Estátua de Vímara Peres-Porto

Estátua de Vímara Peres-Porto
Lança,escudo,elmo e armadura-escultura de Barato Feyo-do Livro Porto Património Cultural Da Humanidade de Manuel Dias e André Fregitzer
--------------------------------------------------------------------------------

PROTECÇÃO CONTRA A DITADURA

PROTECÇÃO CONTRA A DITADURA

JÁ ESTAMOS EM DITADURA?

JÁ ESTAMOS EM DITADURA?

POR PROPOSTA DE FERREIRA LEITE A DEMOCRACIA ESTÁ SUSPENSA 6 MESES

Por qué no te callas? Desde que Manuela Ferreira Leite chegou a líder do PSD que nunca sabemos o que ela pretende dizer cada vez que fala, entendemo-la perfeitamente, conseguimos repetir tudo o que disse para temos de nos abster no momento de a interpretar ou tirar conclusões. Temos de esperar um ou dois dias para, em função das sondagens de opinião ou das reacções da opinião pública, ouvirmos alguém do PSD, o secretário-geral ou o líder parlamentar, dizer-nos o que a líder pretendia dizer. Isso sucedeu logo com o seu discurso de encerramento do congresso que a confirmou na liderança do PSD, como nessa altura a máquina ainda não estava adaptada ao discurso da nova líder andámos mais de uma semana a tentar interpretar qual a opinião de MFL em relação às obras públicas, na ocasião Morais Sarmento ainda fez um esforço para esclarecer que eram apenas alguns projectos que estavam em causa, mas depois de várias contradições foi a própria MFL que esclareceu que eram todas as obras. Desde então, cada vez que MFL abre a boca é certo que no dia seguinte alguém vem esclarecer o que a líder do PSD pretendia dizer. Sucedeu, por exemplo, com a sua posição em relação ao salário mínimo, disse que era contra para dois dias depois alguém esclarecer que as suas declarações tinham sido mal interpretadas, o contra era um talvez muito próximo do sim. Agora o disparate foi maior, MFL disse com ar muito sério que o ideal era suspender a democracia durante seis meses, disse-o com o ar mais sério deste mundo, sem alterar a expressão do rosto e sem o mais pequeno sinal de ironia, Afinal, esclarece um secretário-geral do PSD indignado, que a líder do PSD estava a ironizar. Bem, não conheço muito bem o estilo de MFL a contar anedotas, o que vi e ouvi não me levava a pensar que estava a ironizar. Mas quando o ministro das obras públicas disse o disparate do deserto da margem sul, não teve direito a interpretação ou contexto, o PSD foi mais longe que qualquer outro partido da oposição e produziu outdoors com camelos que afixou na margem sul. Mas deixemos os duplos critérios do PSD, já sabemos que a actual líder é a pessoa mais séria e rigorosa deste mundo, ainda que o seu problema seja não se limitar a usar na boca nas refeições, até parece que quando come a ligação é ao estômago e quando fala em vez de a boca se ligar ao cérebro estabelece uma ligação directa ao intestino grosso. Temos portanto uma candidata a primeiro-ministro que não diz quais são as suas propostas é porque não quer que o país beneficie delas sendo aplicadas por um governo que não seja do seu partido, e quando fala não pode ser levada a sério enquanto não vier alguém divulgar as notas explicativas ou dizer o que efectivamente pretendia dizer. O secretário-geral do PSD que costumava ter como função mandar as facturas da propaganda para as empresas e obras públicas, passou a desempenhar as funções de tradutor-intérprete oficial de MFL. Se a lide do PSD disser branco temos de nos abster de pensar no que disse até que o secretário-geral nos esclareça se branco é preto, cinzento ou azul, já que quando a líder disse branco estava a ironizar. Começo a perceber porque razão a líder do PSD optou inicialmente pelo silêncio, era para poupar trabalho extra ao secretário-geral e ao líder parlamentar do PSD, para que em vez de se dedicarem às suas funções tenham de andar em permanente alvoroço a esclarecer o país sobre o que MFL disse de cada vez que abriu a boca. Do blog - o jumento

HOJE INTERROMPI A SUSPENSÃO PARA DEIXAR UM AVISO

Sábado, 15 de Novembro de 2008

ESTÁ EM MARCHA O PREC II - ESTÁ NOS COMPÊNDIOS LENINISTAS
O PCP e seu satélites sabem fazer isto muito bem e espero que ninguém tenha medo das ameaças de tribunal do senhor Mário Nogueira. Ou teremos de recorrer de novo a Mário Soares para ir para a rua defender a DEMOCRACIA E A LIBERDADE?"
CONVERGÊNCIA DAS FRENTES DE LUTA"

dirigida a quatro pilares:PROFESSORES, MILITARES, FUNÇÃO PÚBLICA E AGORA OS ALUNOS. Só não vê quem não quer.Como o operariado já não existe e ir para a porta das fábricas é perigoso porque provoca mais desemprego, joga-se onde o emprego é para a vida inteira.
Lamentávelmente um partido pilar da Demcracia, responsável por 13 anos de governo em 23, o PSD e a sua líder, cavalgam a onda de descontantamento, numa fase tão dificil para Portugal e para o Mundo, com a falência do neoliberalismo. É a CRISE FINANCEIRO E A CRISE ECONÓMICA, que a ganância do lucro e a Globalização selvagem provocaram. Sobre isto a lider do PSD cala-se. Sobre BPN fica muda. Sobre alternativas não divulga. Agora só fala para dizer que é preciso suspender a avaliação e experimentar outra. MAS QUAL?
nOTA: Li hoje um artigo esclarecedor de Miguel Sousa Tavares no Expresso.Carlos Pinto

O DISCURSO DA VITÓRIA

O DISCURSO

Obama: O discurso de vitória
05.11.2008 - 20h24
Boa noite, Chicago. Se ainda houver alguém que duvida que a América é o lugar onde todas as coisas são possíveis, que questiona se o sonho dos nossos fundadores ainda está vivo, que ainda duvida do poder da nossa democracia, teve esta noite a sua resposta.É a resposta dada pelas filas de voto que se estendiam em torno de escolas e igrejas em números que esta nação jamais vira, por pessoas que esperaram três e quatro horas, muitas pela primeira vez na sua vida, porque acreditavam que desta vez tinha de ser diferente, que as suas vozes poderiam fazer essa diferença.É a resposta dada por jovens e velhos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, asiáticos, nativos americanos, homossexuais, heterossexuais, pessoas com deficiências e pessoas saudáveis. Americanos que enviaram uma mensagem ao mundo, a de que nunca fomos apenas um conjunto de indivíduos ou um conjunto de Estados vermelhos e azuis.Somos e sempre seremos os Estados Unidos da América.É a resposta que levou aqueles, a quem foi dito durante tanto tempo e por tantos para serem cínicos, temerosos e hesitantes quanto àquilo que podemos alcançar, a porem as suas mãos no arco da História e a dobrá-lo uma vez mais em direcção à esperança num novo dia.Há muito que isto se anunciava mas esta noite, devido àquilo que fizemos neste dia, nesta eleição, neste momento definidor, a mudança chegou à América.Há pouco recebi um telefonema extraordinariamente amável do Senador McCain.O Senador McCain lutou longa e arduamente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e arduamente pelo país que ama. Fez sacrifícios pela América que muitos de nós não conseguimos sequer imaginar. Estamos hoje melhor devido aos serviços prestados por este líder corajoso e altruísta.Felicito-o e felicito a governadora Palin por tudo aquilo que alcançaram. Espero vir a trabalhar com eles para renovar a promessa desta nação nos próximos meses.Quero agradecer ao meu parceiro neste percurso, um homem que fez campanha com o seu coração e falou pelos homens e mulheres que cresceram com ele nas ruas de Scranton e viajaram com ele no comboio para Delaware, o vice-presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden.E eu não estaria aqui hoje sem o inabalável apoio da minha melhor amiga dos últimos 16 anos, a pedra angular da nossa família, o amor da minha vida, a próxima Primeira Dama do país, Michelle Obama.Sasha e Malia, amo-vos mais do que poderão imaginar. E merecem o novo cachorro que virá connosco para a nova Casa Branca.E embora ela já não esteja entre nós, sei que a minha avó está a observar-me, juntamente com a família que fez de mim aquilo que sou. Tenho saudades deles esta noite. Reconheço que a minha dívida para com eles não tem limites.Para a minha irmã Maya, a minha irmã Alma, todos os meus outros irmãos e irmãs, desejo agradecer-vos todo o apoio que me deram. Estou-vos muito grato.E ao meu director de campanha, David Plouffe, o discreto herói desta campanha, que, na minha opinião, concebeu a melhor campanha política da história dos Estados Unidos da América.E ao meu director de estratégia, David Axelrod, que me tem acompanhado em todas as fases do meu percurso.Para a melhor equipa alguma vez reunida na história da política: tornaram isto possível e estou-vos eternamente gratos por aquilo que sacrificaram para o conseguir.Mas acima de tudo nunca esquecerei a quem pertence verdadeiramente esta vitória. Ela pertence-vos a vós. Pertence-vos a vós.Nunca fui o candidato mais provável para este cargo. Não começámos com muito dinheiro nem muitos apoios. A nossa campanha não foi delineada nos salões de Washington. Começou nos pátios de Des Moines, em salas de estar de Concord e nos alpendres de Charleston. Foi construída por homens e mulheres trabalhadores que, das suas magras economias, retiraram 5 e 10 e 20 dólares para a causa.Foi sendo fortalecida pelos jovens que rejeitavam o mito da apatia da sua geração e deixaram as suas casas e famílias em troca de empregos que ofereciam pouco dinheiro e ainda menos sono.Foi sendo fortalecida por pessoas menos jovens, que enfrentaram um frio terrível e um calor sufocante para irem bater às portas de perfeitos estranhos, e pelos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários, se organizaram e provaram que mais de dois séculos depois, um governo do povo, pelo povo e para o povo não desaparecera da Terra.Esta vitória é vossa.E sei que não fizeram isto apenas para vencer uma eleição. E sei que não o fizeram por mim.Fizeram-no porque compreendem a enormidade da tarefa que nos espera. Porque enquanto estamos aqui a comemorar, sabemos que os desafios que o amanhã trará são os maiores da nossa vida – duas guerras, uma planeta ameaçado, a pior crise financeira desde há um século.Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos corajosos a acordarem nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para arriscarem as suas vidas por nós.Há mães e pais que se mantêm acordados depois de os seus filhos adormecerem a interrogarem-se sobre como irão amortizar a hipoteca, pagar as contas do médico ou poupar o suficiente para pagar os estudos universitários dos filhos.Há novas energias para aproveitar, novos empregos para serem criados, novas escolas para construir, ameaças para enfrentar e alianças para reparar.O caminho à nossa frente vai ser longo. A subida vai ser íngreme. Podemos não chegar lá num ano ou mesmo numa legislatura. Mas América, nunca estive tão esperançoso como nesta noite em como chegaremos lá.Prometo-vos. Nós, enquanto povo, chegaremos lá.Haverá reveses e falsas partidas. Há muitos que não concordarão com todas as decisões ou políticas que eu tomar como presidente. E sabemos que o governo não consegue solucionar todos os problemas.Mas serei sempre honesto para convosco sobre os desafios que enfrentarmos. Ouvir-vos-ei, especialmente quando discordarmos. E, acima de tudo, pedir-vos-ei que adiram à tarefa de refazer esta nação da única forma como tem sido feita na América desde há 221 anos – pedaço a pedaço, tijolo a tijolo, e com mãos calejadas.Aquilo que começou há 21 meses no rigor do Inverno não pode acabar nesta noite de Outono.Somente a vitória não constitui a mudança que pretendemos. É apenas a nossa oportunidade de efectuar essa mudança. E isso não poderá acontecer se voltarmos à forma como as coisas estavam.Não poderá acontecer sem vós, sem um novo espírito de empenho, um novo espírito de sacrifício.Convoquemos então um novo espírito de patriotismo, de responsabilidade, em que cada um de nós resolve deitar as mãos à obra e trabalhar mais esforçadamente, cuidando não só de nós mas de todos.Recordemos que, se esta crise financeira nos ensinou alguma coisa, é que não podemos ter uma Wall Street florescente quando as Main Street sofrem.Neste país, erguemo-nos ou caímos como uma nação, como um povo. Resistamos à tentação de retomar o partidarismo, a mesquinhez e a imaturidade que há tanto tempo envenenam a nossa política.Recordemos que foi um homem deste Estado que, pela primeira vez, transportou o estandarte do Partido Republicano até à Casa Branca, um partido fundado em valores de independência, liberdade individual e unidade nacional.São valores que todos nós partilhamos. E embora o Partido Democrata tenha alcançado uma grande vitória esta noite, fazemo-lo com humildade e determinação para sarar as divergências que têm atrasado o nosso progresso.Como Lincoln disse a uma nação muito mais dividida do que a nossa, nós não somos inimigos mas amigos. Embora as relações possam estar tensas, não devem quebrar os nossos laços afectivos.E àqueles americanos cujo apoio ainda terei de merecer, posso não ter conquistado o vosso voto esta noite, mas ouço as vossas vozes. Preciso da vossa ajuda. E serei igualmente o vosso Presidente.E a todos os que nos observam esta noite para lá das nossas costas, em parlamentos e palácios, àqueles que estão reunidos em torno de rádios em cantos esquecidos do mundo, as nossas histórias são únicas mas o nosso destino é comum, e uma nova era de liderança americana está prestes a começar.Aos que querem destruir o mundo: derrotar-vos-emos. Aos que procuram a paz e a segurança: apoiar-vos-emos. E a todos aqueles que se interrogavam sobre se o farol da América ainda brilha com a mesma intensidade: esta noite provámos novamente que a verdadeira força da nossa nação não provém do poder das nossas armas ou da escala da nossa riqueza, mas da força duradoura dos nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e uma esperança inabalável.É este o verdadeiro génio da América: que a América pode mudar. A nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já alcançámos dá-nos esperança para aquilo que podemos e devemos alcançar amanhã.Esta eleição contou com muitas estreias e histórias de que se irá falar durante várias gerações. Mas aquela em que estou a pensar esta noite é sobre uma mulher que depositou o seu voto em Atlanta. Ela é muito parecida com os milhões de pessoas que aguardaram a sua vez para fazer ouvir a sua voz nestas eleições à excepção de uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.Ela nasceu apenas uma geração depois da escravatura, numa época em que não havia automóveis nas estradas nem aviões no céu; em que uma pessoa como ela não podia votar por duas razões – porque era mulher e por causa da cor da sua pele.E esta noite penso em tudo o que ela viu ao longo do seu século de vida na América – a angústia e a esperança; a luta e o progresso; as alturas em que nos foi dito que não podíamos e as pessoas que não desistiram do credo americano: Sim, podemos.Numa época em que as vozes das mulheres eram silenciadas e as suas esperanças destruídas, ela viveu o suficiente para se erguer, falar e votar. Sim, podemos.Quando havia desespero e depressão em todo o país, ela viu uma nação vencer o seu próprio medo com um New Deal, novos empregos, e um novo sentimento de um objectivo em comum. Sim, podemos.Quando as bombas caíam no nosso porto e a tirania ameaçava o mundo, ela esteve ali para testemunhar uma geração que alcançou a grandeza e salvou uma democracia. Sim, podemos.Ela viu os autocarros em Montgomery, as mangueiras em Birmingham, uma ponte em Selma, e um pregador de Atlanta que dizia às pessoas que elas conseguiriam triunfar. Sim, podemos.Um homem pisou a Lua, um muro caiu em Berlim, um mundo ficou ligado pela nossa ciência e imaginação.E este ano, nestas eleições, ela tocou com o seu dedo num ecrã e votou, porque ao fim de 106 anos na América, tendo atravessado as horas mais felizes e as horas mais sombrias, ela sabe como a América pode mudar.Sim, podemos.América, percorremos um longo caminho. Vimos tanto. Mas ainda há muito mais para fazer. Por isso, esta noite, perguntemos a nós próprios – se os nossos filhos viverem até ao próximo século, se as minhas filhas tiverem a sorte de viver tantos anos como Ann Nixon Cooper, que mudança é que verão? Que progressos teremos nós feito?Esta é a nossa oportunidade de responder a essa chamada. Este é o nosso momento.Este é o nosso tempo para pôr o nosso povo de novo a trabalhar e abrir portas de oportunidade para as nossas crianças; para restaurar a prosperidade e promover a causa da paz; para recuperar o sonho americano e reafirmar aquela verdade fundamental de que somos um só feito de muitos e que, enquanto respirarmos, temos esperança. E quando nos confrontarmos com cinismo e dúvidas e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com o credo intemporal que condensa o espírito de um povo: Sim, podemos.Muito obrigado. Deus vos abençoe. E Deus abençoe os Estados Unidos da América

O HOMEM CERTO NO MOMENTO CERTO

O HOMEM CERTO NO MOMENTO CERTO

PARABÉNS PRESIDENTE BARACK BAMA

PARA OS QUE DUVIDARAM, HOJE É UMA CERTEZA

EM OBAMA PODEMOS ACREDITAR - VOTE NA MUDANÇA

obama e michele já votaram - não se pode perder 1 voto


AVÓ DE OBAMA VOTOU ANTES DE MORRER. PAZ À SUA ALMA. CUMPRIU O ÚLTIMO DEVER

Obama entre os avós maternos, Stanley e Madelyn Dunham A avó de Barack Obama, Madelyn Dunham, morreu esta madrugada, no Havai.Antes de sucumbir, durante o sono, a um cancro, a senhora votou pela internet, antes ainda da abertura das mesas eleitorais. O voto vai contar. Kevin Cronin, que chefia as eleições no Havai, já garantiu que o voto de Madelyn Dunham vai ser contabilizado. A avó de Obama, acamada, votou por correspondência, informaram as autoridades. E, esse voto, singular e único, será contabilizado como todos os outros votos feitos por correspondência, dado que Madelyn Dunham está viva à altura em que o voto foi confirmado. Amanhã, cerca de seis horas após o fecho das urnas em território continental americano, quando fecharem as mesas de voto no Havai, o voto de Madelyn Dunham simbolizará mais do que apenas um voto em Obama.

OS PRIMEIROS RESULTADOS DEFINITIVOS - VOTE OBAMA

Obama assegura duas vitóriasO candidato democrata à presidência dos Estados Unidos da América, Barack Obama, assegurou vitórias nas duas primeiras mesas de voto que já encerraram em Dixville Notch e Hart's Location, duas pequenas localidades do estado de New Hampshire, na costa Leste.
Estas duas localidades mantêm desde 1948 a tradição de serem as primeiras a votar. Em Dixville Notch, Obama venceu o seu rival republicano, John McCain, por 15 votos contra seis, enquanto em Hart's Location o senador democrata conseguiu 17 votos contra 10 de McCain.
Nas eleições presidenciais de 2000 e 2004, George W. Bush venceu as votações realizadas nestas duas localidades, sendo que em Dixville Notch é a primeira vez desde 1968 que ali ganha um candidato democrata.

UM BOM SINAL.NÃO SE PODE PARAR

UM BOM SINAL.NÃO SE PODE PARAR
que deus te guarde até ao fim barack obama

PROJECÇÕES E SONDAGENS DO PROF. CARLOS SANTOS DA UN. CATÓLICA DO PORTO

PROJECÇÕES E SONDAGENS DO PROF. CARLOS SANTOS DA UN. CATÓLICA DO PORTO
os estados e as tendências com Obama a vencedor

MAIS DE 170 JORNAIS DÃO APOIO A OBAMA

Liderança de Bush foi “falhada”
“The New York Times” apoia Obama e diz que a escolha é fácil

24.10.2008 - 10h12 PÚBLICO
O diário norte-americano “The New York Times” apoia o candidato democrata, Barack Obama, para Presidente dos Estados Unidos, num editorial publicado ontem “on-line” e hoje na edição impressa.O jornal considera em editorial que, apesar de os tempos serem difíceis para o país, “a escolha de um novo Presidente é fácil”, porque, ao fim de dois anos de “uma campanha extenuante e feia, o senador Barack Obama do Illinois provou que é a escolha certa para ser o 44º Presidente dos Estados Unidos”.E diz também que o próximo Presidente vai receber um país “à deriva” depois de oito anos de “liderança falhada do Presidente Bush”, que deixa ao seu sucessor uma herança de duas guerras, “uma imagem global manchada e um Governo sistematicamente destituído da sua capacidade para ajudar os cidadãos”.Para o jornal, referência da imprensa americana com projecção mundial, Obama mostrou “uma cabeça fria e discernimento sólido”, e acredita que “ele tem a capacidade de forjar um consenso político alargado que é essencial para encontrar as soluções para os problemas do país”.Quando a McCain, “The New York Times” diz que “retirou-se cada vez mais para as franjas da política americana, conduzindo uma campanha com base na divisão partidária, guerra de classes e até sugestões de racismo”, defendendo políticas e uma visão do mundo ancoradas no passado, oferecendo também “mais da ideologia republicana de cada um por si”.É também duramente criticada a escolha por McCain de Sarah Palin (actual governadora do Alasca) para sua vice-presidente.

OBAMA E MICHELLE A CAMINHO DA CASA BRANCA- VOTE

OBAMA E MICHELLE A CAMINHO DA CASA BRANCA- VOTE

BILL CLINTON EM ORLANDO-LUTAR ATÉ AO FIM. VAMOS GANHAR

BARACK OBAMA A CAMINHO DA CASA BRANCA

BARACK OBAMA A CAMINHO DA CASA BRANCA
UM IVRO ESPECTACULAR

MCCAINE JOGA BAIXO E ACUSA OBAMA DE EXTREMA-ESQUERDA- É O DESESPERO

OBAMA - NÃO SE PODE DESCANSAR. ATÉ DIA 4 SEMPRE EM LUTA. ELES, OS REPUBLICANOS, VÃO USAR TUDO.

PELA PAZ, PELO PROGRESSO E PELA DEMOCRACIA, VOTE OBAMA. PARA QUE A HISTORIA NÃO SE REPITA

AS CARETAS DE MCCAINN-"O VELHO, O RAPAZ E... FALTA BUSH

AS CARETAS DE MCCAINN-"O VELHO, O RAPAZ E... FALTA BUSH
FIM DO DEBATE

ELEIÇÕES NOS EUA-VOTE

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

EUA-O PERIGO DA IRRESPONSABILIDADE,A CAÇA AO VOTO E A IGNORÂNCIA. A SRA PALIN NÃO SABE QUE O MUNDO NÃO É O ALASKA;OS VOTOS A QUALQUER PREÇO E A NATO

Candidata à vice-presidência republicana
Sarah Palin diz que é preciso "manter a Rússia debaixo de olho"

A candidata republicana à vice-presidência americana Sarah Palin declarou durante a sua primeira entrevista televisiva, à cadeia ABC, que acha importante os Estados Unidos manterem “a Rússia debaixo de olho”, indicando que, se a Geórgia se juntar à NATO e Moscovo atacar novamente aquele país, os EUA entrarão em guerra com a Rússia.“Devemos manter a Rússia debaixo de olho. Porque o facto de os russos terem invadido um pequeno país democrático, sem provocações, é inaceitável”, disse Sarah Palin ao seu entrevistador, Charles Gibson, acrescentando que se Tbilissi se juntar à Aliança Atlântica e sofrer novo ataque de Moscovo, os parceiros da NATO terão que entrar em guerra com a Rússia. “É essa a regra quando se pertence à NATO. Se um outro país é atacado, é esperado que todos se juntem” no contra-ataque. “Não podemos repetir a guerra fria”, disse ainda a governadora do Alasca, que o candidato John McCain convidou para o acompanhar na corrida à Casa Branca.Na última cimeira da NATO, em Bucareste (Abril), a Croácia e a Albânia foram convidadas para se juntarem à aliança, mas a Geórgia e a Ucrânia não.Sobre o Irão, Palin declarou considerar “extremamente perigoso” para todo o Mundo o facto de haver armas nucleares sob a presidência de Mahmoud Ahmadinejad. “Devemos pressionar o Irão”, acrescentou.Interrogada sobre a legitimidade dos Estados Unidos para atacar terroristas do outro lado da fronteira afegã, no Paquistão, Palin respondeu: “Para fazer parar os extremistas islâmicos, esses terroristas que querem.

A NATO É UMA ORGANIZAÇÃO DEFENSIA E NÃO PODE SER TRANSFORMADA NO BRAÇO ARMADO DOS EUA.
A SENHORA PALIN FALA DEMAIS E NÃO SABE O QUE DIZ. É UM PERIGO PARA OS EUA E PARA MUNDO.

PS - ALBERTO MARTINS ESCLARECE ATERAÇÕES AO ESTATUTO DOS AÇORES


O TERMÓMETRO POLÍTICO CONTINUA A SUBIR. O SENHOR PR RECORRE A ENTREVISTA PARA CONDICIONAR PARLAMENTO?


Entrevista ao Presidente da República
Cavaco Silva: "Posso vetar politicamente o Estatuto dos Açores depois de corrigido das inconstitucionalidades"

José Manuel Fernandes(Público)
Se a Assembleia da República não alterar o Estatuto dos Açores de forma a acolher as dúvidas que Cavaco Silva comunicou ao país a 31 de Julho, este pode pedir a fiscalização sucessiva da constitucionalidade do diploma ou mesmo vetá-lo politicamente. Em entrevista ao PÚBLICO revela que falou várias vezes com meia dúzia de dirigentes partidários, da maioria e da oposição, e estes lhe "manifestaram uma grande compreensão", dando "a entender que alterariam o diploma". Exactamente o contrário do que sucedeu e do que pode voltar a suceder, pelo menos nalguns pontos, quando a lei regressar, este mês, à Assembleia da República para ser expurgada de várias inconstitucionalidades.No dia 31 de Julho, quando o país estava de férias ou a partir para férias, fez uma comunicação ao país rodeada por algum dramatismo e que suscitou muita especulação. Porque tomou essa iniciativa inédita no seu mandato?Porque não podia, em consciência, deixar de falar ao país sobre algumas normas do Estatuto dos Açores, pois elas punham em causa o equilíbrio de poderes entre os órgãos de soberania, equilíbrio que é um dos pilares do nosso sistema político. Algumas normas impunham restrições ao exercício dos poderes por parte do Presidente da República que não constam da Constituição. Mas mais importante ainda do que as normas era o precedente que se criava. Para mim, a palavra-chave da comunicação é mesmo essa: precedente. Ou seja, permitir-se, por lei ordinária, introduzir limites ao exercício de competências de um órgão de soberania. Penso que nunca, na nossa democracia, se procurou, por lei ordinária, limitar as competências do Presidente, pelo que não exerceria bem o meu mandato se ficasse calado. Aceitar o precedente seria aceitar que no futuro este fosse invocado para impor outras restrições ao exercício dos poderes do Presidente da República. Tratando-se de um precedente, e tendo ele a ver com os poderes constitucionais do PR, porque não colocou também à consideração do Tribunal Constitucional os pontos que referiu na sua mensagem?Entendi que se tratava de uma discordância de natureza político-institucional que devia assumir por inteiro, dando a cara, e não através de terceiros. A minha discordância era tão forte que tinha de ser eu a assumi-la.Mas então porque não enviou antes uma mensagem à Assembleia, como na altura muitos comentadores sugeriram?Porque não o podia fazer no quadro da tramitação a que estão sujeitas as leis vindas da Assembleia para promulgação. Como o Tribunal Constitucional considerou inconstitucionais algumas das normas do Estatuto, o Presidente está obrigado por lei a vetar o diploma e a enviar uma mensagem à AR, como enviei, dizendo que o fazia por motivos de inconstitucionalidade. Na mesma mensagem o Presidente não pode acrescentar as suas reservas políticas. A minha alternativa era esperar que a lei fosse expurgada das inconstitucionalidades pela Assembleia, lá para o fim de Setembro, altura em que então poderia exercer o meu direito de veto político. Para evitar atrasos e por dever de transparência relativamente à Assembleia, entendi que, no momento em que devolvia o estatuto, tinha a obrigação de revelar as minhas discordâncias políticas para que os deputados, se o assim o entenderem, possam, ao mesmo tempo, corrigir as inconstitucionalidades e considerar, ou não, as minhas observações e dúvidas. O Presidente, convém recordar, só pode fazer dois tipos de mensagens sobre leis vindas da Assembleia para promulgação: aquela em que explica as razões de um eventual veto político e aquela em que, promulgando a lei, comunica à Assembleia que há pontos em que discorda das opções tomadas. O Presidente não pode enviar mensagens à Assembleia da República em que enuncia as condições em que pode promulgar uma lei em vez de a vetar. Por isso, para revelar as minhas objecções políticas, só me restava a fórmula de uma mensagem ao país e que, por essa via, passaria a ser do conhecimento dos dirigentes políticos e dos deputados. Mesmo assim, regresso a uma questão anterior: porque não recorreu ao Tribunal Constitucional, já que, se este visse inconstitucionalidades nos mesmos pontos, a Assembleia só poderia insistir neles reunindo uma maioria de dois terços, ao passo que pode ultrapassar o seu eventual veto político apenas com uma maioria simples?Posso sempre pedir a fiscalização sucessiva do diploma. Mas insisto que se trata de uma questão político-institucional. O que é que pensariam os meus sucessores se eu não me tivesse oposto à criação deste precedente? Se ele for criado, será que no futuro não poderá ser invocado para voltar a limitar este ou aquele poder do Presidente da República?Ao falar no dia 31 de Julho, criou uma expectativa que muitos consideraram desproporcionada...Não tinha outro dia em que pudesse falar. O Tribunal Constitucional anunciou a sua decisão a 29 de Julho, à tarde; no dia 30 estudei o acórdão; no dia 31 elaborei a mensagem em que devolvi o diploma à Assembleia por razões de inconstitucionalidade. Ora era nesse mesmo dia que devia revelar as minhas outras objecções ao estatuto. Não tinha escolha, pois enviei o estatuto para o TC a 4 de Julho, logo após recebê-lo da Assembleia, e o tribunal utilizou os 25 dias que a lei estabelece para cada apreciação. Não podia ter actuado mais depressa. Outra questão é verificar que o estatuto esteve na Assembleia mais de seis meses...Na mensagem refere que, em devido tempo, alertou vários dirigentes políticos para a questão. Viu-se que sem sucesso. Também alertou dirigentes dos partidos da oposição, que acabariam por ajudar a aprovar o diploma por unanimidade?O diálogo entre o Presidente e o Governo sobre diplomas do Governo é relativamente fácil, mas não existe diálogo entre o Presidente e os partidos parlamentares sobre as leis em debate na Assembleia. O que pode existir são conversas mais ou menos informais com dirigentes políticos sobre esses diplomas. Essas conversas tive-as com dirigentes políticos da maioria e da oposição, por mais de uma vez e ao longo do período de seis meses em que o estatuto esteve na AR. E todos aqueles com quem falei chamando a atenção para a gravidade de certas normas que afectavam o equilíbrio de poderes manifestaram uma grande compreensão e deram-me a entender que alterariam o diploma. Convenci-me, porque as conversas foram sempre no mesmo sentido, que os problemas seriam resolvidos antes do dia da votação. Não foi isso que aconteceu.E não aconteceu porque há eleições regionais em Outubro nos Açores?Tenho dificuldade em perceber por que é que as minhas reservas não foram acolhidas face às conversas que ocorreram. Talvez os que estiveram na comissão em que se debateu na especialidade possam explicar o que se passou. Não quero especular, mas não me admiraria que a proximidade das eleições possa ter tido alguma influência.Não receia que o seu gesto se transforme em tema de campanha nos Açores?Fui muito cuidadoso na linguagem, porventura até tornando a mensagem difícil de entender por muitos portugueses, mas tinha de ter o cuidado de utilizar uma linguagem jurídica, pois, caso venha a ter de vetar politicamente o diploma depois de ser corrigido das inconstitucionalidades, terei de utilizar uma linguagem semelhante. Este foi o tempo em que o estatuto me chegou às mãos para promulgação. Se a questão for tratada com seriedade, não deve ser tema de campanha.Não foi exagerada a expectativa criada no dia 31? Não podia ter revelado logo qual o tema da mensagem?Nunca imaginei que iriam surgir tantas especulações. Por duas razões: a primeira é que, quando enviei o diploma para o TC, referi no comunicado que publiquei que tinha sérias reservas político--institucionais sobre outras normas para além daquelas sobre as quais pedia a fiscalização da constitucionalidade, dando a entender que em momento oportuno as revelaria; a segunda é que, durante as conversas informais que fui tendo com mais de meia dúzia de dirigentes políticos ao longo dos meses, disse--lhes que considerava o precedente tão grave que não deixaria de fazer uma comunicação ao país se o projecto fosse para diante tal como estava. Tendo eu sido tão claro e transparente, achei que os políticos e os analistas facilmente descortinariam o tema da comunicação. Até porque presumo que a minha posição não era só do conhecimento de políticos do continente. Enganei-me em relação à especulação que se gerou, mas pelo menos uma coisa consegui: os agentes políticos que já estavam na praia prestaram alguma atenção à minha comunicação. A posteriori, talvez tenha cometido um erro, mas nunca previ, pelas razões citadas, que não se deduzisse facilmente qual o tema que iria abordar. Estava no comunicado, tinha sido dito a mais de meia dúzia de dirigentes políticos...Ao falar de um precedente também está a referir-se ao que poderia vir, a seguir, da Madeira?O presidente do Governo Regional da Madeira declarou que estava a seguir atentamente o comportamento da AR em relação ao Estatuto dos Açores, mas para mim o importante é que não estabeleço qualquer distinção entre as regiões dos Açores e da Madeira. Se estivesse em causa o Estatuto da Madeira, a minha posição seria exactamente a mesma. Agora o que considero totalmente absurdo e ilegítimo foram as insinuações que alguns fizeram de que se tratava de um ataque à autonomia regional. Já dei provas, ao longo da minha vida política, de que respeito e defendo as autonomias, que considero um dos sucessos da nossa democracia. E é preciso que se diga que as normas que me suscitam as maiores reservas em nada afectam a autonomia, ao contrário do que foi insinuado. O que está essencialmente em causa é o poder do Presidente para dissolver a Assembleia Regional dos Açores. A Constituição prevê que sejam ouvidos os partidos e o Conselho de Estado, o estatuto acrescentava a Assembleia Regional, o presidente do Governo Regional e os grupos e representações parlamentares regionais. Podia dar-se o caso de ter de consultar três vezes o presidente do Governo Regional: como membro do Conselho de Estado, na delegação do seu partido e ainda como titular desse cargo. Nem em caso de dissolução da Assembleia da República isso é exigido. Um Presidente só dissolve uma Assembleia Regional em situações muito excepcionais.Ora, o que não aceito é a utilização da autonomia regional como arma de arremesso político ou como instrumento de demagogia. Ou como razão para desrespeitar a Constituição, que eu jurei cumprir e fazer cumprir, criando um precedente que põe em causa o equilíbrio de poderes que a caracteriza. Mais: esta alteração no Estatuto dos Açores resulta da revisão constitucional de 2004, em que se consagrou um conjunto de avanços nas autonomias regionais. A questão que então se pode colocar é por que motivo é que a revisão do estatuto só foi feita em 2008, próximo do acto eleitoral? Porque não foi feita em 2005, ou 2006, ou 2007? Não sei, apenas constato que foi escolhida a proximidade das eleiçõesMas agora a palavra pertence de novo aos deputados. Tenho manifestado sempre um grande respeito pela Assembleia da República, mas não posso deixar de defender aquilo que, em consciência, considero ser da maior importância e de cumprir o juramento que fiz de defender a Constituição.Quando falou, muitos portugueses partiam de férias preocupados com a situação económica. Eles talvez estivessem à espera de uma palavra sua e terão ficado desiludidos com uma mensagem que, como referiu, tem um conteúdo jurídico que nem todos compreenderão. Esta sua decisão não pode diminuir o alcance de futuras comunicações ao país?Penso que, fora das ocasiões em que tradicionalmente se dirigem ao país - pelo 25 de Abril, pelo 10 de Junho, pelo 5 de Outubro e na mensagem de Ano Novo -, nenhum Presidente, nos últimos vinte e tal anos, falou ao país sobre a gravidade da situação económica. Quando fizeram alguma comunicação ao país, penso que foi sempre sobre questões políticas e institucionais relevantes. Se tivesse feito agora uma comunicação sobre a situação económica do país, estaria a cometer um erro político, um erro de alguma gravidade. Não estaria a ajudar o país a vencer as suas dificuldades.Não houve nenhuma relação causal entre as várias decisões de promulgação ou veto que teve de tomar durante este Verão (e foram muitas)?Não. Este é um assunto muito específico e com uma importância particular, único no seu alcance político-institucional.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

PS PORTO EM CAMPANHA ELEITORAL-OUVIR OS MILITANTES

Lordelo do Ouro
Pedro Baptista
Debate com militantes, simpatizantes e eleitores
Sábado, dia 13 de Setembro
17 horas
Auditório da Junta de Freguesia

DEMOCRACIA POR CORRESPODÊNCIA - PARTE II-PS RESPONDE À LETRA A FERREIRA LEITE E DE VIVA VOZ

O PS considerou hoje "lamentável" o ataque do PSD à perspectiva de acabar com o voto por correspondência dos emigrantes em eleições legislativas, alegando que essa alteração pretende defender a "verdade democrática" e eliminar os "sindicatos de voto".

"É lamentável a declaração [da presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite], porque revela medo da vontade democrática. O projecto do PS sobre a lei eleitoral para a Assembleia da República tem um objectivo muito claro: garantir a verdade democrática, a transparência e rigor nos actos eleitorais", declarou o presidente do Grupo Parlamentar do PS, Alberto Martins.
Antes, em conferência de imprensa, a presidente do PSD tinha acusado o PS de querer distorcer o voto da emigração nas legislativas, proibindo o voto por correspondência, e prometeu apelar "a todas as instâncias" para impedir essa alteração legislativa.
Em causa está um projecto do PS de alteração da lei eleitoral para a Assembleia da República que foi apresentado em Julho. Na semana passada, a discussão do projecto do PS foi agendada para a sexta-feira da próxima semana, dia 19.
Numa declaração à comunicação social, que não tinha tema anunciado, Manuela Ferreira Leite protestou por o PS querer alterar "de forma unilateral" esse ponto da lei eleitoral para a Assembleia da República, que não implica uma maioria de dois terços.
Na resposta à líder social-democrata, o presidente da bancada socialista contrapôs que "o voto por correspondência não responde de forma rigorosa a uma exigência constitucional de pessoalidade".
"Só o voto presencial assegura esse rigor, transparência e fiabilidade. O PS quer que os emigrantes portugueses tenham participação regular, constante e rigorosa nos actos eleitorais e foi nesse sentido que em 2000 se aprovou uma lei eleitoral para o Presidente da República com a exigência do voto presencial", referiu Alberto Martins.
Segundo Alberto Martins, com a alteração agora proposta em relação à lei eleitoral para a Assembleia da República "está a fazer-se o mesmo que foi feito com êxito para a eleição do Presidente da República em 2000".
"Isto significa que os emigrantes portugueses vão poder participar ao lado de quaisquer tentativas ínvias de sindicatos de voto na verdade democrática", declarou.
O presidente do Grupo Parlamentar do PS referiu depois que, se a alteração dos socialistas for aprovada, tal como já acontece na eleição do presidente da República, os emigrantes vão poder votar nas secções consulares, nas delegações externas dos ministérios, nas instituições públicas portuguesas existentes no estrangeiro e, eventualmente, em outros locais em que esteja garantida a fiscalização do voto por parte de dois partidos ou coligações concorrentes aos actos eleitorais.
Interrogado sobre uma eventual redução da participação dos emigrantes nas eleições legislativas, na sequência da alteração proposta pelo PS, Alberto Martins respondeu que "a verdade democrática e o apelo à participação são valores do sistema democrático".
"Não há participação contra verdade democrática. Há verdade democrática, mais apelo a uma participação maior", argumentou.
Questionado sobre se o PS tem provas da existência de sindicatos de voto nos círculos da emigração em eleições legislativas, Alberto Martins deu a seguinte resposta: "o PS quer rigor nos procedimentos e verdade".
"O voto não presencial permite que o voto não seja secreto. Permite a possibilidade de sindicatos de voto, que queremos afastar", acrescentou.

PARA A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SERVE E PARA AS LEGISLATIVAS NÃO?
QUE RAIO DE RIGOR DEMOCRÁTICO É ESTE?

UMA DEMOCRACIA POR CORRESPONDÊNCIA E UMA OPOSIÇÃO POR COMUNICADOS. AO QUE ISTO CHEGOU!!!

A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, acusou hoje o PS de querer distorcer o voto da emigração nas legislativas proibindo o voto por correspondência e prometeu apelar "a todas as instâncias" para impedir essa alteração legislativa.

Em causa está um projecto do PS de alteração da lei eleitoral para a Assembleia da República que foi apresentado em Julho. Na semana passada, a discussão do projecto do PS foi agendada para a sexta-feira da próxima semana, dia 19.
Numa declaração à comunicação social, que não tinha tema anunciado, Manuela Ferreira Leite protestou por o PS querer alterar "de forma unilateral" esse ponto da lei eleitoral para a Assembleia da República, que não implica uma maioria de dois terços.
Referindo que o voto por correspondência dos emigrantes "é talvez o triplo" do voto presencial, a presidente do PSD acusou os socialistas de agirem com "objectivos políticos no sentido de distorcer o resultado das eleições dos deputados da Europa e de fora da Europa na medida em que passam a ser deputados eleitos com meia dúzia de votos".
"Desde já afirmo que o PSD se opõe a esta alteração, que votará contra e que apelará a todas as instâncias para que esta lei não prossiga. Uma lei destas não pode ser aprovada", acrescentou Manuela Ferreira Leite, que falava na sede nacional do PSD.


agora a senhora pensa que manda na assembleia da república? ENTÃO OS DEPUTADOS O QUE ESTÃO LÁ A FAZER?
E O SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLCA JÁ NÃO É QUEM DECIDE A PROMULGAÇÃO?
E O TRIBUNAL CONSTITUCIONAL PARA QUE SERVE?
OS VOTOS PARA A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA NÃO CONTARAM?
A líder do PSD quando faz comuncados dá nisto.
Carlos Pinto

ALEGRE SEMPRE ATENTO


CIENTISTAS MAIS ABERTOS, EXPLICAM AO MUNDO AS SUAS EXPERIÊNCIAS

A máquina de regressar ao Big BangSucesso na primeira tentativa de funcionamento do maior acelerador do mundo
�
A primeira tentativa de fazer circular um feixe de milhões de protões no acelerador LHC, o mais potente do mundo, começou às 08h30 de Lisboa (07h30 GMT), no Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN).
Minutos depois efectuou-se uma segunda tentativa de injectar protões, informaram responsáveis do CERN. O objectivo hoje é conseguir que as partículas dêem uma volta completa ao enorme túnel de 27 quilómetros que constitui o Grande Acelerador de Hadrões (LHC na sigla inglesa), antes de realizar experiências com colisões de protões, para tentar identificar novas partículas elementares. A evolução dos acontecimentos hoje é, no entanto, desconhecida, reconheceu numa conferência de imprensa Lyn Evans, director do projecto do LHC. "Não sabemos de quanto tempo vamos precisar" para conseguir que circulem os protões de forma estável, disse. O primeiro lançamento de partículas até ao acelerador fez-se no sentido das agulhas do relógio, explicou Evans. "Vamos confirmando que cada um dos elementos da máquina funciona, um por um", acrescentou. De qualquer forma, hoje não se farão lançamentos em sentidos opostos, pelo que não se produzirão colisões de partículas. Depois desta primeira tentativa saber-se-á se o maior acelerador de partículas do mundo funciona, mas os primeiros choques de protões apenas se produzirão daqui a alguns meses, altura em que se iniciará a obtenção de dados. Experiência científica do séculoO LCH, um projecto faraónico que juntou milhares de cientistas do mundo durante 20 anos, procura simular os primeiros milésimos de segundo do Universo, há cerca de 13,7 mil milhões de anos atrás, e é considerado a experiência científica do século. Desde 1996, o CERN construiu, 100 metros debaixo da terra, perto de Genebra, na Suíça, um anel de 27 quilómetros, arrefecido durante dois anos para atingir 271,3 graus negativos.À volta deste anel estão instalados quatro grandes detectores, no interior dos quais vão produzir-se colisões de protões numa velocidade próxima da da luz. Em plena força, 600 milhões de colisões por segundo irão gerar uma floração de partículas tal como aconteceu no início do mundo, algumas das quais nunca puderam ser observadas. No entanto, só daqui a alguns meses, quando se comprovar a evolução do funcionamento, é que haverá colisões de partículas e estarão criadas as condições para o estudo de novos fenómenos, através da recriação das condições que se produziram instantes depois do Big Bang. O objectivo final desta grande experiência é poder dar resposta a muitas perguntas sobre a origem do Universo, entender por que a matéria é muito mais abundante no Universo do que a anti-matéria, e chegar a descobertas que "mudarão profundamente a nossa visão do Universo", segundo o director do CERN, Robert Aymar. Uma das aspirações dos cientistas é encontrar o hipotético bosão de Higgs, uma partícula que nunca foi detectada com os aceleradores existentes, muito menos potentes que o LHC.

E A TAP AGUENTA ESTES PREÇOS?



Empresas
Bilhetes de ida da TAP para a Europa a 64 euros
A TAP vai disponibilizar bilhetes de ida para 35 destinos europeus a 64 euros, numa tentativa de contrariar as companhias de baixos custos que operam em Portugal. As taxas estão todas incluídas, mas estes preços estão apenas disponíveis para compras na Internet

raynair RESPONDE COM BILHETES A €1.
a sEGURANÇA MANTÉM-SE?
lá vai a tgv ficar por fazer.

UMA PEQUENÍSSIMA FATIA DO ORÇAMENTO DA PAC DÁ PARA PAGAR TUDO. NÃO DEVE HAVER DISTINÇÃO NAS CRIANÇAS.


Proposta de Capoula Santos
Fruta gratuita nas escolas
Estima-se que, na Europa, 22 milhões de crianças sofrem de excesso de peso e mais de 5 milhões são obesas.
Capoula Santos propõe que seja dada prioridade à produção comunitária em detrimento de frutas importadas de países terceiros
Capoula Santos defendeu a distribuição gratuita de fruta nas escolas, revela hoje uma nota de imprensa da delegação portuguesa do Grupo Socialista no Parlamento Europeu.
O eurodeputado, que falava na Comissão de Agricultura do Parlamento Europeu, justificou a sua proposta "tendo em conta a importância de que se pode revestir a habituação ao consumo de fruta, desde tenra idade, para a saúde e o combate à obsidade infantil".
Capoula Santos manifestou-se ainda a favor de que "o universo de crianças a abrangerem cada Estado-membro corresponda ao período de escolaridade obrigatória", contestando a possiblidade dos custos com a aplicação desta medida poderem vir a ser cofinanciados pelos Estados-membros ou pelas famílias dos beneficiários.
Relativamente às adjudicações, o eurodeputado socialista propõe que seja dada prioridade à produção comunitária em detrimento de frutas importadas de países terceiros.
Estima-se que, na Europa, 22 milhões de crianças sofrem de excesso de peso e mais de 5 milhões são obesas.

EUA - PASSAM HOJE SETE ANOS QUE OS TERRORISTAS ATACARAM COBARDEMENTE


Sete anos depois, Hector Garcia volta a participar nas cerimónias de homenagem às vítimas dos atentados de 11 de Setembro nos Estados Unidos. Com uma fotografia da filha Marlyn, que morreu nos ataques a Nova Iorque...Fotografia: Patti Sapone/The

COMO NÃO HÁ OPOSIÇÃO AO GOVERNO, EMPOLAM-SE POSIÇÕES POLÍTICAS PARA PREENCHER ESPAÇO JORNALISTICO. QUE TRISTE PAÍS ESTE!!!


Segurança: Atrasos na aprovação e regulamentação de leis são da responsabilidade do Governo - O ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, afirmou hoje que, quando se verifica um atraso na aprovação de legislação e sua posterior regulamentação, o verdadeiro responsável é o Governo, porque tem a iniciativa do processo legislativo.
As declarações de Pedro Silva Pereira foram proferidas no final no Conselho de Ministros, após a agência Lusa o ter questionado sobre a razão de o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, ainda não ter dado explicações detalhadas sobre os factores que estiveram na origem dos atrasos na aprovação e regulamentação da Lei Orgânica da GNR.
"Quando o Governo diz que houve um atraso na aprovação da legislação e na sua regulamentação, quem é verdadeiramente responsável pela iniciativa do processo legislativo é o Governo, não é mais ninguém", vincou o titular da pasta da Presidência.
Na resposta à pergunta, Pedro Silva Pereira aproveitou para reiterar que o ministro da Administração Interna, na terça-feira, no Parlamento, não pretendeu responsabilizar o Presidente da República por atrasos na aprovação e regulamentação da Lei Orgânica da GNR.
"Quando o ministro da Administração Interna fez as declarações no Parlamento disse, com muita cautela - e isso é citado pela generalidade da comunicação social -, que não pretende atribuir responsabilidades a ninguém. Ora, é um exercício especulativo e contrário ao sentido das declarações do ministro interpretar que ele atribuiu responsabilidades a alguém quando ele precisamente não atribuiu responsabilidades a ninguém", advogou o ministro da Presidência.
Para Pedro Silva Pereira, "nem o ministro [da Administração Interna] disse aquilo que alguns jornais disseram que ele disse, nem se pode inferir daí qualquer conclusão perturbadora no que respeita às relações institucionais entre o Governo e a Presidência da República".
Nas suas respostas a questões colocadas por jornalistas, o ministro da Presidência justificou os motivos que levaram tanto a Presidência da República, como o Ministério da Administração Interna, a emitir comunicados oficiais sobre a controvérsia provocada pelas declarações de Rui Pereira.
"Na sequência de notícias especulativas saídas na imprensa de quarta-feira, felizmente não acompanhadas pela restante comunicação social, quer o Governo, quer o Presidente da República, sentiram a necessidade de dar esclarecimentos públicos - o que me parece perfeitamente normal", advogou.

A FRASE DA SEMANA

a frase
"Manuela Ferreira Leite é, em todos os aspectos, e com perdão da palavra, um frigorífico. Com outro revés: não possui nenhuma ideia nova, não apresenta nenhum projecto, não expressa nenhuma característica de mudança".
Baptista-Bastos, "Diário de Notícias",

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

PSD - ANTÓNIO BORGES FALA DO QUE NÃO SABE, LEVA A RESPOSTA PRONTA. É O NOVO PSD: SO´ACERTA QUANDO NÃO FALA


Jaime Silva não ficou surpreendido com críticas do PSD


O ministro da Agricultura não se mostrou, esta quarta-feira, surpreso com as críticas do PSD e frisou que não conhece qualquer ideia dos social-democratas para o sector. Questionado pela TSF, JAime Silva disse ainda que «às vezes o silêncio é melhor do que o que se fala».

O ministro da Agricultura, Jaime Silva, não se mostrou surpreendido com as críticas feitas esta quarta-feira pelo PSD e destacou que não conhece qualquer ideia dos social-democratas para a agricultura portuguesa.
«Não fico surpreendido com o que sai da nova direcção do PSD. Mas acho surpreendente que António Borges fale em subsídios. Aliás eu gostaria de saber qual é o plano do PSD para a agricultura, já que é a primeira vez que falam no assunto», disse o governante, à margem da apresentação do Projecto Douro, em Lisboa.
O PSD acusou Jaime Silva de tomar medidas «extremamente lesivas» para os agricultores portugueses e anunciou que irá pedir explicações ao ministro.
«Temos a obrigação de pedir explicações, constantemente», afirmou o vice-presidente do partido, António Borges, sem esclarecer, no entanto se é intenção do partido chamar o ministro ao Parlamento.
No âmbito do PRODER, o social-democrata acusou o Executivo de «ao fim de dois anos de aplicação do programa, existirem sectores importantes que não estão sequer regulamentados».
«O PSD quando fala do PRODER está mal informado. Há uma “decalage” entre aquilo que o PSD disse e o que é a realidade», defendeu Jaime Silva, acrescentando que «às vezes o silêncio é melhor do que o que se fala».
Quanto à hipótese de o PSD pedir a sua presença na Assembleia da República, Jaime Silva respondeu estar «sempre disponível», bem como para ouvir o programa dos social-democratas para o sector.

BAIXAM AS TEMPERATURAS, MAS O VERÃO POLÍTICO ESTÁ A AQUECER

PR: Cavaco recusa responsabilidades no "retardamento de concretização de medidas de governo"
O Presidente da República, Cavaco Silva, considerou hoje que o exercício dos poderes que lhe são constitucionalmente atribuídos não pode ser entendido como “factor de atraso na entrada em vigor de diplomas”, nem “justificar o retardamento da concretização de medidas de governo”.

SE HÁ "ERROS GROSSEIROS" DA IGF, QUE SE CLARIFIQUEM IMEDIATAMENTE

Urbanismo: Relatório da IGF diz que há demasiada construção em Matosinhos, autarquia contesta
Porto, 10 Set (Lusa) -
O Plano Director Municipal (PDM) de Matosinhos reserva demasiado espaço para construção afirma a Inspecção-Geral de Finanças (IGF) num relatório que a autarquia sustenta conter "erros grosseiros".
O relatório refere também que foram violadas as normas em oito processos de licenciamento,
Nas considerações gerais a um relatório de auditoria à gestão urbanística de Matosinhos, referente aos anos de 2003 a 2006, a IGF refere que no PDM há um "sobredimensionamento excessivo" de áreas para futura expansão e reconversão urbanística.
A IGF sublinha, por outro lado, que apenas 2,8 por cento da área total de solo urbano e urbanizável, prevista no PDM, é abrangida por planos municipais de ordem inferior.
Os inspectores afirmam terem constatado a nulidade de oito processos de licenciamento, por violação dos artigos 10º ou 11º do PDM, relativos aos índices de construção.
Assinalam-se, ainda, taxas de cobertura de redes públicas de abastecimento de água e de drenagem de águas pluviais da ordem dos 33 por cento, bem como a carência de áreas para equipamentos e espaços verdes.
Em declarações à Lusa, o presidente da Câmara de Matosinhos, o socialista Guilherme Pinto, contestou já as conclusões do relatório, que disse enfermar de "erros grosseiros".
Um deles é, segundo o autarca, o referente às taxas de cobertura das redes de abastecimento de água e drenagem de águas pluviais, que garante serem de 100 e 80 por cento, respectivamente.
A credibilidade de "todo o relatório pode-se aferir por isto", sublinhou o presidente da Câmara de Matosinhos.
Guilherme Pinto assegurou, contrariando a tese dos inspectores, que há um espaço verde fruível, a menos de 300 metros de qualquer habitação e equipamentos sociais em todas as freguesias.
Reportando-se ao alegado excesso de áreas com capacidade construtiva, previstas no PDM, o autarca recordou que aquele instrumento de planeamento data já de 1992, sendo "um dos primeiros a ser aplicado no país".
"Foi muito elogiado na altura", recordou.
O autarca acrescentou que "estão agora a ser considerados, em sede de revisão, os necessários ajustes face à evolução do concelho e do próprio conceito de planeamento".
Numa referência à alegada violação dos artigos 10º ou 11º do PDM, na aprovação de oito processos de licenciamento, Guilherme Pinto assegura que a constatação "resulta, em todos os casos, de uma interpretação errónea das normas".
A Câmara Municipal de Matosinhos "discorda das conclusões relativas à nulidades apontadas" e "aguardará pela decisões dos tribunais a quem compete decidir esta matéria", disse.
O autarca contestou a propalada falta de planos municipais de ordem inferior ao do PDM, referindo que a câmara tem actualmente quatro planos plenamente eficazes, outros quatro em fase de aprovação e com inquérito público concluído, bem como mais 12 em fase de elaboração.

A SENHORA VEREADORA NÃO SABE CONTROLAR OS PRAZOS


QREN: CML investiga atraso de candidatura
A Câmara Municipal de Lisboa (CML) ordenou a realização de um inquérito interno para apurar responsabilidades sobre as falhas nas candidaturas a fundos comunitários do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), para financiar a construção e requalificação de escolas.
A vereadora com o pelouro da Educação, Rosália Vargas, anunciou o inquérito no período antes da ordem do dia na reunião de câmara desta quarta-feira, mas minimizou a questão lembrando que as candidaturas vão avançar na segunda fase do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).As candidaturas em causa diziam respeito a dois projectos de ampliação - Escola Básica do 1º Ciclo das laranjeiras e Jardim-de-Infância de Alvalade - e à construção de raiz de um estabelecimento de ensino no Bairro do Armador, cuja primeira pedra foi lançada numa cerimónia em finais de Junho. Cada projecto aprovado recebe um máximo de 800 mil euros de fundos comunitários.As falhas na primeira fase do QREN estendem-se também às autarquias do Seixal e do Barreiro, que também não conseguiram entregar a tempo as respectivas candidaturas. A primeira fase do concurso para a requalificação da rede escolar do primeiro ciclo da região de Lisboa decorreu entre 18 de Janeiro e 30 de Junho, com uma participação comunitária de oito milhões de euros.

QUE DESGRAÇADO PAÍS ESTE.QUANDO ORGANISMOS CREDÍVEIS FALAM EM EVOLUÇÃO POSITIVA, HÁ SEMPRE VOZES DO CONTRA. SÓ SERVEM QUANDO É MAU.


Educação
Resultados escolares devem-se a professores e alunos, frisa Sócrates

José Sócrates fazendo a apresentação dos resultados escolares

O primeiro-ministro atribuiu os bons resultados obtidos no último ano lectivo no ensino básico e secundário ao trabalho desenvolvido por professores e alunos. José Sócrates salientou que a escola pública receberá, nos próximos meses, o «maior investimento público de sempre».

Ao lado de Maria de Lurdes Rodrigues na cerimónia de apresentação dos números dos resultados escolares do ano lectivo 2007/2008, o primeiro-ministro considerou que estes dados demonstram que a política educativa do Governo está «no bom caminho».
«Os resultados são, a todos os níveis, bons resultados. No básico passámos de uma taxa de retenção de 10,8 para 8,3 por cento neste último ano, no secundário, foi de 25,9 para 22,4 por cento de retenção e se virmos a evolução desta tendência nestes últimos quatro anos, então teremos mais certezas de que as coisas estão a evoluir no bom sentido», considerou José Sócrates.
O chefe do Governo sublinhou, no entanto, que o mérito dos resultados obtidos não se deve apenas ao Governo, mas ao trabalho dos professores e dos alunos.
«Estes resultados que são encorajadores, devem-nos animar a todos, ao Governo naturalmente, mas em particular às escolas a prosseguir este caminho, porque não tenho dúvidas, estes não são resultados do Governo, mas das escolas, são a consequência do trabalho dos professores e dos alunos», sublinhou.
O primeiro-ministro afirmou também esperar que estes resultados possam encorajar alunos e professores no início de mais um ano lectivo.
«Espero que os resultados que obtivemos no ano passado sejam resultados que vos dão a todos mais confiança, entusiasmo e vontade para que este ano de 2008/2009 seja um ano ainda com melhores resultados do que o ano anterior, porque é isto que o país espera, deseja e aposta», afirmou numa mensagem dirigida a professores e alunos.
«Não tenho dúvidas que o sucesso económico do nosso país está ligado fortemente ao sucesso escolar, só teremos um país mais competitivo, mais rico e mais desenvolvido se tivermos uma melhor educação», considerou José Sócrates.
O primeiro-ministro salientou ainda que a escola pública receberá, nos próximos meses, o «maior investimento público de sempre».
«Nos próximos meses, o Estado vai investir nas escolas 400 milhões de euros para realizar o plano tecnológico, um investimento que nunca aconteceu no passado e que permitirá instalar videovigilância, o cartão de aluno e equipar as escolas com material informático, com quadros interactivos e computadores», concluiu o primeiro-ministro.

o psd que não propõe nada, usa o slogan estafado da "propaganda" que já ninguém compra.

A ECONOMIA EUROPEIA ABRANDA

O motor económico europeu, a Alemanha, poderá entrar em recessão técnica, embora a Zona Euro consiga evitar este quadro «à tangente», segundo as previsões intercalares de Bruxelas.
A Comissão Europeia reviu em forte baixa a previsão de crescimento para 2008 na Zona Euro para 1,3 por cento contra 1,7 antes.
De acordo com os números de Bruxelas, a Zona Euro deverá conhecer uma estagnação do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre face ao anterior, e depois um crescimento de 0,1 por cento no quarto trimestre, após um recuo de 0,2 por cento no segundo.
A confirmarem-se estas previsões, deverá evitar, mas por pouco, uma recessão técnica, que se caracteriza por dois trimestres consecutivos de recuo do PIB.
O executivo europeu prevê que vários países europeus vão deparar-se com este cenário. A Alemanha, a primeira economia europeia, deverá registar, segundo Bruxelas, um recuo de 0,2 por cento do PIB no terceiro trimestre após uma baixa de 0,5 por cento no segundo.
A recessão vai também afectar o Reino Unido, mas um pouco mais tarde, segundo a Comissão que aponta para um recuo do PIB britânico de 0,2 por cento no terceiro e no quarto trimestre
.

EUA - HYLLARY EM CAMPANHA



Hillary Clinton tem-se desdobrado a fazer campanha pelo homem que a derrotou na corrida à Casa Branca
Há quem tenha esperança de que as eleições presidenciais americanas se transformem no equivalente político de uma partida de luta na lama - esse curioso desporto americano onde mulheres debilmente vestidas esfregam os corpos num combate fingido, diante de homens indiscretos.
Na segunda-feira, quando fazia campanha por Barack Obama na Florida, alguém na multidão gritou para Hillary Clinton: "Fale-nos sobre Palin!" Enquanto Obama decide como lidar com o fenómeno de Sarah Palin - a governadora conservadora do Alasca, portadora de arma e rainha de beleza -, alguns democratas assustados querem que Hillary entre no poço de lama com ela.
Clinton recusou veementemente. "Sabem que mais? Não me parece que seja esse o propósito desta eleição", disse ela a uma multidão com mais de mil pessoas. "O propósito desta eleição é a diferença entre nós e o Partido Republicano. Quem acredita que os republicanos, sejam eles quem forem, conseguem resolver os problemas que criaram, provavelmente também acredita que o iceberg podia ter salvado o Titanic." A multidão estrondeou.
Esta corrida presidencial tem oscilado entre a telenovela e a tragédia grega. Hillary, que já protagonizou várias novelas com o seu marido namoradeiro, está determinada a manter a sua dignidade. No seu blogue, Howard Wolfson, ex-porta-voz da campanha de Hillary, comenta: "Nos últimos dias recebi vários pedidos para reagir à ideia de que, em breve, a campanha de Obama despachará Hillary Clinton para 'enfrentar Palin'. As dúvidas são legítimas, mas aquilo que os move é uma obsessão da nossa cultura popular pelas 'lutas de gatas', uma expressão injuriosa."
Wolfson define a luta de gatas como um arrufo de mulheres, exemplificado pelas brigas sensacionalistas entre Angelina Jolie e Jennifer Aniston, a ex-mulher de Brad Pitt, ou entre Britney Spears e Christina Aguilera. Ele adverte os leitores para não se entusiasmarem enquanto esperam que Hillary se junte à festa. Admite que uma disputa entre Hillary e Palin "pode animar os resultados e vender revistas", mas insiste que "não seria bom para o Partido Democrata, nem para a causa dos direitos das mulheres. Algumas pessoas talvez apreciassem o espectáculo, mas não esperem que Hillary Clinton alinhe. Ela passou a vida a resistir a estereótipos instantâneos e não está disposta a desistir agora."
Numa conferência de imprensa na Florida, Hillary insistiu: "Não concorri por ser mulher, mas estou perfeitamente consciente de que a minha campanha teve um grande significado para muitas pessoas e isso agrada-me. Mas esta eleição tem a ver com os dois partidos e com os dois candidatos presidenciais; as suas posições, o que fariam e o que o nosso país precisa neste momento."Evitar a humilhação sexista
McCain tem esperança de atrair os ex-apoiantes de Hillary, alguns dos quais acreditam que a sua candidata foi privada da nomeação presidencial democrata pelos meios de comunicação social sexistas e, posteriormente, insultada quando Obama não a escolheu para companheira de corrida. Mas as sondagens de opinião não revelam sinais de uma vaga de 'clintonistas' descontentes que passam para o campo dos republicanos.
Ao contrário, Palin é uma figura polarizadora: atrai tanto opositores como apoiantes. De acordo com a campanha de Obama, nas 24 horas após o seu discurso na Convenção Republicana houve mais donativos para a campanha democrata do que em qualquer outro período de 24 horas dos últimos 18 meses.
Uma vez que Palin ajudou à recuperação de McCain numa corrida que ele estava a perder, os republicanos enérgicos ficaram tão desencantados que não vão sequer votar - jamais votariam nos democratas.
Graças à sua opinião veemente contra o aborto e ao seu conservadorismo cultural, só há uma forma de Palin atrair um grande número de mulheres democratas para a sua causa: se os democratas entenderem que está a ser humilhada de uma forma sexista. Hillary Clinton está ciente disso, por isso tem sido tão diplomática. Na segunda-feira, foi cuidadosa ao elogiar Palin enquanto primeira mulher alguma vez nomeada pelo Partido Republicano para o cargo de vice-Presidente. "É um grande feito", afirmou. Mas depressa acrescentou que a eleição deve ser decida com base nas questões políticas e não pelas personalidades, como sugeriu Rick Davis, o responsável da campanha de McCain.
"As mulheres, à semelhança dos homens, tomam decisões depois de pesarem os prós e os contras", acrescentou Hillary Clinton. "Quando os americanos forem às urnas, devem tentar perceber quem está do seu lado e não de que lado estão. E parece-me que não há dúvida de que temos a solução para restaurar a promessa americana."
Com as suas aparições na Florida, Hillary demonstrou mais uma vez o seu carácter. Não deve ser fácil elogiar outra mulher por ter a oportunidade de entrar na Casa Branca este ano. Não deve ser fácil saber que cada elogio que faz a Obama reduz as suas possibilidades de, um dia, vir a ser Presidente. Se Obama perder, Hillary será a favorita à nomeação democrata em 2012. Se ele ganhar, provavelmente só voltará a ter oportunidade para se candidatar em 2016, altura em que terá 69 anos. No entanto, parece estar determinada a fazer tudo o que está ao seu alcance para ajudá-lo a vencer.

A EXPERIÊNCIA DO SÉCULO COMEÇA HOJE

Experimento que investiga origem do universo é acionado na Suíça
Três décadas após sua concepção, o mais poderoso experimento do mundo da Física foi acionado nesta quarta-feira sob os Alpes suíços.
Um gigantesco acelerador de partículas, batizado de LHC (sigla em inglês de Large Hadron Collider - Grande Colisor de Hádrons), o maior e mais complexo instrumento científico já construído, poderá responder algumas questões fundamentais sobre o início do Universo.
No experimento desta quarta-feira, os engenheiros circularam partículas de prótons dentro de um túnel de 27 quilômetros de circunferência que abriga o LHC.
Após o eventual sucesso dessa primeira parte, o próximo passo será projetar outras partículas na direção oposta para que possam colidir, recriando as condições que existiam no universo imediatamente após o Big Bang.
O aparelho, cujo custo é estimado em US$8 bilhões, foi projetado para atirar partículas de prótons umas contra as outras quase à velocidade da luz. A liberação maciça de energia causada pelo choque das partículas simularia as condições após a explosão que deu origem ao universo.
Em agosto, os engenheiros já haviam injetado raios de prótons de baixa intensidade no LHC, mas estes não completaram o percurso completo do túnel.
Massa
Os cientistas esperam conseguir identificar o surgimento de partículas tal como aconteceu no início do universo, algumas das quais nunca foram observadas antes.
"Vamos conseguir analisar a matéria mais profundamente do que jamais conseguimos", disse Tara Shears, da Universidade de Liverpool, na Inglaterra.
"Poderemos observar do que o universo se constituía bilionésimos de segundo depois do Big Bang", afirmou.
'O que é massa?'
O LHC poderá responder a uma simples questão: O que é massa?
"Sabemos que a resposta será encontrada no LHC", disse Jim Virdee, físico do Imperial College de Londres.
O modelo mais aceito sobre a formação da massa envolve uma partícula chamada bóson de Higgs, também conhecida como "partícula Deus". Segundo a teoria, as partículas formam sua massa através de interações com o campo que acompanha a partícula Higgs.
Leia mais:
Projeto
O acelerador foi construído pela Organização Européia para Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em francês) em um laboratório subterrâneo na fronteira franco-suíça.
Desde a concepção até o acionamento do LHC nesta quarta-feira, foram 30 anos de pesquisas e vários obstáculos. O orçamento estourou várias vezes e o custo final ficou quatro vezes maior do que o previsto, por problemas de equipamento e construção do aparelho. O acionamento foi atrasado em dois anos.
Durante o inverno europeu, o LHC será fechado para que os engenheiros preparem o equipamento para reproduzir as colisões com energia total - e não de baixa intensidade, como nesta quarta.
"O que é tão empolgante é que não tivemos o lançamento de um equipamento tão grande durante anos", disse Shears.
"Nossos experimentos são tão grandes, complexos e caros que não ocorrem com tanta freqüência. Mas quando acontecem, tiramos deles toda a física possível ", afirmou.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

SE SÃO AS INSTITUIÇÕES A FUNCIONAR, QUE FUNCIONEM CADA VEZ MELHOR

O PS não vai ter em conta as dúvidas de Cavaco Silva, expressas na comunicação do Presidente ao país, a 31 de Julho.
Ricardo Rodrigues afirmou esta tarde na comissão permanente do Parlamento que só as oito normas declaradas inconstitucionais serão objecto de alteração.
«São 141 normas e só 8 foram declaradas inconstitucionais. E essas serão expurgadas do texto, para que a lei acompanha a Constituição, como o PS quer que acompanhe», disse hoje o vice-presidente da bancada socialista.
Todas as outras dúvidas levantadas por Belém terão tratamento diverso, sublinhou Ricardo Rodrigues. Isto porque são «opiniões políticas» de Cavaco silva e «o Presidente da República, ao não ter querido que o Tribunal Constitucional se pronunciasse sobre estas normas conformou-se com elas», argumentou.
No início de Julho, o Presidente da República remeteu o novo Estatuto dos Açores para o Tribunal Constitucional, para fiscalização preventiva. Oito normas foram julgadas desconformes com a Lei Fundamental.
Mas Cavaco voltou à carga, numa comunicação ao país, em que expressou as suas dúvidas sobre «normas que suscitam sérias reservas de natureza político institucional», para além daquelas consideradas inconstitucionais pelo TC.
Nesta comunicação televisiva, Cavaco disse ainda que poderiam estar em causa os poderes presidenciais e o equilibrio político de poderes entre os órgãos de soberania.
O PS não pensa o mesmo e valida agora, a nível nacional, as primeiras declarações políticas do PS Açores, logo após a comunicação do PR, em 31 de Junho.

PAULO PEDROSO DÁ ENTREVISTA À TSF.CHOCA-ME A HIPÓTESE DE GOVERNAÇÃO COM ESTE PSD NEOLIBERAL, SEM PROPOSTAS EDE BOTA-A-BAIXO

Em entrevista à TSF, Paulo Pedroso defende que se o PS não conquistar a maioria absoluta em 2009, não deve descartar a hipótese de formar governo com o PSD. Não é um desejo, mas Pedroso diz que PS não deve ter medo de garantir a governabilidade com um bloco central, até porque os partidos à esquerda do PS não dão sinais de abertura
Olhando para o próximo ciclo eleitoral, o dirigente socialista pede ousadia e ambição para o programa que o PS vai apresentar aos portugueses, alertando que só é possível acreditar na maioria absoluta se o partido contar com todos, incluindo a eurodeputada Ana Gomes
Nesta entrevista, Paulo Pedroso fala dos erros cometidos pelo PS nesta legislatura. Para o antigo ministro, o partido cedeu ao moralismo da Igreja e não soube trabalhar com os movimentos sociais. Paulo Pedroso fala de um partido que define como Tímido no conservadorismo, Reverente perante a Igreja Católica e Preconceituoso perante os sindicatos
Nesta entrevista, os efeitos do processo Casa Pia também foram tema de conversa. Paulo Pedroso fala de «urdidura» e da certeza de que a investigação criminal falhou. O dirigente socialista revela ainda alguma amargura sobre a condução do processo e diz que respeitará a decisão do Tribunal Superior, seja ela qual for

UMA POSIÇÃO CLARA QUE ME PREOCUPA

ELEIÇÕES NO PS/PORTO
ELEIÇÕES NO PS/PORTO
Post de Joaquim Jorge em "Clube dos pensadores"
Mais uma vez , como digo há muito tempo , quando há mais do que um candidato a concorrer a uma estrutura do partido socialista existem sempre problemas processuais, insinuações, nepotismo, despotismo e viciamento. Sei do que estou a falar, porque já presenciei e sofri na pele estes atropelos anti-democráticos em eleições internas há uns anos a esta parte.A disputa entre Pedro Baptista e Renato Sampaio para a liderança distrital do PS/ Porto deveria ser um exemplo de cidadania e de equidade , mas não me parece mais uma vez. O clima de coacção e manietação de militantes, com ameaças de quem ocupa lugares ficarem sem eles conforme o seu sentido de voto , é lastimável. O clima de intimidação e alongamento de prazos para controlar tudo e todos . Esta eleição foi adiada para depois das férias. É por estas e por outras que muitos não se abalançam a uma disputa destas sem que estejam reunidas todas as premissas de igualdade , transparência e democraticidade. É tempo perdido, vence sempre quem lá está. A democracia interna dos partidos está doente e é um cancro que pode definitivamente minar a democracia , são estes "vencedores" que mais tarde falam de democracia , auguram - se "democratas" , exercem cargos públicos e não passam de uns controleiros sem escrúpulos . O que conta é o poder pelo poder. Lindo exemplo !

O FINAL DO VERÃO VAI SER MESMO QUENTE COMO EU PREVIA.ESPERO QUE OS MILITANTES DO PS NÃO TENHAM MEDO. EM DEMOCRACIA NÃO PODE HAVER MEDO.

Pedro Baptista denuncia "clima de coacção" no PS
(Público) 09.09.2008, Margarida Gomes
Pedro Baptista, que vai disputar com Renato Sampaio a liderança do PS-Porto, denunciou ontem o "clima de coacção que está a ser a ser exercido pelo actual líder federativo junto de alguns militantes", declarando que "aqueles que ocupam cargos só serão reconduzidos se votarem na sua lista", nas eleições de Outubro. "Tenho conhecimento de que há militantes, nomeadamente deputados, que estão a ser coagidos por Renato Sampaio, que já lhes fez saber que saltam da lista se não puder contar com o seu voto", disse Pedro Baptista, que desafiou o seu adversário a participar num debate sobre o que deve ser o PS-Porto. Uma oportunidade para os militantes conhecerem as diferenças entre os dois projectos políticos para o partido no distrito, assinala.Declarando estar a "disputar a consciência dos militantes, enquanto Renato Sampaio disputa os lugares para alguns militantes", o candidato à liderança dos socialistas portuenses tem consciência de que o combate eleitoral perante este "clima de intimidação" é cada vez mais difícil, mas, frisa, nem isso o vai fazer esmorecer.Renato Sampaio nega que esteja a coagir os militantes e desafia o seu opositor a apontar casos. "Gostaria que o meu adversário revelasse as circunstâncias que o levaram a afirmar isso", disse ao PÚBLICO, lamentando que Baptista faça este tipo de acusações apenas por não "conseguir obter os apoios necessários para que a sua candidatura tenha dignidade".O ex-deputado, que faz uma avaliação negativa da liderança de Renato Sampaio, diz que a região não pode "continuar neste silêncio, venerando tudo aquilo que vem de cima". Para este professor universitário e escritor - é licenciado e doutorado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto -, o PS-Porto tem de voltar a ter um pensamento próprio".

O SENHOR PR ESCREVEU À AR. A AR VAI DECIDIR. SÃO DOIS ORGÃOS DE SOBERANIA A FUNCIONAR. QUEM QUIZ LER JÁ LEU OU ANDA DISTRAIDO

Presidente da República
Cavaco recomenda leitura da resposta que enviou ao Parlamento sobre a Lei do Divórcio

O Presidente da República recomendou, esta terça-feira, aos portugueses para lerem a mensagem que enviou à Assembleia da República ao recusar a nova Lei do Divórcio, preferindo assim não alimentar polémicas, que considera serem estritamente partidárias.
,
Cavaco Silva diz que não se envolve em questões partidárias

Depois de ter enviado o texto da nova Lei do Divórcio de volta ao Parlamento e de o PS ter anunciado que apenas está disponível para alterar uma das 40 alíneas do diploma, Cavaco Silva recusou-se a tecer qualquer comentário à posição socialista, afirmando que não comenta «questões partidárias».
«Quem quiser conhecer as verdadeiras razões do veto do Presidente da República, e não se ficar por eventuais deturpações que tinham sido ditas, deve consultar a pagina na Internet da presidência», onde se encontra «a mensagem que enviei à Assembleia da República»
«Leiam na íntegra o que eu escrevi e enviei à Assembleia da República», reiterou o Chefe de Estado, que entendeu devolver o diploma ao Parlamento por entender que na nova configuração, o cônjuge mais fraco, normalmente a mulher, acaba por sair desprotegido.

O VETO PRESIDENCIAL É UM PODER D SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA. O DIPLOMA FOI APROVADO POR LARGA MAIORIA NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.
COMPETE AGORA AO PARLAMENTO DECIDIR O QUE VAI ALTERAR .
QUEM AINDA NÃO LEU A MENSAGEM OU NÃO QUIZ OU NÃO LHE INTERESSA.
NÃO COMPREENDO ESTA INSISTÊNCIA PARA A LEITURA E PARA TRANSFORMAR ISTO NUMA QUESTÃO PARTIDÁRIA.OS 46 ARTIGOS DA LEI FORAM APROVADOS PELO PS, PCP, BE E ALGUNS DEPUTADOS DO PSD.
FUNCIONARAM OS ÓRGÃOS DE SOBERANIA É SINAL QUE AS INSTITUIÇÕES FUNCIONAM DEMOCRÁTICAMENTE.
Carlos Pinto

UMA DISCURSATA COM RESULTADOS MUITO NEGATIVOS


Ferreira Leite e a ventoinha

O tão longamente esperado discurso de Manuela Ferreira Leite - a líder do PSD esteve 40 dias sem dizer palavra; veremos quanto tempo teremos agora de aguardar para voltar a ouvi-la: será que baterá um novo recorde? - não parece ter entusiasmado o País.
Ao que consta, o País regressou pacatamente ao trabalho nesta segunda-feira, sem encontrar na prelecção de Ferreira Leite motivos para festejar a chegada de um novo tempo e de um auspicioso futuro.
E, no entanto, o discurso de Ferreira Leite deve ser lido e apreciado com cuidado. Não pelas alternativas apresentadas às políticas do Governo de José Sócrates (o gabinete de estudos do PSD continua em aturadas investigações, para nos surpreender lá mais para diante), mas antes pelas acusações feitas pela líder social-democrata. Ou melhor: pela ligeireza usada nas acusações.
Eis o que disse Ferreira Leite. O País está tomado por "uma impressionante máquina socialista que controla, que persegue, que corta apoios, que gere favores ou simplesmente demite" (se o leitor não se importa, leia outra vez, para tomar boa nota da violência e da seriedade das acusações). Há mais: "Na administração pública, na vida económica, no associativismo, nos mais variados sectores podemos recolher testemunhos e exemplos de um clima anti-democrático pouco saudável e desconfiado".
A descrição da líder do PSD é assustadora. O que Manuela Ferreira Leite está a dizer é que conhece casos de corrupção e nepotismo, entre outras coisas, no seio do Estado. Ora, se conhece, por que razão os não denuncia a quem de direito? Essa é a sua obrigação enquanto cidadã e líder de um dos maiores partidos portugueses. Quem anda a perseguir quem? De que tipo de "favores" fala a ex-ministra das Finanças? Quais são os exemplos que consubstanciam o "clima antidemocrático" a que alude Ferreira Leite?
Tudo isto é demasiado grave para passar impune. Ou a líder do PSD seguiu este caminho para disfarçar a falta de ideias, o que é grave; ou a líder do PSD sabe do que fala, mas escolhe não pôr os nomes às coisas, o que é ainda mais grave. Assim de repente, Manuela Ferreira Leite faz lembrar Octávio Machado, o homem conhecido por responder a perguntas sobre casos delicados do futebol português que ele próprio aborda com um enigmático "vocês sabem de que é que estou a falar".
Ora, no caso, não chega levantar as suspeitas e a seguir assobiar para o ar. Manuela Ferreira Leite está obrigada a concretizar as suspeitas. Atirar lama para a ventoinha não é um exercício correcto. A líder do PSD não pode reclamar para si o (quase) monopólio da

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

O SOCIALISMO JÁ FOI COLOCADO NA GAVETA; A GAVETA DESAPARECEU COM O SOCIALISMO. ESPERO QUE COM TANTAS ESQUERDAS O PS NÃO SE BARALHE

Governo em peso no lançamento da Fundação Res Publica
Nasceu o “think tank” socialista, para abarcar uma panóplia de esquerdas
Estavam lá todos.
Quase o pleno dos membros do Governo, muitos deputados, alguns históricos socialistas. Ninguém quis faltar ao acto oficial de apresentação da Fundação Res Publica, o grupo de reflexão que é uma espécie de "think tank" (instituição de debate e reflecção) socialista.
Na nova instituição, caberão todas as esquerdas.“A esquerda democrática, o trabalhismo e a democracia liberal” do ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva; “a esquerda moderna, o socialismo e a social-democracia” de António Vitorino, que presidirá à fundação, e “o centro-esquerda” do secretário-geral do PS, José Sócrates.“Escolham o termo mais próximo do vosso coração”, desde que norteados pelos valores da “liberdade, igualdade e solidariedade”, convidou Vitorino.
“O PS nunca foi um partido de pensamento único”, frisou Sócrates. Quem escolheu a sala para o encontro socialista de hoje no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, não deve ter previsto a adesão em massa. Foram muitos os que ficaram de pé. E até os ministros acabaram por não ficar todos na primeira fila.
Vitorino começou por dizer que o novo grupo de reflexão quer contrariar a “pecha tipicamente portuguesa” de não existir “o hábito arreigado de formular políticas públicas ao longo do tempo”, que, ao contrário, vêm resultando de “pressões pontuais” sobre a governação. O objectivo da nova fundação é promover “ideias que possam transformar-se em políticas”, referiu o ex-comissário europeu.
“Ligar acção e pensamento”, insistiu Sócrates. E fazê-lo abrindo o espaço de debate político à sociedade civil – universidades, organizações não governamentais, especialistas independentes.
É nisto que a fundação se distingue do Fórum Novas Fronteiras, explicou Santos Silva, que ficará responsável pelo Instituto de Estudos Políticos, terceiro pilar e a grande novidade da nova instituição – que vai incorporar dois centros de estudos já existentes, o Antero de Quental (com foco nas autarquias) e o José Fontana (centrado nos sindicatos).
Espaço de debateEnquanto o fórum é apenas um ponto de encontro entre o PS e a sociedade civil, a fundação pretende ser mais um espaço de debate – que ambiciona, admitiu Sócrates, vir a ser um estruturado think tank do PS – do qual resultem contributos concretos para “colocar Portugal no mapa da reflexão sobre políticas públicas”, sublinha Santos Silva. Porque no PS, clama Sócrates, não há “nem dogmas, nem chavões, nem verdades absolutas”.Estudos e debates, formação, edição e divulgação e integração em redes internacionais de fundações são os vários eixos de acção da Res Publica. A aposta da fundação é “nas ideias”, “na formação e na renovação do pessoal político”, “no debate”, explicitou Vitorino.
Os primeiros seis temas de trabalho incidirão sobre as áreas da desigualdade social; do desempenho do sistema de educação e formação; da relação entre modernização tecnológica e competitividade económica; da energia; do papel da Europa na regulação da economia global; e da comunicação entre o sistema político e os cidadãos.
Não foi uma resposta directa, mas é impossível não identificar o alvo das críticas. Ao atacar o “discurso do negativismo, da maledicência, do bota-abaixo”, José Sócrates estava a referir-se, implicitamente, ao discurso da líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, na Universidade de Verão, que apontou baterias aos três anos de governação socialista. “Esse é um discurso medíocre, que só convida à desistência e ao conformismo”, caracterizou o primeiro-ministro, arrancando à plateia a única salva de palmas fora do tempo.Portugal, diz Sócrates, não precisa de “políticos que passam a vida a dizer ao país que nada podem fazer”, mas sim de “líderes que digam ao país o que é possível fazer”. Já antes, Santos Silva não tinha deixado fugir a oportunidade de apontar o dedo (ainda que indirectamente também) à líder social-democrata. A propósito do anúncio da primeira acção de formação da Res Publica, que será dedicada às “ideias políticas”, o ministro aproveitou para realçar que o PS faz debate “a partir de ideias” e não “contra as ideias dos outros”, o que geraria um “vazio de ideias”.

SÓCRATES CRITICA COM DIPLOMACIA E COM INTELIGÊNCIAFundação Respublica


Fundação Respublica
Sócrates responde a Ferreira Leite
Primeiro-ministro diz que discurso do "bota-abaixo" é medíocre e não oferece nada ao país.

Para Sócrates, "o que o país precisa é de líderes e partidos políticos que digam o que é possível fazer"
José Sócrates aproveitou hoje o lançamento da nova fundação do PS, a Respublica, para dar uma resposta ao discurso da "rentrée" de Manuela Ferreira Leite, considerando que o que não dá credibilidade à política é o "discurso da maledicência e do pessimismo e do bota-abaixo". Sem referir a intervenção de ontem da líder do PSD, Sócrates disse que "esse é o tipo de discurso medíocre, que nada tem a oferecer ao país e só convida à desistência". A assistência - membros do Governo e personalidades ligadas ao PS, bem como do mundo académico - rompeu então em aplausos, sinal de que percebeu o recado. Para o primeiro-ministro e secretário-geral do PS, "Portugal já teve de sobra políticos que passam a vida a explicar ao país porque não conseguiram fazer nada. O que o país precisa é de líderes e partidos políticos que digam o que é possível fazer e devemos ambicionar fazer - é assim que se honra a política e os partidos".

AS CONSEQUÊNCIAS DE UM DISCURSO VAZIO



PSD
Ferreira Leite encaminha PSD para menos de 20% nas legislativas, diz Menezes

Luís Filipe Menezes

Luís Filipe Menezes disse, esta segunda-feira, que a líder do PSD está a levar o partido para um caminho em que não deverá conseguir mais que 20 por cento dos votos nas legislativas de 2009. Para o antigo líder, é possível que o partido ainda procure um novo candidato a primeiro-ministro.

Luís Filipe Menezes alertou, esta segunda-feira, em entrevista à SIC Notícias, que a presidente do PSD está a levar o partido para um cenário em que não deverá conseguir mais que 20 por cento dos votos nas eleições legislativas de 2009.
O antigo líder social-democrata avisou que o caminho para o PSD é bem diferente daquele que está a ser seguido pela liderança de Manuela Ferreira Leite, afirmando que não há espaço em Portugal para um «partido de direita à europeia».
«A única coisa de muito significativo que algum português médio conseguiu focalizar do actual discurso» da líder social-democrata é «que o casamento é fundamentalmente uma instituição que visa a procriação», acrescentou.
Para o autarca de Gaia, o PSD «tem de ser descomplexadamente liberal no que diz respeito à análise da economia e da organização económica do Estado» e ainda «intransigentemente defensor de um Estado social efectivo, quando analisa politicas sociais».
Luís Filipe Menezes colocou ainda em causa as propostas de Manuela Ferreira Leite e afirmou que a actual líder do PSD mostra, por vezes, que parece não ter quaisquer propostas.
«A democracia é feita do contraditório, da vivacidade e do debate», disse, acrescentando que é impossível defender em democracia a «ideia que a circunspecção, levada até à ausência total, é legítima».
O ex-líder social-democrata apelidou ainda a estratégia da antiga ministra de «perigosa» e acusou-a de passar a ideia de que as propostas do PSD afugentem o eleitorado.
«Se isto não correr bem, é perfeitamente possível que o PSD faça uma nova tentativa de regeneração, de encontrar uma liderança e um candidato a primeiro-ministro que tenha um discurso positivo e propostas de redefinam o papel do PSD na sociedade portuguesa», frisou.(TSF)

SERÁ VERDADE?


PS não cede ao Presidente e mantém texto da Lei do Divórcio
PS não cede ao Presidente e mantém texto da Lei do Divórcio
ANA SÁ LOPES (DN)
Parlamento. Direcção socialista reúne-se hoje para analisar veto de BelémPS não aceita as objecções do Presidente à nova Lei do Divórcio A direcção do grupo parlamentar socialista reune-se hoje para analisar o veto do Presidente da República à Lei do Divórcio, com uma decisão já tomada à partida: não ceder um milímetro às sugestões de Cavaco Silva sobre o regime do divórcio, nomeadamente no que se refere à manutenção do divórcio com culpa. A única "satisfação" que os deputados socialistas estão disponíveis para dar ao Presidente da República será acrescentar ao texto da lei devolvida à Assembleia da República uma clarificação das suas intenções relativamente a algumas matérias que o Presidente considerou mais polémicas - nomeadamente no que se refere à novidade do trabalho doméstico ser contabilizado na hora de fazer a partilha do património do casal. Esta inovação na lei suscitou reparos críticos do Presidente da República, acusando que com o novo texto, "cada um dos cônjuges é estimulado a manter uma 'conta-corrente' das suas contribuições para a vida conjugal". Para Cavaco Silva, as "contribuições em espécie que a mulher deu para a economia comum" são, com o novo regime, "de mais difícil contabilização e prova". Já amanhã, na reunião da Comissão Permanente da Assembleia da República, haverá um primeiro debate sobre a nova lei, com a leitura da mensagem do Presidente da República, que justifica o veto ao novo regime do divórcioO veto foi mal recebido pelos socialistas. Mal foi conhecido, Manuel Alegre, o ex-candidato presidencial representante da ala esquerda do partido, declarou ao DN que a opção do Presidente da República era consequência de "uma posição conservadora, como já tinha acontecido com a Lei da Paridade"."O argumento de que há um elo mais frágil no casamento baseia-se num preconceito e é de certo modo incompatível com o princípio da igualdade de género consagrada na Constituição", afirmou Alegre. Desde o início, Alegre manifestou-se convencido que "o PS irá manter a sua posição". Os socialistas argumentam que a visão do Presidente sobre o divórcio é "conservadora" e que Cavaco Silva demonstra, no texto do veto, "ter uma visão patrimonial do casamento". A série de países europeus onde o divórcio já foi expurgado da culpa será outro argumento esgrimido para enfrentar o Presidente da República.

AINDA HÁ JORNALISTAS A SÉRIO.


O 'erro grosseiro' de um juiz

Desde que o chamado processo Casa Pia se iniciou manifestei sempre muitas reservas quanto à sua condução.
Nunca me pareceu normal o modo como as investigações avançaram nem a forma leviana como foram efectuados reconhecimentos ou decididas prisões.
Recordo que pouco depois da prisão de Carlos Silvino ('Bibi'), houve uma perseguição pela auto-estrada a Carlos Cruz, argumentando-se que ele ia fugir. Essa notícia correu a Comunicação Social. Hoje, quando Carlos Cruz ainda não sabe o resultado do julgamento e já podia ter fugido 1000 vezes, alguém acredita que isso fosse verdade? Mas o juiz Rui Teixeira acreditou e deteve-o. Como acreditou que Paulo Pedroso teria de ser detido no Parlamento; como acreditou em quase tudo o que o Ministério Público e os investigadores da Polícia Judiciária lhe transmitiram. Se o fez ou não de boa fé, não o sei, mas creio, ainda assim, que o terá feito sem dolo.
Dizia alguém que, quando todos estão do mesmo lado da amurada de um barco, se deve ir para o outro, para equilibrar. Agora que Rui Teixeira - que eu tanto critiquei por achar inacreditável o rumo do processo - é dado como bode expiatório, lembro muitos outros que não só subscreveram inteiramente o seu 'erro grosseiro' como pela sua acção o agravaram.
O procurador João Guerra, por exemplo. Os inspectores da PJ Rosa Mota e Dias André. Os 'especialistas' Catalina Pestana ou Pedro Strecht. Os comentadores de serviço, como Pedro Namora. A maioria dos órgãos de Comunicação Social.
Todos eles estariam, eventualmente de boa fé. Mas nenhum deles procedeu bem, nenhum deles contribuiu o que quer que fosse para descobrir os verdadeiros culpados da vergonha que foi (ainda é?) a Casa Pia. Porque - não o esqueço - por cada inocente que foi inculpado há também, provavelmente, um verdadeiro culpado em liberdade. E são os verdadeiros culpados - não os fictícios, como Paulo Pedroso, que foram indiciados não se sabe porquê - que toda a sociedade deveria estar mobilizada para descobrir.
Não foi esse o caminho que escolheu a PJ, nem a PGR e o seu então chefe Souto Moura. Nem o magistrado Rui Teixeira, que deveria ser o garante de toda a legalidade e toda a prudência que se impõem num processo desta natureza.
O 'erro grosseiro' de Rui Teixeira será uma nódoa na sua carreira. Mas para ele contribuíram muitos outros (conjugados ou não) que, na altura, o incensaram e o incentivaram e que agora o deixarão sozinho arcar com todas as culpas.
Henrique Monteiro (Director do Expresso)

Ainda faltaram alguns nomes como: a jornalista de "investigação" Felicia Cabrita e a ex-secretária de estado Teresa Costa Macedo

COM ESTA OPINIÃO ENCERRO, PORQUE O DISCURSO DE MFL NÃO VAI FICAR ARA A HISTÓRIA. É FRACO, FROUXO E DE BOTA-A-BAIXO



Alternânciasem alternativa
O partido no poder manipula uma máquina de comunicação e acção pouco democrática. Controla a distribuição dos cargos públicos, com isso tornando o Estado mais vulnerável à corrupção, ao tráfico de influências, ao enriquecimento ilícito.
O país está dominado pelo sectarismo partidário, por uma máquina que controla, persegue, corta apoios, gere favores. Vive-se um clima antidemocrático pouco saudável e desconfiado.
Descrito assim, sem aspas, sem referência ao autor e ao destinatário, uma razoável fatia de portugueses subscreve certamente o diagnóstico. E subscreve agora, como subscreveu sempre que um dos dois partidos do bloco central [ou os dois em simultâneo] conseguiu o poder absoluto e sempre que se adivinhava ou ansiava pelo fim do respectivo ciclo.
Assim sendo, Manuela Ferreira Leite - porque é dela o diagnóstico - não trouxe nada de novo na sua intervenção de arranque para mais uma temporada político-partidária. Novo só mesmo o tom impiedoso e, mesmo assim, sintoma de estarmos a entrar em ano eleitoral. De facto, só se poderia falar em renovação do discurso se, rompendo com a tradição, a líder do PSD aproveitasse a denúncia para promover também a autocrítica. Porque se o cenário que traçou [ler de novo o diagnóstico do primeiro parágrafo] retrata o país que temos, boa parte do crédito pertence ao seu partido. E a ela própria - quanto mais não seja por omissão, uma vez que há muito anos faz parte do sistema que só agora critica de forma tão veemente.
A uns quilómetros de distância, na Quinta da Atalaia, perante a plateia militante da Festa do Avante!, Jerónimo de Sousa deve ter concordado com o diagnóstico de Manuela Ferreira Leite. Mas também se deve ter lembrado que os dois principais partidos portugueses facilmente trocariam de lugar e de discurso, para tanto bastando passar da oposição ao poder e vice-versa. Para citar o líder do PCP, é uma "alternância sem alternativa".
À parte o jogo político entre o PSD e o PS, fica no ouvido um outro "círculo vicioso que tem de ser quebrado": o que diz respeito à forma como os políticos se movimentam no espaço público. Manuela Ferreira Leite não deixou de acusar o toque no que ao seu prolongado silêncio diz respeito e dedicou a esse "tabu" de Verão uma parte razoável dos mais de 16 mil caracteres (sem espaços) do discurso aos jovens "universitários" do partido reunidos em Castelo de Vide. E confirma-se que o estilo contido veio para ficar, embora ciente das dificuldades acrescidas que lhe poderá valer. Porque, como diz a presidente do PSD, "todos esperam e reclamam que os políticos se comportem precisamente de acordo com os modelos que os fizeram cair em descrédito".

ECONOMIA - PORTUGAL COM MELHOR PERFOMANCE QUE A ZONA EURO

Se em termos homólogos o crescimento da economia portuguesa ficou abaixo da registada na Zona Euro - que no segundo trimestre deste ano cresceu 1,4 por cento - em cadeia, Portugal registou uma melhor performance uma vez a Zona Euro registou uma descida de 0,2 por cento no segundo trimestre face ao anterior, a primeira quebra desde que foi criada a União Económica e Monetária em 1999.
De acordo com as Contras Trimestrais que o INE acaba de divulgar, a economia portuguesa registou uma «desaceleração» uma vez que no primeiro trimestre de 2008, o PIB tinha crescido 0,9 por cento em termos homólogos.
«Esta desaceleração esteve associada à evolução da procura interna, cujo contributo para o crescimento do PIB foi de 1,6 pontos percentuais (p.p.) no 2º trimestre de 2008 (2,3 p.p. no anterior), sobretudo em consequência do comportamento do consumo privado», reporta o INE.
«O contributo da procura externa líquida foi menos negativo, fixando-se em -0,9 p.p. (-1,5 p.p. no trimestre anterior), tendo-se registado uma desaceleração das exportações e das importações de bens e serviços», adianta o comunicado.
Se em termos homólogos o crescimento da economia portuguesa ficou abaixo da registada na Zona Euro - que no segundo trimestre deste ano cresceu 1,4 por cento - em cadeia, Portugal registou uma melhor performance uma vez a Zona Euro registou uma quebra de 0,2 por cento, a primeira desde que foi criada a União Económica e Monetária em 1999.
Os dados divulgados hoje diferem ligeiramente da estimativa rápida divulgada a 14 de Agosto.
As taxas de variação homóloga e em cadeia do PIB foram revistas em baixa 0,2 e 0,1 pontos percentuais respectivamente.
«Esta revisão foi determinada sobretudo pela informação mais recente sobre o comércio internacional entretanto disponível», justifica o INE.
Lusa / SOL

A REFLEXÃO É MUITO IMORTANTE, MAS OS ELEITORES JULGAM A ACÇÃO

PS lança novo grupo de reflexão
A pensar nas eleições de 2009, o secretário-geral do PS e primeiro-ministro, José Sócrates, lança esta segunda-feira, um novo grupo de reflexão socialista liderado por António Vitorino.
José Sócrates vai presidir hoje, ao final da tarde, no Centro Cultural de Belém, ao lançamento da nova fundação «Respublica». O objectivo deste grupo será «alimentar o Partido Socialista com ideias e debate político».
Esta é a primeira de quatro iniciativas do Partido Socialista prevista para este mês de Setembro, já a pensar na preparação do PS para as legislativas de 2009.
A «Respublica» substitui as fundações José Fontana e Antero de Quental, ambas ligadas ao PS.
Vitalino Canas adiantou ao jornal Público os nomes que, na nova fundação, assumem as diferentes áreas: Helena André nos Estudos Laborais e Sindicais; José Augusto Carvalho nos Estudos Autárquicos; o ministro Augusto Santos Silva nos Estudos Políticos; e Pedro Marques no pelouro financeiro e administrativo. A formação de quadros e a relação com universidades e institutos serão algumas tarefas da «Respublica».

O SENHOR BLAIR ACORDOU MUITO TARDE

Blair aconselha Gordon Brown a demitir-se
O ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair considera que Gordon Brown deveria abandonar a liderança do governo trabalhista para não sofrer a humilhação de uma derrota nas próximas eleições gerais no Reino Unido.
Fontes próximas do antigo líder do Partido Trabalhista afirmaram ao jornal "Daily Mail" que Tony Blair está "chocado e desanimado" com a má actuação de Gordon Brown desde que lhe sucedeu no cargo, no ano passado.
Tony Blair acredita que o melhor para Brown seria "sair com dignidade" em vez de ser afastado por uma vitória do partido conservador, principal formação da oposição no Reino Unido, nas eleições previstas para 2010.
De acordo com várias fontes, Tony Blair considera que a má prestação do actual primeiro-ministro trabalhista resulta de uma conjugação de factores, nem todos da sua directa responsabilidade.
Mas os últimos desenvolvimentos no governo britânico estão a agravar as dificuldades de Gordon Brown, nomeadamente a saída da secretária de Estado dos Transportes Ruth Kelly, prevista para uma remodelação ministerial a realizar nas próximas semanas.
Kelly, 40 anos, membro da organização católica Opus Dei, tem afirmado a pessoas próximas que prefere sair do Governo do que ser colocada noutro cargo.
Esta opção de Ruth Kelly iria permitir-lhe votar contra uma proposta de lei controversa que vai regressar ao parlamento britânico em Outubro para ser aprovada, e que irá permitir a utilização de embriões na investigação científica. Permanecendo no Governo, o voto contra a lei por parte de Kelly poderia obrigá-la a abandonar o cargo por desobediência.
Numa sondagem realizada em Agosto, o partido conservador detinha 44% das intenções de voto, 15% à frente do partido trabalhista do primeiro-ministro Gordon Brown.

domingo, 7 de setembro de 2008

EUA-FAZEM AS ASNEIRAS E O CONTRIBUINTE É QUE PAGA

Citado pela agência AP, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, afirmou hoje que a administração Bush decidiu intervir para impedir o colapso dos dois colossos do crédito imobiliário, cujas consequências seriam catastróficas.A intervenção estatal poderá custar milhares de milhões de dólares aos contribuintes norte-americanos, mas o custo de uma falência de uma destas sociedades seria ainda mais pesado, garantiu Paulson. «A Fannie Mae e o Freddie Mac têm uma dimensão tal que a falência de um deles causaria uma enorme turbulência nos mercados financeiros, tanto nos Estados Unidos como no estrangeiro», afirmou o responsável, numa intervenção televisiva.«A falência [de uma das instituições] afectaria a capacidade dos americanos de obter créditos à habitação, empréstimos automóveis e crédito ao consumo», acrescentou Paulson.As duas empresas, que são os principais pilares do mercado de crédito imobiliário norte-americano, foram colocadas sob tutela governamental, a cargo da Federal House Finance Agency. Ambas registaram fortes prejuízos com a crise do mercado de crédito imobiliário de alto risco ('subprime'), que rebentou em Agosto do ano passado e cujas consequências continuam a fazer-se sentir em todo o mundo.As respectivas administrações vão ser substituidas: Herb Allison, antigo vice-presidente da Merrill Lynch, vai liderar a Fannie Mae. Para a liderança do Freedie Mac foi escolhido David Moffet, antigo vice-presidente do US Bancorp.
Lusa / SOL

PARA QUE NÃO CAIA NO ESQUECIMENTO, A SENHORA VAI TER DE EXPLICAR.

Finanças: Receitas fiscais posteriores a 2003 pagam compromissos contratados em 2003
Estado deu 15 mil milhõesA operação de cedência de créditos fiscais e da Segurança Social ao Citigroup, realizada por Manuela Ferreira Leite enquanto ministra das Finanças do Governo PSD/CDS-PP, está a ficar cara ao Estado: dos 11, 44 mil milhões de euros cedidos ao Citigroup em 2003, mais de 3,74 mil milhões foram substituídos por outros créditos cobráveis dos anos seguintes. Com esta substituição, o Estado cedeu ao Citigroup um montante total de créditos de cerca de 15,2 mil milhões de euros.
Ao que o CM apurou, o montante dos créditos fiscais substituídos apanhou de surpresa o Governo de José Sócrates, dado que Ferreira Leite garantira na altura, que a taxa de substituição desses créditos não seria superior a um dígito. Em vez de uma taxa de substituição inferior a dez por cento, o negócio com o Citigroup acabou por traduzir-se na substituição de 33% do total de créditos cedidos àquele grupo financeiro norte-americano. E esta taxa de substituição é mesmo superior à previsão do Instituto para o Desenvolvimento e Estudos Económicos, Financeiros e Empresariais (IDEFE), do ISEG, entidade contratada por imposição do Eurostat para fazer uma avaliação independente da carteira de dívidas: o IDEFE previu que 19% dos créditos transferidos não eram cobráveis.
A portaria 1375- -A/2003 diz que "a possível substituição dos créditos a ceder no âmbito da operação de titularização de créditos, por efeito da verificação posterior de inexistência ou inexigibilidade ou diferença de valor desses créditos, nos termos que venham a ser fixados nos respectivos documentos contratuais, é efectuada mediante a cessão de créditos de igual natureza, que respeitem a factos tributários ocorridos até 31 de Dezembro de 2003, ainda que o respectivo processo de cobrança coerciva seja iniciado em data posterior". Só que, apurou o CM, "com as condições contratadas em 2003, houve que proceder à substituição de créditos dos valores que não correspondiam a créditos que o Estado tivesse e que pudesse titularizar".
Por isso, foram utilizados créditos fiscais de anos posteriores a 2003. O CM tentou falar, sem sucesso, com Manuela Ferreira Leite.

ENQUANTO CONTINUO ÀS VOLTAS COM O DISCURSO DE MFL, O PS RESPONDEU. EU VOU INSISTINDO NO MASSACRE

Dulce Fernandes (arquivo)
Vitalino Canas considera que Ferreira Leite não tem esforços para apresentar alternativas, "mantendo uma linha de puro bota-abaixismo"

PS OU DEMOCRACIA GRIPADA

Líder do PSD criticou Governo na "rentrée" política do partido
PS acusa Ferreira Leite de ser "incapaz" de apresentar propostas alternativas
O PS acusou hoje Manuel Ferreira Leite de ser incapaz de apresentar propostas alternativas às do Governo e de não fazer autocrítica face ao seu passado enquanto ministra. Os socialistas reagiam, assim, às críticas da líder do PSD, que na "rentrée" política social-democrata acusou o Executivo de ter "uma máquina de comunicação e de acção pouco democrática" e de deixar o Estado "muito vulnerável à corrupção"."O PSD continua à espera de ouvir algumas ideias da sua líder, mas o país já nada espera da líder do PSD", defendeu o porta-voz do PS, Vitalino Canas, em declarações à Lusa.Ferreira Leite acusou o Governo de ter “uma máquina de comunicação e de acção pouco democrática” e de procurar controlar os cargos públicos, deixando o Estado “muito vulnerável à corrupção”. Considerou ainda que “Portugal está longe de beneficiar da democracia na sua plenitude” e propôs-se contribuir para a sua consolidação e “libertar o país e as instituições do sectarismo partidário”.Numa reacção ao discurso da líder social-democrata, Vitalino Canas considerou que a intervenção de Ferreira Leite em Castelo de Vide correspondeu "inteiramente às baixas expectativas" existentes. "Se houve alguma surpresa foi o facto de Manuela Ferreira Leite não ter feito o mínimo esforço para apresentar uma alternativa ou uma simples medida para o país, mantendo uma linha de puro bota-abaixismo, que já vem do congresso que a elegeu como presidente do PSD", considerou o dirigente socialista. Vitalino Canas afirmou também que Ferreira Leite, ex-ministra de Estado e das Finanças no executivo de coligação PSD/CDS-PP, liderado por Durão Barroso, "continua incapaz de fazer uma autocrítica". "Continua sem ser capaz de assumir a responsabilidade por ter deixado o défice chegar aos 6,83 por cento [em 2005] e de ter sido incapaz de fazer a reforma da administração pública", apontou. Para Vitalino Canas, a actuação política de Ferreira Leite indicia que, "se eventualmente voltasse a ter responsabilidades políticas no país, não teria medidas ou sugestões diferentes daquelas que teve no passado". "Estamos perante uma confissão velada do PSD de que não tem alternativas às do Governo do PS", acrescentou.

"LIBERTAR O PAÍS" OU O PSD? FOI ENGANO OU DESNORTE?SÓ VEJO UM RUMO PARA A NOVA LIDER:DIZER QUE NAO TEM CONDIÇÕES E RUMAR A LONDRES

Na "rentrée" política do PSD
Ferreira Leite propõe-se a "libertar o país"
A líder social-democrata considera que "Portugal está longe de beneficiar da democracia na sua plenitude": "o Governo gasta imensa energia e recursos a tratar da comunicação e imagem" e "falhou perigosamente no âmbito da segurança interna". No Expresso on line

GOVERNO JÁ RESPONDEU A FERREIRA LEITE. EU NÃO CONSIGO PARA JÁ. ESTOU A ESPREMER A DISCURSATA PARA VER SE DÁ ALGUMA COISA. ESTÁ DIFICIL.

O ministro dos Assuntos Parlamentares considerou que o discurso de Manuela Ferreira Leite na Universidade de Verão do PSD foi de «bota-abaixo». Para Augusto Santos Silva, a intervenção teve «graves erros, omissões e inverdades».
'
Augusto Santos Silva entende que discurso de Ferreira Leite foi «bota-abaixo»

O ministro dos Assuntos Parlamentares considerou que a intervenção de Manuela Ferreira Leite no encerramento da Universidade de Verão do PSD não trouxe nada de novo, tendo sido mesmo um «discurso de bota-abaixo».
Augusto Santos Silva considerou que Manuela Ferreira Leite «cometeu graves erros, omissões e inverdades» no seu discurso e lembrou que a economia portuguesa esteve em recessão em 2003, quando a líder social-democrata foi ministra das Finanças.
Em declarações à TSF, o titular da pasta dos Assuntos Parlamentares lembrou ainda que o desemprego baixou em relação a 2005, quando o governo socialista tomou posse.
Santos Silva contrariou ainda a actual líder social-democrata ao afirmar que «é falso dizer que se perderam postos de emprego com o actual Executivo», até porque as «estatísticas oficiais mostram que, desde 2005 até ao momento, houve um ganho líquido de 130 mil postos de trabalho».
«É falso que a reforma da Administração Pública equivalha a qualquer espécie de controlo partidário. Pelo contrário, foi este governo que reinstituiu os concursos para cargos de direcção na Administração Pública a nível de directores de serviço e chefes de divisão», acrescentou.

TRÊS MESES E UM SILÊNCIO DE MAIS DE 1 MÊS PARA TER DITO O QUE DISSE, A SENHORA NÃO NASCEU FADADA PARA ISTO. NÃO QUER DAR ESPECTÁCULO MEDIÁTICO, MAS ENTROU NA HORA DOS NOTICIÁRIOS.
FALOU NOS 10 ANOS EM 13 E NÃO EXPLICA OS 13 ANOS DE GOVERNOS DO PSD (EM 23) COM DUAS MAIORIAS ABSOLUTAS, DOIS QUADROS COMUNITÁRIOS DE APOIO COM DEZENAS DE MILHARES DE MILHÕES; A VENDA DE IMPOSTOS; DIZ QUE O PSD FARIA DIFERENTE, MAS NÃO PROPÕE NADA; ATACA O MINISTRO DA ADM INTERNA MAS JÁ NÃO PEDE A DEMISSÃO (FOI SÓ EM COMUNICADO); ESTÁ DE ACORDO COM O INVESTIMENTO PÚBLICO, MAS AGORA QUER SABER OS CRITÉRIOS, JÁ NÃO QUER OS ESUDOS; FALA EM ECONOMIA E DESEMPENHO MEDÍOCRE, MAS NÃO PROPÕE NADA; FALA DE INSEGURANÇA MAS NÃO COMENTA AS MEDIDAS TOMADAS.
VOU CONTINUAR A MASSACAR AS 29 FOLHAS DO DISCURSO PARA VÊR SE CONSIGO TIRAR ALGUMA COISA PARA PODER COMENTAR.

OU SERÁ "QUE O BURRO SOU EU" COMO DIZIA O OUTRO?
Carlos Pinto