Estátua de Vímara Peres-Porto

Estátua de Vímara Peres-Porto
Lança,escudo,elmo e armadura-escultura de Barato Feyo-do Livro Porto Património Cultural Da Humanidade de Manuel Dias e André Fregitzer
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PROTECÇÃO CONTRA A DITADURA

PROTECÇÃO CONTRA A DITADURA

JÁ ESTAMOS EM DITADURA?

JÁ ESTAMOS EM DITADURA?

POR PROPOSTA DE FERREIRA LEITE A DEMOCRACIA ESTÁ SUSPENSA 6 MESES

Por qué no te callas? Desde que Manuela Ferreira Leite chegou a líder do PSD que nunca sabemos o que ela pretende dizer cada vez que fala, entendemo-la perfeitamente, conseguimos repetir tudo o que disse para temos de nos abster no momento de a interpretar ou tirar conclusões. Temos de esperar um ou dois dias para, em função das sondagens de opinião ou das reacções da opinião pública, ouvirmos alguém do PSD, o secretário-geral ou o líder parlamentar, dizer-nos o que a líder pretendia dizer. Isso sucedeu logo com o seu discurso de encerramento do congresso que a confirmou na liderança do PSD, como nessa altura a máquina ainda não estava adaptada ao discurso da nova líder andámos mais de uma semana a tentar interpretar qual a opinião de MFL em relação às obras públicas, na ocasião Morais Sarmento ainda fez um esforço para esclarecer que eram apenas alguns projectos que estavam em causa, mas depois de várias contradições foi a própria MFL que esclareceu que eram todas as obras. Desde então, cada vez que MFL abre a boca é certo que no dia seguinte alguém vem esclarecer o que a líder do PSD pretendia dizer. Sucedeu, por exemplo, com a sua posição em relação ao salário mínimo, disse que era contra para dois dias depois alguém esclarecer que as suas declarações tinham sido mal interpretadas, o contra era um talvez muito próximo do sim. Agora o disparate foi maior, MFL disse com ar muito sério que o ideal era suspender a democracia durante seis meses, disse-o com o ar mais sério deste mundo, sem alterar a expressão do rosto e sem o mais pequeno sinal de ironia, Afinal, esclarece um secretário-geral do PSD indignado, que a líder do PSD estava a ironizar. Bem, não conheço muito bem o estilo de MFL a contar anedotas, o que vi e ouvi não me levava a pensar que estava a ironizar. Mas quando o ministro das obras públicas disse o disparate do deserto da margem sul, não teve direito a interpretação ou contexto, o PSD foi mais longe que qualquer outro partido da oposição e produziu outdoors com camelos que afixou na margem sul. Mas deixemos os duplos critérios do PSD, já sabemos que a actual líder é a pessoa mais séria e rigorosa deste mundo, ainda que o seu problema seja não se limitar a usar na boca nas refeições, até parece que quando come a ligação é ao estômago e quando fala em vez de a boca se ligar ao cérebro estabelece uma ligação directa ao intestino grosso. Temos portanto uma candidata a primeiro-ministro que não diz quais são as suas propostas é porque não quer que o país beneficie delas sendo aplicadas por um governo que não seja do seu partido, e quando fala não pode ser levada a sério enquanto não vier alguém divulgar as notas explicativas ou dizer o que efectivamente pretendia dizer. O secretário-geral do PSD que costumava ter como função mandar as facturas da propaganda para as empresas e obras públicas, passou a desempenhar as funções de tradutor-intérprete oficial de MFL. Se a lide do PSD disser branco temos de nos abster de pensar no que disse até que o secretário-geral nos esclareça se branco é preto, cinzento ou azul, já que quando a líder disse branco estava a ironizar. Começo a perceber porque razão a líder do PSD optou inicialmente pelo silêncio, era para poupar trabalho extra ao secretário-geral e ao líder parlamentar do PSD, para que em vez de se dedicarem às suas funções tenham de andar em permanente alvoroço a esclarecer o país sobre o que MFL disse de cada vez que abriu a boca. Do blog - o jumento

HOJE INTERROMPI A SUSPENSÃO PARA DEIXAR UM AVISO

Sábado, 15 de Novembro de 2008

ESTÁ EM MARCHA O PREC II - ESTÁ NOS COMPÊNDIOS LENINISTAS
O PCP e seu satélites sabem fazer isto muito bem e espero que ninguém tenha medo das ameaças de tribunal do senhor Mário Nogueira. Ou teremos de recorrer de novo a Mário Soares para ir para a rua defender a DEMOCRACIA E A LIBERDADE?"
CONVERGÊNCIA DAS FRENTES DE LUTA"

dirigida a quatro pilares:PROFESSORES, MILITARES, FUNÇÃO PÚBLICA E AGORA OS ALUNOS. Só não vê quem não quer.Como o operariado já não existe e ir para a porta das fábricas é perigoso porque provoca mais desemprego, joga-se onde o emprego é para a vida inteira.
Lamentávelmente um partido pilar da Demcracia, responsável por 13 anos de governo em 23, o PSD e a sua líder, cavalgam a onda de descontantamento, numa fase tão dificil para Portugal e para o Mundo, com a falência do neoliberalismo. É a CRISE FINANCEIRO E A CRISE ECONÓMICA, que a ganância do lucro e a Globalização selvagem provocaram. Sobre isto a lider do PSD cala-se. Sobre BPN fica muda. Sobre alternativas não divulga. Agora só fala para dizer que é preciso suspender a avaliação e experimentar outra. MAS QUAL?
nOTA: Li hoje um artigo esclarecedor de Miguel Sousa Tavares no Expresso.Carlos Pinto

O DISCURSO DA VITÓRIA

O DISCURSO

Obama: O discurso de vitória
05.11.2008 - 20h24
Boa noite, Chicago. Se ainda houver alguém que duvida que a América é o lugar onde todas as coisas são possíveis, que questiona se o sonho dos nossos fundadores ainda está vivo, que ainda duvida do poder da nossa democracia, teve esta noite a sua resposta.É a resposta dada pelas filas de voto que se estendiam em torno de escolas e igrejas em números que esta nação jamais vira, por pessoas que esperaram três e quatro horas, muitas pela primeira vez na sua vida, porque acreditavam que desta vez tinha de ser diferente, que as suas vozes poderiam fazer essa diferença.É a resposta dada por jovens e velhos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, asiáticos, nativos americanos, homossexuais, heterossexuais, pessoas com deficiências e pessoas saudáveis. Americanos que enviaram uma mensagem ao mundo, a de que nunca fomos apenas um conjunto de indivíduos ou um conjunto de Estados vermelhos e azuis.Somos e sempre seremos os Estados Unidos da América.É a resposta que levou aqueles, a quem foi dito durante tanto tempo e por tantos para serem cínicos, temerosos e hesitantes quanto àquilo que podemos alcançar, a porem as suas mãos no arco da História e a dobrá-lo uma vez mais em direcção à esperança num novo dia.Há muito que isto se anunciava mas esta noite, devido àquilo que fizemos neste dia, nesta eleição, neste momento definidor, a mudança chegou à América.Há pouco recebi um telefonema extraordinariamente amável do Senador McCain.O Senador McCain lutou longa e arduamente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e arduamente pelo país que ama. Fez sacrifícios pela América que muitos de nós não conseguimos sequer imaginar. Estamos hoje melhor devido aos serviços prestados por este líder corajoso e altruísta.Felicito-o e felicito a governadora Palin por tudo aquilo que alcançaram. Espero vir a trabalhar com eles para renovar a promessa desta nação nos próximos meses.Quero agradecer ao meu parceiro neste percurso, um homem que fez campanha com o seu coração e falou pelos homens e mulheres que cresceram com ele nas ruas de Scranton e viajaram com ele no comboio para Delaware, o vice-presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden.E eu não estaria aqui hoje sem o inabalável apoio da minha melhor amiga dos últimos 16 anos, a pedra angular da nossa família, o amor da minha vida, a próxima Primeira Dama do país, Michelle Obama.Sasha e Malia, amo-vos mais do que poderão imaginar. E merecem o novo cachorro que virá connosco para a nova Casa Branca.E embora ela já não esteja entre nós, sei que a minha avó está a observar-me, juntamente com a família que fez de mim aquilo que sou. Tenho saudades deles esta noite. Reconheço que a minha dívida para com eles não tem limites.Para a minha irmã Maya, a minha irmã Alma, todos os meus outros irmãos e irmãs, desejo agradecer-vos todo o apoio que me deram. Estou-vos muito grato.E ao meu director de campanha, David Plouffe, o discreto herói desta campanha, que, na minha opinião, concebeu a melhor campanha política da história dos Estados Unidos da América.E ao meu director de estratégia, David Axelrod, que me tem acompanhado em todas as fases do meu percurso.Para a melhor equipa alguma vez reunida na história da política: tornaram isto possível e estou-vos eternamente gratos por aquilo que sacrificaram para o conseguir.Mas acima de tudo nunca esquecerei a quem pertence verdadeiramente esta vitória. Ela pertence-vos a vós. Pertence-vos a vós.Nunca fui o candidato mais provável para este cargo. Não começámos com muito dinheiro nem muitos apoios. A nossa campanha não foi delineada nos salões de Washington. Começou nos pátios de Des Moines, em salas de estar de Concord e nos alpendres de Charleston. Foi construída por homens e mulheres trabalhadores que, das suas magras economias, retiraram 5 e 10 e 20 dólares para a causa.Foi sendo fortalecida pelos jovens que rejeitavam o mito da apatia da sua geração e deixaram as suas casas e famílias em troca de empregos que ofereciam pouco dinheiro e ainda menos sono.Foi sendo fortalecida por pessoas menos jovens, que enfrentaram um frio terrível e um calor sufocante para irem bater às portas de perfeitos estranhos, e pelos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários, se organizaram e provaram que mais de dois séculos depois, um governo do povo, pelo povo e para o povo não desaparecera da Terra.Esta vitória é vossa.E sei que não fizeram isto apenas para vencer uma eleição. E sei que não o fizeram por mim.Fizeram-no porque compreendem a enormidade da tarefa que nos espera. Porque enquanto estamos aqui a comemorar, sabemos que os desafios que o amanhã trará são os maiores da nossa vida – duas guerras, uma planeta ameaçado, a pior crise financeira desde há um século.Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos corajosos a acordarem nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para arriscarem as suas vidas por nós.Há mães e pais que se mantêm acordados depois de os seus filhos adormecerem a interrogarem-se sobre como irão amortizar a hipoteca, pagar as contas do médico ou poupar o suficiente para pagar os estudos universitários dos filhos.Há novas energias para aproveitar, novos empregos para serem criados, novas escolas para construir, ameaças para enfrentar e alianças para reparar.O caminho à nossa frente vai ser longo. A subida vai ser íngreme. Podemos não chegar lá num ano ou mesmo numa legislatura. Mas América, nunca estive tão esperançoso como nesta noite em como chegaremos lá.Prometo-vos. Nós, enquanto povo, chegaremos lá.Haverá reveses e falsas partidas. Há muitos que não concordarão com todas as decisões ou políticas que eu tomar como presidente. E sabemos que o governo não consegue solucionar todos os problemas.Mas serei sempre honesto para convosco sobre os desafios que enfrentarmos. Ouvir-vos-ei, especialmente quando discordarmos. E, acima de tudo, pedir-vos-ei que adiram à tarefa de refazer esta nação da única forma como tem sido feita na América desde há 221 anos – pedaço a pedaço, tijolo a tijolo, e com mãos calejadas.Aquilo que começou há 21 meses no rigor do Inverno não pode acabar nesta noite de Outono.Somente a vitória não constitui a mudança que pretendemos. É apenas a nossa oportunidade de efectuar essa mudança. E isso não poderá acontecer se voltarmos à forma como as coisas estavam.Não poderá acontecer sem vós, sem um novo espírito de empenho, um novo espírito de sacrifício.Convoquemos então um novo espírito de patriotismo, de responsabilidade, em que cada um de nós resolve deitar as mãos à obra e trabalhar mais esforçadamente, cuidando não só de nós mas de todos.Recordemos que, se esta crise financeira nos ensinou alguma coisa, é que não podemos ter uma Wall Street florescente quando as Main Street sofrem.Neste país, erguemo-nos ou caímos como uma nação, como um povo. Resistamos à tentação de retomar o partidarismo, a mesquinhez e a imaturidade que há tanto tempo envenenam a nossa política.Recordemos que foi um homem deste Estado que, pela primeira vez, transportou o estandarte do Partido Republicano até à Casa Branca, um partido fundado em valores de independência, liberdade individual e unidade nacional.São valores que todos nós partilhamos. E embora o Partido Democrata tenha alcançado uma grande vitória esta noite, fazemo-lo com humildade e determinação para sarar as divergências que têm atrasado o nosso progresso.Como Lincoln disse a uma nação muito mais dividida do que a nossa, nós não somos inimigos mas amigos. Embora as relações possam estar tensas, não devem quebrar os nossos laços afectivos.E àqueles americanos cujo apoio ainda terei de merecer, posso não ter conquistado o vosso voto esta noite, mas ouço as vossas vozes. Preciso da vossa ajuda. E serei igualmente o vosso Presidente.E a todos os que nos observam esta noite para lá das nossas costas, em parlamentos e palácios, àqueles que estão reunidos em torno de rádios em cantos esquecidos do mundo, as nossas histórias são únicas mas o nosso destino é comum, e uma nova era de liderança americana está prestes a começar.Aos que querem destruir o mundo: derrotar-vos-emos. Aos que procuram a paz e a segurança: apoiar-vos-emos. E a todos aqueles que se interrogavam sobre se o farol da América ainda brilha com a mesma intensidade: esta noite provámos novamente que a verdadeira força da nossa nação não provém do poder das nossas armas ou da escala da nossa riqueza, mas da força duradoura dos nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e uma esperança inabalável.É este o verdadeiro génio da América: que a América pode mudar. A nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já alcançámos dá-nos esperança para aquilo que podemos e devemos alcançar amanhã.Esta eleição contou com muitas estreias e histórias de que se irá falar durante várias gerações. Mas aquela em que estou a pensar esta noite é sobre uma mulher que depositou o seu voto em Atlanta. Ela é muito parecida com os milhões de pessoas que aguardaram a sua vez para fazer ouvir a sua voz nestas eleições à excepção de uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.Ela nasceu apenas uma geração depois da escravatura, numa época em que não havia automóveis nas estradas nem aviões no céu; em que uma pessoa como ela não podia votar por duas razões – porque era mulher e por causa da cor da sua pele.E esta noite penso em tudo o que ela viu ao longo do seu século de vida na América – a angústia e a esperança; a luta e o progresso; as alturas em que nos foi dito que não podíamos e as pessoas que não desistiram do credo americano: Sim, podemos.Numa época em que as vozes das mulheres eram silenciadas e as suas esperanças destruídas, ela viveu o suficiente para se erguer, falar e votar. Sim, podemos.Quando havia desespero e depressão em todo o país, ela viu uma nação vencer o seu próprio medo com um New Deal, novos empregos, e um novo sentimento de um objectivo em comum. Sim, podemos.Quando as bombas caíam no nosso porto e a tirania ameaçava o mundo, ela esteve ali para testemunhar uma geração que alcançou a grandeza e salvou uma democracia. Sim, podemos.Ela viu os autocarros em Montgomery, as mangueiras em Birmingham, uma ponte em Selma, e um pregador de Atlanta que dizia às pessoas que elas conseguiriam triunfar. Sim, podemos.Um homem pisou a Lua, um muro caiu em Berlim, um mundo ficou ligado pela nossa ciência e imaginação.E este ano, nestas eleições, ela tocou com o seu dedo num ecrã e votou, porque ao fim de 106 anos na América, tendo atravessado as horas mais felizes e as horas mais sombrias, ela sabe como a América pode mudar.Sim, podemos.América, percorremos um longo caminho. Vimos tanto. Mas ainda há muito mais para fazer. Por isso, esta noite, perguntemos a nós próprios – se os nossos filhos viverem até ao próximo século, se as minhas filhas tiverem a sorte de viver tantos anos como Ann Nixon Cooper, que mudança é que verão? Que progressos teremos nós feito?Esta é a nossa oportunidade de responder a essa chamada. Este é o nosso momento.Este é o nosso tempo para pôr o nosso povo de novo a trabalhar e abrir portas de oportunidade para as nossas crianças; para restaurar a prosperidade e promover a causa da paz; para recuperar o sonho americano e reafirmar aquela verdade fundamental de que somos um só feito de muitos e que, enquanto respirarmos, temos esperança. E quando nos confrontarmos com cinismo e dúvidas e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com o credo intemporal que condensa o espírito de um povo: Sim, podemos.Muito obrigado. Deus vos abençoe. E Deus abençoe os Estados Unidos da América

O HOMEM CERTO NO MOMENTO CERTO

O HOMEM CERTO NO MOMENTO CERTO

PARABÉNS PRESIDENTE BARACK BAMA

PARA OS QUE DUVIDARAM, HOJE É UMA CERTEZA

EM OBAMA PODEMOS ACREDITAR - VOTE NA MUDANÇA

obama e michele já votaram - não se pode perder 1 voto


AVÓ DE OBAMA VOTOU ANTES DE MORRER. PAZ À SUA ALMA. CUMPRIU O ÚLTIMO DEVER

Obama entre os avós maternos, Stanley e Madelyn Dunham A avó de Barack Obama, Madelyn Dunham, morreu esta madrugada, no Havai.Antes de sucumbir, durante o sono, a um cancro, a senhora votou pela internet, antes ainda da abertura das mesas eleitorais. O voto vai contar. Kevin Cronin, que chefia as eleições no Havai, já garantiu que o voto de Madelyn Dunham vai ser contabilizado. A avó de Obama, acamada, votou por correspondência, informaram as autoridades. E, esse voto, singular e único, será contabilizado como todos os outros votos feitos por correspondência, dado que Madelyn Dunham está viva à altura em que o voto foi confirmado. Amanhã, cerca de seis horas após o fecho das urnas em território continental americano, quando fecharem as mesas de voto no Havai, o voto de Madelyn Dunham simbolizará mais do que apenas um voto em Obama.

OS PRIMEIROS RESULTADOS DEFINITIVOS - VOTE OBAMA

Obama assegura duas vitóriasO candidato democrata à presidência dos Estados Unidos da América, Barack Obama, assegurou vitórias nas duas primeiras mesas de voto que já encerraram em Dixville Notch e Hart's Location, duas pequenas localidades do estado de New Hampshire, na costa Leste.
Estas duas localidades mantêm desde 1948 a tradição de serem as primeiras a votar. Em Dixville Notch, Obama venceu o seu rival republicano, John McCain, por 15 votos contra seis, enquanto em Hart's Location o senador democrata conseguiu 17 votos contra 10 de McCain.
Nas eleições presidenciais de 2000 e 2004, George W. Bush venceu as votações realizadas nestas duas localidades, sendo que em Dixville Notch é a primeira vez desde 1968 que ali ganha um candidato democrata.

UM BOM SINAL.NÃO SE PODE PARAR

UM BOM SINAL.NÃO SE PODE PARAR
que deus te guarde até ao fim barack obama

PROJECÇÕES E SONDAGENS DO PROF. CARLOS SANTOS DA UN. CATÓLICA DO PORTO

PROJECÇÕES E SONDAGENS DO PROF. CARLOS SANTOS DA UN. CATÓLICA DO PORTO
os estados e as tendências com Obama a vencedor

MAIS DE 170 JORNAIS DÃO APOIO A OBAMA

Liderança de Bush foi “falhada”
“The New York Times” apoia Obama e diz que a escolha é fácil

24.10.2008 - 10h12 PÚBLICO
O diário norte-americano “The New York Times” apoia o candidato democrata, Barack Obama, para Presidente dos Estados Unidos, num editorial publicado ontem “on-line” e hoje na edição impressa.O jornal considera em editorial que, apesar de os tempos serem difíceis para o país, “a escolha de um novo Presidente é fácil”, porque, ao fim de dois anos de “uma campanha extenuante e feia, o senador Barack Obama do Illinois provou que é a escolha certa para ser o 44º Presidente dos Estados Unidos”.E diz também que o próximo Presidente vai receber um país “à deriva” depois de oito anos de “liderança falhada do Presidente Bush”, que deixa ao seu sucessor uma herança de duas guerras, “uma imagem global manchada e um Governo sistematicamente destituído da sua capacidade para ajudar os cidadãos”.Para o jornal, referência da imprensa americana com projecção mundial, Obama mostrou “uma cabeça fria e discernimento sólido”, e acredita que “ele tem a capacidade de forjar um consenso político alargado que é essencial para encontrar as soluções para os problemas do país”.Quando a McCain, “The New York Times” diz que “retirou-se cada vez mais para as franjas da política americana, conduzindo uma campanha com base na divisão partidária, guerra de classes e até sugestões de racismo”, defendendo políticas e uma visão do mundo ancoradas no passado, oferecendo também “mais da ideologia republicana de cada um por si”.É também duramente criticada a escolha por McCain de Sarah Palin (actual governadora do Alasca) para sua vice-presidente.

OBAMA E MICHELLE A CAMINHO DA CASA BRANCA- VOTE

OBAMA E MICHELLE A CAMINHO DA CASA BRANCA- VOTE

BILL CLINTON EM ORLANDO-LUTAR ATÉ AO FIM. VAMOS GANHAR

BARACK OBAMA A CAMINHO DA CASA BRANCA

BARACK OBAMA A CAMINHO DA CASA BRANCA
UM IVRO ESPECTACULAR

MCCAINE JOGA BAIXO E ACUSA OBAMA DE EXTREMA-ESQUERDA- É O DESESPERO

OBAMA - NÃO SE PODE DESCANSAR. ATÉ DIA 4 SEMPRE EM LUTA. ELES, OS REPUBLICANOS, VÃO USAR TUDO.

PELA PAZ, PELO PROGRESSO E PELA DEMOCRACIA, VOTE OBAMA. PARA QUE A HISTORIA NÃO SE REPITA

AS CARETAS DE MCCAINN-"O VELHO, O RAPAZ E... FALTA BUSH

AS CARETAS DE MCCAINN-"O VELHO, O RAPAZ E... FALTA BUSH
FIM DO DEBATE

ELEIÇÕES NOS EUA-VOTE

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

PRECISAMOS DE MAIS E MELHOR JUSTIÇA

Cavaco Silva já promulgou novo mapa judiciário
1O Presidente da República, Cavaco Silva, já promulgou o novo mapa judiciário, disse fonte oficial de Belém.
A nova Lei de Organização e Funcionamento dos Tribunais Judiciais foi aprovada no Parlamento a 18 de Julho apenas pela maioria socialista, com os votos contra de todas as bancadas da oposição, e foi promulgada pelo chefe de Estado na semana passada.
O novo mapa judiciário prevê a conversão das 231 comarcas actualmente existentes em 39 circunscrições ou tribunais regionais, divididos por cinco distritos judiciais.
De acordo com o diploma, a conversão irá iniciar-se com uma experiência-piloto em três das futuras circunscrições: Baixo Vouga, Lisboa-Sintra e Alentejo Litoral. O período experimental do mapa judiciário durará dois anos e entra em funcionamento em Janeiro de 2009.
Entre os diplomas enviados ao Presidente da República este Verão, continuam em apreciação o novo regime jurídico do divórcio, a lei da segurança interna e o regime do contrato de trabalho da função pública.

EUA - os candidatos falam da vida privada sem complexos


Mc Cain e Obama fazem confissões na televisão

Presidenciais americanas. No primeiro encontro desde que ambos foram designados candidatos, Barack Obama e John McCain falaram das suas posições sobre o aborto e os casamentos entre homossexuais. O fórum numa megaigreja da Califórnia foi um piscar de olho à direita conservadora
Foi o primeiro abraço entre o democrata Barack Obama e o republicano John McCain desde que ambos foram designados pelos respectivos partidos como candidatos à Casa Branca. O palco foi um fórum religioso na mega-igreja de Saddleback, em Lake Forest na Califórnia, onde ambos foram entrevistados à vez pelo reverendo Rick Warren. Nesta confissão pública, cujo objectivo claro era conquistar o voto da direita religiosa, Obama admitiu que ter experimentado drogas na juventude foi o seu maior erro, enquanto McCain escolheu o fracasso do primeiro casamento como a sua grande falha.Sem gravata e visivelmente descontraído, Obama foi o primeiro a sentar-se à secretária com Warren. Inquirido pelo pastor sobre os seus maiores pecados, o candidato democrata disse: "O meu maior pecado foi o egoísmo. Na juventude, experimentei drogas e álcool porque só pensava em mim." Episódios que aliás já referira na sua autobiografia de 1995 Dreams from my Father. Uma hora depois foi a vez de McCain passar pelo "confessionário" de Warren. Casado em segundas núpcias com a ex-miss Arizona e milionária Cindy Hensley, o candidato republicano admitiu que o fracasso do primeiro casamento foi a sua maior falha. McCain era casado com Carol Shepp quando foi combater para o Vietname como piloto de guerra. Na ausência do marido, Carol teve um acidente que a deixou desfigurada. Quando este regressou, depois de cinco anos prisioneiro dos vietnamitas, preferiu apostar na carreira militar e política, iniciando uma relação extraconjugal com Cindy. Além das suas vidas privadas, os candidatos falaram ainda sobre assuntos que dizem muitos aos cristãos, como o aborto ou o casamento entre homossexuais. Num fórum que lhe deu oportunidade de provar que esclarecer algumas dúvidas - como as que persistem sobre o facto de ser ou não muçulmano -, Obama admitiu ser a favor do aborto, mas prometeu limitar o direito da mulher a interromper a gravidez se esta estiver em estado avançado. Uma medida que reconheceu ir ser considerada "desadequada" pelos que se definem como pró-vida. Já McCain, que se opõe ao aborto, voltou a afirmar a sua posição, garantindo que "os direitos humanos começam no momento em que o óvulo é fertilizado". Quanto aos casamentos entre homossexuais, ambos os candidatos fizeram questão de sublinhar que este tipo de união deve acontecer entre um homem e uma mulher. Mas Obama disse apoiar o direito às uniões de facto para casais do mesmo sexo. Apesar de as suas posições estarem mais próximas dos cristãos evangélicos - que ajudaram o Presidente George W. Bush a obter a reeleição em 2004 -, McCain parece muitas vezes pouco à vontade quando se trata de falar sobre a sua fé. Educado como episcopaliano, frequenta uma Igreja baptista. Obama não se cansa de recordar como descobriu a fé com a comunidade desfavorecida de Chicago, nos anos 80.

1º. MINISTRO REGRESSOU DE FÉRIAS


Foram duas semanas de férias. E ninguém sabe onde. Mas a verdade é que o primeiro-ministro José Sócrates regressa esta segunda-feira ao trabalho e logo com o anúncio de criação de 1200 postos de trabalho.
O anúncio acontece esta manhã, em Santo Tirso, com a criação de um centro de atendimento ao cliente da PT. Serão assinados dois protocolos, um entre a Câmara de Santo Tirso e a Portugal Telecom e outro entre a operadora e o Instituto de Emprego
O QUE PRECISAMOS É DE BOAS NOTÍCIAS

domingo, 17 de agosto de 2008

NUNCA MAIS SE ENTENDEM. UNS QUEREM NOVO PARTIDO; OUTROS ACABAR COM FESTAS; OUTROS AINDA NÃO GOSTAM DE FESTAS. E O PAÍS QUE OS ATURE

Rescaldo. O líder do PSD/Algarve acusa comentadores e membros do partido de quererem o fim da Festa do Pontal. Mendes Bota contra-ataca quem diz que aquele estilo de comício tem os dias contados e conta os bastidores das festas antigas, recuando até ao tempo de Sá Carneiro, Cavaco e Marcelo
A Festa do Pontal voltou a acender os ânimos no PSD. José Mendes Bota, deputado e líder do PSD/Algarve, sai em defesa do evento, que se realizou na quinta-feira em Quarteira, e atira: "Há uma determinada elite de pessoas, comentadores e gente do partido, que acha que se devia acabar com a Festa do Pontal. E nunca lá foram."Numa alusão a figuras como José Pacheco Pereira, um dos conselheiros mais próximos de Manuela Ferreira Leite, Mendes Bota diz estar "cansado de ver opiniões de pessoas que nunca sequer se deram ao trabalho de lá ir". Pacheco Pereira escreveu esta semana no seu blogue que "o último líder nacional do PSD, Marques Mendes, que não era apoiado pelo dirigente do PSD Algarve, foi sujeito a uma humilhação em público na Festa do Pontal". E defendeu que Ferreira Leite não ganhava nada em ir àquele "tipo de comício regional". Mendes Bota responde: "Algumas pessoas não se conformam com o sucesso sem precedentes desta festa."Mendes Bota, que está desde 1975 ligado à organização da festa, conta que estiveram "entre 2300 e 2500 pessoas presentes, o que corresponde e ultrapassa todas as edições anteriores". Segundo o deputado algarvio, "no tempo de Sá Carneiro e de Cavaco Silva é que havia poeira e sardinhas assadas, hoje em dia a ASAE não deixaria que se realizasse uma festa como essa que esses senhores tanto exaltam, mas à qual nunca compareceram".Para o presidente do PSD/Algarve, "houve todo o tipo de festas, desde o tempo das vacas magras, em que tive 200 pessoas com Marcelo Rebelo de Sousa na Baixa de Faro, até aos grandes tempos em que estávamos no poder. Mas até Cavaco teve um dia 500 pessoas no Pontal, junto à Doca de Faro". A festa desta semana, diz Bota, "foi das maiores de sempre, tenho o livro de reclamações vazio". O líder algarvio diz que estiveram representantes das direcções de oito distritais, incluindo o presidente do PSD/Lisboa, Carlos Carreiras, e até, "ao contrário do que se pensa e diz, esteve lá um membro da direcção da dra. Manuela Ferreira Leite". Quem? "O Ricardo Rio, que é da Comissão Política Nacional", revela.Mensagens de apoioPerante algumas críticas feitas em surdina, Mendes Bota adianta que "a Festa do Pontal é já uma marca política nacional, como não há igual na política portuguesa. Olhe, no Chão da Lagoa só estão madeirenses, a Festa do Avante é uma espécie de feira que dura vários dias, isto aqui marca a agenda política". Ao ponto, diz, de ter recebido nos últimos dias "vários apelos para que nunca acabe com isto. Muita gente importante do partido mandou-me mensagens. Isto é uma marca que sobrevive a todos os líderes. Há é muitos líderes que não sobrevivem a esta festa". De facto, no ano passado, e em plenas directas entre Luís Marques Mendes e Luís Filipe Menezes, o então presidente do PSD teve ali o primeiro sinal de que poderia não ganhar a corrida pela liderança do partido. Este ano, Manuela Ferreira Leite primou pela ausência e fez saber que a sua rentrée política está guardada para o dia 7 de Setembro, na Universidade de Verão do PSD, em Castelo de Vide. Uma atitude que levou a que Pedro Santana Lopes escrevesse, também num blogue, que "o PSD não é só universitários". Mendes Bota desvaloriza a ausência da líder da festa que decorreu na quinta-feira: "Quando não estamos no poder, a festa reduz-se a quem sente mesmo o PSD. Com Marcelo, Marques Mendes ou Manuela Ferreira Leite é igual. Quando voltarmos ao poder, até se atropelam uns aos outros para aparecer na primeira fila. Para discursar nem se fala." Três dias depois, o Pontal ainda mexe.

ANUNCIA-SE UMA DATA E PUBLICA-SE OUTRA. MERECIAMOS UMA EXPLICAÇÃO MAIS CLARA

Medicamentos. Sector fala em milhares de despedimentos
O preço dos medicamentos genéricos vai baixar 30% a partir do próximo dia 1 de Outubro e não 1 de Setembro como tinha sido inicialmente anunciado, de acordo com um decreto-lei ontem aprovado no Conselho de Ministros. Uma medida que já levantou forte polémica no mercado. De acordo com as contas do Governo, os encargos para o Serviço Nacional de Saúde vão ser reduzidos em cerca de 34 milhões de euros até ao final do ano. Daquele valor, a poupança para os utentes é estimada em cerca de 11 milhões de euros, e para o Estado em cerca de 22 milhões de euros. O diploma prevê que a medida de redução "não se aplica aos preços de referência aprovados" com o objectivo de "não comprometer a possibilidade de haver um maior favorecimento dos medicamentos genéricos, que assim poderão ter uma real diminuição de preços".Questionado sobre o prazo de entrada em vigor ser 1 de Outubro e não 1 de Setembro, como anteriormente noticiado, o secretário de Estado Jorge Lacão disse apenas, na conferência de imprensa que se seguiu ao Conselho de Ministros, que "se respeitam os prazos normais de promulgação do diploma". O diploma prevê que a medida de redução "não se aplica aos preços de referência aprovados" com o objectivo de "não comprometer a possibilidade de haver um maior favorecimento dos medicamentos genéricos, que assim poderão ter uma real diminuição de preços", destacou Lacão. A medida pretende, sublinhou o governante, "conter o crescimento dos custos do SNS" e "dar um apoio vigoroso ao mercado de medicamentos genéricos, incentivando-se a sua utilização". Críticas do mercadoA Ordem dos Enfermeiros avisa para a possibilidade de a descida dos preços conduzir ao despedimento de centenas de profissionais e a Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos (APOGEN) está também contra a redução de 30% no preço dos genéricos por considerar que está em causa a sobrevivência da indústria do sector.A APOGEN diz que a decisão é uma "séria ameaça ao futuro das empresas que produzem e comercializam medicamentos genéricos" e questiona as motivações para se reduzir "única e exclusivamente" os preços destes fármacos. "Se o objectivo do Governo é reduzir a despesa do Estado com medicamentos, seria mais justo diminuir o preço de todos os medicamentos", refere a associação, qualificando a medida como "discriminatória" e de "asfixia financeira". Para o presidente da APOGEN, Paulo Lilaia, uma descida de 10% poderia ser um "valor equilibrado" e que não deixaria as empresas na "situação delicada". O mesmo responsável defendeu diminuições de preços em "medicamentos exactamente iguais" para que os utentes paguem o mesmo, independentemente da opção por genéricos ou de marca. com Lusa

MAIS UMA JARDINICE QUE NÃO É ORIGINAL.

Porto Santo:Jardim defende criação de novo partido para fazer oposição a sério e mudar Portugal
Porto Santo, 17 Ago (Lusa) -- O presidente do governo madeirense, Alberto João Jardim, defendeu hoje, no Porto Santo, a criação de um novo partido que faça oposição a sério no país, contribuindo para mudar o país e descentralizar o poder em Portugal.
Em declarações à agência Lusa e ao Jornal da Madeira num dos pontos do habitual passeio que faz no areal do Porto Santo durante as férias, Jardim concretizou a ideia do movimento descentralizador que sustentou na noite passada durante o comício que marca a "rentrée" política do PSD/M, no centro da cidade da Ilha Dourada.
"A ideia que eu tenho é esta: se os partidos políticos continuarem neste 'rame-rame', nesta monotonia, nesta falta de imaginação, nesta demissão, que é o que se passa com os partidos políticos à excepção do Partido Comunista, e o PS se for entronizando como uma espécie de União Nacional do Regime, há que fazer um novo partido", argumentou.
O líder madeirense designa este projecto de Partido Social Federalista, explicando que representaria "um partido ao centro, com base nos grandes princípios de justiça distributiva da doutrina social da Igreja Católica e que simultaneamente descentraliza o poder para que os recursos não fiquem todos em Lisboa".
"É possível fazer-se este partido, caso estes partidos actuais não recuperem e sejam cada vez é mais partidos da situação", acrescentou.
Destacou ser necessário fazer "um partido da oposição a sério, porque em todos os concelhos do país há quadros políticos que não se revêem na actual situação política nacional, nem nos actuais partidos".
"É possível arrancar com um partido que seja uma gironda contra os jacobinos de Lisboa", declarou Jardim.
Realça que está simplesmente a "lançar a ideia", salientando que seria um "partido que resulta de uma grande junção de todos aqueles que tem ideias regionalistas em todo o pais e estão fartos do jacobinismo".
Instado a avançar com um prazo para avançar com a ideia, o líder regional afirmou ser necessário ver "como será a evolução da política dos próximos tempos".
"Mas se o quadro for este e quando chegarmos a Outubro vermos que o PS é uma espécie de União Nacional do regime e que os outros partidos não contam, então é preciso fazer uma coisa nova para mudar Portugal", concluiu, garantindo que o enquadramento europeu do projecto "depois arranja
-se".

QUEM NÃO DEVE, NAO TEME E PEDRO BAPTISTA NAO ESTÁ SÓ CONTRA A FANFARRONICE

METRO: INACEITÁVEL DISCRIMINAÇÃO NEGATIVA
Inaceitável! Incompreensível! Discriminatório! Afinal há dinheiro para tudo, para o TGV, NAL, Nova Ponte sobre o Tejo, Frente Ribeirinha lisboeta, alargamento do Metro na região de Lisboa, e só não há dinheiro para avançar com o projecto do Metro do Porto, conforme os acordos estabelecidos? Aqui está! Para que serve o PS Porto? Para que servem os deputados eleitos pelo Porto? De que serve o eleiçoeirismo do actual presidente da Federação Distrital de andar por toda a parte a armar-se em ser unha com carne do PM, amigo desde pequenino? Então, olhem se não fosse, que não sei se será? Se é assim que usa a unha com carne, my God, mais vale mesmo carne assada! A unha com carne é para marginalizar a região! Combateremos sempre este tipo de situação seja qual for o governo da forma mais conveniente. Não será preciso vir para os jornais, bater o pé em público. Mas se for preciso, fá-lo-emos. Os interesses da região estão acima de qualquer carreira. Aliás, nem desejamos carreira nenhuma. Somos contra as carreira políticas. E sobretudo contra o carreirismo e os carreiristas. PB

NOta: Ontem recebi uma mensagem de um militante do PS Porto, que foi ameaçado elo telefone por críticas que fez num programa de rádio. Serão casos isolados mas que não se devem admitir.

O DR. JAIME GAMA E O SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA, DEVIAM REFLECTIR SOBRE ESTE DEMOCRATA


O presidente do PSD/Madeira afirmou sexta-feira, no Porto Santo, que o primeiro-ministro é «perigoso» e defendeu «um movimento nacional que retire a concentração de Lisboa e dê voz ao resto do país», noticia a Lusa.
José Sócrates foi o alvo das críticas do comício do PSD/Madeira na Ilha Dourada, que é considerado a «rentrée» política dos sociais democratas nesta Região Autónoma, que encheu o Largo das Palmeiras, o centro da cidade no Porto Santo.
Jardim surgiu no palco bem disposto, ao pulos ao som do «quem não salta não é da jota» e do «glorioso PSD», começando por anunciar a recandidatura do actual presidente da Câmara Municipal desta ilha, Roberto Silva, nas próximas eleições autárquicas de 2009.
«José Sócrates é perigoso porque está muito discretamente a construir um estado policial» em Portugal, disse Jardim, utilizando expressões como «fascistas», «mafiosas» e «intuitos ditatorias» para classificar as posições assumidas pelo primeiro-ministro.
Realçou que no meio das suas políticas e das ditas «causas fracturantes», Sócrates «esconde um projecto totalitário, reforçando os poderes da polícia e concentrando o grande capital».
«Nós temos de mudar isto e fazer uma forte campanha eleitoral para dar uma banhada nas próximas eleições», sustentou, adiantando ser «tempo de haver oposição em Portugal».
Jardim defendeu ser necessário «mudar Portugal, não apenas no governo, mas o sistema político que dá de comer a muitos medíocres e oportunistas».
«Haverá um novo movimento político nacional para retirar a concentração financeira de Lisboa, dando voz ao resto de Portugal, que faça a distribuição justa da riqueza», afirmou o líder madeirense.
Jardim criticou ainda a injustiça do tratamento dado à Madeira pelo governo central, realçando que esta região «nunca traiu, nunca criou a Portugal os problemas que surgem noutras regiões», apontando os casos dos conflitos em Espanha com o país Basco, França com a Córsega ou Rússia com a Geórgia.

BRINCADEIRA OU INCOMPETÊNCIA? ENTÃO A CMP NÃO VAI ENTREGAR O MERCADO A PRIVADOS? PORQUÊ BTANTA SURPRESA?

«A notificação enviada à autarquia diz apenas respeito ao encerramento das bancas do peixe», explicou António Nunes à agência Lusa, reagindo assim a críticas do vereador das Actividades Económicas da Câmara do Porto, que hoje, em conferência de imprensa, anunciou o encerramento do mercado do Bom Sucesso por determinação da ASAE.
O vereador das Actividades Económicas da Câmara do Porto, Manuel Sampaio Pimentel, criticou a «falta de bom senso e a irresponsabilidade» daquela entidade de fiscalização, dando conta de duas notificações diferentes: uma datada de quinta-feira, ordenando a suspensão imediata da actividade de todo o mercado, e outra, anterior, determinando apenas o encerramento da actividade de venda de pescado.
O presidente da ASAE esclareceu que, da fiscalização realizada a 18 de Julho no mercado do Bom Sucesso, resultaram uma notificação para o encerramento da actividade de venda de peixe e um relatório auxiliar indicando as intervenções que devem ser feitas em todo o edifício.
Por outro lado, referiu António Nunes, a fiscalização realizada contou com a presença de elementos da autarquia tendo ficado esclarecido na altura a necessidade de haver intervenção nas bancas de peixe, pelo que seria necessário o encerramento da venda de pescado.
Entretanto, o vereador da Câmara Municipal do Porto, Manuel Sampaio, já Pimentel caracterizou como «recuo atabalhoado» o esclarecimento do presidente da ASAE sobre o encerramento do Mercado do Bom Sucesso.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

SÓ NÃO SE LEMBRAM É DE ATACAR A POBREZA

Assinado hoje acordo para instalação do sistema anti-míssil norte-americano

O acordo para instalação em solo polaco de uma dezena de rampas de mísseis de intercepção norte-americanos é assinado, esta quinta-feira, em Varsóvia, anunciou na televisão o primeiro-ministro Donald Tusk.
«Chegámos - finalmente - a acordo com Washington sobre o sistema anti-míssil», declarou o chefe do governo que, anteriormente, anunciara a aceleração das negociações em curso tendo em conta a ofensiva da Rússia na vizinha Geórgia.
O calendário para a plena activação da dezena de rampas do sistema anti-míssil na Polónia é 2012.
Funcionará em articulação com uma sofisticada estação de radar na República Checa, cujo acordo foi selado com Washington a 08 de Julho.
Moscovo já ameaçou Varsóvia porque, tendo o sistema operacional, qualquer míssil russo disparado contra solo polaco será atingido em plena trajectória e jamais alcançará o objectivo.
O presidente russo, Dmitri Medvedev, foi claro quanto à instalação do sistema anti-míssil norte-amerciano na Europa de Leste: «Responderemos à altura, Washington e a União Europeia estão avisados.»
As negociações entre Varsóvia e Washington neste delicado dossier duraram 15 meses.
Adicionalmente, a Polónia pediu agora aos Estados Unidos baterias anti-aéreas Patriot de última geração e Washington aceitou, para serem operados numa primeira fase por especialistas norte-americanos e, só depois, por locais.

OS MINISTROS TEIXEIRA DOS SANTOS E VIEIRA DA SILVA ESTÃO DE PARABÉNS, MAS NADA DE FACILIDADES AOS NEOLIBERAIS


Teixeira dos Santos, ministro das Finanças, mostra-se satisfeito com os dados da economia portuguesa

O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou, esta quinta-feira, que a economia portuguesa melhorou no segundo trimestre e cresceu 0,4 por cento, face ao trimestre anterior, escapando à recessão.
«Isto quer dizer que a economia portuguesa apresentou um desempenho relativamente melhor face à conjuntura adversa, face ao aumento do preço do petróleo no primeiro trimestre, ao agravamento das taxas de juro e às tensões inflacionistas», afirmou durante a conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros.
Para o governante, «estes números revelam que a economia portuguesa, num quadro adverso, foi capaz de resistir, de crescer, de manter uma dinâmica positiva no mercado de trabalho e de suster tensões inflacionistas».
«Temos por isso razões para confiar que a economia portuguesa vai continuar a demonstrar a sua capacidade de resistência e de dinamismo», concluiu.
Quanto à taxa de inflação, o ministro afirmou que baixou em Julho relativamente ao mês anterior em três décimas e que apesar da média anual se manter nos 2,7 por cento, a taxa de inflação subjacente registou uma quebra de 0,2 pontos percentuais.
«Isto quer dizer que a economia portuguesa não está a acrescentar tensões inflacionistas fortes», afirmou Teixeira dos Santos, lembrando que Portugal é o país da zona euro com a segunda taxa de inflação mais baixa.
Quanto ao desemprego, que baixou três décimas face ao primeiro trimestre deste ano e seis décimas face ao trimestre homólogo do ano passado, o ministro afirmou que os números revelam que houve uma redução do número de desempregados.
Teixeira dos Santos disse ainda que se registou um aumento do emprego de 1,4 por cento quando comparado com o trimestre homólogo

a autoridade da concorrência tem de ir mais fundo

Combustíveis
ACP acredita que Galp, Repsol e BP fazem concertação de preços
O Automóvel Clube de Portugal anunciou, esta quinta-feira, ter uma «forte convicção» de que existe uma possível concertação de preços, e uma evolução assimétrica dos preços dos produtos refinados nos períodos de subida e de descida das cotações do crude.
O Automóvel Clube de Portugal anunciou, esta quinta-feira, em declarações à agência Lusa acreditar que existe uma possível concertação de preços, entre os operadores de mercado.
Esta conclusão é baseada numa análise da evolução dos preços do gasóleo e da gasolina super 95 octana, em relação à evolução da cotação do petróleo e dos produtos refinados nos mercados internacionais.
Mediante esta análise, o ACP concluiu que os ajustamentos relativos às subidas e descidas não são feitos com a rapidez devida.
O Automóvel Clube de Portugal afirma que a Galp, a Repsol e a BP, apesar de concorrentes, fazem um ajustamento de preços marcado pela actuação do principal operador de mercado.
Constata-se que o nível de preços praticados em qualquer estação de serviço dos três operadores é exactamente o mesmo, com diferenças mínimas, ao contrário do que se passa noutros países da União Europeia», refere o ACP.
Acrescenta ainda que a frequência com que os preços são actualizados e o montante da actualização é «claramente desigual» no tempo.
O ACP dá a título de exemplo, a cotação do crude a 19 de Maio e a 28 de Julho deste ano, que foi praticamente idêntica, em cerca de oitenta euros o barril, no entanto, os preços do combustível na bomba foram razoavelmente diferentes.
Em 19 de Maio, o preço do gasóleo era de 1,358 euros o litro, e a 28 de Julho era de 1,417 euros.
A diferença registada traduziu-se «num aumento da margem de comercialização e distribuição de seis cêntimos o litro nessas mesmas datas», conclui o ACP.
Foi também registada uma situação idêntica com a gasolina super 95.

A ECONOMIA DOS EUA VAI DE MAL A PIOR SENHOR BUSH

Inflação norte-americana com valor mais alto em 17 anos

A inflação nos EUA registou a maior subida dos últimos 17 anos ao crescer 5,6 por cento, em Julho, relativamente ao período homólogo.Em comparação com o mês anterior, o índice de preços no consumidor avançou 0,8 por cento, o dobro do esperado, revelou o Departamento Laboral norte-americano. O aumento dos preços nas áreas da alimentação, combustíveis, vestuário, tarifas aéreas e educação torna, assim, pouco provável que os bancos centrais mantenham as taxas de juro inalteradas por muito tempo.A subida registada foi a maior desde a Guerra do Golfo. As despesas com energia avançaram quatro por cento. Os preços da gasolina cresceram 4,1 por cento e os da comida aumentaram 0,9 por cento. Comprar um bilhete de avião é 1,3 por cento mais caro. E as despesas com educação subiram 0,5 por cento. O índice de preços no consumidor “core”, que exclui energia e alimentação, também subiu 2,5 por cento em comparação com o mesmo período do ano anterior.

OS DADOS ESTATISTICOS


INE
Economia portuguesa regressa a terreno positivo

A economia de Portugal voltou a registar um crescimento positivo, ao mesmo tempo que a inflação volta a descer. A riqueza do país está agora 0,4% acima do registado no trimestre anterior. Segundo dados do INE, a taxa de desemprego em Portugal voltou a descer no segundo trimestre do ano.
A economia portuguesa voltou a terrenos positivos no segundo trimestre do ano, estando agora com um crescimento homólogo de 0,9%.
Invertendo a tendência verificada no primeiro trimestre do ano (-0,1%), no segundo trimestre a economia portuguesa cresceu 0,4% face ao trimestre anterior.
Os dados revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) surgem num momento em que se regista uma forte desaceleração nas economias europeias.
De acordo com o INE, está confirmado que o crescimento do PIB português, em 2007, foi de 1,9%.
Quanto à inflação, segundo o instituto, a variação homóloga situava-se, em Julho, nos 3,1%, o que significa menos 0,3 pontos percentuais face a Junho.
A variação de preços em Portugal continua a ser a segunda mais baixa da Zona Euro, que se situa nos 4,1% - mais um ponto percentual que a verificada no nosso país.
Segundo dados do INE, a taxa de desemprego em Portugal voltou a diminuir entre Abril e Junho de 2008.
Face ao mesmo período do ano passado, havia em Junho menos cerca de 30 mil pessoas sem trabalho, colocando a taxa de desemprego nesse mês nos 7,3%, o que significa menos 0,6 pontos percentuais face à taxa verificada há um ano e menos 0,3 pontos face ao trimestre anterior.
A redução da taxa reflecte um aumento do emprego, face ao primeiro trimestre de 2005, altura em que o primeiro-ministro, José Sócrates, colocou como objectivo a criação de 150 mil novos empregos, a criação liquida de emprego regista 134 mil novos postos de trabalho.

ASSUNTO ARRUMADO OU TALVEZ NÃO?


Pedro Aperta/Jornal de Negócios

Bolsa - regulador investe em sistemas de combate ao abuso de mercado
CMVM livra os gestores do BCP Os administradores do BCP não foram formalmente acusados de nenhum crime pela Comissão de Mercados de Valores Mobiliários (CMVM) nos três processos já concluídos. A entidade supervisora do mercado de capitais tem optado por dirigir todas as acusações contra a instituição financeira Millennium BCP.
'Não fizemos nenhuma acusação do ponto de vista individual', revelou ontem Carlos Tavares, presidente da CMVM, durante a apresentação das novas medidas de combate ao crime de abuso de mercado.
Carlos Tavares rejeitou também as afirmações de Jardim Gonçalves, o antigo presidente do BCP, sobre eventuais 'fugas de informação' das entidades supervisoras que resultam num 'julgamento antecipado em praça pública'. 'Nem uma nem outra coisas são exactas', defendeu o responsável da CMVM, garantindo que 'não se trata de uma condenação antecipada, porque o que tiver de ser julgado se-lo-á'.
'O que a CMVM fez foi falar pouco sobre o caso e o que falou fê-lo através do comunicado de dia 23 de Dezembro', explicou aos jornalistas, sublinhando que 'apontar factos não é julgar pessoas'. 'A CMVM não ia publicar um comunicado se não tivesse uma segurança muito grande do que estava a dizer', acrescenta Carlos Tavares, assumindo que 'os factos relativos à instituição são graves'.
O presidente da CMVM não teme a anulação do processo, até porque a lei permite a 'excepção ao segredo de Justiça' em situações que exijam a 'tranquilidade da opinião pública'.

CRAVINHO NÃO DESARMA

Cravinho: "Conselho pouco ou nada fará contra a corrupção"
Ex-ministro do Governo de Guterres distancia-se cada vez mais do modelo aprovado pelos socialistas
ANA PAULA CORREIA
João Cravinho volta a criticar o Conselho de Prevenção da Corrupção, ao responder a Alfredo de Sousa, ex-presidente do Tribunal de Contas, um dos autores do diploma aprovado pelo PS, que aguarda promulgação em Belém.
O socialista, ex-ministro do Governo de Guterres, que na qualidade de deputado foi autor de um pacote anticorrupção não subscrito pela direcção da bancada do PS, está a distanciar-se cada vez mais das opções do seu partido. Depois de ter assumido que o CPC tem "um forte pendor governamental", Cravinho assinou um artigo na edição de ontem do Público, no qual considera que "ao limitar a acção preventiva à exclusiva óptica de controlo da administração financeira, o CPC pouco ou nada fará para atacar a grande corrupção política ou de Estado, na base do tráfego de influências".
O socialista usou a fórmula da resposta ao artigo de Alfredo de Sousa, também publicado no Público, para propor "repensar de alto a baixo uma verdadeira estrutura nacional de gestão preventiva de risco de corrupção, incluindo o tráfico de influencias". "Poderá funcionar junto do TC, mas sem coabitação que ensombre a sua independência. Com a nova lei, nem sequer conseguirão salvar as aparências", concluiu, após lembrar que "dos oito membros do CPC apenas três gozam de estatuto e garantias como independentes". O Conselho funcionará junto do TC, enquanto a comissão proposta por Cravinho estava agregada ao Parlamento.
Na polémica entrou também o actual presidente do TC, Guilherme Oliveira Martins (a quem cabe presidir ao futuro CPC) ao garantir, em entrevista à Visão de ontem e sem entrar em confronto com Cravinho, não haver risco de governamentalização.

PS - PEDRO BAPTISTA, O CANDIDATO À FDP DO PS, SEMPRE ATENTO

Elisa Ferreira causa terramoto
É um bocado espantoso como se citam pessoas sem falar com elas, como espantoso é todo o enquadramento dado ao caso. Mas que se há-de fazer?
(Expresso) 9 de Agosto de 2008 A candidatura de Elisa Ferreira ainda é apenas uma hipótese, mas as negociações políticas para a tornar adversária de Rui Rio já deixam um rasto de estragos dentro do partido. A eurodeputada foi para férias sem futuro traçado, mas os socialistas portuenses não dão descanso ao assunto da corrida à Câmara do Porto. E não há grandes sinais de entendimento nas hostes. Se todos concordam que Elisa é uma excelente candidata para tentar derrotar Rui Rio, há muitas divergências sobre a melhor estratégia para lidar com o processo.
Bastou Renato Sampaio, líder da distrital do PS-Porto, dar uma entrevista ao jornal ‘Público’ dizendo que Elisa deveria permanecer em Bruxelas até ser presidente da Câmara do Porto para se instalar a polémica.
Logo em seguida, Pedro Baptista, candidato ao cargo de Renato Sampaio, veio dizer que é um erro apresentar uma candidata que tem um pé em Bruxelas: “É preciso uma candidatura exclusivamente centrada em vencer a Câmara”.
Um apoiante de Pedro Baptista do PS do Marco de Canaveses, José Neves, ainda lançou mais achas na fogueira, dizendo que a estratégia seguida pelos socialistas do Porto pode mesmo levar Elisa Ferreira a recusar o convite. José Neves critica mesmo o líder da concelhia portuense, Orlando Soares Gaspar, por ainda não ter dado um sinal inequívoco sobre a candidatura autárquica.
Para já, Orlando Gaspar diz que comentar o assunto da candidatura de Elisa Ferreira pode ser prejudicial e prefere manter o silêncio. Mas também é dele que se fala, quando se fala no número dois de Elisa. De resto, o tema da lista para a Câmara do Porto pode ser outro barril de pólvora, que Renato Sampaio vai ter de saber empurrar com todo o cuidado.O líder da distrital mostra-se confiante no sucesso do processo e nem quer ouvir falar num plano B para a Câmara do Porto. Para Renato Sampaio, Elisa Ferreira é uma candidata vencedora e não admite sequer um cenário alternativo, confirmando que estão reunidas todas as condições para uma corrida vitoriosa: “O PS tem a obrigação de ganhar a Câmara do Porto”.
Até o nome de Fernando Gomes está a ser colado a este processo. O ex-presidente da Câmara do Porto (derrotado por Rio em 2001) é a figura que sectores do partido gostariam de ver a encabeçar a lista para a Assembleia Municipal. Mas o actual administrador da Galp não parece muito interessado em regressar à política e poucos acreditam neste cenário.
Se Elisa aceitar o repto, falta ainda saber quem fará parte da sua equipa.
Renato Sampaio não deixa dúvidas sobre quem terá a palavra final: a direcção nacional. (...)

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

A SENHORA RICE ESTICOU A CORDA.

"Rússia não sairá impune ", diz secretária de Estado dos EUA
da Folha Online
"Não estamos em 1968. A Rússia não pode fazer o que quiser, invadir um país e sair impune", declarou a secretária de Estado dos Estados Unidos, Condoleezza Rice, em coletiva transmitida pela rede CNN nesta quarta-feira.
Rice fazia alusão a ocupação da Tchecoslováquia (hoje, República Tcheca) pela URSS, em 20 de agosto de 1968. Tropas soviéticas invadiram o país para sufocar um movimento reformista que tentava "humanizar o socialismo", em um episódio que entrou para a história como a "Primavera de Praga". No total, 72 pessoas foram mortas e 200 ficaram feridas.
A secretária de Estado também defendeu "a integridade do governo democraticamente eleito da Geórgia" e condenou a Rússia. "Os ataque russos foram além da questão da Ossétia do Sul, eles bombardearam Gori e destruiram a infra-estrutura georgiana. E é, por isso, que a comunidade internacional e os EUA falam de consequências."
Rice, porém, não especificou quais seriam as retaliações americanas e européias à Rússia pelos ataques na Geórgia. Ontem surgiram especulações de que a entrada russa na OMC (Organização Mundial do Comércio) poderia ser uma opção, mas nem os EUA ou a UE confirmaram a informação.
"As diferenças da Ossétia do Sul com a Geórgia poderiam ter sido resolvidos com muita calma, por meio negociações. Ao ampliar o conflito, a Rússia colocou em perigo as vidas dos civis na Ossétia e na Geórgia", acrescentou Rice.
Mais cedo, o presidente americano, George W. Bush, anunciou que Rice será enviada a Tbilisi para ajudar nas negociações de cessar-fogo entre a Geórgia, aliada dos EUA, e a Rússia. Os dois países estão em conflito há seis dias devido a uma ofensiva da Geórgia à região separatista da Ossétia do Sul, defendida pela Rússia.
Primeiro, Rice voa a Paris. "Vou à França porque nós apoiamos a presidência francesa da União Européia. Acreditamos que a Rússia vai cumprir seus compromissos e abandonar as ações militares, como se comprometeu há 24 horas com o presidente francês [Nicolas Sarkozy]", afirmou a secretária de Estado americana.
Ontem, os presidentes da Geórgia, Mikhail Saakashvili, e da Rússia, Dmitri Medvedev, assinaram um acordo de cessar-fogo proposto pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy --cujo país preside atualmente a UE. No entanto, em poucas horas, a Geórgia acusou a Rússia de desrespeitar o cessar-fogo.
Nesta quarta, Saakashvili afirmou à rede de TV CNN que, ao invés de recuar, como previa o acordo, as forças russas estão avançando para a capital georgiana, Tbilisi, e tentando sitiá-la. Mais cedo, ele já havia afirmado também que tanques russos tinham atirado contra habitantes da cidade de Gori.
O acordo assinado ontem pelas autoridades georgiana e russa previa, entre outros pontos, a a renúncia ao uso da força por parte dos dois países; o fim definitivo das ações militares; o livre acesso de ajuda humanitária; e o retorno tanto de tropas de ambas as partes às suas posições originais.

PS - PEDRO BAPTISTA REAGE A MANOBRAS DE DIVERSÃO

Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008

Segundo o JN desta manhã, Mário Gouveia, presidente da Concelhia do PS/Maia, considera que o processo de indicação do candidato à presidência da Câmara da Maia, que apenas começará a ser discutido no órgão competente no próximo mês, deverá, segundo a sua preferência, incidir sobre uma personalidade do concelho, rejeitando assim o aparecimento de uma candidatura protagonizada por uma das chamadas "figuras nacionais".Joaquim Couto, aliás, que, segundo o JN, teria sido aventado por órgãos exteriores à Concelhia para desempenhar tal papel, negou "ter conhecimento do assunto".É altura de, na qualidade de candidato à Presidência da FDP, considerarmos que, do nosso ponto de vista e do que consideramos parte da estratégia de vitória necessária para o Partido Socialista do Distrito do Porto, nos municípios onde não emerge com naturalidade, pelo trabalho efectuado no terreno e pelo apoio obtido entre os camaradas militantes e os eleitores socialistas, um candidato à Câmara com capacidade para vencer, deve-se apostar num candidato novo, mais conhecido ou menos conhecido, mais experiente ou mais jovem, de preferência jovem bem formado, disponível para vencer ou para não vencer, que pode ter muitas possibilidades de ganhar ou poucas, mas garante de que, se não ganhar, fica no terreno em exclusividade política a fazer oposição clara e a preparar-se para o combate que, em princípio, ocorrerá em 2012.Estamos pois inteiramente de acordo com o ponto de vista do camarada Mário Gouveia, embora seja verdade que isto, que deve ser decidido no Congresso Distrital é, até lá, matéria de opinião. Aceitamos pois que, com toda a legitimidade, haja camaradas com outro ponto de vista e esperamos não perder o seu apoio por apresentarmos frontalmente os pontos de vista que nos parecem mais convenientes para o Partido.
Pior seria calar ou ñão apresentar qualquer estratégia deixando a coisa para resolver sem critério como estamos habituados...Ademais, entendemos que o mau costume de fazer colagens a uma das tais "figuras nacionais", denominados comumente por "paraquedistas", como número dois do dito, esperando que o paraquedista, que inevitavelmente perde, se ponha a mexer, permitindo assim a liderança da oposição supostamente com mais votos, é um erro crasso, porque se inicia numa posição de cobardia política, de auto-rebaixamento e de falta de confiança que ferirá de asa todo o mandato.A não ser que o objectivo não fosse fazer oposição mas exactamente o contrário ou seja fazer negociação de pseudo-oposição, como infelizmente se conhecem tantos casos.A ideia da "figura nacional" que vem visitar a província em campanha é mesmo isso: é já uma ideia provinciana. Deu o que tinha a dar e não foi grande coisa. PB



SANTANA LOPES REAPARECE

PSD
Santana Lopes quer Ferreira Leite na festa laranja do Pontal
Santana Lopes defendeu, esta quarta-feira, a presença de Manuela Ferreira Leite na festa laranja do Pontal. No seu blogue, o ex-líder do PSD escreveu um texto intitulado “Os gostos das lideranças”, onde referiu que esta festa «não cai no goto da nova liderança».
Para Santana Lopes, Manuela Ferreira Leite devia participar na festa laranja do Pontal, que se realiza na próxima quinta-feira, na Quarteira.
No entender do ex-líder do PSD, a festa do Pontal é uma «parte da tradição laranja».
No seu blogue, num texto intitulado “Os gostos das lideranças”, o ex-líder social-democrata considerou que «quem lidera, para não ir, tem obrigatoriamente de ter uma boa razão».
Afirmou também que «até pode nem falar, mas deve estar junto daqueles que se dispõem, numa altura tão difícil para mobilizações, a estar juntos pela bandeira partidária, com a história que simboliza e as causas que representa».
Santana Lopes escreveu ainda que «o PPD/PSD não é feito só de universidades de verão ou de inverno, nem só de universitários».
O social-democrata revelou ainda que, apesar de ter sido convidado, não irá ao Pontal. A líder já tinha sido acusada, na semana passada, por Ângelo Correia de estar «a criar um vazio no PSD».
Fonte próxima da direcção do PSD desvaloriza esta polémica, frisando que o Pontal «já não é a festa da rentrée do PSD, mas apenas a festa de uma distrital», de acordo com informações avançadas pela agência Lusa.

ALGUNS POLÍTICOS TÊM AGORA OPORTUNIDADE DE DIZER QUALQUER COISINHA SÉRIA

Economia

Orçamentos familiares mostram desigualdades entre regiões
O inquérito aos orçamentos familiares, divulgado esta segunda-feira pelo INE, revela desigualdades entre as regiões, destacando-se Lisboa com o maior rendimento, e o Norte e a Madeira com taxas de risco de pobreza elevadas.
A realidade dos orçamentos familiares em 2005-2006, foi ontem apresentada com a divulgação do Inquérito às Despesas das Famílias, do Instituto Nacional de Estatística (INE). O relatório dá conta de que, a preços constantes, o rendimento familiar teve um aumento de 13,5%, desde 1999, situando-se em 2005-2006 num total médio anual de 22 136 euros.
Mas, se o rendimento subiu, a despesa também aumentou, para uma média anual de 17 607 euros por agregado familiar. Nesta área verificaram-se outras mudanças, com os portugueses a diminuírem nas despesas com a alimentação e transportes, e aumentando nas relativas à habitação. As despesas com habitação (casa, água, electricidade, gás e outros combustíveis) representam 26,6%, a alimentação 15,5%, e transportes 12,9%.
No entanto, estes são os número globais, uma vez que analisadas as diferentes regiões do país as assimetrias são notórias, a começar pelo facto de 71% dos agregados familiares viverem em áreas urbanas.
Incidindo sobre os rendimentos verifica-se que a região de Lisboa era a que apresentava um rendimento líquido total anual médio por família mais elevado, de 27 463 euros, valor acima da média nacional. O valor mais baixo registava-se no Alentejo (18 276 euros), mas o Norte não ultrapassava os 19 908 euros.
Tendo em conta as despesas familiares, é também a região de Lisboa que tinha os maiores valores (20 715 euros), também acima da média nacional, quando o Alentejo, que tem o valor mais baixo, registava 14 067 euros, e o Norte 16 992 euros. Mesmo assim, pagas as despesas a região de Lisboa ficava com duas vezes mais dinheiro do que a região Norte.
E as assimetrias regionais são também notórias no que diz respeito às taxas de risco de pobreza. Lisboa era a região com a menor taxa de risco de pobreza calculada com base no rendimento total, situando-se nos 12%. As regiões que apresentavam as taxas mais elevadas eram o Norte e a Madeira, com cerca de 19% da população com rendimento inferior ao limiar de pobreza nacional.

"ELES COMEM TUDO, ELES COMEM TUDO... E NÃO QUEREM NADA"

Publica hoje o JN mais uma facto político de grande relevância para o PS Porto:
A candidatura de Joaquim Couto à Camara da Maia.
O deputado socialista de Santo Tirso é empurrado para a Maia sem ser ouvido?
Desviar as atençoes ou as ambições de alguns levam a cometer estes deslizes.
A concelhia da Maia diz que nao tomou qualquer decisão e que lá chegará o tempo de anunciar os candidatos. Talvez Setembro.
Foi o Porto, depois Matosinhos, falaram no Marco e agora a Maia. Virá a seguir Paredes e depois Felgueiras e lá mais para diante será a vez de Amarante e Penafiel.
De Vila Nova de Gaia nem se fala porque será um caso arrumado?
Mas dos 18 concelhos ainda há muita notícia para sair a conta-gotas.
Enquanto outros arrumam a casa, o PS Porto ensaia um novo método de ir publicando noticias para apalpar o pulso ao pessoal. Definir estratégias e programas, não, dá muito trabalho e ouvir os militantes é sempre uma chatice.
O slogan agora é "VOU TER UMA CONVERSA COM ELE" ou com ela. Depois se verá o que dizem as concelhias, sim que os estatutos são para cumprir, quando interessam a quem tem o poder.
Fico a aguardar novo facto político de relevância para o distrito.
Carlos Pinto

terça-feira, 12 de agosto de 2008

COM OS SALDOS DE VERÃO AINDA VAMOS TER O PETRÓLEO AO REÇO DA UVA MIJONA.E OS PRESIDENTES DA GALP E DA ASSOCIAÇAO NÃO DIZEM NADA?E AS PREVISÕES DE 250$


Economia
Preço do petróleo bate valor mínimo
Hoje às 15:05

O preço do petróleo atingiu, esta terça-feira os valores mais baixos dos últimos meses. A causa está relacionada com o anúncio do fim das hostilidades no conflito do Cáucaso.
O preço do petróleo já está a reflectir a anunciada suspensão das hostilidades entre a Rússia e a Geórgia.
O preço do crude negociado em Nova Iorque e em Londres atingiu o valor mínimo dos últimos três meses.
Desde há três dias que o preço do barril está em queda.
Em Nova Iorque, o petróleo chegou aos 112 dólares, o que se traduz no valor mais baixo desde o mês de Maio.
Londres, que serve de referência ao mercado português, esteve já a negociar nos 111 dólares.
A descida dos preços é uma reacção ao anúncio feito pela Rússia, de paragem nas operações militares na Geórgia.
No entanto, este anúncio não é o único factor que contribui para a descida dos preços, o mercado reage também à estimativa da Agência Internacional de Energia, que aponta para um aumento na produção de crude, no próximo ano.

A TAL CONVERSA NÃO CHEGA E A SITUAÇÃO AGRAVA-SE NA PRAÇA PÚBLICA

Militantes exigem a Sócrates lista de Maria José Azevedo
Abaixo-assinado subscrito por mais de três centenas é entregue este mês aos dirigentes do PS
00h30m
CARLA SOARESj(n)
O abaixo-assinado a favor de uma recandidatura de Maria José Azevedo à Câmara de Valongo está pronto para ser entregue, ainda este mês, a José Sócrates, aos líderes local e distrital e ao coordenador autárquico do PS. Tem mais de 300 assinaturas.
O documento, recorde-se, exige que a autarca volte a ser a cabeça-de-lista do partido à Câmara, numa altura em que a Concelhia prepara uma outra candidatura, abrindo caminho para uma lista de Afonso Lobão, que tem assumido o papel de porta-voz do PS/Valongo.
Maria José Azevedo reuniu-se, recentemente, com o líder distrital, Renato Sampaio, e ficou de se encontrar novamente com o dirigente no final do Verão. É sabido que a autarca quer repetir o desafio mas não tem o apoio da estrutura local para o fazer.
Após a primeira reunião, foi lançado o abaixo-assinado. No terreno desde finais de Julho, o documento encontra-se, neste momento, fechado e o objectivo é entregá-lo na última quinzena deste mês. Enquanto isso, a eleita do PS mantém-se em silêncio.
Assumido, claramente, como instrumento de pressão junto das instâncias do partido, o abaixo-assinado será entregue ao secretário-geral do PS, José Sócrates, ao coordenador autárquico, Miranda Calha, e ao líder do PS/Porto, Renato Sampaio, também com conhecimento do responsável local, Orlando Rodrigues.
Cerca de três semanas foi o tempo durante o qual o abaixo-assinado circulou, apenas entre militantes, garante Jorge Videira, ex-líder concelhio e promotor da iniciativa. Isto, ressalva, apesar de "muitas" pessoas não militantes terem pedido para assinar. Do documento, assegura, só consta o nome de inscritos no PS. Instado a precisar se são socialistas activos, respondeu, apenas, terem recorrido ao caderno de militantes.
Da reunião entre Maria José Azevedo (que já ameaçou avançar como independente) e Renato Sampaio, Jorge Videira espera "que haja bom-senso e que, no partido, as pessoas estejam interessadas em ganhar a Câmara". "Se não estiverem, pode ser qualquer um o candidato". De outro modo, defende, Maria José Azevedo é quem tem hipóteses de vencer e, "mesmo entre as figuras nacionais", diz não encontrar nenhuma outra boa solução. Quanto a Afonso Lobão, não o vê com "possibilidades" de ganhar.
Questionado sobre o abaixo-assinado que circulou à margem da Concelhia, Afonso Lobão notou que "há órgãos legitimamente eleitos e regras que o partido estabelece nos estatutos". E que "são para ser respeitadas". "Sou candidato a presidente da Câmara se o partido me escolher. Estou disponível para discutir projectos e ideias para o desenvolvimento do concelho, não para comentar faits-divers de quem não tem outros argumentos", reagiu, ainda. Instado sobre se o facto de já estar a ser promovida no concelho uma futura candidatura sua não viola também as regras, Lobão diz que tem "respeitado as orientações do partido, mas isso não o impede" de se disponibilizar.
Por sua vez, Renato Sampaio remete para a reunião que terá com Maria José Azevedo.

JÁ ONTEM ERA TARDE. SÓ FALTA ESTABELECER REGRAS DE UTILIZAÇÃO


Portugal
Estado abre concurso público para seguros e viaturas
O Estado vai abrir um concurso público para a aquisição de seguros e viaturas atér ao final de 2008. Contudo, membros do Governo e presidentes de institutos públicos vão passar a andar em automóveis alugados.
O Estado vai abrir um concurso público para a aquisição de seguros e viaturas até final de 2008 no valor de 25 milhões de euros para a compra de ambulâncias para o INEM ou camiões de recolha de lixo para as câmaras municipais.
A par deste concurso, a Secretaria do Tesouro emitiu ordens para que os membros do Governo e institutos públicos devam usar carros em leasing operacional com seguros e assistência mecânica incluídos.
Ao jornal Correio da Manhã, uma fonte governamental esclareceu que o objectivo é fazer com que o Estado não tenha a obrigação de ficar com carros que desvalorizam rapidamente.
Segundo esta fonte, o Estado passa a agora a definir o que necessita, não podendo as compras públicas continuar a servir de catálogo para os fornecedores.
Este concurso público que a Agência Nacional de Compras Públicas quer abrir está englobado numa dúzia de concursos públicos com os quais o Governo quer poupar cerca de 150 milhões de euros em dois anos.
De acordo com o novo código dos Contratos Públicos, no que diz respeito às viaturas, a vigência média de um contrato do Estado com fornecedores terá a duração de dois anos, renováveis anualmente até a um máximo de quatro anos.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

SEMPRE O PETRÓLEO. MAS HÁ OUTRAS RAZÕES E A UE TEM ANDADO ADORMECIDA

O conflito entre a Rússia e a Geórgia começa a ter consequências económicas. O preço do petróleo, que estava a descer há já vários dias, voltou a subir no mercado de Nova Iorque.
Há agora o receio de que este conflito tenha como consequência para a Europa, a interrupção no abastecimento de petróleo.
O especialista em geopolítica do petróleo, Caleia Rodrigues, reconhece que, desta vez, o mercado tem razões para estar nervoso, até porque o risco de corte no abastecimento é mesmo real.
Caleia Rodrigues alerta que este é um «risco efectivo», sublinhando que este é mais do que um conflito geopolítico, é um conflito económico, ainda que escondido.
Caleia Rodrigues acrescenta que o petróleo é o grande motivo do braço-de-ferro entre a Rússia e a Geórgia.

NÃO FALA A LIDER, FALA O MARCO ANTÓNIO

O líder da distrital do Porto do PSD, Marco António Costa, defendeu esta segunda-feira a criação de um plano nacional de saúde escolar que inclua a presença de enfermeiros e médicos nas escolas, escreve a Lusa.
Segundo Marco António Costa, que falava aos jornalistas após reunir com a secção regional do Norte da Ordem dos Enfermeiros (OE), deverá ser pensada a criação da valência da saúde escolar no âmbito da criação das novas unidades escolares financiadas com fundos comunitários.
«É de toda a utilidade criar um plano nacional de saúde escolar», disse, acrescentando que o apoio à infância é «matéria fundamental que o PSD vai manter na primeira linha do debate político».
No âmbito da criação de novos centros escolares, através de fundos do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), que «terão um número de mais de 300 crianças, já se justifica que haja um enfermeiro e um médico» em cada escola, disse Marco António.
«Queremos mesmo que seja desenvolvida a valência da saúde escolar como medida preventiva», frisou, considerando que deve ser feita a aposta na prevenção.
Hábitos de higiene, postura nas salas de aula, diálogo sobre toxicodependência e doenças sexualmente transmissíveis são alguns dos pontos que os profissionais a trabalhar nas escolas podem trabalhar, sugeriu.

E ASSIM VAI A POLÍTICA EM PORTUGAL.NA FALTA DE ASSUNTO, INVENTA-SE

Sócrates só decidirá quem não fica após o congresso
Listas europeias já fazem perguntar se será António José Seguro a enfrentar Pacheco Pereira
ALEXANDRA MARQUES (JN)
Deputados que renunciaram aos mandatos dificilmente voltarão a ter assento na bancada. Sócrates só dará sinais depois de Março e, no PSD, é a oportunidade de Manuela Ferreira Leite colocar as suas tropas no Parlamento.
Tal como os clubes de futebol em vésperas do início de mais uma época, também antes de um ciclo eleitoral fazem-se apostas e especula-se sobre quem poderá ser dispensado ou promovido com um lugar de destaque.
Com congressos federativos em Novembro e a reunião magna marcada para Março, o PS conta ainda com seis meses antes da escolha dos nomes que vão integrar as listas de candidatos. A única excepção será o rol de socialistas que se apresentarão às eleições europeias, em Junho.
Com António Costa na Câmara de Lisboa, a número três é Edite Estrela, das quatro eurodeputadas socialistas é a que tem a recondução assegurada se, por vontade própria, recusar seguir as pisadas de Elisa Ferreira (até agora favorita para enfrentar o social-democrata Rui Rio, no Porto) e não quiser concorrer a uma Câmara.
Na bancada socialista já se equaciona se Sócrates brindará António José Seguro com uma ida para Bruxelas, à semelhança do que aconteceu com João Cravinho que renunciou ao mandato de deputado para presidir, a partir de Londres, ao Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento (BERD).
Seguro pode aceitar regressar a Bruxelas, onde já esteve como número dois de Mário Soares. Na qualidade de cabeça de lista ou a secundar Edite Estrela. De férias, o deputado disse ontem ao JN, "não querer falar".
"Se não aceitar, ainda corre o risco de ser empurrado para uma Câmara dos arredores de Lisboa, como Oeiras ou Cascais, para perder", desabafou um socialista.
Garantida está a saída de Ana Gomes, do Parlamento Europeu, que sabe ser esse o preço de ter afrontado dirigentes muito influentes do partido, incluindo o secretário-geral.
No PS acredita-se que Sócrates vai esperar pelo congresso para ver se tem oposição interna e se alguma moção sectorial critica a actuação do Governo, antes de ponderar na escolha dos nomes.
De fora desta legislatura (e até ao fim dos cargos que ocupam) colocaram-se Ferro Rodrigues, Pina Moura, António Vitorino, Braga da Cruz, Guilherme Oliveira Martins e Fernando Gomes.
No PSD, é a preparação da purga dos santanistas, em maioria na bancada social-democrata eleita em 2005. Para que Manuela Ferreira Leite possa, a partir de 2009, contar com as suas tropas no Parlamento. Pese embora as baixas de peso ocorridas na actual legislatura, de Marques Mendes, Morais Sarmento ou Dias Loureiro.
A tarefa da líder do PSD para as eleições europeias parece facilitada pela predisposição de José Pacheco Pereira para regressar a Bruxelas, de onde saiu por recusar encabeçar uma lista conjunta da coligação PSD/CDS-PP.
Feita a renovação da bancada em 2006 - com a saída de Abílio Fernandes e de Odete Santos -, o PCP só terá de arranjar um candidato à vaga de Luísa Mesquita.
Também o CDS-PP não tenciona reconvidar António Pires de Lima, Anacoreta Correia ou Álvaro Castelo-Branco.
Ontem, o secretário-geral do PP, Pedro Mota Soares recusou -se a falar de listas, a tão grande distância temporal das eleições, lembrando terem sido José Paulo Carvalho, Diogo Feio e Helder Amaral, os deputados chamados.

domingo, 10 de agosto de 2008

APESAR DOS ATAQUES O BLOG O JUMENTO, CONTINUA EM GRANDE

Semanda
Finalmente parece ter começado a Silly Season. Manuela Ferreira Leite continua a andar por aí, se não fossem os seus artigos com parágrafos de cinco palavras por parágrafo publicados no Expresso até diríamos que já está a organizar a festa do primeiro aniversário do neto. Cavaco entrou mesmo de férias e a não ser que se descubra petróleo em Boliqueime não deverá fazer nenhuma comunicação oficial devidamente anunciada pelo Público (o blogue não oficial de Belmiro de Azevedo) podemos ficar descansados que daí não vem mais ansiedade para o país. Louçã anda nos piqueniques onde o pessoal prova charros com todos e o avô Boca Doce vai a uma sardinhada a Monte Gordo. Se os assessores do Presidente estiverem também de férias é quase certo que continuaremos a viver sem sobressaltos.
Aqui para os meus lados o mar está de Levante, tão calmo que nem o António Sousa, inspector-geral da ASAE, o conseguiria agitar com as suas mega operações, o preço dos combustíveis não incomodam com as estações de serviço espanholas ali ao lado e nem os camiões da Câmara Municipal num rodopio a caminho da fronteira nos conseguem incomodar. Com os professores de férias e o líder da Fenpreof em merecido descanso nem sequer há manifestações espontâneas ou anónimas.
O melhor é ir aproveitando porque mal o pessoal vier de férias iremos iniciar um dos anos políticos mais agitados da última década, Sócrates sonha com a maioria absoluta, Jerónimo de Sousa já imagina a retoma do comunismo mundial a partir de Portugal, Cavaco Silva imagina-se a dormir em Belém e a passar as tardes em São Bento e Louçã continuará na esperança de os portugueses pensarem que ainda nem chegou aos trinta.

PS - PEDRO BAPTISTA FALA CLARO. E OS MILITANTES IRÃO AO ACADÉMICO SEGURAR NO ANDOR?

Domingo, 10 de Agosto de 2008

PS-Porto vai promover debate sobre o modelo de gestão do Aeroporto Sá Carneiro
A região não precisa de debates promovidos por socialistas, por vós ou por nós, sobre a autonomização e o modelo de gestão da Sá Carneiro, meu caro Fernando Jesus! O assunto está mais que debatido quando vós estáveis a dormir, nomedamente tu, meu caro, em cima do sonho (pesadelo) da OTA. O que a região precisa é de deputados que, depois de eleitos, tomem posição em favor dos interesses dos que os elejeram que são também os intereses do país. O que o distrito e a região precisam é de quem os defendam, mesmo quando isso não é o mais conveniente para as pequenas carreiras políticas medradas na subserviência, coisa que o camarada deputado Fenando de Jesus deve fazer na Comissão Parlamentar a que pertence e em público, mais ainda dada a sua condição de coordenador dos deputados do Porto! A promoção de debates sobre o tema, depois da sociedade já ter promovido tantos, e de o assunto já ter sido discutido directamente com o PM que desafiou a sociedade portuense a mostrar que tem alternativas para o aeroporto, não parece ser mais do que um paleativo, a modos que tentativa de saltar para o avião quando ele, em andamento, já ultrapassou "o ponto do não retorno". O que tendes a fazer, e o partido como a sociedade esperam, é que tu e outros, eleitos com os nossos votos, digam ao Camarada Sócrates:
-Queria que eles nos mostrassem alternativas, eles mostraram e até mostraram que terão mais do que as que já mostraram! Logo, vamos autonomizar a parcela do Sá Carneiro e lançar o concurso público internacional para a sua privatização - já que se pretende privatizar a ANA - ou simplesmente a sua gestão através de uma concessão. Massa para Alcochete, desculpem lá, façam isso, já que insistem, à custa de outras coisas, não à custa da privatização em pacote ANA, do Aeroporto do Norte. Se não conseguirem património para largar o bolo da Portela, as "Obras públicas" que arranjem outra teta.
E defendermos, nós socialistas, um modelo de gestão misto, público-privado que, conforme os debates em que vós não estivésteis tal como os estudos já feitos à vossa revelia, parece o mais adequado, embora isto não seja nenhum dogma.
De resto, caro Jesus, Setembro é má altura para "promover debates" deste tipo a mostrar a atenção à região que nunca tiveram no triénio lisbonense. É tarde, é mês de eleições internas aqui no Distrito. Não me digas que não tinhas percebido?
E depois há uma coisa: tens de ter cuidado. Pareces daquelas pessoas que só dizem o que querem mesmo no fim da carta. E as tuas declarações finais, mostram-se inteiramente contraditórias com as anteriores em que te declaras tão convicto regionalista.
Por falar nisso, que é que V.Exas, deputados do Porto, fizeram da regionalização? Onde estão as prometidas medidas que iriam permitir, a seguir a este mandato, fazer a regionalização com toda a facilidade, como andaram a vender para se perderem mais 4 anos, sendo uma das causas da ruína económica nacional? Onde estão as intervenções para pôr a Regionalização, que devia estar feita há décadas, na ordem do dia do PS, mesmo que seja só para o próximo mandato, em que poderemos ter maioria ou não?
Em qualquer caso, fizemos e fazemos com que falem, embora sempre a propósito de coisas sobre que acabamos de falar. Se não fôssemos ganhar as eleições, dir-se-ia que já tinha valido a pena. PB

QUE MUNDO ESTE!

O Exército russo tomou o controlo da capital da região georgiana da Ossétia do Sul, Tsjinvali, informou à AFP o porta-voz do Ministério do Interior da Geórgia, Chota Utiashvili. «As forças russas ocuparam Tsjinvali», anunciou.
Esta cidade transformou-se no centro da batalha entre Rússia e Geórgia pelo controlo da Ossétia do Sul, depois de Tbilisi ter lançado na quinta-feira à noite uma ofensiva para impor sua autoridade nesta região separatista pró-russa.
Geórgia retira do território da Ossétia do Sul
As forças georgianas já se retiraram de praticamente toda Ossétia do Sul, um anúncio feito pelo secretário do Conselho de Segurança Nacional georgiano, Alexander Lomaya, como sinal de boa vontade. «Retirámo-nos de praticamente todo o território da Ossétia do Sul, em sinal de boa vontade e da nossa intenção de pôr fim ao confronto militar», disse.
A Geórgia pediu ainda aos Estados Unidos que façam a mediação da crise com a Rússia. «Pedimos à secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, que sirva de mediadora com os russos, e que lhes transmita a nossa mensagem¿, declarou Lomaya.

UNS LANÇAM OS FOGUETES, OUTROS APANHAM AS CANAS. 1º. FOI O PRESIDENTE DO PS PORTO, AGORA UM DEPUTADO.POLÍTICA REACTIVA

Aeroporto na mesa em Setembro
Depois de notícias avulsas sobre o interesse do consórcio Sonae/ /Soares da Costa e interesses políticos em volta, o PS/Porto quer lançar um debate sobre o modelo da futura gestão do aeroporto Francisco Sá Carneiro.
O coordenador dos deputados socialistas eleitos pelo Porto, Fernando Jesus, disseque o PS/Porto vai promover, para o mês que vem, um amplo debate sobre o modelo de gestão futura do aeroporto Francisco Sá Carneiro.
"Queremos que estejam presentes todas as entidades e forças que têm manifestado preocupação com a questão, nomeadamente, a Junta Metropolitana do Porto, as associações empresariais nortenhas, as universidades, assim como os consultores especializados e as empresas do sector", afirmou o deputado, membro da Comissão de Obras Públicas da Assembleia da República (AR).
Fernando Jesus concorda com as recentes declarações do presidente da JMP, Rui Rio, que defendeu que os empresários nortenhos têm capacidade para gerir o AFSC. "Mais, acho que não só os empresários nortenhos são capazes de o gerir, como estarão em condições de assegurar a gestão de todos os aeroportos nacionais".
No entanto, o parlamentar defendeu que os empresários nortenhos - que já apresentaram publicamente a sua intenção de concorrer caso o Governo venha a abrir um concurso para a gestão autónoma do aeroporto - "explicitassem a sua posição quanto à futura política de taxas aeroportuárias que pensam aplicar". "É que a competitividade futura do Sá Carneiro vai depender das políticas de taxas a aplicar às companhias aéreas e aos passageiros e estranho muito que Rui Rio não inclua a questão nas suas preocupações", afirmou o parlamentar.
"Gostaria de saber se os empresários, agora tão interessados em gerir este aeroporto ultramoderno, teriam o mesmo interesse, caso ainda tivéssemos a estrutura velha, insuficiente e mal gerida de há dez anos", frisou.

QUEM NÃO FALA SÓ ERRA POR OMISSÃO

Alas populares do PSD em maioria no Pontal
Líder foi aos Açores e esteve com JSD, mas descartou Jardim e Mendes Bota
00h30m
ALEXANDRA MARQUES *
A cinco dias do comício-festa do Pontal, Macário Correia - apoiante de Manuela Ferreira Leite na corrida à liderança do PSD - fez saber que vai estar presente. Ao lado de Mendes Bota e de Ângelo Correia. Menezes também andará pelo Algarve.
Será um PSD órfão de líder que vai reunir-se dia 14 , na festa do Pontal. Ontem, o presidente da Câmara de Tavira, Macário Correia, anunciou que irá. Porque foi convidado e porque quer, dessa forma, "contribuir para a unidade"do partido.
O presidente da Associação de Munícipios do Algarve (AMAL) atribuiu ainda a ausência de Manuela Ferreira Leite "a uma questão de calendário e de estilo".
Na verdade, na última aparição pública, dia 26 de Julho, na apresentação da lista do PSD-Açores, encabeçada pelo ex-secretário de Estado dos Assusntos Europeus, Costa Neves, a presidente social-democrata voltou a criticar os que gostam da "política folclórica".
Ao caracterizar o cabeça de lista do PSD nas eleições regionais açorianas, de 19 de Outubro, Manuela Ferreira Leite referiu-se a Costa Neves como um exemplo de "rigor, seriedade, sobriedade e capacidade para fazer bem sem alarido".
"Não devemos fazer política folclórica. Temos de ter cuidado com as festas e os recursos que gastamos nelas", sublinhou.
A mesma mensagem que deixou no discurso de candidatura à liderança, proferido a 29 de Abril, na sede do partido e com qual está a ser coerente, desde a recusa em participar na festa do Chão da Lagoa, na Madeira, ao lado de Alberto João Jardim.
"Não esperem de mim uma campanha com espectáculo que não sei fazer", assinalou no dia em que entrou na corrida, antes de mencionar outro ponto de honra: "Não esperem de mim o uso de grandes meios, de que, de resto, não disponho, nem penso serem desejáveis".
Desde que venceu as directas a Pedro Passos Coelho e a Santana Lopes, Ferreira Leite tem gerido com parcimónia a sua agenda de deslocações. Uma semana antes de ter estado nos Açores, foi à Figueira da Foz, ao comício do 34.º aniversário da JSD, em que disse que, por estar numa festa, não ia falar de coisas tristes como o Governo.
Gracejo fez o santanista Mendes Bota sobre a ausência da líder no Pontal. "Os líderes passam, mas a festa continua", disse , no mesmo dia em que se soube que Ângelo Correia - apoiante de Passos Coelho - irá ao palco. Provavelmente tendo a ouvi-lo na plateia o ex-líder do partido, Luís Filipe Menezes, que ainda estará de férias no Algarve.
* COM AGÊNCIA LUSA

APLAUDO A DECISÃO, MAS GOSTAVA DE SABER QUANTO CUSTA A RENDA EM 30 ANOS

Concurso para o campus do Porto foi lançado anteontem
Foram anunciadas, na passada sexta-feira, na segunda série do "Diário da República", as regras do concurso para a construção do Campus da Justiça do Porto, na Quinta de Santo António, em Cedofeita. As empresas interessadas têm, agora, 120 dias para se candidatarem.
O Governo, como já tinha sido anunciado, optou por um modelo de financiamento assente numa "oferta pública de arrendamento". Ou seja, o investidor privado que ganhar o concurso irá assumir os encargos da construção dos seis edifícios previstos e, durante 30 anos, o Estado pagar-lhe-á uma renda. Os critérios para a atribuição do direito de superfície do terreno, avaliado em 26,5 milhões de euros assentarão na valia técnica da proposta (50%) e no preço de arrendamento (50%).
O vencedor terá de construir seis novos edifícios, segundo as especificações do Ministério da Justiça, nos 44 mil metros da Quinta de Santo António, localizada entre as ruas do Melo e Barão Forrester. No local funciona actualmente o Tribunal de Família e Menores que verá o seu edifício demolido e será depois integrado numa das novas construções.
O Campus Judicial do Porto concentrará toda a primeira instância judicial da comarca, o Instituto de Medicina Legal, serviços de reinserção social e de notariado e, ainda, uma esquadra. Com a mudança destes serviços, o Estado planeia vender os 15 imóveis que ficarão vagos, como por exemplo, o Tribunal de S. João Novo ou o Instituto Nacional de Medicina Legal. Os tribunais superiores ficarão concentrados no Palácio da Justiça (à Cordoaria).

VAMOS LUTAR POR MELHORIAS. NÓS PODEMOS!


foto Leonel de Castro/JN

Lisboa foi o distrito onde mais aumentou o número de pessoas e famílias a receber o Rendimento Social de Inserção (RSI) no último ano. O aumento assinalado é de 37%, num Portugal que já contabiliza dois milhões de pessoas com o RSI.
No final de Junho do ano passado, havia 194.204 pessoas e 68.855 agregados familiares a beneficiarem do RSI no distrito de Lisboa. Um ano depois, o número de beneficiários aumentou, em ambos os casos, mais de 37%. Ou seja, em Junho deste ano recebiam o RSI 266.580 pessoas e 94.981 famílias, isto é, mais 72.376 pessoas e 22.387 agregados do que em igual período de 2007.
No total, o número de beneficiários do RSI subiu para quase dois milhões de pessoas no final do primeiro semestre de 2008. Os dados da Segurança Social apontam para 1.936.903 pessoas e 695.847 famílias a receber este complemento.
A cidade do Porto continua a liderar esta tabela, com uma diferença abissal relativamente a Lisboa. No final de Junho de 2008, 251.985 famílias (637.954 pessoas) do distrito do Porto beneficiavam deste complemento , o que representa um aumento de 54.180 pessoas e 22.387 famílias em relação a Junho de 2007. Em ambos os casos o aumento verificado é de 9%.
A comparação de dados permite perceber, ainda, que o distrito de Braga ultrapassou o de Setúbal ao nível de beneficiários e ultrapassou o de Viseu em termos do número de famílias, ao registar o terceiro maior crescimento. No final do primeiro semestre deste ano, existiam 119.912 pessoas a receber o RSI (mais 16.728 do que em 2007) no distrito de Braga, enquanto que em Setúbal eram 118.311 (mais 11.525 do que em Junho do ano passado).
Por outro lado, segundo os dados disponibilizados pelo Ministério da Segurança Social, Santarém foi o único distrito do país em que o número de famílias a receber o RSI desceu, apesar do número de pessoas ter aumentado. Bragança continua a ser a região com menos beneficiários.
Os Açores, apesar de terem sido a região em que o número de beneficiários menos aumentou neste último ano (mais 972 pessoas e mais 96 famílias), continuam a ser das regiões mais afectadas pelo flagelo da pobreza, com um total de 109.670 beneficiários e 29.622 famílias.
Já no arquipélago da Madeira existiam 15.962 famílias e 46.361 pessoas a beneficiar do RSI no final do passado mês de Junho, o que representa um crescimento de 438 e 1.187 respectivamente, em relação há um ano atrás.
* COM AGÊNCIA LUSA
eU Tenho vergonha e você?

sábado, 9 de agosto de 2008

MAIS GUERRAS?

A União Europeia avisou que a Rússia poderá ver a sua relação com a Europa afectada caso continue a sua ofensiva militar na Ossétia do Sul. Entretanto, Bernard Kouchner, que será enviado para a zona, pediu à Rússia para parar com o conflito.
A União Europeia avisou, este sábado, a Rússia de que se continuar a sua ofensiva militar na Ossétia do Sul poderá ver afectadas as suas relações com a Europa.
«A União Europeia proclama fortemente a sua ligação à soberania e à integridade territorial da Geórgia nas suas fronteiras internacionalmente reconhecidas. Sublinha que a continuação da acção militar pede afectar a sua relação com a Rússia», acrescentou.
A presidência francesa da União Europeia aconselhou ainda Moscovo a aceitar a oferta de cessar-fogo feita este sábado pelo lado georgiano.
Pouco antes, o ministro francês dos Negócios Estrangeiros fez mais um pedido para a «paragem» do conflito que está em curso na Geórgia, ao pedir a retirada das tropas russas da região.
«É preciso parar. É uma guerra terrível, brutal», afirmou Bernard Kouchner, que pediu que Moscovo pare com os seus «bombardeamentos sobre a população civil» e reclamou que as tropas russas «voltem ao outro lado da fronteira».
Kouchner, que vai partir proximamente para a região, pediu ainda à Geórgia para que «não ceda às provocações e regresse às posições anteriores» e defendeu uma «regulação internacional sem dúvida com a ONU, com a participação da União Europeia».
O chefe da diplomacia francesa refutou ainda a ideia de que a Europa esteja divida sobre esta questão, ao sublinhar que «todos os países estão de acordo em condenar esta guerra, com nuances».
Bernard Kouchner assegurou ainda que a posição da Europa não será semelhante àquela defendida pelos três países bálticos e pela Polónia que pediram, este sábado, à UE e à NATO para se opor à «política imperialista» da Rússia

ONU-para que servem estas reúniões?NÃO COMPLIQUEM PORQUE CADA HORA QUE PASSA PODEM MORRER MUITOS INOCENTES

Geórgia/Ossétia: Fracasso da terceira reunião informal do Conselho de Segurança da ONU
O Conselho de Segurança da ONU terminou hoje em Nova Iorque a terceira reunião informal sobre o conflito entre a Geórgia e a Rússia na Ossétia do Sul sem conseguir adoptar uma declaração conjunta instando ao cessar-fogo.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

PEDRO BAPTISTA UM POLÍTICO ACTUAL E SEMPRE ACTUALIZADO



Bom tempo em Beijing
Às oito horas e oito minutos do dia oito do oito de dois mil e oito teria mesmo de haver bom tempo e bons augúrios para os jogos de Beijing num espectáculo de abertura com uma beleza e um impacto nunca vistas. Como seria de esperar, aliás, daquela civilização milenar de que tão bem nos deu conta o "nosso amigo" Fernão Mendes Pinto.Que assim seja: paz e fraternidade entre os povos! Riqueza, sustentação ambiental, justiça social, liberdade e liberdades para o povo chinês. Como dizia Mário Soares, há pouco tempo, existe uma porta, embora estreita, para a República Popular da China evoluir, de forma estável e sustentada, para a democracia na plenitude da sua expressão política e com base social sustentada, coisa de que nem todas as democracias ocidentais se podem gabar. Apoiemos os esforços nesse sentido. Sendo que sabemos estar em causa um quarto da Humanidade num país onde, há cem ou há cinquenta anos, em todos os anos de más colheitas, morriam milhões de pessoas. E que hoje é a mais avançada das chamadas potências emergentes.Mas um debate político sobre a China de hoje, sem o velho preconceito sinófobo do "perigo amarelo" é sempre um bom debate de esquerda.

PERDERAM VERGONHA OU O NEOLIBERALISMO COM 15 ANOS DE ATRAZO?

DISCUTE-SE AGORA EM PERÍODO DE FÉRIAS QUE O ESTADO DEVE SER REDUZIDO AO MÍNIMO.
PEDEM SEM VERGONHA:
- A PRIVATIZAÇÃO DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS
- A PRIVATIZAÇÃO DA ANA E DOS AEROPORTOS
- A PRIVATIZAÇÃO DA TAP
- A OPÇÃO PELO NUCLEAR
- A PRIVATIZAÇÃO DO QUE RESTA DA GALP
- A PRIVATIZAÇÃO DOS CTT, QUE JÁ TEM DISTRIBUIÇÃO PRIVADA
- A PRIVATIZAÇÃO DA ÁGUA
E TUDO QUE DÊ CHORUDOS LUCROS.
QUE A DIREITA E O NOVO PSD VÃO POR ESSE CAMINHO EU COMPREENDO, MAS QUE HAJA SOCIALISTAS E RESPONSÁVEIS DO PS PORTO QUE ATÉ ACHEM BEM, ISSO REVOLTA-ME. SERÁ QUE OS MILITANTES TÊM MEDO DE FALAR? PORQUÊ?
Carlos Pinto

pela liberdade sempre




(Público)24.07.2007 - Manuel Alegre
Nasci e cresci num Portugal onde vigorava o medo. Contra eles lutei a vida inteira. Não posso ficar calado perante alguns casos ultimamente vindos a público. Casos pontuais, dir-se-á. Mas que têm em comum a delação e a confusão entre lealdade e subserviência. Casos pontuais que, entretanto, começam a repetir-se. Não por acaso ou coincidência. Mas porque há um clima propício a comportamentos com raízes profundas na nossa história, desde os esbirros do Santo Ofício até aos bufos da PIDE. Casos pontuais em si mesmos inquietantes. E em que é tão condenável a denúncia como a conivência perante ela. Não vivemos em ditadura, nem sequer é legítimo falar de deriva autoritária. As instituições democráticas funcionam. Então porquê a sensação de que nem sempre convém dizer o que se pensa? Porquê o medo? De quem e de quê? Talvez os fantasmas estejam na própria sociedade e sejam fruto da inexistência de uma cultura de liberdade individual.

Sottomayor Cardia escreveu, ainda estudante, que "só é livre o homem que liberta". Quem se cala perante a delação e o abuso está a inculcar o medo. Está a mutilar a sua liberdade e a ameaçar a liberdade dos outros. Ora isso é o que nunca pode acontecer em democracia. E muito menos num partido como o PS, que sempre foi um partido de homens e mulheres livres, "o partido sem medo", como era designado em 1975. Um partido que nasceu na luta contra a ditadura e que, depois do 25 de Abril, não permitiu que os perseguidos se transformassem em perseguidores, mostrando ao mundo que era possível passar de uma ditadura para a democracia sem cair noutra ditadura de sinal contrário.
Na campanha do penúltimo congresso socialista, em 2004, eu disse que havia medo. Medo de falar e de tomar livremente posição. Um medo resultante da dependência e de uma forma de vida partidária reduzida a seguir os vencedores (nacionais ou locais) para assim conquistar ou não perder posições (ou empregos). Medo de pensar pela própria cabeça, medo de discordar, medo de não ser completamente alinhado. No PS sempre houve sensibilidades, contestatários, críticos, pessoas que não tinham medo de dizer o que pensam e de ser contra quando entendiam que deviam ser contra. Aliás, os debates desse congresso, entre Sócrates, eu próprio e João Soares, projectaram o PS para fora de si mesmo e contribuíram em parte para a vitória alcançada nas legislativas.
Mas parece que foram o canto do cisne.
Ora o PS não pode auto-amordaçar-se, porque isso seria o mesmo que estrangular a sua própria alma. Há, é claro, o álibi do Governo e da necessidade de reduzir o défice para respeitar os compromissos assumidos com Bruxelas. O Governo é condicionado a aplicar medidas decorrentes de uma Constituição económica europeia não escrita, que obriga os governos a atacar o seu próprio modelo social, reduzindo os serviços públicos, sobrecarregando os trabalhadores e as classes médias, que são pilares da democracia, impondo a desregulação e a flexigurança e agravando o desemprego, a precariedade e as desigualdades. Não necessariamente por maldade do Governo. Mas porque a isso obriga o Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) conjugado com as Grandes Orientações de Política Económica. Sugeri, em tempos, que se deveria aproveitar a presidência da União Europeia para lançar o debate sobre a necessidade de rever o PEC. O Presidente Sarkozy tomou a iniciativa de o fazer.
Gostei de ouvir Sócrates a manifestar-se contra o pensamento único. Mas é este que condiciona e espartilha em grande parte a acção do seu Governo. Não vou demorar-me sobre a progressiva destruição do Serviço Nacional de Saúde, com, entre outras coisas, as taxas moderadoras sobre cirurgias e internamentos. Nem sobre o encerramento de serviços que agrava a desertificação do interior e a qualidade de vida das pessoas. Nem sobre a proposta de lei relativa ao regime do vínculo da Administração Pública, que reduz as funções do Estado à segurança, à autoridade e às relações internacionais, incluindo missões militares, secundarizando a dimensão administrativa dos direitos sociais. Nem sobre controversas alterações ao estatuto dos jornalistas em que têm sido especialmente contestadas a crescente desprotecção das fontes, com o que tal representa de risco para a liberdade de imprensa, assim como a intromissão indevida de personalidades e entidades na respectiva esfera deontológica. Nem sobre o cruzamento de dados relativos aos funcionários públicos, precedente grave que pode estender-se a outros sectores da sociedade. Nem ainda sobre a tendência privatizadora que, ao contrário do Tratado de Roma, onde se prevê a coexistência entre o público, o privado e o social, está a atingir todos os sectores estratégicos, incluindo a Rede Eléctrica Nacional, as Águas de Portugal e o próprio ensino superior, cujo novo regime jurídico, apesar das alterações introduzidas no Parlamento, suscita muitas dúvidas, nomeadamente no que respeita ao princípio da autonomia universitária. Todas estas questões, como muitas outras, são susceptíveis de ser discutidas e abordadas de diferentes pontos de vista.
Não pretendo ser detentor da verdade. Mas penso que falta uma estratégia que dê um sentido de futuro e de esperança a medidas, algumas das quais tão polémicas, que estão a afectar tanta gente ao mesmo tempo. Há também o álibi da presidência da União Europeia. Até agora, concordo com a acção do Governo. A cimeira com o Brasil e a eventual realização da cimeira com África vieram demonstrar que Portugal, pela História e pela língua, pode ter um papel muito superior ao do seu peso demográfico. Os países não se medem aos palmos. E ao contrário do que alguém disse, devemos orgulhar-nos de que venha a ser Portugal, em vez da Alemanha, a concluir o futuro Tratado europeu.
Parafraseando um biógrafo de Churchill, a presidência portuguesa, na cimeira com o Brasil, recrutou a língua portuguesa para a frente da acção política. Merece o nosso aplauso.
O que não merece palmas é um certo estilo parecido com o que o PS criticou noutras maiorias. Nem a capacidade de decisão erigida num fim em si mesma, quase como uma ideologia. A tradição governamentalista continua a imperar em Portugal. Quando um partido vai para o Governo, este passa a mandar no partido, que, pouco a pouco, deixa de ter e manifestar opiniões próprias. A crítica é olhada com suspeita, o seguidismo transformado em virtude.
Admito que a porta é estreita e que, nas circunstâncias actuais, as alternativas não são fáceis. Mas há uma questão em relação à qual o PS jamais poderá tergiversar: essa questão é a liberdade. E quem diz liberdade diz liberdades. Liberdade de informação, liberdade de expressão, liberdade de crítica, liberdade que, segundo um clássico, é sempre a liberdade de pensar de maneira diferente. Qualquer deriva nesta matéria seria para o PS um verdadeiro suicídio.
António Sérgio, que é uma das fontes do socialismo português, prezava o seu "querido talvez" por oposição ao espírito dogmático. E Antero de Quental chamava-nos a atenção para estarmos sempre alerta em relação a nós próprios, porque "mesmo quando nos julgamos muito progressistas, trazemos dentro de nós um fanático e um beato". Temo que actualmente pouco ou nada se saiba destas e doutras referências. Não se pode esquecer também a responsabilidade de um poder mediático que orienta a agenda política para o culto dos líderes, o estereótipo e o espectáculo, em detrimento do debate de ideias, da promoção do espírito crítico e da pedagogia democrática.
Tenho por vezes a impressão de que certos políticos e certos jornalistas vivem num país virtual, sem povo, sem história nem memória. Não tenho qualquer questão pessoal com José Sócrates, de quem muitas vezes discordo mas em quem aprecio o gosto pela intervenção política. O que ponho em causa é a redução da política à sua pessoa. Responsabilidade dele? A verdade é que não se perfilam, por enquanto, nenhumas alternativas à sua liderança. Nem dentro do PS nem, muito menos, no PSD. Ora isto não é bom para o próprio Sócrates, para o PS e para a democracia. Porque é em situações destas que aparecem os que tendem a ser mais papistas que o Papa. E sobretudo os que se calam, os que de repente desatam a espiar-se uns aos outros e os que por temor, veneração e respeitinho fomentam o seguidismo e o medo.
Sei, por experiência própria, que não é fácil mudar um partido por dentro. Mas também sei que, assim como, em certos momentos, como fez o PS no verão quente de 75, um partido pode mobilizar a opinião pública para combates decisivos, também pode suceder, em outras circunstâncias, como nas presidenciais de 2006 e, agora, em Lisboa, que os cidadãos, pela abstenção ou pelo voto, punam e corrijam os desvios e o afunilamento dos partidos políticos.
Há mais vida para além das lógicas de aparelho. Se os principais partidos não vão ao encontro da vida, pode muito bem acontecer que a recomposição do sistema se faça pelo voto dos cidadãos. Tanto no sentido positivo como negativo, se tal ocorrer em torno de uma qualquer deriva populista. Há sempre esse risco.
Os principais inimigos dos partidos políticos são aqueles que, dentro deles, promovem o seu fechamento e impedem a mudança e a abertura. Por isso, como em tempo de outros temores escreveu Mário Cesariny: "Entre nós e as palavras, o nosso dever falar." Agora e sempre contra o medo, pela liberdade.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

O GOVERNO A DUAS VOZES

Ambiente: Portagens diferenciadas em 2009 – secretário de Estado do Ambiente

A introdução de portagens diferenciadas em função do número de ocupantes do veículo "é uma medida que terá de ser para 2009", disse Humberto Rosa.

e esta? POR MANUEL ANTÓNIO PINA NO JN. O QUE EU JÁ ME RI.

O regresso de Frei Tomás

Como o tenebroso azul dos "Blue Meanies" de "Yellow submarine", o sonolento cinzento da recente comunicação "verdadeiramente importante" de Cavaco Silva ao país invadiu por estes dias tão completamente "Pepperland" que, oculta sob a sua pesada sombra, quase ninguém deu pela não menos memorável comunicação de Durão Barroso na mesma noite no Campo Pequeno.

Mas a verdade, diz-se, vem sempre ao de cima, e a justiça presumivelmente também. Uma semana depois, quando já só restam dispersos fiapos das palavras do presidente, as de Barroso emergem finalmente para a eternidade como paradigma da ética e da lata políticas. "Durão Barroso critica elites de Portugal por não terem espírito de serviço", escreveu então o JN. E, se há edições do JN que "é preciso, é imperioso, é urgente" guardar, essa é uma delas. Para quem já não se lembra, Durão Barroso foi aquele primeiro-ministro português que, tomado de inalienável "espírito de serviço", abandonou o cargo a que, igualmente tomado de "espírito de serviço", se candidatara e para que foi eleito, mal lhe acenaram com um lugar mais bem pago em Bruxelas.

SÃO OPINIÕES BEM FUNDAMENTADAS

Introdução de portagens diferenciadas não prioritária, diz secretária de Estado
Hoje às 14:36
A introdução de portagens diferenciadas é uma medida não prioritária, considerou a secretária de Estado dos Transportes. Ana Paula Vitorino entende que esta medida «é o limite da actuação quando tudo o resto já falhou».
A secretária de Estado dos Transportes considerou que a introdução de portagens diferenciadas e urbanas em Lisboa não é prioritária, apesar de admitir que esta é possível embora apenas em último caso.


No final da reunião do Conselho de Ministros, Ana Paula Vitorino admitiu que esta medida «vem em qualquer manual de mobilidade sustentável» e que até já foi aplicada em algumas cidades como em Londres.


Para esta secretária de Estado, a introdução destas portagens em função do número de pessoas que viajam de automóvel, noticiada esta quinta-feira pelo jornal Público, «é o limite da actuação quando tudo o resto já falhou».


Ana Paula Vitorino anunciou ainda que os valores limite da poluição de ar foram ultrapassados na região de Lisboa e Vale do Tejo, muito por culpa da excessiva utilização de «viaturas particulares».


«Há outras medidas em curso para melhorar o problema como a extensão das linhas de metro e outras que ainda não estão em curso mas já foi dada a orientação para que se concretizem, como o aumento dos corredores Bus e a introdução de mais autocarros a gás natural», concluiu a governante.

JÁ NEM O TRIBUNAL COSTITUCIONAL ESCAPA

Um estudo de dois investigadores portugueses e uma italiana, a que o Jornal de Notícias teve acesso, conclui que os juízes do Tribunal Constitucional são influenciados não só pela filiação ideológica e partidária como também pela presença do seu partido no Governo.

Segundo o JN, o estudo, que analisou 270 decisões do TC relativas à fiscalização preventiva entre 1983 e 2007, mostra que os juízes nomeados pela Esquerda estão «fortemente associados» ao voto de inconstitucionalidade. No entanto, a associação entre os nomeados pela Direita e o voto pela constitucionalidade «é fraca».

Sem contar com as decisões tomadas por unanimidade, os autores do estudo verificaram que 85 por cento dos votos dos juízes de Direita foram a favor da constitucionalidade, contra apenas 35 por cento dos votos de juízes de Esquerda.

Os autores, segundo o JN, explicam esta tendência com motivos ideológicos: a Constituição da República Portuguesa é de forte pendor esquerdista e os juízes de Esquerda desejam, tendencialmente, mantê-la como ela está, enquanto que os de Direita estão mais abertos à mudança.

No entanto, o trabalho conclui ainda que esta sensibilidade aos princípios da Constituição por parte dos juízes de Esquerda tende a esbater-se quando o seu partido é Governo. Os votos a favor da constitucionalidade aumentam de 35 por cento para 75 por cento quando os socialistas estão no poder, enquanto que não há grande variação nos votos dos juízes de Direita, estando ou não no poder.

«Os nossos resultados sugerem que os juízes nomeados pela Direita exibem uma tendência ideológica (...) enquanto que os juízes nomeadas pela esquerda são mais sensíveis à política partidária (se é ou não Governo)», lê-se no documento.

Os autores chegam à conclusão de que «não só a filiação partidária tem influência em termos de alinhamento de preferências como ocorre algum oportunismo. Ou seja, a política partidária é mais importante quando estão interesses mais altos em jogo» (quando é o seu partido que está no Governo).

O estudo, da autoria de Nuno Garoupa, Sofia Amaral Garcia e Veronica Grembi, foi editado pela Faculdade de Direito da Universidade de Illinois (EUA) e irá ser publicado no próximo ano na revista «Journal of Empirical Legal Studies».

MANDA QUEM PODE

A ordem de limitação de voos na região foi emitida para todo o mês de Agosto, numa interdição inédita. O responsável pelo Gabinete Coordenador de Segurança, Leonel Carvalho, disse ao Diário de Notícias que o Presidente da República, «em consequência do próprio cargo, representa um grau de ameaça permanente, daí que tenha segurança pessoal. E tem também legitimidade para solicitar outras medidas de segurança que considere necessárias».

O responsável admitiu ainda que a privacidade do Chefe de Estado e a limitação de paparazi poderá estar na origem da medida. «As férias dos famosos atraem muito helicópteros carregados de fotógrafos», disse. «Naqueles aviões que passam por cima das cabeça das pessoas pode ir muita gente. É natural que o PR, com a sua família, deseje reserva em tempo de descanso».

Já as empresas de publicidade e de fotografia aéreas, queixaram-se da proibição, que obriga os aviões ao chegar à praia dos Salgueiros a deslocarem-se dois quilómetros para o mar ou para Norte. «Quem consegue ler a uma distância de dois quilómetros?», questionaram empresários contactados pelo jornal, numa referência à publicidade aérea.

O QUE ELES DIZEM - BLOG O JUMENTO

MANUELA FERREIRA LEITE ESTÁ DE FÉRIAS?

Como a líder do PSD quase desapareceu desde que foi eleita ainda não percebi se está desaparecida mais uma vez ou se meteu férias. Estará a passar uns dias na Vivenda Mariani, preparando a agenda política para a rentrée? Por aquilo que temos visto a agenda de Ferreira Leite é a mesma de Cavaco Silva, com uma antecipação média de três dias.

PSD - COMEÇA A BAGUNÇADA OUTRA VEZ?

Angelo Correia diz que aceitou substituir Manuela Ferreira Leite na Festa do Pontal para não deixar o partido no vazio criado pela actual direcção.
Ângelo Correia acusa Manuela Ferreira Leite de criar um vazio no PSD. O histórico social-democrata aceitou ser o principal convidado da Festa do Pontal, organizada pela distrital algarvia do partido, uma vez que Manuela Ferreira Leite recusou o convite para estar presente.


Ao Diário de Notícias Ângelo Correia explica que aceitou o convite para ser o orador principal na «rentrée» laranja a 14 de Agosto porque sentiu a obrigação de não deixar o partido no vazio criado pela actual direcção.

PSD - COMEÇA A BAGUNÇADA OUTRA VEZ?

Angelo Correia diz que aceitou substituir Manuela Ferreira Leite na Festa do Pontal para não deixar o partido no vazio criado pela actual direcção.
Ângelo Correia acusa Manuela Ferreira Leite de criar um vazio no PSD. O histórico social-democrata aceitou ser o principal convidado da Festa do Pontal, organizada pela distrital algarvia do partido, uma vez que Manuela Ferreira Leite recusou o convite para estar presente.


Ao Diário de Notícias Ângelo Correia explica que aceitou o convite para ser o orador principal na «rentrée» laranja a 14 de Agosto porque sentiu a obrigação de não deixar o partido no vazio criado pela actual direcção.

ELES QUEREM OBRIGÁ-LA A FALAR, MAS DAS DUAS VEZES QUE FALOU DEU RAIA:A PROCRIAÇÃO E AS OBRAS PÚBLICAS

Os líderes do PSD passam, mas a Festa do Pontal permanece. O líder do PSD/Algarve não esconde o desagrado com a recusa de Manuela Ferreira Leite em participar no evento do partido a 14 de Agosto.

Mendes Bota
O líder do PSD/Algarve realça que a Festa do Pontal existe independentemente dos líderes.
«A festa do Pontal continua, começou há 33 anos, com Francisco Sá Carneiro e há-de continuar seguramente. Os líderes passam, mas a festa continua», defende Mendes Bota.
O líder da distrital do Algarve adianta ainda que «os partidos políticos devem estar sempre atentos, activos e intervenientes».
«Um partido como o PSD não deve estar só fechado entre quatro paredes, mas deve mostrar na rua a sua força e o seu poder», prosseguiu.
Mendes Bota fez saber que Manuela Ferreira Leite recusou o convite para a Festa do Pontal, porque recusou fazer qualquer outra intervenção de fundo para além daquela que tem agendada para Setembro na Universidade de Verão do PSD.
O principal orador da festa será, assim, o histórico social-democrata, Ângelo Correia.