul, não teve direito a interpretação ou contexto, o PSD foi mais longe que qualquer outro partido da oposição e produziu outdoors com camelos que afixou na margem sul. Mas deixemos os duplos critérios do PSD, já sabemos que a actual líder é a pessoa mais séria e rigorosa deste mundo, ainda que o seu problema seja não se limitar a usar na boca nas refeições, até parece que quando come a ligação é ao estômago e quando fala em vez de a boca se ligar ao cérebro estabelece uma ligação directa ao intestino grosso. Temos portanto uma candidata a primeiro-ministro que não diz quais são as suas propostas é porque não quer que o país beneficie delas sendo aplicadas por um governo que não seja do seu partido, e quando fala não pode ser levada a sério enquanto não vier alguém divulgar as notas explicativas ou dizer o que efectivamente pretendia dizer. O secretário-geral do PSD que costumava ter como função mandar as facturas da propaganda para as empresas e obras públicas, passou a desempenhar as funções de tradutor-intérprete oficial de MFL. Se a lide do PSD disser branco temos de nos abster de pensar no que disse até que o secretário-geral nos esclareça se branco é preto, cinzento ou azul, já que quando a líder disse branco estava a ironizar. Começo a perceber porque razão a líder do PSD optou inicialmente pelo silêncio, era para poupar trabalho extra ao secretário-geral e ao líder parlamentar do PSD, para que em vez de se dedicarem às suas funções tenham de andar em permanente alvoroço a esclarecer o país sobre o que MFL disse de cada vez que abriu a boca. Do blog - o jumento

HOJE INTERROMPI A SUSPENSÃO PARA DEIXAR UM AVISO

Sábado, 15 de Novembro de 2008

ESTÁ EM MARCHA O PREC II - ESTÁ NOS COMPÊNDIOS LENINISTAS
O PCP e seu satélites sabem fazer isto muito bem e espero que ninguém tenha medo das ameaças de tribunal do senhor Mário Nogueira. Ou teremos de recorrer de novo a Mário Soares para ir para a rua defender a DEMOCRACIA E A LIBERDADE?"
CONVERGÊNCIA DAS FRENTES DE LUTA"

dirigida a quatro pilares:PROFESSORES, MILITARES, FUNÇÃO PÚBLICA E AGORA OS ALUNOS. Só não vê quem não quer.Como o operariado já não existe e ir para a porta das fábricas é perigoso porque provoca mais desemprego, joga-se onde o emprego é para a vida inteira.
Lamentávelmente um partido pilar da Demcracia, responsável por 13 anos de governo em 23, o PSD e a sua líder, cavalgam a onda de descontantamento, numa fase tão dificil para Portugal e para o Mundo, com a falência do neoliberalismo. É a CRISE FINANCEIRO E A CRISE ECONÓMICA, que a ganância do lucro e a Globalização selvagem provocaram. Sobre isto a lider do PSD cala-se. Sobre BPN fica muda. Sobre alternativas não divulga. Agora só fala para dizer que é preciso suspender a avaliação e experimentar outra. MAS QUAL?
nOTA: Li hoje um artigo esclarecedor de Miguel Sousa Tavares no Expresso.Carlos Pinto

O DISCURSO DA VITÓRIA

O DISCURSO

Obama: O discurso de vitória
05.11.2008 - 20h24
Boa noite, Chicago. Se ainda houver alguém que duvida que a América é o lugar onde todas as coisas são possíveis, que questiona se o sonho dos nossos fundadores ainda está vivo, que ainda duvida do poder da nossa democracia, teve esta noite a sua resposta.É a resposta dada pelas filas de voto que se estendiam em torno de escolas e igrejas em números que esta nação jamais vira, por pessoas que esperaram três e quatro horas, muitas pela primeira vez na sua vida, porque acreditavam que desta vez tinha de ser diferente, que as suas vozes poderiam fazer essa diferença.É a resposta dada por jovens e velhos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, asiáticos, nativos americanos, homossexuais, heterossexuais, pessoas com deficiências e pessoas saudáveis. Americanos que enviaram uma mensagem ao mundo, a de que nunca fomos apenas um conjunto de indivíduos ou um conjunto de Estados vermelhos e azuis.Somos e sempre seremos os Estados Unidos da América.É a resposta que levou aqueles, a quem foi dito durante tanto tempo e por tantos para serem cínicos, temerosos e hesitantes quanto àquilo que podemos alcançar, a porem as suas mãos no arco da História e a dobrá-lo uma vez mais em direcção à esperança num novo dia.Há muito que isto se anunciava mas esta noite, devido àquilo que fizemos neste dia, nesta eleição, neste momento definidor, a mudança chegou à América.Há pouco recebi um telefonema extraordinariamente amável do Senador McCain.O Senador McCain lutou longa e arduamente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e arduamente pelo país que ama. Fez sacrifícios pela América que muitos de nós não conseguimos sequer imaginar. Estamos hoje melhor devido aos serviços prestados por este líder corajoso e altruísta.Felicito-o e felicito a governadora Palin por tudo aquilo que alcançaram. Espero vir a trabalhar com eles para renovar a promessa desta nação nos próximos meses.Quero agradecer ao meu parceiro neste percurso, um homem que fez campanha com o seu coração e falou pelos homens e mulheres que cresceram com ele nas ruas de Scranton e viajaram com ele no comboio para Delaware, o vice-presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden.E eu não estaria aqui hoje sem o inabalável apoio da minha melhor amiga dos últimos 16 anos, a pedra angular da nossa família, o amor da minha vida, a próxima Primeira Dama do país, Michelle Obama.Sasha e Malia, amo-vos mais do que poderão imaginar. E merecem o novo cachorro que virá connosco para a nova Casa Branca.E embora ela já não esteja entre nós, sei que a minha avó está a observar-me, juntamente com a família que fez de mim aquilo que sou. Tenho saudades deles esta noite. Reconheço que a minha dívida para com eles não tem limites.Para a minha irmã Maya, a minha irmã Alma, todos os meus outros irmãos e irmãs, desejo agradecer-vos todo o apoio que me deram. Estou-vos muito grato.E ao meu director de campanha, David Plouffe, o discreto herói desta campanha, que, na minha opinião, concebeu a melhor campanha política da história dos Estados Unidos da América.E ao meu director de estratégia, David Axelrod, que me tem acompanhado em todas as fases do meu percurso.Para a melhor equipa alguma vez reunida na história da política: tornaram isto possível e estou-vos eternamente gratos por aquilo que sacrificaram para o conseguir.Mas acima de tudo nunca esquecerei a quem pertence verdadeiramente esta vitória. Ela pertence-vos a vós. Pertence-vos a vós.Nunca fui o candidato mais provável para este cargo. Não começámos com muito dinheiro nem muitos apoios. A nossa campanha não foi delineada nos salões de Washington. Começou nos pátios de Des Moines, em salas de estar de Concord e nos alpendres de Charleston. Foi construída por homens e mulheres trabalhadores que, das suas magras economias, retiraram 5 e 10 e 20 dólares para a causa.Foi sendo fortalecida pelos jovens que rejeitavam o mito da apatia da sua geração e deixaram as suas casas e famílias em troca de empregos que ofereciam pouco dinheiro e ainda menos sono.Foi sendo fortalecida por pessoas menos jovens, que enfrentaram um frio terrível e um calor sufocante para irem bater às portas de perfeitos estranhos, e pelos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários, se organizaram e provaram que mais de dois séculos depois, um governo do povo, pelo povo e para o povo não desaparecera da Terra.Esta vitória é vossa.E sei que não fizeram isto apenas para vencer uma eleição. E sei que não o fizeram por mim.Fizeram-no porque compreendem a enormidade da tarefa que nos espera. Porque enquanto estamos aqui a comemorar, sabemos que os desafios que o amanhã trará são os maiores da nossa vida – duas guerras, uma planeta ameaçado, a pior crise financeira desde há um século.Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos corajosos a acordarem nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para arriscarem as suas vidas por nós.Há mães e pais que se mantêm acordados depois de os seus filhos adormecerem a interrogarem-se sobre como irão amortizar a hipoteca, pagar as contas do médico ou poupar o suficiente para pagar os estudos universitários dos filhos.Há novas energias para aproveitar, novos empregos para serem criados, novas escolas para construir, ameaças para enfrentar e alianças para reparar.O caminho à nossa frente vai ser longo. A subida vai ser íngreme. Podemos não chegar lá num ano ou mesmo numa legislatura. Mas América, nunca estive tão esperançoso como nesta noite em como chegaremos lá.Prometo-vos. Nós, enquanto povo, chegaremos lá.Haverá reveses e falsas partidas. Há muitos que não concordarão com todas as decisões ou políticas que eu tomar como presidente. E sabemos que o governo não consegue solucionar todos os problemas.Mas serei sempre honesto para convosco sobre os desafios que enfrentarmos. Ouvir-vos-ei, especialmente quando discordarmos. E, acima de tudo, pedir-vos-ei que adiram à tarefa de refazer esta nação da única forma como tem sido feita na América desde há 221 anos – pedaço a pedaço, tijolo a tijolo, e com mãos calejadas.Aquilo que começou há 21 meses no rigor do Inverno não pode acabar nesta noite de Outono.Somente a vitória não constitui a mudança que pretendemos. É apenas a nossa oportunidade de efectuar essa mudança. E isso não poderá acontecer se voltarmos à forma como as coisas estavam.Não poderá acontecer sem vós, sem um novo espírito de empenho, um novo espírito de sacrifício.Convoquemos então um novo espírito de patriotismo, de responsabilidade, em que cada um de nós resolve deitar as mãos à obra e trabalhar mais esforçadamente, cuidando não só de nós mas de todos.Recordemos que, se esta crise financeira nos ensinou alguma coisa, é que não podemos ter uma Wall Street florescente quando as Main Street sofrem.Neste país, erguemo-nos ou caímos como uma nação, como um povo. Resistamos à tentação de retomar o partidarismo, a mesquinhez e a imaturidade que há tanto tempo envenenam a nossa política.Recordemos que foi um homem deste Estado que, pela primeira vez, transportou o estandarte do Partido Republicano até à Casa Branca, um partido fundado em valores de independência, liberdade individual e unidade nacional.São valores que todos nós partilhamos. E embora o Partido Democrata tenha alcançado uma grande vitória esta noite, fazemo-lo com humildade e determinação para sarar as divergências que têm atrasado o nosso progresso.Como Lincoln disse a uma nação muito mais dividida do que a nossa, nós não somos inimigos mas amigos. Embora as relações possam estar tensas, não devem quebrar os nossos laços afectivos.E àqueles americanos cujo apoio ainda terei de merecer, posso não ter conquistado o vosso voto esta noite, mas ouço as vossas vozes. Preciso da vossa ajuda. E serei igualmente o vosso Presidente.E a todos os que nos observam esta noite para lá das nossas costas, em parlamentos e palácios, àqueles que estão reunidos em torno de rádios em cantos esquecidos do mundo, as nossas histórias são únicas mas o nosso destino é comum, e uma nova era de liderança americana está prestes a começar.Aos que querem destruir o mundo: derrotar-vos-emos. Aos que procuram a paz e a segurança: apoiar-vos-emos. E a todos aqueles que se interrogavam sobre se o farol da América ainda brilha com a mesma intensidade: esta noite provámos novamente que a verdadeira força da nossa nação não provém do poder das nossas armas ou da escala da nossa riqueza, mas da força duradoura dos nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e uma esperança inabalável.É este o verdadeiro génio da América: que a América pode mudar. A nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já alcançámos dá-nos esperança para aquilo que podemos e devemos alcançar amanhã.Esta eleição contou com muitas estreias e histórias de que se irá falar durante várias gerações. Mas aquela em que estou a pensar esta noite é sobre uma mulher que depositou o seu voto em Atlanta. Ela é muito parecida com os milhões de pessoas que aguardaram a sua vez para fazer ouvir a sua voz nestas eleições à excepção de uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.Ela nasceu apenas uma geração depois da escravatura, numa época em que não havia automóveis nas estradas nem aviões no céu; em que uma pessoa como ela não podia votar por duas razões – porque era mulher e por causa da cor da sua pele.E esta noite penso em tudo o que ela viu ao longo do seu século de vida na América – a angústia e a esperança; a luta e o progresso; as alturas em que nos foi dito que não podíamos e as pessoas que não desistiram do credo americano: Sim, podemos.Numa época em que as vozes das mulheres eram silenciadas e as suas esperanças destruídas, ela viveu o suficiente para se erguer, falar e votar. Sim, podemos.Quando havia desespero e depressão em todo o país, ela viu uma nação vencer o seu próprio medo com um New Deal, novos empregos, e um novo sentimento de um objectivo em comum. Sim, podemos.Quando as bombas caíam no nosso porto e a tirania ameaçava o mundo, ela esteve ali para testemunhar uma geração que alcançou a grandeza e salvou uma democracia. Sim, podemos.Ela viu os autocarros em Montgomery, as mangueiras em Birmingham, uma ponte em Selma, e um pregador de Atlanta que dizia às pessoas que elas conseguiriam triunfar. Sim, podemos.Um homem pisou a Lua, um muro caiu em Berlim, um mundo ficou ligado pela nossa ciência e imaginação.E este ano, nestas eleições, ela tocou com o seu dedo num ecrã e votou, porque ao fim de 106 anos na América, tendo atravessado as horas mais felizes e as horas mais sombrias, ela sabe como a América pode mudar.Sim, podemos.América, percorremos um longo caminho. Vimos tanto. Mas ainda há muito mais para fazer. Por isso, esta noite, perguntemos a nós próprios – se os nossos filhos viverem até ao próximo século, se as minhas filhas tiverem a sorte de viver tantos anos como Ann Nixon Cooper, que mudança é que verão? Que progressos teremos nós feito?Esta é a nossa oportunidade de responder a essa chamada. Este é o nosso momento.Este é o nosso tempo para pôr o nosso povo de novo a trabalhar e abrir portas de oportunidade para as nossas crianças; para restaurar a prosperidade e promover a causa da paz; para recuperar o sonho americano e reafirmar aquela verdade fundamental de que somos um só feito de muitos e que, enquanto respirarmos, temos esperança. E quando nos confrontarmos com cinismo e dúvidas e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com o credo intemporal que condensa o espírito de um povo: Sim, podemos.Muito obrigado. Deus vos abençoe. E Deus abençoe os Estados Unidos da América

O HOMEM CERTO NO MOMENTO CERTO

O HOMEM CERTO NO MOMENTO CERTO

PARABÉNS PRESIDENTE BARACK BAMA

PARA OS QUE DUVIDARAM, HOJE É UMA CERTEZA

EM OBAMA PODEMOS ACREDITAR - VOTE NA MUDANÇA

obama e michele já votaram - não se pode perder 1 voto

AVÓ DE OBAMA VOTOU ANTES DE MORRER. PAZ À SUA ALMA. CUMPRIU O ÚLTIMO DEVER

Obama entre os avós maternos, Stanley e Madelyn Dunham A avó de Barack Obama, Madelyn Dunham, morreu esta madrugada, no Havai.Antes de sucumbir, durante o sono, a um cancro, a senhora votou pela internet, antes ainda da abertura das mesas eleitorais. O voto vai contar. Kevin Cronin, que chefia as eleições no Havai, já garantiu que o voto de Madelyn Dunham vai ser contabilizado. A avó de Obama, acamada, votou por correspondência, informaram as autoridades. E, esse voto, singular e único, será contabilizado como todos os outros votos feitos por correspondência, dado que Madelyn Dunham está viva à altura em que o voto foi confirmado. Amanhã, cerca de seis horas após o fecho das urnas em território continental americano, quando fecharem as mesas de voto no Havai, o voto de Madelyn Dunham simbolizará mais do que apenas um voto em Obama.

OS PRIMEIROS RESULTADOS DEFINITIVOS - VOTE OBAMA

Obama assegura duas vitóriasO candidato democrata à presidência dos Estados Unidos da América, Barack Obama, assegurou vitórias nas duas primeiras mesas de voto que já encerraram em Dixville Notch e Hart's Location, duas pequenas localidades do estado de New Hampshire, na costa Leste.
Estas duas localidades mantêm desde 1948 a tradição de serem as primeiras a votar. Em Dixville Notch, Obama venceu o seu rival republicano, John McCain, por 15 votos contra seis, enquanto em Hart's Location o senador democrata conseguiu 17 votos contra 10 de McCain.
Nas eleições presidenciais de 2000 e 2004, George W. Bush venceu as votações realizadas nestas duas localidades, sendo que em Dixville Notch é a primeira vez desde 1968 que ali ganha um candidato democrata.

UM BOM SINAL.NÃO SE PODE PARAR

UM BOM SINAL.NÃO SE PODE PARAR
que deus te guarde até ao fim barack obama

PROJECÇÕES E SONDAGENS DO PROF. CARLOS SANTOS DA UN. CATÓLICA DO PORTO

PROJECÇÕES E SONDAGENS DO PROF. CARLOS SANTOS DA UN. CATÓLICA DO PORTO
os estados e as tendências com Obama a vencedor

MAIS DE 170 JORNAIS DÃO APOIO A OBAMA

Liderança de Bush foi “falhada”
“The New York Times” apoia Obama e diz que a escolha é fácil

24.10.2008 - 10h12 PÚBLICO
O diário norte-americano “The New York Times” apoia o candidato democrata, Barack Obama, para Presidente dos Estados Unidos, num editorial publicado ontem “on-line” e hoje na edição impressa.O jornal considera em editorial que, apesar de os tempos serem difíceis para o país, “a escolha de um novo Presidente é fácil”, porque, ao fim de dois anos de “uma campanha extenuante e feia, o senador Barack Obama do Illinois provou que é a escolha certa para ser o 44º Presidente dos Estados Unidos”.E diz também que o próximo Presidente vai receber um país “à deriva” depois de oito anos de “liderança falhada do Presidente Bush”, que deixa ao seu sucessor uma herança de duas guerras, “uma imagem global manchada e um Governo sistematicamente destituído da sua capacidade para ajudar os cidadãos”.Para o jornal, referência da imprensa americana com projecção mundial, Obama mostrou “uma cabeça fria e discernimento sólido”, e acredita que “ele tem a capacidade de forjar um consenso político alargado que é essencial para encontrar as soluções para os problemas do país”.Quando a McCain, “The New York Times” diz que “retirou-se cada vez mais para as franjas da política americana, conduzindo uma campanha com base na divisão partidária, guerra de classes e até sugestões de racismo”, defendendo políticas e uma visão do mundo ancoradas no passado, oferecendo também “mais da ideologia republicana de cada um por si”.É também duramente criticada a escolha por McCain de Sarah Palin (actual governadora do Alasca) para sua vice-presidente.

OBAMA E MICHELLE A CAMINHO DA CASA BRANCA- VOTE

OBAMA E MICHELLE A CAMINHO DA CASA BRANCA- VOTE

BILL CLINTON EM ORLANDO-LUTAR ATÉ AO FIM. VAMOS GANHAR

BARACK OBAMA A CAMINHO DA CASA BRANCA

BARACK OBAMA A CAMINHO DA CASA BRANCA
UM IVRO ESPECTACULAR

MCCAINE JOGA BAIXO E ACUSA OBAMA DE EXTREMA-ESQUERDA- É O DESESPERO

OBAMA - NÃO SE PODE DESCANSAR. ATÉ DIA 4 SEMPRE EM LUTA. ELES, OS REPUBLICANOS, VÃO USAR TUDO.

PELA PAZ, PELO PROGRESSO E PELA DEMOCRACIA, VOTE OBAMA. PARA QUE A HISTORIA NÃO SE REPITA

AS CARETAS DE MCCAINN-"O VELHO, O RAPAZ E... FALTA BUSH

AS CARETAS DE MCCAINN-"O VELHO, O RAPAZ E... FALTA BUSH
FIM DO DEBATE

ELEIÇÕES NOS EUA-VOTE

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

NESTE EU ACREDITO. É UM HOMEM DO PORTO. EM CADILHE ENQUANTO NÃO EXPLICAR OS 10 MILHÕES..


PEDRA SOBRE PEDRA

“Temos de deixar de ser egoístas
E pensarmos mais em nós próprios”
(Oriana Fallaci)


1 - Nós sabemos menos do tempo do que o tempo sabe de nós!
Mas o que sabemos diz-nos que os próximos dias, meses e anos vão ser tempo de uma grande insónia cercada pelas dificuldades que crescem.
Surgem, por todo o lado, sinais de uma desgraça que avança e de um pânico que corre. Não são apenas as bolsas que caem, o desemprego que aumenta, nem as dívidas que crescem. É a morte de um sistema financeiro que se devora a si próprio!
Nesta epopeia americana que começou em Washington e terminou em Bagdade, passando por Guantánamo, surge-nos agora Obama a dizer “que somos e seremos sempre os Estados Unidos da América” – assim seja, essa é também a nossa esperança, embora os desafios sejam enormes: duas guerras, um planeta ameaçado, a pior crise financeira desde há um século.
Por outro lado, aqueles que, se vestiam de um optimismo triunfante e calculista, cobrem-se agora de um pessimismo cobarde e assustado. Mas todos sabemos que, como é costume, quem vai sofrer mais são os inocentes. E que os autores deste desastre estão a recato dele e dos seus horrores, sem consciência, sem vergonha, sem compaixão – mas com dinheiro inesgotável!
Dizia recentemente George Steiner, autor da Errata, falando da História mas analisando o que se está a passar, palavras que ninguém quis ouvir nem o som, nem o sentido. Ele afirmou:”Espanta-me que os pobres não se revoltem”. E estranhava que todas as manhãs ao abrir o jornal não ver lá escrito que “tinham assassinado um daqueles empresários que encerram fábricas e depois se metem nos seus jactos privados para ir passar férias a Barbados”.
Steiner ecoa neste seu comentário, ao mesmo tempo lúcido e violento, o antigo clamor dos profetas judeus do Antigo Testamento, que faziam da cólera uma ameaça e só depois um presságio!

2 – E tudo isto no centro de uma explosão demográfica mundial (a fome agrava-se terrivelmente), que ninguém quer encarar e muitos até fingem ignorar!
No ano de l650 éramos, no Mundo, meio bilião de pessoas apenas. Em 1900 éramos bilião e meio e crescíamos à razão anual, ainda módica, de 0,5 por cento. Na década de 40 do sec. XX averbamos o segundo bilião. E foi com entusiasmo que esse facto foi celebrado! Era já então o resultado de uma prodigiosa redução da mortalidade infantil e em geral do aumento da esperança de vida resultante do progresso da medicina. Hoje andamos à volta dos 6 biliões e se no próximo meio século voltasse a população mundial a triplicar como aconteceu no anterior seríamos 18 biliões!
É verdade que, nos mesmos 50 anos em que a população do mundo triplicou, o produto global quadriplicou; o produto industrial cresceu 40 vezes; o consumo de energia mais de 30 vezes; o comércio externo 7 vezes; a produção de cereais mais de 3 vezes. Mas tudo se complicou (esgotou) também!
Nunca me hei-de esquecer da visão catastrófica que o Comandante Cousteau, na nossa televisão, nos deixou – ele que foi um conceituado cientista e um reputado humanista:
- Dentro em breve, ou fazemos desaparecer trezentos milhões/ano de seres humanos, ou a humanidade não sobreviverá.
- O comandante quer dizer “evitar que nasçam”?
- Não necessariamente – reforçou – evitar que existam!
E ele, seguramente, a imagem que nos deixou não foi de um irresponsável.
Por isso, daqui a 25 anos apenas, quando os nossos netos se prepararem para ganhar sustento, biliões de consumidores-predadores terão feito que novos estragos nos espaços verdes, na limpeza dos rios e dos mares, na abundância da água e ar respirável, noutras reservas naturais finitas e não renováveis, na camada de ozono, nos equilíbrios climáticos, na biodiversidade?
Por isso, os economistas, hoje, perante estas crises de difícil solução, terão também que descobrir os inimigos reais – e uma boa razão para que sejamos tantos - que são da responsabilidade dos povos: os cortiços desumanos em que as cidades se converteram, a fome, a pobreza, o desemprego, a criminalidade, a insegurança, a droga, a irresistível migração das minorias étnicas, o fundamentalismo, o racismo, a xenofobia.
São esses, hoje, os inimigos contra os quais é inútil puxar o gatilho enquanto não resolvermos a questão da explosão demográfica que também está a complicar tudo.
E um Feliz Natal!

Manuel Martins
Noticias de Coura – Dez/2008

sábado, 15 de novembro de 2008

HOJE INTERROMPI A SUSPENSÃO PARA FAZER UM ALERTA

Sábado, 15 de Novembro de 2008
ESTÁ EM MARCHA O PREC II - ESTÁ NOS COMPÊNDIOS LENINISTAS
O PCP e seu satélites sabem fazer isto muito bem e espero que ninguém tenha medo das ameaças de tribunal do senhor Mário Nogueira. Ou teremos de recorrer de novo a Mário Soares para ir para a rua defender a DEMOCRACIA E A LIBERDADE?

"CONVERGÊNCIA DAS FRENTES DE LUTA" dirigida a quatro pilares:

PROFESSORES, MILITARES, FUNÇÃO PÚBLICA E AGORA OS ALUNOS. Só não vê quem não quer.

Como o operariado já não existe e ir para a porta das fábricas é perigoso porque provoca mais desemprego, joga-se onde o emprego é para a vida inteira.

Lamentávelmente um partido pilar da Demcracia, responsável por 13 anos de governo em 23, o PSD e a sua líder, cavalgam a onda de descontantamento, numa fase tão dificil para Portugal e para o Mundo, com a falência do neoliberalismo. É a CRISE FINANCEIRO E A CRISE ECONÓMICA, que a ganância do lucro e a Globalização selvagem provocaram. Sobre isto a lider do PSD cala-se. Sobre BPN fica muda. Sobre alternativas não divulga. Agora só fala para dizer que é preciso suspender a avaliação e experimentar outra. MAS QUAL?

nOTA: Li hoje um artigo esclarecedor de Miguel Sousa Tavares no Expresso.
Carlos Pinto

HOJE INTERROMPI O PERÍDO DE SUSPENSÃO PARA DEIXAR UM AVISO

Sábado, 15 de Novembro de 2008
ESTÁ EM MARCHA O PREC II - ESTÁ NOS COMPÊNDIOS LENINISTAS
O PCP e seu satélites sabem fazer isto muito bem e espero que ninguém tenha medo das ameaças de tribunal do senhor Mário Nogueira. Ou teremos de recorrer de novo a Mário Soares para ir para a rua defender a DEMOCRACIA E A LIBERDADE?"
CONVERGÊNCIA DAS FRENTES DE LUTA" dirigida a quatro pilares:
PROFESSORES, MILITARES, FUNÇÃO PÚBLICA E AGORA OS ALUNOS.
Só não vê quem não quer.
Como o operariado já não existe e ir para a porta das fábricas é perigoso porque provoca mais desemprego, joga-se onde o emprego é para a vida inteira.Lamentávelmente um partido pilar da Demcracia, responsável por 13 anos de governo em 23, o PSD e a sua líder, cavalgam a onda de descontantamento, numa fase tão dificil para Portugal e para o Mundo, com a falência do neoliberalismo. É a CRISE FINANCEIRO E A CRISE ECONÓMICA, que a ganância do lucro e a Globalização selvagem provocaram. Sobre isto a lider do PSD cala-se. Sobre BPN fica muda. Sobre alternativas não divulga. Agora só fala para dizer que é preciso suspender a avaliação e experimentar outra. MAS QUAL?
nOTA: Li hoje um artigo esclarecedor de Miguel Sousa Tavares no Expresso.
Carlos Pinto

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

OBAMA - DISCURSO DE VITÓRIA



Obama: O discurso de vitória

Boa noite, Chicago.

Se ainda houver alguém que duvida que a América é o lugar onde todas as coisas são possíveis, que questiona se o sonho dos nossos fundadores ainda está vivo, que ainda duvida do poder da nossa democracia, teve esta noite a sua resposta.É a resposta dada pelas filas de voto que se estendiam em torno de escolas e igrejas em números que esta nação jamais vira, por pessoas que esperaram três e quatro horas, muitas pela primeira vez na sua vida, porque acreditavam que desta vez tinha de ser diferente, que as suas vozes poderiam fazer essa diferença.É a resposta dada por jovens e velhos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, asiáticos, nativos americanos, homossexuais, heterossexuais, pessoas com deficiências e pessoas saudáveis. Americanos que enviaram uma mensagem ao mundo, a de que nunca fomos apenas um conjunto de indivíduos ou um conjunto de Estados vermelhos e azuis.Somos e sempre seremos os Estados Unidos da América.É a resposta que levou aqueles, a quem foi dito durante tanto tempo e por tantos para serem cínicos, temerosos e hesitantes quanto àquilo que podemos alcançar, a porem as suas mãos no arco da História e a dobrá-lo uma vez mais em direcção à esperança num novo dia.Há muito que isto se anunciava mas esta noite, devido àquilo que fizemos neste dia, nesta eleição, neste momento definidor, a mudança chegou à América.Há pouco recebi um telefonema extraordinariamente amável do Senador McCain.O Senador McCain lutou longa e arduamente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e arduamente pelo país que ama. Fez sacrifícios pela América que muitos de nós não conseguimos sequer imaginar. Estamos hoje melhor devido aos serviços prestados por este líder corajoso e altruísta.Felicito-o e felicito a governadora Palin por tudo aquilo que alcançaram. Espero vir a trabalhar com eles para renovar a promessa desta nação nos próximos meses.Quero agradecer ao meu parceiro neste percurso, um homem que fez campanha com o seu coração e falou pelos homens e mulheres que cresceram com ele nas ruas de Scranton e viajaram com ele no comboio para Delaware, o vice-presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden.E eu não estaria aqui hoje sem o inabalável apoio da minha melhor amiga dos últimos 16 anos, a pedra angular da nossa família, o amor da minha vida, a próxima Primeira Dama do país, Michelle Obama.Sasha e Malia, amo-vos mais do que poderão imaginar. E merecem o novo cachorro que virá connosco para a nova Casa Branca.E embora ela já não esteja entre nós, sei que a minha avó está a observar-me, juntamente com a família que fez de mim aquilo que sou. Tenho saudades deles esta noite. Reconheço que a minha dívida para com eles não tem limites.Para a minha irmã Maya, a minha irmã Alma, todos os meus outros irmãos e irmãs, desejo agradecer-vos todo o apoio que me deram. Estou-vos muito grato.E ao meu director de campanha, David Plouffe, o discreto herói desta campanha, que, na minha opinião, concebeu a melhor campanha política da história dos Estados Unidos da América.E ao meu director de estratégia, David Axelrod, que me tem acompanhado em todas as fases do meu percurso.Para a melhor equipa alguma vez reunida na história da política: tornaram isto possível e estou-vos eternamente gratos por aquilo que sacrificaram para o conseguir.Mas acima de tudo nunca esquecerei a quem pertence verdadeiramente esta vitória. Ela pertence-vos a vós. Pertence-vos a vós.Nunca fui o candidato mais provável para este cargo. Não começámos com muito dinheiro nem muitos apoios. A nossa campanha não foi delineada nos salões de Washington. Começou nos pátios de Des Moines, em salas de estar de Concord e nos alpendres de Charleston. Foi construída por homens e mulheres trabalhadores que, das suas magras economias, retiraram 5 e 10 e 20 dólares para a causa.Foi sendo fortalecida pelos jovens que rejeitavam o mito da apatia da sua geração e deixaram as suas casas e famílias em troca de empregos que ofereciam pouco dinheiro e ainda menos sono.Foi sendo fortalecida por pessoas menos jovens, que enfrentaram um frio terrível e um calor sufocante para irem bater às portas de perfeitos estranhos, e pelos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários, se organizaram e provaram que mais de dois séculos depois, um governo do povo, pelo povo e para o povo não desaparecera da Terra.Esta vitória é vossa.E sei que não fizeram isto apenas para vencer uma eleição. E sei que não o fizeram por mim.Fizeram-no porque compreendem a enormidade da tarefa que nos espera. Porque enquanto estamos aqui a comemorar, sabemos que os desafios que o amanhã trará são os maiores da nossa vida – duas guerras, uma planeta ameaçado, a pior crise financeira desde há um século.Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos corajosos a acordarem nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para arriscarem as suas vidas por nós.Há mães e pais que se mantêm acordados depois de os seus filhos adormecerem a interrogarem-se sobre como irão amortizar a hipoteca, pagar as contas do médico ou poupar o suficiente para pagar os estudos universitários dos filhos.Há novas energias para aproveitar, novos empregos para serem criados, novas escolas para construir, ameaças para enfrentar e alianças para reparar.O caminho à nossa frente vai ser longo. A subida vai ser íngreme. Podemos não chegar lá num ano ou mesmo numa legislatura. Mas América, nunca estive tão esperançoso como nesta noite em como chegaremos lá.Prometo-vos. Nós, enquanto povo, chegaremos lá.Haverá reveses e falsas partidas. Há muitos que não concordarão com todas as decisões ou políticas que eu tomar como presidente. E sabemos que o governo não consegue solucionar todos os problemas.Mas serei sempre honesto para convosco sobre os desafios que enfrentarmos. Ouvir-vos-ei, especialmente quando discordarmos. E, acima de tudo, pedir-vos-ei que adiram à tarefa de refazer esta nação da única forma como tem sido feita na América desde há 221 anos – pedaço a pedaço, tijolo a tijolo, e com mãos calejadas.Aquilo que começou há 21 meses no rigor do Inverno não pode acabar nesta noite de Outono.Somente a vitória não constitui a mudança que pretendemos. É apenas a nossa oportunidade de efectuar essa mudança. E isso não poderá acontecer se voltarmos à forma como as coisas estavam.Não poderá acontecer sem vós, sem um novo espírito de empenho, um novo espírito de sacrifício.Convoquemos então um novo espírito de patriotismo, de responsabilidade, em que cada um de nós resolve deitar as mãos à obra e trabalhar mais esforçadamente, cuidando não só de nós mas de todos.Recordemos que, se esta crise financeira nos ensinou alguma coisa, é que não podemos ter uma Wall Street florescente quando as Main Street sofrem.Neste país, erguemo-nos ou caímos como uma nação, como um povo. Resistamos à tentação de retomar o partidarismo, a mesquinhez e a imaturidade que há tanto tempo envenenam a nossa política.Recordemos que foi um homem deste Estado que, pela primeira vez, transportou o estandarte do Partido Republicano até à Casa Branca, um partido fundado em valores de independência, liberdade individual e unidade nacional.São valores que todos nós partilhamos. E embora o Partido Democrata tenha alcançado uma grande vitória esta noite, fazemo-lo com humildade e determinação para sarar as divergências que têm atrasado o nosso progresso.Como Lincoln disse a uma nação muito mais dividida do que a nossa, nós não somos inimigos mas amigos. Embora as relações possam estar tensas, não devem quebrar os nossos laços afectivos.E àqueles americanos cujo apoio ainda terei de merecer, posso não ter conquistado o vosso voto esta noite, mas ouço as vossas vozes. Preciso da vossa ajuda. E serei igualmente o vosso Presidente.E a todos os que nos observam esta noite para lá das nossas costas, em parlamentos e palácios, àqueles que estão reunidos em torno de rádios em cantos esquecidos do mundo, as nossas histórias são únicas mas o nosso destino é comum, e uma nova era de liderança americana está prestes a começar.Aos que querem destruir o mundo: derrotar-vos-emos. Aos que procuram a paz e a segurança: apoiar-vos-emos. E a todos aqueles que se interrogavam sobre se o farol da América ainda brilha com a mesma intensidade: esta noite provámos novamente que a verdadeira força da nossa nação não provém do poder das nossas armas ou da escala da nossa riqueza, mas da força duradoura dos nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e uma esperança inabalável.É este o verdadeiro génio da América: que a América pode mudar. A nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já alcançámos dá-nos esperança para aquilo que podemos e devemos alcançar amanhã.Esta eleição contou com muitas estreias e histórias de que se irá falar durante várias gerações. Mas aquela em que estou a pensar esta noite é sobre uma mulher que depositou o seu voto em Atlanta. Ela é muito parecida com os milhões de pessoas que aguardaram a sua vez para fazer ouvir a sua voz nestas eleições à excepção de uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.Ela nasceu apenas uma geração depois da escravatura, numa época em que não havia automóveis nas estradas nem aviões no céu; em que uma pessoa como ela não podia votar por duas razões – porque era mulher e por causa da cor da sua pele.E esta noite penso em tudo o que ela viu ao longo do seu século de vida na América – a angústia e a esperança; a luta e o progresso; as alturas em que nos foi dito que não podíamos e as pessoas que não desistiram do credo americano: Sim, podemos.Numa época em que as vozes das mulheres eram silenciadas e as suas esperanças destruídas, ela viveu o suficiente para se erguer, falar e votar. Sim, podemos.Quando havia desespero e depressão em todo o país, ela viu uma nação vencer o seu próprio medo com um New Deal, novos empregos, e um novo sentimento de um objectivo em comum. Sim, podemos.Quando as bombas caíam no nosso porto e a tirania ameaçava o mundo, ela esteve ali para testemunhar uma geração que alcançou a grandeza e salvou uma democracia. Sim, podemos.Ela viu os autocarros em Montgomery, as mangueiras em Birmingham, uma ponte em Selma, e um pregador de Atlanta que dizia às pessoas que elas conseguiriam triunfar. Sim, podemos.Um homem pisou a Lua, um muro caiu em Berlim, um mundo ficou ligado pela nossa ciência e imaginação.E este ano, nestas eleições, ela tocou com o seu dedo num ecrã e votou, porque ao fim de 106 anos na América, tendo atravessado as horas mais felizes e as horas mais sombrias, ela sabe como a América pode mudar.Sim, podemos.América, percorremos um longo caminho. Vimos tanto. Mas ainda há muito mais para fazer. Por isso, esta noite, perguntemos a nós próprios – se os nossos filhos viverem até ao próximo século, se as minhas filhas tiverem a sorte de viver tantos anos como Ann Nixon Cooper, que mudança é que verão? Que progressos teremos nós feito?Esta é a nossa oportunidade de responder a essa chamada. Este é o nosso momento.Este é o nosso tempo para pôr o nosso povo de novo a trabalhar e abrir portas de oportunidade para as nossas crianças; para restaurar a prosperidade e promover a causa da paz; para recuperar o sonho americano e reafirmar aquela verdade fundamental de que somos um só feito de muitos e que, enquanto respirarmos, temos esperança. E quando nos confrontarmos com cinismo e dúvidas e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com o credo intemporal que condensa o espírito de um povo: Sim, podemos.Muito obrigado. Deus vos abençoe. E Deus abençoe os Estados Unidos da América

sábado, 4 de outubro de 2008

VISITE O BLOG DO CLUBE DE POLITICA 4ª. DIMENSÃO - PORTO
WWW.dimensao4.blogspot.com

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

POR RAZÕES TÉCNICAS O BLOG FICA SUSPENSO TEMPORÁRIAMENTE.
Se for caso disso publicaremos imagens e videos da campanha nos EUA.
Obrigado a todos que colaboraram e nos acompanharam sempre.
VOLTAREMOS.
Carlos Pinto e Raul Brito

terça-feira, 30 de setembro de 2008

psd-afinal a senhora fala:DEMOROU MAS FALOU E NÃO DISSE GRANDE COISA. DEFENDER A ECONOMIA DE CASINO SEM A CRITICAR E APRESENTAR ALTERNATIVAS.

A crise financeira internacional «não é tema sobre o qual se possam fazer afirmações irreflectidas e contraditórias, demagógicas e inconsequentes», acrescentou Manuela Ferreira Leite, que falava na sede do PSD, após uma reunião da Comissão Política do partido.
A líder social-democrata sublinhou que «o PSD quer dar uma palavra de serenidade aos portugueses e espera que as autoridades tomem as medidas necessárias à regularização do sistema».
«O eficaz funcionamento do sistema financeiro é essencial ao progresso económico que defendemos como meio de melhorar o nível de vida das populações», rematou.
A presidente do PSD disse subscrever por isso a ideia transmitida esta terça-feira pelo primeiro-ministro de que os portugueses podem estar tranquilos em relação aos seus depósitos bancários. De acordo com Manuela Ferreira Leite, a intervenção de José Sócrates «pode ir nesse sentido só que veio tarde». «A primeira palavra do primeiro-ministro foi aquilo que exactamente não se pode fazer, que foi atribuir ao jogo das bolsas como se fosse um casino, foi estar contra as poupanças que são aplicadas em determinado tipo de instrumentos financeiros», criticou. «É uma palavra de serenidade que devemos transmitir e portanto sublinho essa ideia. Só não sublinho é a ideia de diabolizar o sistema financeiro, o PSD sublinha exactamente o contrário, sublinha as virtudes, as virtualidades, a necessidade de fortificar e credibilizar o sistema financeiro e não o contrário», reforçou.


NÃO QUERO SER DESELEGANTE PARA A DRª. FERREIRA LEITE, MAS APROVEITAR ESTA INSTABILIDADE PARA ATACAR O 1º. MINISTRO NÃO É SÉRIO, NEM RESPONSÁVEL.
SEGUNDO ME DIZEM, UMA ECONOMISTA CREDÍVEL E UMA ESPECIALISTA EM FINANÇAS PÚBLICAS, JÁ PODIA HÁ MAIS TEMPO TER FALADO DESTA CRISE E JÁ AGORA:
.PODIA CRITICAR A PRESIDENTE DO CONGRESSO DOS EUA QUE DISSE "A FESTA ACABOU"
.SARKOZI QUE PÕE EM CAUSA O SISTEMA
. STIGLITZ, PRÉMIO NOBEL DA ECONOMA, QUE AQUI AO LADO, EM ESPANHA, CRITICOU COM FRONTALIDADE O SISTEMA
. A SENHORA MERKEL QUE DISSE AO PRESIDENE QUE RESOLVESSE A CRISE
e tantos outros por esse Mundo fora.
O FBI estrá a investigar 26 empresas e os seus gestores.
O que faliu foi esta globalização selvagem e este neoliberalismo criminoso.
Carlos Pinto

REGIONALIZAÇÃO-COMO É QUE O LIDER DO PS/PORTO VAI FUGIR DESTA?

Regionalização: Um "não" do PSD seria "traição a princípios e eleitorado" - Marco António Costa
- O líder da distrital do Porto do PSD avisou hoje a direcção nacional do partido que uma decisão sua contra a implementação da regionalização seria "uma traição aos valores tradicionais e ao eleitorado" social-democratas.
"Uma opção do PSD no sentido de não ser favorável à regionalização seria uma decisão contranatura sob o ponto de vista da sua génese política. Esta direcção nacional pagará muito caro uma atitude centralista desse tipo, que seria uma traição aos seus valores tradicionais e ao seu eleitorado", afirmou, à Lusa, Marco António Costa.
O dirigente social-democrata recordou que o PSD "é o partido das autonomias regionais, pelo que não se percebe que não tenha a mesma posição quando se trata de defender, no Continente, a criação das regiões administrativas".
"O problema da regionalização é uma responsabilidade política e ética do PSD perante o seu eleitorado, dado ser conhecido que o partido conta com maior fidelidade e lealdade eleitoral fora da Área Metropolitana de Lisboa e Vale do Tejo", frisou.
A líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, tem-se manifestado contra a regionalização, o que levou segunda-feira à noite Marcelo Rebelo de Sousa a afirmar à Lusa que com a actual liderança do partido não será possível "dar qualquer passo no sentido da regionalização".
"A posição da líder do partido é muito clara e é contra a regionalização, portanto não acredito que com esta liderança seja possível qualquer passo no sentido da regionalização", afirmou o ex-líder social-democrata.
Marco António Costa manifestou-se "satisfeito por ver que o presidente da Câmara do Porto, outrora um céptico da regionalização, esteja hoje perfeitamente identificado com a necessidade da sua existência".
"Sendo ele o primeiro vice-presidente da Comissão Política Nacional, estou convencido de que será uma voz autorizada para sensibilizar a direcção e levar por diante esta política interna do PSD", no sentido de abraçar a regionalização, acrescentou.
Marco António Costa falava à Lusa na sequência do desafio que lhe foi lançado, segunda-feira, pelo seu homólogo do PS, Renato Sampaio, no sentido de, enquanto defensor da regionalização, sensibilizar a líder do partido para a sua importância.
"Eu sempre defendi a regionalização e sou conhecido por nunca me ter subjugado, nesta ou noutra área, ao poder central. Talvez Renato Sampaio, cujas posições sobre várias matérias continuam por ser conhecidas, possa sensibilizar para a importância das regiões o primeiro-ministro, que já disse não as querer", respondeu Marco António.
O dirigente social-democrata desafiou ainda Renato Sampaio, enquanto deputado, a convencer a bancada socialista a avançar com uma iniciativa legislativa tendo em vista a criação das regiões.
Mostrou-se ainda disponível para um debate entre os dois líderes distritais, "eventualmente moderado pela Lusa", para abordar temas relacionados com a regionalização e o Norte.

RTP-QUEM AINDA TEM PACHORRA PARA OUVIR "AS CONVERSAS EM FAMILIA" DE MRS/FLOR, ASSISTE A DESPUDORADO ATAQUE AO PS E SÓCRATES, E ELOGIO DE MFL/PSD.

"Acho bem que em ano eleitoral a RTP diversifique o comentário político, mas também acho muito original que a ERC (Entidade Reguladora da Comunicação Social) me identifique como representante do PSD", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa ao Expresso, num comentário à última deliberação da reguladora dos media.
No relatório intercalar de avaliação do pluralismo político-partidário divulgado esta semana, a ERC diz que a RTP deve "promover uma representação mais plural de forças e sensibilidades político-partidárias". O que mereceu da RTP um comunicado a pedir esclarecimentos à reguladora.
Certo é que a direcção da televisão pública já decidira diminuir, depois de sucessivas insistências da ERC neste sentido, o tempo de antena de Marcelo para o equilibrar com o de Vitorino. E em preparação está uma nova grelha de comentário político que deverá dar espaço aos outros partidos durante o ano eleitoral que aí vem.
O professor, cujo comentário dominical na televisão pública foi reduzido no regresso de férias em 10 minutos - passou dos 35 habituais para 20/25 minutos, para ficar mais equilibrado com os 15/20 que o socialista António Vitorino ocupa à terça-feira -, acha bizarro verem nela uma mera voz do PSD quando até Luís Filipe Menezes, ex-líder daquele partido. "fez o que pôde" para ele sair. Nada que tenha impedido a ERC de o identificar como o rosto do que a reguladora considera ser um tratamento de vantagem ao maior partido da oposição no comentário televisivo.
"Só espero que isto não seja pretexto para mais à frente a ERC querer que a RTP acabe com o meu programa", avisa Marcelo.

QUE BOA NOTÍCIA PEDRO BAPTISTA. FALTA AGORA ACRESCENTAR: ELÉCTRICOS RÁPIDOS-CASA DA MÚSICA/MATOSINHOS SUL E MATOSINHOS SUL/CIRCUNVALAÇÃO ATÉ HSJ


Expansão da Rede do Metro já não vai passar pela Avenida da Boavista
Parabéns Mário Lino!
Se estas notícias se confirmarem só há a dizer "Parabéns Mário Lino!". Estamos cá para criticar se for preciso e para apludir se for merecido. As soluções são claramente as melhores: tanto a ligação Senhora da Hora-Hospital de S.João, como Matosinhos-Baixa pela Foz e Campo Alegre (servindo todos os bairros sociais e não o "deserto" da Boavista), como evidentemente a directa Valbom-Fernão de Magalhães já que era um disparate vir de S.Cosme ou de Valbom para o Porto por Fânzeres, Venda-Nova, Rio Tinto, a não ser que fosse por causa de uns terrenitos comprados a tempo lá para os lados do Rio entubado (Tinto)! O problema de Rui Rio com a Boavista não é a Boavista onde, a fazer-se, com rendabilidade mais do que duvidosa, admitir-se-ia que fosse feito enterrado. O problema dele é o abuso dos quase 4 milhões que sacou à Metro para financiar as suas corridas. Que só podem ser pagos pelo Rio da Metro ou pelo Rio da Câmara. Eis a gestão financeira do homem do rigor: barracadas sobre barracadas! E, pelos vistos, nem a concessionária das corridas lhe paga, num processo à moda do Bolhão. Será que também isso vai cair no bolso do contribuinte? Grande vitória dos que, na altura, se bateram contra Rui Rio e defenderam os actuais projectos. O que mostra que vale a pena lutar e que o governo pode governar bem quando tem quem lhes fale e aconselhe no terreno.
Acertar com as linhas foi um bom motivo de adiamentos, não o argumento de falta de verbas. E agora, com o problema resolvido, mãos à obra e financiamentos céleres que o Porto tem muito que recuperar.

REGIONALIZAÇÃO - COM MARCELO METIDO NISTO, A REGIONALIZAÇÃO JÁ FOI


Opinião de Marcelo Rebelo de Sousa
Ferreira Leite bloqueia regionalização
Marcelo Rebelo de Sousa defende a realização de um referendo sobre a regionalização.

Marcelo Rebelo de Sousa considera que o PS sozinho não consegue avançar com o processo de regionalização
O comentador político Marcelo Rebelo de Sousa afirmou segunda-feira, no Porto, que com a actual liderança do Partido Social Democrata (PSD) não será possível "dar qualquer passo no sentido da regionalização".
"A posição da líder do partido é muito clara e é contra a regionalização, portanto não acredito que com esta liderança seja possível qualquer passo no sentido da regionalização", disse o ex-líder social-democrata, à margem do lançamento do novo livro do advogado e político portuense Miguel Veiga.
Questionado sobre a declaração de Vital Moreira segundo a qual a regionalização nunca será possível sem o PSD, Marcelo Rebelo de Sousa admitiu que "o PS sozinho não a consegue fazer e o PSD tem um papel fundamental a desempenhar".
De acordo com a Constituição, a regionalização "exige um referendo, o que exige um amplo consenso nacional quer para o fazer, quer para mudar a Constituição para não haver referendo", sustentou o também comentador político.
Admitindo uma eventual eliminação, com a revisão constitucional, da cláusula travão que faz com a que regionalização seja a única matéria que o Parlamento não pode decidir, sendo obrigatória uma consulta pública, o jurista admitiu que continua "a achar que era importante que houvesse um referendo sobre essa matéria".
Vital Moreira alertou, sexta-feira, no Porto, que não será possível levar por diante a regionalização sem o consenso "ou pelo menos sem a não-hostilidade" do PSD, cuja líder já se manifestou contra as regiões.
"Não creio que as autarquias regionais sejam possíveis sem um consenso ou, pelo menos, sem a não-hostilidade de um dos grandes partidos nacionais. Falando claro: a regionalização depende do PSD. Sem que o PSD se converta à ideia ou sem que pelo menos abandone a hostilidade quanto à regionalização esta é impossível", disse.
Vital Moreira considerou que sem essa condição não é possível que o "sim" vença o referendo constitucionalmente obrigatório e, mesmo que tal acontecesse, "uma reforma tão estruturante quanto esta para a democracia com a hostilidade do PSD seria uma receita para o desastre".
Marcelo Rebelo de Sousa participou, na Biblioteca Almeida Garret, Porto, na apresentação do novo livro de Miguel Veiga "O Meu -nico Infinito é a Curiosidade"
O livro reúne vários textos de Miguel Veiga, apresentados entre Janeiro de 1998 e Setembro de 2008 em diversas conferências, colóquios, apresentações de obras plásticas e literárias, homenagens e efemérides.

(eXPRESSO ONLINE)

ELEIÇÕES NO PS/PORTO-PEDRO BAPTISTA RESPONDE A RENATO SAMPAIO. VOTAR É UM DIREITO E UM DEVER. OS MILITANTES DECIDEM.


Pelo que se viu, a conferência de Imprensa de Renato Sampaio para apresentação da sua Moção resumiu-se a invectivar um tal "circo mediático" como se, por acaso, ele próprio estivesse para apresentar mais uma proposta de lei para fazer o país desopilar em riso.
Por outro lado, pretende assim escapulir-se ao debate e a ser desmascarado num frente a frente esclarecedor o que já por si esclarece o seu sentido democrático e a sua concepção de partido.
De resto é um texto paupérrimo, sem qualquer sentido prático nem concreto, de retórica balofa para endrominar adormecidos, sem qualquer compromisso nem qualquer inovação, que nenhum militante lerá. Um texto de Moção de sentido oposto ao nosso, feito só pela positiva com compromissos concretos de realizações exequíveis. Aliás, numa sessão pívia com pouco mais de dúzia e meia de nomeados políticos, aparatchiks ou usufrutuários do poder, Renato assumiu-se pela continuidade.
Falta os militantes pronunciarem-se pela mudança. A cada um a sua responsabilidade.

EUA-POLÍTICA VENCE A ECONOMIA?


Chumbo do plano Bush provoca caos em Wall Street PEDRO FERREIRA ESTEVES

Crise. As bolsas dos EUA responderam com o pior dia desde o 'crash' de 1987 ao chumbo na Câmara dos Representantes do plano da Casa Branca para comprar os 'activos tóxicos' que já provocaram várias 'nacionalizações' nos EUA e, agora, na EuropaProposta chumbou por 23 votos de diferença Bastaram as decisões de 12 representantes do povo norte-americano para que as bolsas de Wall Street registassem o pior dia desde o crash de 1987. E para gerar o pânico a nível global de que se assista a uma "cascata" de falências ou "nacionalizações" de grandes instituições financeiras. O plano patrocinado pela Administração Bush teve 228 votos contra e 205 a favor na Câmara dos Representantes do Congresso dos EUA. Uma diferença de 23 votos.O final da votação foi recebido com um profundo silêncio na sala de mercados de Nova Iorque. E com uma agitação a roçar a histeria na Câmara de Representantes. Durante 40 minutos, ainda se tentou alterar o sentido de voto de alguns membros, mas apenas dois reforçaram a coluna do "sim". Durante esses 40 minutos, já as quedas das bolsas de Nova Iorque tinham acelerado de -4% para -7% e -9%, com que fecharam a sessão, "limpando" 1,1 triliões de dólares (762 biliões de euros) do valor da bolsa do EUA.Os republicanos - do partido do actual Presidente George W. Bush - dominaram a oposição à proposta, que já continha algumas das condições impostas ao plano inicial. Mas a votação foi dividida. 133 republicanos opuseram-se, tal como 95 democratas. O apoio veio de 140 democratas e 65 republicanos.A oposição à maior injecção de dinheiro público (700 mil milhões de dólares) no sistema financeiro desde a Grande Depressão da década de 30 teve por base convicções políticas, com muitos dos representantes que votaram "não" a justificarem-se com a falta de apoio dos cidadãos que os elegeram. O argumento é de que não querem utilizar o dinheiro dos contribuintes para resolver os problemas provocados por maus investimentos dos profissionais de Wall Street. Como resumiu à Lusa o economista Ricardo Reis, da Universidade de Columbia, "o espírito por detrás do plano é antimercado, anticapitalista e antiliberal". Já os representantes que votaram a favor do plano alertaram para o impacto da recusa em comprar os "activos tóxicos" espalhados pelo sistema financeiro mundial, aprofundando os danos que já chegaram à Europa. Ontem, vários bancos europeus tiveram de ser alvo de intervenções estatais, à imagem do que aconteceu nos EUA. O plano visava, precisamente, retirar dos balanços e das carteiras de investimento dos bancos os activos que tinham sido reduzidos a zero devido às falências no mercado de crédito de alto risco nos EUA (subprime). Os apoiantes do plano sublinharam também o risco que um eventual "efeito-dominó" de falências ou intervenções representa para as poupanças de milhões de norte-americanos (e não só) dada a consequente queda das bolsas, acentuada pelo pânico que, já ontem nos EUA, ganhou novos contornos de gravidade.

OS GRANDES PROBLEMAS DO PORTO SÃO AS CORRIDAS DE AUTOMÓVEIS E OS AVIÕES

30 Setembro 2008

Câmara rescinde contrato para Circuito da Boavista
Autarquia alega incumprimento do promotor e já terá escolhido uma empresa estrangeira
00h30m
carla soares e margarida fonseca
A Câmara do Porto rescindiu o contrato com a empresa promotora do Circuito da Boavista, alegando "incumprimento" por parte da Talento. Agora, garante que "não está minimamente em causa" a realização da iniciativa, num modelo diferente.
O gabinete de imprensa da Autarquia confirmou, ontem, ao JN a rescisão, justificando a sua atitude com "o incumprimento do contrato por parte de Francisco Santos", responsável pela Talento. E alega que, "durante meses, a Câmara tentou negociar de forma a que cumprisse mas tal não foi possível". Além disso, afirma que, "ao longo das conversações, admitiu um novo modelo que a Talento não aceitou".
Francisco Santos, que já entregou o caso aos advogados, confirma que "houve, de facto, uma tentativa de negociar". O presidente da entidade que promoveu o circuito, em 2005 e 2007, conta que recebeu, na passada quarta-feira, a carta que põe fim ao contrato.
O documento, remetido a 22 deste mês pelo gabinete jurídico da Câmara e a Porto Lazer, evoca "justa causa" para comunicar que o acordo que tinha para 2009 foi quebrado. Francisco Santos não especifica os "quatro itens" enumerados, tal como Rui Rio recusou entrar em detalhes.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

UMA CORTINA DE FUMO PARA ABAFAR A CONSTITUIÇÃO DE 3 ARGUIDOS DO PSD? DE HÁ ILICITO A CULPA É DE QUEM PRATICOU

Lisboa
PSD exige que sejam retirados os pelouros à vereadora da Habitação

Fernando Negrão

O vereador social-democrata na Câmara de Lisboa Fernando Negrão defendeu, esta segunda-feira, a retirada dos pelouros à vereadora da Habitação, a socialista Ana Sara Brito, que durante 20 anos morou numa casa atribuída pela autarquia.
Ana Sara Brito «não tem condições para continuar com a Habitação e Acção Social, e devem ser-lhe retirados os pelouros», disse Fernando Negrão.

COMO JUIZ O DR. FERNANDO NEGRÃO SABE BEM PORQUE PEDE A DEMISSÃO DE ANA SARA BRITO. O QUE QUERIA ERA PEDIR A DEMISSÃO DE ANTÓNIO COSTA, QUE NO SEU MANDATO NÃO ATRIBUIU NENHUMA CASA NESTAS CIRCUNSTÂNCIAS QUE VIERAM A PÚBLICO E QUE A VAREADORA JÁ CONSEGUIU QUE ENTREGASSEM 18 CHAVES DE ALGUMAS PESSOAS QUE NEM AS HABITAVAM. APURE-SE A VERDADE E A JUSTIÇA QUE JULGUE. NÃO É NA PRAÇA PÚBLICA COMO VI A EX-VEREADORA HELENA MARQUES DA COSTA QUE SE PROVA A INOCÊNCIA. TODOS OS ARGUIDOS SÃO INOCENTES ATÉ PROVA EM CONTRÁRIO.

EUA/CRISE -AGUARDEMOS ATÉ QUINTA-FEIRA QUE TUDO SE RESOLVERÁ.SÓ NÃO VEJO A COMISSÃO EUROPEIA A DIZER NADA.

esta página foi:



crise financeira
Câmara de Representantes volta a debater plano Paulson quinta-feira
Hoje às 21:59

A Câmara de Representantes anunciou que se voltará a reunir na quinta-feira e voltará a debater o plano de salvamento financeiro proposto pela administração Bush, após tê-lo chumbado esta segunda-feira.
Devido a um feriado religioso judeu, a Câmara de Representantes estará encerrada durante terça-feira e quarta-feira.
Contrariamente a expectativa, a Câmara dos Representantes rejeitou, este segunda-feira, o plano Paulson para injectar 700 mil milhões de dólares no sistema financeiro norte-americano.

EUA - O SENHOR BUSH AINDA NÃO PERCEBEU QUE NESTA MATÉRIA QUEM MANDA É O CONGRESSO? NO OBAMA EU ACREDITO


O HOMEM DEVE ESTAR FURIOSO SEM PODER FALAR DOS JUIZES


20 mil euros por danos pessoais
Jardim condenado a pagar indemnização a Edite Estrela
Os factos remontam a Abril de 2004, quando numa visita em campanha eleitoral à Madeira, Edite Estrela terá afirmado que a política do Governo Regional era de "betão" e que "esquecia as pessoas". Ao que Jardim ripostou dizendo que se tratava de "uma peixarada".

PÂNICO FINANCEIRO MUNDIAL? o senhor BUSH FALOU CEDO DE MAIS.


EUA
29-09-2008 19:00
Plano financeiro “chumbado”

O pacote de ajuda financeira foi chumbado esta tarde na Câmara dos Representantes do Congresso norte-americano.
Os negociadores republicanos e democratas tinham chegado ontem a acordo, no entanto, ainda faltava o aval do Senado e da Câmara dos Representantes.O plano governamental de 700 mil milhões de dólares foi chumbado esta tarde na Câmara dos Representantes, por 226 contra e 207 a favor, com o voto “não” da maioria dos republicanos a ser decisivo.Na votação de hoje, 132 republicanos contra o pacote financeiro e 66 a favor; enquanto do lado democrata 141 disseram “sim” ao plano e 94 optaram por recusar a proposta.Este chumbo da Câmara dos Representantes já teve repercussões na Bolsa de Nova Iorque, que está a registar perdas acentuadas.Ouça, em sons relacionados, o comentário de Graça Franco, Directora adjunta de Informação da Renascença e especialista em assuntos económicos, a esta decisão da Câmara dos Representantes

OPINIÃO - OS MILITANTES DO PS DEVEM REFLECTIR SE OS SINDICATOS DE VOTO SÃO BONS PARA A DEMOCRACIA?


Opinião

Batalhas socialistas

O PS do Porto é fraco, frágil e submisso. O seu líder, Renato Sampaio, pratica uma gestão de fim-de-semana e não conhece os dossiês que dizem respeito ao Porto.
Fala sobre piercings e contadores de água. Não fala sobre a gestão do aeroporto, sobre a expansão do metro, ou sobre a aplicação de fundos comunitários. O retrato, demolidor, é de Pedro Baptista. Que também é socialista e que também é candidato à liderança do PS do Porto.
Uma espécie de franco-atirador do sector mais à esquerda do PS, praticamente condenado à derrota face ao poder do aparelho que Renato Sampaio personifica. Basta observar quem os acompanhou nas sessões de campanha dos últimos dias. Baptista reuniu um conjunto de figuras distantes dos directivos, como Octávio Cunha, Eurico Figueiredo, Nuno Cardoso ou Narciso Miranda. Têm pouca ou nenhuma influência nos sindicatos de voto essenciais para vencer eleições internas. Sampaio sentou à mesa todos os líderes das 18 concelhias do distrito do Porto.
O resultado final das eleições partidárias de Outubro adivinha-se. E com ele algumas das opções para a corrida às autárquicas, que terá lugar um ano depois. Desde logo, para a Câmara do Porto, em que a candidata consensual é Elisa Ferreira, assim a antiga ministra e actual eurodeputada o queira. Com a diferença de que, ganhando Sampaio, terá de concorrer sozinha contra a coligação PSD/CDS que suporta Rui Rio. Ficará pelo caminho a proposta de Baptista para que seja possível uma coligação com o Bloco de Esquerda, com o PCP, ou com ambos. "O PS deve perder os seus complexos de direita", defende o candidato da ala "marxista-leninista". Pelo menos de acordo com a catalogação de José Lello: o antigo líder do jornal "O Grito do Povo", disparou o deputado e apoiante de Renato Sampaio, "produz mais decibéis do que apoios".
A vitória de Sampaio sobre Baptista levará também à colocação de um ponto final nas já escassas ambições de Narciso Miranda se recandidatar pelo PS à Câmara de Matosinhos. Será Guilherme Pinto o escolhido, o que se traduzirá numa luta fratricida pela autarquia. Porque Narciso já está em campanha, preparando uma candidatura independente. Uma oportunidade que o PSD tentará aproveitar para conquistar um dos mais importantes bastiões socialistas no Poder Local.
As eleições distritais e a vitória previsível de Sampaio poderão também constituir um travão à ambição de Maria José Azevedo em Valongo. O seu rival Afonso Lobão - que já manifestou vontade pública de ser cabeça de lista pelo PS - é líder da concelhia e aliado do líder distrital. A socialista que esteve tão perto de derrubar o PSD, e que desde então vem batalhando por manter a oposição socialista na ribalta, corre sérios riscos de ser descartada.

EUA - SARAH PALIN ESCORREGA EM RASTEIRA FÁCIL

No sábado, a candidata republicana a vice-presidente, Sarah Palin, estava em Filadélfia e foi comprar bolos. Mirones e jornalistas, enquanto ela se metia na fila. Um estudante quis saber o que se devia fazer com o Paquistão que dá cobertura aos terroristas no Afeganistão: "Devíamos atravessar a fronteira do Afeganistão para o Paquistão, não acha?", perguntou. E Sarah Palin: "Claro, é o que temos mesmo de fazer!" Na véspera, no debate, essa foi a posição de Obama, muito criticada por John McCain, o colega de lista de Palin. O estudante de Filadélfia passara uma rasteira à candidata... As eleições americanas são um exame constante aos candidatos. Sarah Palin começou por ser uma lufada de ar fresco e passou a ser ar até de mais: quando abre a boca revela o que tem na cabeça. Pode ser táctica: as expectativas de desastre para o debate de quinta-feira, entre os vices (Palin-Biden).

será desta que o mundo acorda?



EM 2003 ESCREVIA ASSIM O DR. MÁRIO SOARES:

"A globalização, sem regras éticas, alimentou um monstro - o império do capital - que constitui uma perversão do capitalismo, na medida em que escapa ao controlo dos Estados nacionais, corroendo-os por dentro e pondo em causa o próprio funcionamento da Democracia - uma vez que tem por único objectivo o lucro pelo lucro. Nesse sentido, contribuiu para uma concentração exponencial da riqueza nas mãos das multinacionais, sem rosto e sem responsabilização democrática, e para o aumento da pobreza n mundo. Daí que todos os que pretendem lutar por ma maior igualdade e justuiça entre os seres humanos, indepentemente das suas etnias, sexos e condições sociais, sintam, como imperativo moral, o dever de combater em favor de uma globalização alternativa e solidária, com vista à construção de um Mundo mais humano e melhor.
A globalização desregulada que temos, impulsionada pelo "pensamento único" do neoliberalismo, exclui, como coisas sem valor, as pessoas que não têm dinheiro ou modo de o obter, abandonando-as à sua sorte. Força-as assim, em boa parte, a enveredar pelo caminho do desespero, da violência, da criminalidade e da pequena ou grande corrupção. Como o unico bjectivo é a obtenção do lucro, o pleno emprego deixou de ser uma meta a atingir para se considerar uma utopia irrealista, como a própria segurança social. As empresas deslocalizam-se, sempre que necessário, em busca de maiores lucros e de mais baixos salários. As pessoas - e no direito de todos à dignidade e ao trabalho - pouco valem. O que conta, para aquelas empresas, são os resultados: a competitividade, a produtividade, e, sobretudo, o lucro. Não contam as pessoas nem, muito menos, o seu bem estar ou o seu direito a uma realização pessoal digna-
Mesmo as sociedades mais desenvolvidas - a América do Norte e a União Eurpeia - estão a tornar-se, gradualmente, sociedades dualistas, visto que nelas coexistem os ricos com os pobres, mas separados pela barreira intransponível do dinheiro, da não-comunicação e da exclusão social. Estamos assim, a criar sociedades desumanas, egoístas, de revoltados que geram crescentes formas de violência, de exclusão, e conflitualidade e, mesmo, de criminalidade. Por isso, há um sentimento, difuso, mas generalizado, de que o Mundo vai mal, que estamos a viver uma gravíssima crise de civilização".

domingo, 28 de setembro de 2008

E NÃO APRENDEM?

De acordo com estas sondagens, os sociais-democratas (SPÖ) obterão entre 28,6 e 29% dos votos, o que constitui um recuo de mais de seis pontos percentuais em relação aos resultados de 2006.
Os conservadores (ÖVP) conseguirão apenas 25,1% dos sufrágios, uma queda de praticamente 10 pontos, enquanto que o partido de extrema-direita FPÖ avançará mais de 7 pontos, obtendo entre 17,9 e 18,3%.
O partido populista BZÖ, de Jörg Haider, obterá entre 11,7 e 11,9% (ligeiramente mais do dobro do seu resultado em 2006, 4,1%), e os Verdes, entre 9,7 e 10%, um ligeiro recuo em relação aos 11,5% de há dois anos.
Se os votos da extrema-direita forem somados aos do partido populista, a extrema-direita ultrapassa o "score" histórico que obteve em 1999, quando o partido de Jörg Haider alcançou 26,9% dos votos, a par dos conservadores.
Se estas projecções do Instituto ARGES para a agência noticiosa austríaca APA e do instituto SORA para a televisão pública ORF se confirmarem, o partido social-democrata SPÖ, um dos mais antigos partidos europeus, fundado em 1885, e os democratas-cristãos do Partido do Povo (ÖVP) registarão os seus piores resultados de sempre.

UMA ENTREVISTA COM HISTÓRIA E QUE VALE A PENA LER


Mário Soares
"José Sócrates é o anti-Guterres”Mário Soares, antigo Presidente da República, não poupa elogios a José Sócrates. Diz que é o anti-Guterres, um homem que não sabia dizer não. NATO e neoliberais são criticados pelo ex-líder do PS, que aposta tudo na vitória de Barack Obama nas presidenciais dos EUA.(Correio da Manhã)

TRABALHISTAS NEOLIBERAIS COM MEDIDAS SOCIALISTAS?

Stephen Hird/Reuters
Esta será a segunda nacionalização efectuada pelo Governo Trabalhista este anoO Governo britânico vai nacionalizar o banco Bradford & Bingley, afectado pela crise financeira que tem atingido as instituições de crédito, revelou hoje a cadeia televisiva BBC. De acordo com a estação de televisão, o Executivo vai passar para as mãos do Estado aquela instituição bancária, recorrendo à legislação que foi aprovada no início do ano para nacionalizar o banco Northern Rock. Assim, esta será a segunda nacionalização efectuada pelo Governo Trabalhista este ano, na sequência da crise financeira.


EM PORTUGAL VÃO CONTINUAR AS PRIVATIZAÇÕES?

PS/PORTO - CANDIDATO A LÍDER NÃO FAZ PROPOSTAS, NÃO TEM IDEIAS, NAO APRESENTA PROJECTOS, MERECE A CONFIANÇA DOS ELEITORES?

Renato Sampaio: "Não sou um yes man"
Candidato à federação distrital PS/Porto
Há dois anos concorreu sozinho à Distrital do Porto. Desta vez, tem adversário, mas recusa discutir com ele. Renato Sampaio, 52 anos, não quer " transformar a política num circo mediático".
Se tivesse um filho adolescente com vontade de colocar um piercing na língua, deserdava-o?
Não, obviamente. Mas desincentivava-o. E se tivesse menos de 18 anos, não o autorizava.
Mas já entrou num salão onde se fazem piercings e tatuagens?
Nunca entrei, nem espero entrar.
Gosta de ver mulheres tatuadas?
Não acho piada, sinceramente. Mas isso é problema meu. O problema que é de todos é a saúde. Foi disso que quis cuidar quando apresentei um projecto-lei.
Se é a saúde que o preocupa, não seria mais importante apresentar uma proposta para tornar a vacina contra a meningite gratuita?
Não podemos actuar em todas as áreas. Sou deputado, não sou governante.
O seu projecto dos piercings não faz de si um bota-de-elástico?
O projecto não passou da melhor forma na comunicação social. Mas a culpa não foi minha.
Com tantos problemas a assolarem o Norte, como explica que os piercings integrem a sua lista de prioridades?
Os assuntos são todos prioritários. Apresentámos muitos projectos; esse teve mais impacto.
Promoveu um almoço com 800 militantes. Os almoços são bons locais para seduzir militantes?
Não. São uma forma de fazermos passar a nossa mensagem.
Concorda com o seu adversário, Pedro Baptista, quando ele defende que os militantes socialistas não têm coragem de assumir posições?
Não. No PS sempre existiu liberdade total. Quem não tem apoios tem que produzir soundbytes.
Recusou o debate com Pedro Baptista. Não tem nada para discutir com ele?
Dialogo com os militantes. Não estou disponível para transformar a política num circo mediático.
Baptista é adversário ou militante?
Militante socialista.
Tem sido acusado de seguidismo. É um yes man ou só um dirigente solidário?
Não somos a caixa de ressonância do Governo. Mas um partido que apoia o Governo tem obrigação de ser o seu suporte. Não sou um yes man da Direcção Nacional do PS e do Governo, e os que me acusam disso são a caixa de ressonância de Rui Rio.
Disse que "quem acha que a Distrital deve contestar o Governo enganou-se". As críticas não são importantes?
Mas há diálogo interno e construtivo entre nós; o que não há é reivindicações na praça pública.
Várias vezes antecipou declarações dos ministros. Lembro-me, por exemplo, de ter anunciado, antes de Manuel Pinho, que a Agência Portuguesa para o Investimento ficaria no Porto. Faz isto para provar a sua proximidade ao Governo e ao PS nacional?
Não. Quis desmistificar algumas ideias que se criaram na opinião pública, e que eram falsas. Agora, nunca me quis antecipar.
Trata José Sócrates por tu?
Não vou responder. As relações institucionais são entre o presidente da Federação do Porto e o secretário-geral do PS e primeiro-ministro. As relações pessoais fazem parte do meu foro íntimo.
Mas lembra-se da última vez que, no plano pessoal ou institucional, discordou de José Sócrates?
Já discordei e já concordei. Ele é uma pessoa de quem sou particularmente amigo. Tenho admiração pessoal e política por ele porque é profundamente generoso. [Sócrates] vai ficar na história.
Tem ambições políticas nacionais?
A minha ambição é servir o PS.
Esse foi o seu slogan de há dois anos. Tal como a aposta na regionalização, que agora repete. Quer dizer que agora é que vai ser?
O processo não pode ser obra só de um partido, mas de um grande movimento cívico. Um fracasso na próxima legislatura poderá pôr irremediavelmente em causa o processo de regionalização.
Mas já há dois anos falou nesse movimento cívico. Onde é que ele está?
Tivemos reuniões, procurámos envolver pessoas fora do partido.
Há dois anos prometeu unir o PS. Se voltar a ganhar a distrital, contará com quem não o apoia?
A candidatura é de inclusão, o que não quer dizer que não haja pessoas que se tenham auto-excluído.
entrevista de hoje ao JN

OS QUE NÃO ABANAM COM A CABEÇA, SÃO CRÍTICOS DESTE SILÊNCIO, LUTAM CONTRA O DEFINHAR DO NORTE, LUTAM CONTRA A POBREZA E AS DESIGUALDADES, DEFENDEM UM PS MAIS INTERVENTIVO E GANHADOR, QUEREM A REGIONALIZAÇÃO JÁ, NÃO PEDEM LUGARES NEM VIVEM À SOMBRA DO PS, NÃO BOICOTARAM ELEIÇ~ES EM VALONGO, GAIA, GONDOMAR E PORTO EM TEMPOS IDOS, ENTREGANDO ESTES CONCELHOS AO PSD, LUTAM PELA DEFESA DO BOLHÃO E DO RIVOLI, NÃO ACEITAM A MORTE ANUNCIADA DO NORTE, PROCURAM MAIS VERBAS DO QREN, NÃO ACEITAM PAGAMENTO DE PORTAGENS NAS SCUTS, QUEREM DEBATE POLÍTICO. APOIAM O GOVERNO DO PS, MAS CRITICAM QUANDO NÃO CONCORDAM, SÃO CAIXA DE RESSONÂNCIA DE RUI RIO?

NÃO! NÃO! E NÃO!
UM LIDER QUE A MENOS DE UM MÊS DE ELEIÇÕES, NA MAIOR FEDERAÇÃO DO PAÍS, DÁ UMA ETREVISTA DESTAS, NÃO MERECE A CONFIANÇA DOS ELEITORES, NEM O VOTO DOS MILITANTES.

É A ENTREVISTA DOS PIERCINGS, DA PROVOCAÇÃO BACOCA, DE ACUSAÇÕES DIVISIONISTAS.

PROPOSTAS E PROJECTOS PARA O PORTO E NORTE, NADA.

INCENTIVOS À ESPERANÇA E À UNIDADE, NADA.

DEBATE PARA ESCLARECER COM OUTROS CANDIDATOS, NADA. É ATÉ CONFRANGEDOR SÓ TER COMO RESPOSTA AS PALARAS DE FERREIRA LEITE: "O CIRCO MEDIÁTICO".

OS "SOUNDBYTES" JÁ TÃO GASTOS SÃO DE QUEM?

QUE ESTRATÉGIA PARA AS AUTÁRQUICAS? COMO VAI APAGAR OS FOGOS QUE TODOS OS DIAS SURGEM NA CS?

QUE RENOVAÇÃO PARA O PS?

É POR ESTAS E POR OUTRAS, QUE EU, COMO MILITATE SOCIALISTA DA 1ª. HORA, NÃO ANDEI EM EXPERIMENTASLISMOS NOUTROS PARTIDOS, DECIDI RETIRAR-ME DA POLÍTICA ACTIVA A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO, MAS ESTAREI ATENTO E VIGILANTE.
COMO CDADÃO LIVRE, SEM PRECONCEITOS E SEM RESERVAS MENTAIS, PARTICIPAREI ACTIVAMENTE NA DEFESA DA REGIONALIZAÇÃO E NA RECUPERAÇÃO DO NORTE E DA REGIÃO. LUTAREI CONTRA A FOME E AS DESIGUALDADES. DEFENDEREI A LIBERDADE DE OPINÃO E A DEMOCRACIA QUE O 25 DE ABRIL NOS OFERECEU

NÃO TENHO VERGONHA DE SER SOCIALISTA E COMO SEMPRE RESPEITAREI A VONTADE MAIORITÁRIA DOS MILITANTES DO PS E DOS ELEITORES.

MAS LUTAREI CONTRA ESTA DIREITA RETRÓGRADA E CONTRA O BLOCO CENTRAL DE INTERESSES.

O MOMENTO É DE GRANDE PREOCUPAÇÃO COM AS CONSEQUÊNCIAS DA ECONOMIA DE CASINO. O MUNDO ESTÁ EM ACELARADA MUDANÇA. O NEOLIBERALISMO ESTÁ EM FALÊNCIA. OS POLITICOS DESACREDITADS, OS PARTIDOS TÊM DE SE RENOVAR E MODERNIZAR.

QUEM NAO PERCEBE ISTO, ANDA DSTRAÍDO OU É IRRESPONSÁVEL.

COMO ACREDITO NA "FORÇA DA MUDANÇA" CUJO SINAL VIRÁ NO DIA 4 DE NOVEMBRO DOS EUA, ATREVO-ME A DIZER O SLOGAN DE BARACK OBAMA: "YES, WE CAN".
PODE DEMORAR ALGUM TEMPO, MAS SABEREMOS ESPERAR
.

e como dizia o outro: "E O BURRO SOU EU?" e
no tempo da outra senhor: "QUEM NÃO É POR MIM É CONTRA MIM"
Carlos Pinto

sábado, 27 de setembro de 2008

QUE GRANDE DIILEMA

Dilema
A última reunião do Ecofin deu explicitamente luz verde aos Estados-membros para utilizarem a política orçamental como instrumento de ajuda à economia. Nesse sentido, a França acaba de anunciar o deslizamento do calendário de redução do défice nos próximos dois anos.E Portugal? Vai manter as metas de redução do défice estabelecidas em 2005, que fixaram em 1,5% o limite do défice do próximo ano (o que retira margem para qualquer alívio fiscal ou para aumento da despesa pública), ou vai abandonar esse objectivo, a fim de expandir o investimento público e as despesas sociais, de modo a ajudar a economia e a atender às dificuldades sociais que a crise agrava?
publicado or Vital Moreira no causa nossa

É O MOMENTO CERTO PARA LEMBRAR AOS POLÍTICOS QUE NÃO DEVEM BRINCAR COM OS POVOS.CUMPRAM!

Saiba quais são os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio
Agência Brasil
Durante reunião da Cúpula do Milênio, promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York, no ano 2000, líderes de 191 nações oficializaram um pacto para melhorar a situação da população até 2015, em termos de renda, educação, saúde, meio ambiente e gênero.Ao todo, são oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Para alcançá-los, foram traçadas 18 metas e 48 indicadores para medir o avanço dos países nessas áreas.Saiba quais são os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio:
1. Erradicar a extrema pobreza e a fome
- Reduzir pela metade, entre 1990 e 2015, a população com renda inferior a um dólar por dia.
- Reduzir pela metade, até 2015, a população que sofre de fome.
2. Universalizar o ensino básico- Garantir que, até 2015, todas as crianças terminem o ensino básico.
3. Promover a igualdade entre os sexos- Eliminar a disparidade entre os sexos no ensino primário e secundário, se possível até 2005, e em todos os níveis de ensino, no máximo, até 2015.
4. Reduzir a mortalidade infantil- Reduzir em dois terços, até 2015, a mortalidade de crianças menores de 5 anos.
5. Melhorar a saúde materna- Reduzir em três quartos, entre 1990 e 2015, a taxa de mortalidade materna.
6. Combater o HIV/aids, a malária e outras doenças- Até 2015, ter detido a propagação do HIV/aids e começado a inverter a tendência atual.- Até 2015, ter detido a incidência da malária e de outras doenças importantes e começado a inverter a tendência atual.
7. Garantir a sustentabilidade ambiental- Integrar os princípios do desenvolvimento sustentável nas políticas e programas nacionais e reverter a perda de recursos ambientais.- Reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população sem acesso permanente e sustentável à água potável segura.- Até 2020, ter alcançado uma melhora significativa na vida de pelo menos 100 milhões de habitantes de bairros degradados.
8. Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento- Avançar no desenvolvimento de um sistema comercial e financeiro aberto, baseado em regras, e que seja previsível e não-discriminatório.- Atender às necessidades especiais dos países menos desenvolvidos.- Atender às necessidades especiais dos países sem acesso ao mar e dos pequenos Estados insulares em desenvolvimento.- Tratar globalmente o problema da dívida dos países em desenvolvimento, mediante medidas nacionais e internacionais de modo a tornar a sua dívida sustentável em longo prazo.- Em cooperação com os países em desenvolvimento, formular e executar estratégias que permitam que os jovens obtenham trabalho digno e produtivo.- Em cooperação com as empresas farmacêuticas, proporcionar o acesso a medicamentos essenciais a preços acessíveis, nos países em vias de desenvolvimento. Em cooperação com o setor privado, tornar acessíveis os benefícios das novas tecnologias, em especial das tecnologias de informação e de comunicações.

VOTO DOS EMIGRANTES - PRESSÃO OU CONFUSÃO


Política
Cavaco Silva 'obrigado' a vetar Lei dos Emigrantes
Por Sofia Rainho com Helena Pereira(SOL)
A alteração que limita a participação dos emigrantes nas legislativas ao voto presencial (acabando com o voto por correspondência) – aprovada há uma semana no AR pelo PS e PCP – esbarra no compromisso que Cavaco assumiu durante a campanha presidencial

Belém, para já, não faz qualquer comentário ao diploma, nem tão pouco antecipa a decisão de Cavaco Silva, uma vez que a lei ainda nem sequer chegou à Presidência da República.
Mas, numa carta enviada por Cavaco Silva aos emigrantes, ainda durante a campanha eleitoral para as presidenciais de 2006 – e que o SOL agora recupera –, o actual PR deixava bem claro que um dos seus principais compromissos com as comunidades emigrantes, caso fosse eleito, consistiria no «reforço da participação cívica e política dos portugueses da diáspora».
E o certo é que o PR tem feito por cumprir os vários compromissos que assumia nessa missiva.

"Reforço da participação cívica e política" nada tem a ver com o voto por correspondência. Nas eleições que elegeram Cavaco Silva os emigrates já exerceram o voto presencial.
O que é preciso é mais trabalho junto das Comunidades para que os nossos compatritotas se inscrevam para votar. Que haja mais mesas de voto para evitar deslocações. E que o voto presencial torne mais clara e democrática a votação.
Lançar esta atoarda nem tem pés nem cabeça.
Dos milhões de portugueses emigrados só estão recenseados 180 mil e começaram por votar 60 mil e nas últimas eleições votaram pouco mais de 30 mil. Isto é que devia ser analisado para conseguir uma maior participação.
Carlos Pinto

PSD - CUSTOU MAS DEPOIS DE TANTA INSISTÊNCIA LÁ VEIO DIZER QUALQUER COISA. EFEITOS DAS SONDAGENS?


Portugal
Ferreira Leite critica segunda ligação rápida Lisboa-Porto
A presidente do PSD não concorda com a construção de uma segunda ligação rápida entre Lisboa e Porto, pois considera que esta traz vantagens em termos de competitividade. Em Santarém, Manuela Ferreira Leite acusou ainda o Governo de destruir postos de trabalho e de maltratar as Pequena e Médias Empresas.
A presidente do PSD defendeu, este sábado, que a segunda ligação rápida que o Governo pretende construir entre Lisboa e o Porto não só não vai dar mais competitividade ao país e como constitui um erro.
No Conselho Nacional dos Trabalhadores Sociais-democratas, Manuela Ferreira Leite considerou que a Auto-estrada do Litoral, que uma terceira alternativa na ligação entre as duas maiores cidades do país, «dá zero de aumento de competitividade».
«E ao dar zero de aumento de competitividade aquilo que faz é que para construir essa estrada é necessário endividar-se, o que quer dizer que está a retirar crédito a quem precisa dele», explicou Ferreira Leite, em Santarém.
A líder social-democrata acusou ainda o Governo de destruir postos de trabalho e maltratar as Pequenas e Médias Empresas e desafiou o Executivo a aprovar o projecto do PSD relativo à alteração do prazo de pagamento do IVA.
Numa resposta aqueles que dizem que não apresenta alternativas de governação, Ferreira Leite ripostou dizem que seria impossível «abrir a boca» para elogiar o Governo de José Sócrates.
«Se nós falamos é para o criticar. Portanto, considero masoquismo puro pedir para apresentarmos ideias, fazermos propostas. É absolutamente extraordinário, mas é assim o PS», acrescentou.
Num dia em que voltou a não responder às perguntas dos jornalistas, Manuela Ferreira Leite deixou ainda críticas à actual política do Governo para a Educação e que José Sócrates tem sublinhado nos últimos dias

já diz tá-tá.
- A lgação Porto-Lisboa NÃO. É um erro.
- Respostas a jornalistas, NÃO. É arriscado.
- Educação critíca mas não diz o que fez como Ministra da Educação. ZERO......
- PMP é agora o trunfo escondido. O outro também mandou fazer Portugal dos Pequeninos. Foram abertas duas linhas de crédito de milhares de milhões a taxas bonificadas. O IVA desceu 1% e quanto ao pagamento do IVA na data da liquidação tem muito que se lhe diga. Vou ser tomadas medidas como a suspensão do pagamento por conta do IRC e há mais. Vem aí OE no dia 15 de Outubr.
- Afinal faz propostas e apresenta ideias. Sao poucas e não é novidade.

FOI PENA QUE NÃO APROVEITASSE ARA EXPLICAR O NEGÓCIO COM O CITYGROUP.

PESQUISA NACIONAL DA CNN


o candidato democrata Barack Obama venceu o primeiro debate entre ele e o candidato republicano John McCain , segundo uma pesquisa nacional feita pela CNN com os americanos que assistiram à transmissão. O debate foi realizado na noite de sexta-feira, na Universidade do Mississippi, na cidade de Oxford. Houve, porém, consenso de que ambos estariam prontos para assumir a presidência dos Estados Unidos se eleitos.
A CNN informou que a pesquisa não reflete o que pensam todos os americanos, já que foi feita apenas com quem estava assistindo ao debate - público formado mais por democratas do que por republicanos. Pela pesquisa, 51% declararam Obama vencedor contra 38% a favor de McCain.
De acordo com a pesquisa, os homens estariam mais divididos entre os dois candidatos: 46% elegendo McCain como o vencedor e 43% preferindo Obama. Mas 59% das mulheres apontam Obama como vencedor contra 31% a favor de McCain

MORREU UM GRANDE ACTOR


Cinema
Morreu Paul Newman
Hoje às 15:02O actor e realizador Paul Newman morreu este sábado aos 83 anos. A informação está a ser avançada pela CNN e já foi confirmada pelo porta-voz de Newman. Veja aqui os principais momentos da carreira de Paul Newman

COM TANTO DISPARATE JUNTO É CANDIDATA AO NOBEL DA ASNEIRA

PSD
Ferreira Leite acusa Sócrates de «governar por anúncios»
A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, acusou hoje o PS de «governar por anúncios», uma «originalidade» que, afirmou, «já chegou ao extremo de anunciar que vai anunciar»

Manuela Ferreira Leite encerrou hoje o Conselho Nacional dos Trabalhadores Social-Democratas (TSD), que decorreu em Santarém, acusando o Governo da «verdadeira originalidade» de, ao contrário do que normalmente acontece em véspera de eleições, «não mostrar obra, porque senão teria de mostrar as estatísticas, que são um desastre».
«Em vez disso, anuncia que vai fazer e já chegou ao extremo de anunciar que vai anunciar», disse, dando como exemplo o ministro das Finanças ter «anunciado que vai anunciar» medidas para a regulação do mercado financeiro.
A líder social-democrata afirmou que o Governo socialista tem ainda «outra originalidade», a de fazer «oposição à oposição».
«Está-lhes no sangue. É um caso nunca visto», disse, considerando «masoquismo puro» pedir ao PSD que os critique e que «apresente ideias, propostas».
Manuela Ferreira Leite apontou como «exemplo do que não deve ser feito em política, e o PS fê-lo», a indicação de «um número certo» de criação de novos postos de trabalho.
No seu entender, o anúncio da criação de 150.000 novos postos de trabalho na actual legislatura, «além de falta de seriedade, dá ainda a ideia de que, por qualquer posto de trabalho criado, ainda temos de agradecer ao Governo».
Para Manuela Ferreira Leite, se os 150.000 postos de trabalho anunciados o foram em termos brutos e não líquidos isso representa uma «desonestidade total», pelos empregos que são destruídos.
A presidente do PSD advertiu os trabalhadores social-democratas de que, a prosseguir a actual política económica, «não augura melhores dias».

marca reúnões ara poder dizer alguma coisa e só sai disparate

PENSEI QUE ERA DESTA QUE IA FALAR:

- DO NEGÓCIO COM O CITYGROU E OS MILHÕES QUE CUSTA AOS CONTRIBUINES;
- DA OBRA NO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO;
- DO FUNDO DE PENSÕES DOS CTT PARA REDUZIR O DÉFICE QUE AUMENTOU:
- DAS OBRAS PÚBLICAS QUE NAO QUER:
- DA CRISE ECONOMICA MUNDIAL;
- DOS 13 ANOS DE GOVERNO DO PSD EM 23;
- DA BAIXA DE IMPOSTOS;
- DE COMO RESOLVER O DESEMPREGO;

AINDA ESTÁ A ESTUDAR OS DOSSIERS. NÓS ESPERAMOS.

POR ESTE ANDAR NÃO CHEGA AO NATAL.

EUA - AS PRIMEIRAS SONDAGENS

Uma primeira sondagem realizada pela cadeia de televisão norte-americana CBS junto de eleitores indecisos indicou que 40 por cento defenderam a vitória de Obama e 22 por cento apontaram McCain como vencedor.
Para 38 por cento das pessoas questionadas, o debate terminou com um empate.

EUA - AS PRIMEIRAS SONDAGENS

Uma primeira sondagem realizada pela cadeia de televisão norte-americana CBS junto de eleitores indecisos indicou que 40 por cento defenderam a vitória de Obama e 22 por cento apontaram McCain como vencedor.
Para 38 por cento das pessoas questionadas, o debate terminou com um empate.

NUNCA MAIS APRENDEM. À IGREJA O QUE É DA IGREJA, À POLÍTICAO QUE É DA POLÍTICA

Igreja apoia Cavaco contra PSD.
lei do divórcio
Jorge Ortiga, presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, aprova o veto presidencial e critica o Partido Socialista por seguir um caminho de facilitismo.Leia a entrevista de D. Jorge Ortiga, completa, em exclusivo, na edição do CM deste Sábado

EUA-MAIS DEBATE


Eleições EUA
Obama acusa McCain de apoiar políticas despesistas de Bush
John McCain e Barack Obama no primeiro debate entre os candidatos à Casa Branca

O candidato democrata às presidenciais dos EUA, Barack Obama, acusou John McCain de estar de acordo com a maior parte das políticas de «gastos incríveis» de George W. Bush. No primeiro debate entre os dois candidatos, McCain considerou que o regime russo é «essencialmente dominado pelo KGB».
O candidato democrata à Casa Branca acusou o presidente norte-americano de ter alinhado numa política «gastos incríveis» e recordou que o seu adversário nas presidenciais dos EUA apoiou «noventa por cento» destas políticas de George W. Bush.
No primeiro debate entre os candidatos às presidenciais norte-americanas de Novembro, Barack Obama concluiu que John McCain «é um pouco difícil de acreditar» que o candidato republicano vá «controlar os gastos públicos».
A política externa foi também referenciada neste primeiro frente-a-frente entre Obama e McCain, com o republicano a considerar que o governo russo é «essencialmente dominado pelo KGB» e que a Rússia é um «país cheio de petrodólares».
«Olhei para os olhos de Putin e vi três letras, um K, um G e um B. A agressão à Geórgia não é comportamento aceitável. Não acredito que vamos regressar à Guerra Fria. Acho é que os russos têm de perceber que vamos apoiar a entrada da Ucrânia e da Geórgia na NATO», acrescentou McCain.
O candidato republicano acusou ainda Moscovo de estar a «violar o cessar-fogo sobretudo ao colocar tropas adicionais na Abcásia e na Ossétia do Sul» e exigiu à Rússia que «respeite as regras e as normas de comportamento internacionais».

O PS ESTÁ A DAR EXPLICAÇÕES A MAIS A QUEM NÃO MERECE. FERREIRA LEITE É ARROGANTE, INSOLENTE E RAIA A MÁ EDUCAÇÃO QUANDO FALA DE DIRIGENTES DO PS


Comício de 'rentrée' custou 120 mil euros ao PS
JOÃO PEDRO HENRIQUES

Propaganda. O PS tem há muitos anos a mesma pessoa - um empresário militante do partido - a tratar-lhe dos eventos (comícios, congressos, etc). Isso faz com os custos baixem porque os materiais são sucessivamente reutilizados. O comício de Guimarães custou o dobro de um sem "efeitos especiais"
O comício do PS em Guimarães, no sábado passado, onde os socialistas assinalaram a sua rentrée política, custou ao partido cerca de 120 mil euros. Um valor avançado ao DN por um dirigente do partido ligado à organização do evento. Este valor já inclui os cerca de 4500 euros que custou o aluguer do espaço, o pavilhão multiusos da "cidade berço" (o mesmo local onde o PSD realizou o seu último congresso e onde, em 2004, também num congresso, José Sócrates foi consagrado secretário-geral dos socialistas).Segundo a mesma fonte, este comício custou cerca do dobro do pavilhão do Académico do Porto, em 5 de Março passado, no qual o PS se mobilizou para enfrentar os protestos, na altura muito fortes, dos sindicatos dos professores. Custou o dobro precisamente devido à infraestrutura mais cara montada em Guimarães. O responsável por estes eventos socialistas é o mesmo há vários anos: Domingos Ferreira, militante socialista e empresário especialista em montagem de comícios e congressos (ver caixa). A estrutura física (palcos, estruturas metálicas, equipamentos de som) com que trabalha também é a mesma há vários anos, o que fará desonerar os encargos, ao contrário do que acontece com o PSD, que já mudou várias vezes de empresas. Ontem a líder do PSD insurgiu-se contra a "opulência" do comício socialista. Vários dirigentes socialistas se multiplicaram então em declarações respondendo à presidente "laranja". Marcos Perestrelo, responsável nacional pelo pelouro da organização (e vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa) disse que o comício de Guimarães "custou milhões de vezes menos do que o prejuízo que Manuela Ferreira Leite causou ao país com o negócio do Citigroup" (um negócio de titularização de créditos).Já para Augusto Santos Silva, Ferreira Leite revela uma "obsessão" pela "vida interna do PS" e "não tem propostas".Menezes atacaQuem também criticou a actual direcção social-democrata foi o anterior líder do partido. Luís Filipe Menezes afirmou que as sondagens mostram que "não chega uma equipa de salamaleques e pessoas profissionalizadas no cocktail" para dirigir o PSD. O Governo "bateu no fundo e está na sua pior fase, nunca o PSD desceu tão baixo", afirmou. Mesmo quando o "primeiro-ministro se encontrava no auge da presidência europeia, e o PSD estava acima dos 30 por cento".(dn)

A CRISE QUE ATRAVESSAMOS DEVE LEVAR OS PARTIDOS A CONTENÇÃO NAS DESPESAS NAS CAMPANHAS ELEITORAIS. QUE SEJA O PS A DAR O PONTAPÉ DE SAÍDA E SE ANTECIPE À DEMAGOGIA DA LÍDER DO PSD. MENOS CARTAZES, MENOS ESFEROGR+AFICAS, SACOS E AVENTAIS QUE SÓ POLUEM, APOSTAR NAS PESSOAS, NA ALEGRIA E NAS PROPOSTAS QUE CHEGUEM A CASA DE TODOS. INOVAR E FAZER DIFERENTE COM OS MILITANTES E SIMPATIZANTES QUE QUEIRAM PARTICIPAR.
EXPLICAR QUE O QUE FEZ E O QUE FALTA FAZER.

EUA-ELEIÇÕES AMERICANAS E A ANÁLISE DO PÚBLICO

Chip Somodevilla/Reuters
O resultado teoricamente favorece Barack Obama

Eleições norte-americanas
EUA: O ambiente era explosivo mas o primeiro debate presidencial foi tépido
27.09.2008 - 10h18 Rita Siza, em Oxford, Mississippi
O drama que rodeou a realização do primeiro debate televisivo entre os dois candidatos à presidência dos Estados Unidos abrira a porta a uma sessão política explosiva e potencialmente decisiva para o desfecho da eleição, com o país na expectativa para ver se o imprevisível republicano John McCain voltava a tirar um coelho da cartola capaz de provocar uma reviravolta na campanha, ou se o cândido democrata Barack Obama era capaz de desferir golpes suficientes para levar o seu adversário ao tapete.Afinal, o evento não consagrou ou arrasou nenhum dos concorrentes — a 40 dias da eleição, ainda só é seguro dizer que está tudo em aberto. Depois de ter ameaçado não tomar parte no evento, a pressão era maior sobre o republicano John McCain, que viu a sua candidatura cair nas sondagens ao longo da última semana. Mas, em Oxford, a tarefa do democrata Barack Obama era tudo menos simples: não é pelo seu desempenho em debates que o senador do Illinois é classificado como um orador brilhante.Como se supunha, Barack Obama saiu ao ataque na economia, uma área onde é supostamente mais forte (segundo as últimas sondagens, mais de 50 por cento dos americanos dizem confiar mais no democrata para lidar com a economia). O tema não fazia parte do guião inicial, mas os desenvolvimentos da semana, com as negociações para a aprovação de um pacote de emergência para evitar o colapso dos mercados financeiros, tornaram o assunto inevitável.Os dois candidatos começaram por evitar uma resposta concreta à primeira pergunta da noite — “qual é a vossa posição sobre o plano de resgate financeiro de Wall Street proposto pela Administração?” —, mas rapidamente envolveram-se num vivo confronto sobre o controlo da despesa federal, a revisão do código fiscal, a regulação dos mercados, a reforma do sistema de saúde, a exploração petrolífera e a energia nuclear.Ao longo da noite, McCain e Obama discordaram na forma de gerir o orçamento de estado e de conduzir a retirada das tropas do Iraque; as suas respostas revelaram dois candidatos com visões ideológicas bem diferentes e planos de governo bem distintos.Obama não desistiu de ir ao ataque quando o debate virou para a política externa e segurança nacional, as áreas em que McCain é especialista. Sucessivamente disse que McCain estava errado na sua avaliação da guerra do Iraque e também do Afeganistão. “Os nossos recursos foram todos gastos no Iraque. Enquanto isso, Bin Laden ainda não foi capturado. E a Al-Qaeda ressurgiu”, lamentou.Mas nessa fase do debate o democrata notoriamente perdeu o fulgor inicial e viu o republicano assumir a ofensiva. McCain tentou caracterizar Obama ora como ingénuo ora como irresponsável, constantemente iniciando as suas respostas com expressões como “o que o senador não compreende” ou “o que Obama não sabe”. Como contraponto, o republicano exibiu conhecimento enciclopédico ao falar em detalhe sobre o Irão, Paquistão ou Rússia, nomeando os lugares por onde passara e chamando os líderes desses países pelo nome. E fustigou o seu opositor pela sua abertura para ignorar a soberania do Paquistão para abater Bin Laden ou para reunir-se com Mahmoud Ahmadinejad. “Essas coisas não se dizem em voz alta”, aconselhou.“Quando um candidato diz que o seu oponente está certo onze vezes, como Obama disse, está a reconhecer que é essa pessoa que tem o comando da situação. O candidato que concorda com o que diz o seu oponente é aquele que está a perder e tem de jogar na defensiva”, interpretava Steve Schmidt, o director de campanha de McCain, no final do debate.A opinião dos porta-vozes do candidato democrata era obviamente diferente. “A missão de Barack Obama esta noite era mostrar aos aos americanos, com toda a confiança, não só que é familiar com a imensidão e a complexidade das questões de política externa como está habilitado para lidar com elas. Ele estabeleceu as suas credenciais, e sem qualquer dúvida demonstrou o seu carácter calmo, forte, confiante e a sua capacidade de liderança”, considerou Greg Craig, um dos conselheiros de Obama.Sentado na plateia, Tyler Clemons, o director do jornal da universidade “The Daily Mississippian”, achou que a postura de McCain ao discutir a política externa foi excessivamente condescendente e até mesmo “paternalista”. “Pareceu-me que ele se pôs na posição do avozinho, que está sempre a dizer que já viveu muito e por isso sabe o que é melhor para os seus netos. Mas duvido que seja uma boa táctica lembrar aos eleitores que ele já tem muita idade”, comentou ao PÚBLICO.Jamie Johnson, uma estudante de Ciência Política que ganhou um bilhete para o auditório, considerou que e deu crédito “Sairam-se bem os dois”, notou. A sua avaliação final era que, apesar de animado e interessante, o debate foi também previsível. “Não ouvi nada de novo e nada do que os dois candidatos disseram me fez mudar as ideias que tinha sobre eles e a minha intenção de voto”, revelou.Obama não mudou a sua estratégia de associar John McCain às políticas de George W. Bush. Fê-lo na economia, ao dizer que a crise de Wall Street “é o veredicto final de oito anos de políticas económicas falhadas, promovidas por George Bush e apoiadas pelo senador McCain”. Fê-lo na resposta às críticas de John McCain, quando este procurou usar o registo de voto de Obama no Senado para o descrever como um ultra-liberal. “Isso é porque eu estava constantemente a votar contra George W. Bush”, insistiu.E fê-lo também na política externa, acusando os dois republicanos de terem uma visão das relações internacionais limitada pela guerra do Iraque. “O próximo Presidente vai ter que ter uma visão estratégica alargada sobre todos os desafios que enfrentamos”, sublinhou Obama.McCain também não se desviou da linha de ataque que vem repetindo ao longo da campanha: Obama não está preparado para ser comandante-em-chefe dos Estados Unidos. Já perto do final, resumiu essa ideia numa frase para desqualificar a candidatura do democrata. “Honestamente, não acredito que o senador tenha o conhecimento ou a experiência, e ele revelou mau julgamento numa série de áreas”, declarou.Sem “gaffes”, nem erros ou surpresas, a sessão terminou sem que se produzisse uma frase memorável — cautelosos, os candidatos procuraram sobreviver sem arranhões. Talvez por isso, a linha que regista em directo a reacção dos espectadores manteve-se constante durante toda a emissão, sem picos que indicassem um acesso de entusiasmo ou desilusão por parte dos eleitores republicanos, democratas ou independentes que constituíam a amostra.Estabelecido o empate, não podia ter ficado mais alta a fasquia para os dois próximos confrontos. O resultado teoricamente favorece Barack Obama, que já deixou para trás o assunto onde tem mais desvantagens face a McCain. Os analistas concordavam que era mais importante para John McCain ter sido aclamado como o vencedor, não só porque a política externa é a pedra de toque da sua candidatura, mas também porque o seu comportamento errático durante a semana suscitou dúvidas aos eleitores.

EUA - COMO EU VI DEBATE DESTA MADRUGADA EM PORTUGAL

O DEBATE DE REAFIRMAÇÃO DE PROPOSTAS. TÁCTICO, SERENO E MORNO:

40 MINUTOS a falar de economia, mas onde os candidatos não explicaram bem o que podem fazer se forem eleitos. Obama este bem e suplantou McCaine que nesta área não está àvontade.
As acusações que fez à administração Bush, são oportunistas, pois quer sacudir a água do capote. Os republicanos são os grandes responsáveis desta crise e McCaine não vai descolar com facildade pois votou todos os orçamentos.

Nos 50 minutos restantes, a questão de Política Externa, revelou um Obama conhecedor do Mundo e aí as posições são divergentes: McCaine quer mais guerra e Obama defende o diálogo.
McCaine puxu dos galões para reptir que tem experiência nesta area e que Obama é uma aventura.

O moderador esteve muito mal e o tradutor em simultâneo foi péssimo.

Não houve questões directas colocadas pelos candidatos um ao outro. Ambos jogaram à defesa.

Um empate técnico ou vitória a pender para Obama.

Apenas uma frase que dá notícia e que pertenceu a McCaine: "Quando olho para Putin vejo 3 letras nos seus olhos:KGB".

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

sócrates não se vai zangar

Discurso
Sócrates copia Zapatero
Por Helena Pereira(SOL)
«Obama ainda tem que provar o que vale, enquanto Zapatero já fez obra. A aposta em Zapatero é mais segura». As palavras, com uma pitada de humor, são de Orestes Suárez, o coordenador do departamento de política internacional do PSOE, ao comentar ao SOL a escolha do novo slogan do PS, ‘A força da mudança’

Mais do que Barack Obama e o exemplo das convenções norte-americanas, Sócrates, no comício de Guimarães, estava na verdade a imitar José Luís Zapatero. O novo lema dos socialistas (’A Força da Mudança’) é a tradução para português do slogan escolhido por Zapatero no último Congresso do PSOE, em Julho: ‘La fuerza del cambio’.
O paralelismo com os socialistas do lado de lá da fronteira é evidente. Realçar o trabalho já feito e pedir confiança para continuar as mudanças. «Estamos a começar o ano político, um ano em que temos muito trabalho pela frente, mas temos um rumo e não nos desviaremos dele», garantiu José Sócrates, no sábado, perante cerca de 13 mil militantes

EM CINCO VEZES QUE FALOU EM 4 MESES ALGUÉM SE LEMBRA DO QUE DSSE DE IMPORTANTE PARA O PA´S?

Manuela Ferreira Leite
Depois de uma ausência de uma semana Manuela Ferreira Leite decidiu reaparecer em Braga para fazer uma importante declaração política, que o comício do PS foi demasiado ostensivo para a pobreza que circunda a região.
Numa semana em que o mundo aguarda a solução para a crise financeira, em que sobre este tema Cavaco Silva produziu importantes declarações, em que se discutiu o papel dos reguladores, em que se fala de um boicote ao abastecimento de combustível, em que houve um debate parlamentar, em que Sócrates teve várias declarações públicas, Manuela Ferreira Leite preocupou-se com o acessório, exigiu que da próxima o comício fosse na Quinta da Atalaia, gentilmente emprestada pelo PCP, e que Sócrates se apresente vestido com roupa doada pela Santa Casa da Misericórdia.
Para Manuela Ferreira Leite este foi o tema que mais a preocupou durante a semana e como solução defendeu que as instituições adoptem as regras fransciscanas, os pobres continuam pobres mas, ao menos, ficam com a sensação e a tranquilidade de saber que todos são pobres.
Discurso político demasiado miserável para que Manuela Ferreira Leite seja solução para o governo.(No Blog o jumento)

HUGO CHAVEZ JÁ ESTÁ EM PORTUGAL E SAUDA O POVO PORTUGUES


Internacional
Chavez diz «sentir-se em casa» em Portugal

O presidente venezuelano considerou «sentir-se em casa» à chegada a Lisboa, onde terá o seu terceiro encontro com José Sócrates em menos de oito meses. À chegada a Portugal, Hugo Chavez falou das suas recentes viagens a França, China e Rússia.
O presidente venezuelano considerou «sentir-se em casa» à chegada a Lisboa, naquele que será o seu terceiro encontro com o primeiro-ministro português José Sócrates em menos de oito menos.
No aeroporto de Figo Maduro, ao chegar de uma curta visita a França, onde se encontrou com Nicolas Sarkozy, Hugo Chavez saudou «Portugal, o Povo, o Presidente, ministros e sociedade portuguesa».
O chefe de Estado venezuelano aproveitou para falar das suas recentes visitas à China e à Rússia que considerou «muito proveitosas» e para lembrar que «rejeita um mundo unipolar».
No sábado, Sócrates e Chavez presidem à assinatura de acordos para a venda de um milhão de computadores “Magalhães” e para a construção de 50 mil fogos de habitação social.
No aeroporto de Figo Maduro, Hugo Chavez, que negou que estivesse «cansado» após a sua «longa viagem», foi recebido pelo ministro das Obras Públicas, Mário Lino.

EUA - O DEBATE HOJE À 01h15(HORA DE LISBOA). O SENHOR MCCAINE ANDA NERVOSO. SERÁ A SUA VICE E OS APELOS A SATANÁS?

McCain confirma participação em primeiro debate contra Obama
Reuters
Por John Whitesides
OXFORD, Estados Unidos (Reuters) - O candidato republicano John McCain encerrou o suspense e anunciou nesta sexta-feira que participará à noite do primeiro dos três debates contra seu adversário democrata na disputa pela Casa Branca, Barack Obama.
McCain havia sugerido adiar o debate até que fosse concluída a negociação sobre o pacote de 700 bilhões de dólares para o resgate de instituições financeiras. Mas assessores disseram que ele avaliou que já há progressos suficientes para que ele participe do evento marcado para as 22h (horário de Brasília) na Universidade do Mississipi.
"A campanha de McCain está retomando todas as atividades, e o senador vai viajar para o debate hoje de tarde," disse um comunicado da campanha, acrescentando que McCain voltará em seguida a Washington para participar das negociações do pacote econômico.
A participação de McCain foi confirmada apenas no início da tarde, quando Obama já estava no seu avião de campanha, preparando-se para decolar rumo ao Mississipi.
O tema "oficial" do debate é a política externa e a segurança nacional, mas a crise financeira domina a campanha nas últimas duas semanas e quase certamente será discutida também.
Ambos os candidatos passaram a noite de quinta para sexta-feira na capital, e pela manhã, antes do reinício das negociações, negociaram com líderes parlamentares.
Na quinta-feira, uma reunião com congressistas (inclusive os senadores Obama e McCain) e membros do governo na Casa Branca terminou sem um acordo que permitisse aprovar o pacote de resgate das instituições financeiras.
3.000 JORNALISTAS
Ambos os candidatos se disseram otimistas com um acordo, mas se acusaram mutuamente de politizar o processo.
"A prioridade de Barack Obama é o exibicionismo político", disse a campanha de McCain em nota sobre as negociações.
No avião, Obama disse a jornalistas, ainda antes da confirmação da presença de McCain no debate, que o encontro da Casa Branca não fora "tão produtivo quanto poderia ter sido."
"Minha forte sensação é de que o melhor que posso fazer, ao invés de injetar a política (da eleição) presidencial em negociações delicadas, é ir ao Mississipi para explicar ao povo norte-americano o que está acontecendo."
A confirmação da presença de McCain foi um alívio para a Comissão Nacional de Debates e para a Universidade do Mississipi, que gastou cerca de 5 milhões de dólares para realizar o evento e receber os cerca de 3.000 jornalistas que irão à cidade de Oxford.
O debate deve ter uma audiência bem superior à dos discursos de McCain e Obama nas suas convenções partidárias, que esteve na casa dos 40 milhões. Esse primeiro confronto pode ser decisivo para um grande grupo de eleitores ainda indecisos, a menos de seis semanas da eleição de 4 de novembro.

CRISE-COMO É POSSÍVEL O PRESIDENTE DE UMA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DIZER UMA BARBARIDADE DESTAS?

Portugueses vivem uma pré-crise, defende.
A crise financeira que assombra os EUA há mais de um ano apenas tem que reflexos em Portugal nas instituições financeiras. Esta é a opinião do presidente da Associação Comercial de Lisboa (ACL), Bruno Bobone, que comentou à Agência Financeira que, para todos os outros, a crise é psicológica.
«Esta crise é essencialmente financeira e esses obviamente estão preocupados. Em geral, a população vive uma pré-crise, mas de facto no bolso não se sentiu. É uma crise psicológica», referiu à AF.
Bruno Bobone mostrou-se assim pouco preocupado, frisando que as importações e as exportações continuam a crescer, apesar de deixar um alerta: «Vai ter reflexos, mas ainda ninguém sabe o quê».
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EUA-A SITUAÇÃO E MUITO GRAVE E O SENHOR BUSH NÃO TEM AUTORIDADE

Paulson ajoelha-se perante líder dos Democratas para pedir ajuda
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, mostrou ontem o seu desespero perante o fracasso das conversações entre o presidente Bush, os dois candidatos à presidência dos EUA e os líderes dos dois partidos no Congresso dos Estados Unidos que chegou a ajoelhar-se perante a líder dos congressistas democratas, Nancy Pelosi, para lhe pedir que não bloqueie o plano de salvamento do sector financeiro norte-americano.
Segundo o jornal norte-americano 'New York Times', a reunião de ontem na Casa Branca degenerou numa forte discussão verbal."Se o dinheiro não for libertado, tudo pode ir abaixo", terá dito o presidente Bush, ao ver o plano de salvamento desfazer-se perante os seus olhos.O periódico, que cita elementos que participaram na reunião, adianta que após o colapso das conversações, o secretário do Tesouro ajoelhou-se perante a líder dos Democratas na Casa de Representantes, Nancy Pelosi, para lhe pedir para "não destruir" as negociações, retirando o apoio do seu partido pelo plano, depois de esta ter considerado a oposição dos Republicanos ao acordo como "uma traição"."Não sabia que era católico", respondeu Pelosi, tendo em conta o ajoelhar de Paulson, acrescentando que "não sou eu que estou a estragar isto, são os Republicanos."Já o senador Democrata Christopher Dodd, presidente do Comité Bancário do Senado, denunciou a sessão como sendo apenas "um plano de salvamento" para o candidato do Partido Republicano à Casa Branca, John McCain, e classificou o encontro como uma perda de tempo.Segundo fontes Democratas, Nancy Pelosi não irá levar o plano de salvamento do sector financeiro a votos no Congresso, a menos que este tenha apoio substancial por parte dos Republicanos. Outras fontes da imprensa norte-americana indicam que, segundo um congressista republicano, alguns dos membros do seu partido no Congresso estão a dizer em privado que preferem "deixar os mercados colapsar" do que aprovarem o plano de salvamento de Wall Street."Pelo altar do sistema do Mercado Livre, iremos aceitar uma Grande Depressão?", questionou a mesma fonte.Os especialistas notam também que o estatuto fragilizado do Presidente Bush, bem como a sua mão pesada no tratamento dos legisladores do seu próprio partido nos últimos sete anos, está agora a ter um efeito contraproducente, com os congressistas republicanos a considerarem que o presidente está a "tentar destruir a Constituição" ao comprometer o Governo Federal com uma intervenção massiva no sistema financeiro (dIARIO eCONÓMICO)

DESTA VEZ VAI TER DE EXPLICAR. E MAIS VAI FALAR DO QUE FEZ COMO MINISTRA DA EDUCAÇÃO; COMO MINISTRA DAS FINANÇAS; COMO SECRETÁRIO DO ORÇAMENTO.

Resposta a Manuela Ferreira Leite
PS diz que comício de Guimarães “custou milhões de vezes menos” do que negócio de Ferreira Leite

O PS afirmou hoje que o seu comício em Guimarães “custou milhões de vezes menos” do que a operação da ex-ministra Manuela Ferreira Leite com a venda de créditos ao banco norte-americano Citigroup, acusando-a de “obsessão” com os socialistas.“O comício de ‘rentrée’ política do PS em Guimarães [no sábado passado] custou milhões de vezes menos do que o prejuízo que Manuela Ferreira Leite causou ao país com o negócio do Citigroup”, acusou o secretário nacional do PS para a organização, Marcos Perestrello.

EUA - AGORA QUE ESTÁ DE SAIDA É QUE ESTE SENHOR ACORDOU? SÓ QUER SALVAR A BANCA? E AS PESSOAS? E OS QUE FICARAM SEM CASA? E SEM EMPREGO? E SEM SAÚDE?


«Continuo a trabalhar com o Congresso» no sentido de fazer aprovar um plano de salvação», porque «nós precisamos» desse plano, garantiu George W. Bush, acrescentando que tem sido «um trabalho árduo» perante «um grande problema» que está a afectar a economia do país.
O presidente dos EUA disse ainda que existem divergências sobre aspectos do plano do salvamento, mas não há «discordância» relativamente à ideia de que «algo substancial tem de ser feito».
Os elementos do Congresso «querem expressar as suas opiniões», algo que deve ser permitido, acrescentou.
«O processo legislativo por vezes não é muito bonito, mas vamos aprovar um pacote de medidas. Vamos chegar a um ponto em que republicanos e democratas vão aprovar um plano de salvação substancial», acrescentou