Estátua de Vímara Peres-Porto

Estátua de Vímara Peres-Porto
Lança,escudo,elmo e armadura-escultura de Barato Feyo-do Livro Porto Património Cultural Da Humanidade de Manuel Dias e André Fregitzer
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PROTECÇÃO CONTRA A DITADURA

PROTECÇÃO CONTRA A DITADURA

JÁ ESTAMOS EM DITADURA?

JÁ ESTAMOS EM DITADURA?

POR PROPOSTA DE FERREIRA LEITE A DEMOCRACIA ESTÁ SUSPENSA 6 MESES

Por qué no te callas? Desde que Manuela Ferreira Leite chegou a líder do PSD que nunca sabemos o que ela pretende dizer cada vez que fala, entendemo-la perfeitamente, conseguimos repetir tudo o que disse para temos de nos abster no momento de a interpretar ou tirar conclusões. Temos de esperar um ou dois dias para, em função das sondagens de opinião ou das reacções da opinião pública, ouvirmos alguém do PSD, o secretário-geral ou o líder parlamentar, dizer-nos o que a líder pretendia dizer. Isso sucedeu logo com o seu discurso de encerramento do congresso que a confirmou na liderança do PSD, como nessa altura a máquina ainda não estava adaptada ao discurso da nova líder andámos mais de uma semana a tentar interpretar qual a opinião de MFL em relação às obras públicas, na ocasião Morais Sarmento ainda fez um esforço para esclarecer que eram apenas alguns projectos que estavam em causa, mas depois de várias contradições foi a própria MFL que esclareceu que eram todas as obras. Desde então, cada vez que MFL abre a boca é certo que no dia seguinte alguém vem esclarecer o que a líder do PSD pretendia dizer. Sucedeu, por exemplo, com a sua posição em relação ao salário mínimo, disse que era contra para dois dias depois alguém esclarecer que as suas declarações tinham sido mal interpretadas, o contra era um talvez muito próximo do sim. Agora o disparate foi maior, MFL disse com ar muito sério que o ideal era suspender a democracia durante seis meses, disse-o com o ar mais sério deste mundo, sem alterar a expressão do rosto e sem o mais pequeno sinal de ironia, Afinal, esclarece um secretário-geral do PSD indignado, que a líder do PSD estava a ironizar. Bem, não conheço muito bem o estilo de MFL a contar anedotas, o que vi e ouvi não me levava a pensar que estava a ironizar. Mas quando o ministro das obras públicas disse o disparate do deserto da margem sul, não teve direito a interpretação ou contexto, o PSD foi mais longe que qualquer outro partido da oposição e produziu outdoors com camelos que afixou na margem sul. Mas deixemos os duplos critérios do PSD, já sabemos que a actual líder é a pessoa mais séria e rigorosa deste mundo, ainda que o seu problema seja não se limitar a usar na boca nas refeições, até parece que quando come a ligação é ao estômago e quando fala em vez de a boca se ligar ao cérebro estabelece uma ligação directa ao intestino grosso. Temos portanto uma candidata a primeiro-ministro que não diz quais são as suas propostas é porque não quer que o país beneficie delas sendo aplicadas por um governo que não seja do seu partido, e quando fala não pode ser levada a sério enquanto não vier alguém divulgar as notas explicativas ou dizer o que efectivamente pretendia dizer. O secretário-geral do PSD que costumava ter como função mandar as facturas da propaganda para as empresas e obras públicas, passou a desempenhar as funções de tradutor-intérprete oficial de MFL. Se a lide do PSD disser branco temos de nos abster de pensar no que disse até que o secretário-geral nos esclareça se branco é preto, cinzento ou azul, já que quando a líder disse branco estava a ironizar. Começo a perceber porque razão a líder do PSD optou inicialmente pelo silêncio, era para poupar trabalho extra ao secretário-geral e ao líder parlamentar do PSD, para que em vez de se dedicarem às suas funções tenham de andar em permanente alvoroço a esclarecer o país sobre o que MFL disse de cada vez que abriu a boca. Do blog - o jumento

HOJE INTERROMPI A SUSPENSÃO PARA DEIXAR UM AVISO

Sábado, 15 de Novembro de 2008

ESTÁ EM MARCHA O PREC II - ESTÁ NOS COMPÊNDIOS LENINISTAS
O PCP e seu satélites sabem fazer isto muito bem e espero que ninguém tenha medo das ameaças de tribunal do senhor Mário Nogueira. Ou teremos de recorrer de novo a Mário Soares para ir para a rua defender a DEMOCRACIA E A LIBERDADE?"
CONVERGÊNCIA DAS FRENTES DE LUTA"

dirigida a quatro pilares:PROFESSORES, MILITARES, FUNÇÃO PÚBLICA E AGORA OS ALUNOS. Só não vê quem não quer.Como o operariado já não existe e ir para a porta das fábricas é perigoso porque provoca mais desemprego, joga-se onde o emprego é para a vida inteira.
Lamentávelmente um partido pilar da Demcracia, responsável por 13 anos de governo em 23, o PSD e a sua líder, cavalgam a onda de descontantamento, numa fase tão dificil para Portugal e para o Mundo, com a falência do neoliberalismo. É a CRISE FINANCEIRO E A CRISE ECONÓMICA, que a ganância do lucro e a Globalização selvagem provocaram. Sobre isto a lider do PSD cala-se. Sobre BPN fica muda. Sobre alternativas não divulga. Agora só fala para dizer que é preciso suspender a avaliação e experimentar outra. MAS QUAL?
nOTA: Li hoje um artigo esclarecedor de Miguel Sousa Tavares no Expresso.Carlos Pinto

O DISCURSO DA VITÓRIA

O DISCURSO

Obama: O discurso de vitória
05.11.2008 - 20h24
Boa noite, Chicago. Se ainda houver alguém que duvida que a América é o lugar onde todas as coisas são possíveis, que questiona se o sonho dos nossos fundadores ainda está vivo, que ainda duvida do poder da nossa democracia, teve esta noite a sua resposta.É a resposta dada pelas filas de voto que se estendiam em torno de escolas e igrejas em números que esta nação jamais vira, por pessoas que esperaram três e quatro horas, muitas pela primeira vez na sua vida, porque acreditavam que desta vez tinha de ser diferente, que as suas vozes poderiam fazer essa diferença.É a resposta dada por jovens e velhos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, asiáticos, nativos americanos, homossexuais, heterossexuais, pessoas com deficiências e pessoas saudáveis. Americanos que enviaram uma mensagem ao mundo, a de que nunca fomos apenas um conjunto de indivíduos ou um conjunto de Estados vermelhos e azuis.Somos e sempre seremos os Estados Unidos da América.É a resposta que levou aqueles, a quem foi dito durante tanto tempo e por tantos para serem cínicos, temerosos e hesitantes quanto àquilo que podemos alcançar, a porem as suas mãos no arco da História e a dobrá-lo uma vez mais em direcção à esperança num novo dia.Há muito que isto se anunciava mas esta noite, devido àquilo que fizemos neste dia, nesta eleição, neste momento definidor, a mudança chegou à América.Há pouco recebi um telefonema extraordinariamente amável do Senador McCain.O Senador McCain lutou longa e arduamente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e arduamente pelo país que ama. Fez sacrifícios pela América que muitos de nós não conseguimos sequer imaginar. Estamos hoje melhor devido aos serviços prestados por este líder corajoso e altruísta.Felicito-o e felicito a governadora Palin por tudo aquilo que alcançaram. Espero vir a trabalhar com eles para renovar a promessa desta nação nos próximos meses.Quero agradecer ao meu parceiro neste percurso, um homem que fez campanha com o seu coração e falou pelos homens e mulheres que cresceram com ele nas ruas de Scranton e viajaram com ele no comboio para Delaware, o vice-presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden.E eu não estaria aqui hoje sem o inabalável apoio da minha melhor amiga dos últimos 16 anos, a pedra angular da nossa família, o amor da minha vida, a próxima Primeira Dama do país, Michelle Obama.Sasha e Malia, amo-vos mais do que poderão imaginar. E merecem o novo cachorro que virá connosco para a nova Casa Branca.E embora ela já não esteja entre nós, sei que a minha avó está a observar-me, juntamente com a família que fez de mim aquilo que sou. Tenho saudades deles esta noite. Reconheço que a minha dívida para com eles não tem limites.Para a minha irmã Maya, a minha irmã Alma, todos os meus outros irmãos e irmãs, desejo agradecer-vos todo o apoio que me deram. Estou-vos muito grato.E ao meu director de campanha, David Plouffe, o discreto herói desta campanha, que, na minha opinião, concebeu a melhor campanha política da história dos Estados Unidos da América.E ao meu director de estratégia, David Axelrod, que me tem acompanhado em todas as fases do meu percurso.Para a melhor equipa alguma vez reunida na história da política: tornaram isto possível e estou-vos eternamente gratos por aquilo que sacrificaram para o conseguir.Mas acima de tudo nunca esquecerei a quem pertence verdadeiramente esta vitória. Ela pertence-vos a vós. Pertence-vos a vós.Nunca fui o candidato mais provável para este cargo. Não começámos com muito dinheiro nem muitos apoios. A nossa campanha não foi delineada nos salões de Washington. Começou nos pátios de Des Moines, em salas de estar de Concord e nos alpendres de Charleston. Foi construída por homens e mulheres trabalhadores que, das suas magras economias, retiraram 5 e 10 e 20 dólares para a causa.Foi sendo fortalecida pelos jovens que rejeitavam o mito da apatia da sua geração e deixaram as suas casas e famílias em troca de empregos que ofereciam pouco dinheiro e ainda menos sono.Foi sendo fortalecida por pessoas menos jovens, que enfrentaram um frio terrível e um calor sufocante para irem bater às portas de perfeitos estranhos, e pelos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários, se organizaram e provaram que mais de dois séculos depois, um governo do povo, pelo povo e para o povo não desaparecera da Terra.Esta vitória é vossa.E sei que não fizeram isto apenas para vencer uma eleição. E sei que não o fizeram por mim.Fizeram-no porque compreendem a enormidade da tarefa que nos espera. Porque enquanto estamos aqui a comemorar, sabemos que os desafios que o amanhã trará são os maiores da nossa vida – duas guerras, uma planeta ameaçado, a pior crise financeira desde há um século.Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos corajosos a acordarem nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para arriscarem as suas vidas por nós.Há mães e pais que se mantêm acordados depois de os seus filhos adormecerem a interrogarem-se sobre como irão amortizar a hipoteca, pagar as contas do médico ou poupar o suficiente para pagar os estudos universitários dos filhos.Há novas energias para aproveitar, novos empregos para serem criados, novas escolas para construir, ameaças para enfrentar e alianças para reparar.O caminho à nossa frente vai ser longo. A subida vai ser íngreme. Podemos não chegar lá num ano ou mesmo numa legislatura. Mas América, nunca estive tão esperançoso como nesta noite em como chegaremos lá.Prometo-vos. Nós, enquanto povo, chegaremos lá.Haverá reveses e falsas partidas. Há muitos que não concordarão com todas as decisões ou políticas que eu tomar como presidente. E sabemos que o governo não consegue solucionar todos os problemas.Mas serei sempre honesto para convosco sobre os desafios que enfrentarmos. Ouvir-vos-ei, especialmente quando discordarmos. E, acima de tudo, pedir-vos-ei que adiram à tarefa de refazer esta nação da única forma como tem sido feita na América desde há 221 anos – pedaço a pedaço, tijolo a tijolo, e com mãos calejadas.Aquilo que começou há 21 meses no rigor do Inverno não pode acabar nesta noite de Outono.Somente a vitória não constitui a mudança que pretendemos. É apenas a nossa oportunidade de efectuar essa mudança. E isso não poderá acontecer se voltarmos à forma como as coisas estavam.Não poderá acontecer sem vós, sem um novo espírito de empenho, um novo espírito de sacrifício.Convoquemos então um novo espírito de patriotismo, de responsabilidade, em que cada um de nós resolve deitar as mãos à obra e trabalhar mais esforçadamente, cuidando não só de nós mas de todos.Recordemos que, se esta crise financeira nos ensinou alguma coisa, é que não podemos ter uma Wall Street florescente quando as Main Street sofrem.Neste país, erguemo-nos ou caímos como uma nação, como um povo. Resistamos à tentação de retomar o partidarismo, a mesquinhez e a imaturidade que há tanto tempo envenenam a nossa política.Recordemos que foi um homem deste Estado que, pela primeira vez, transportou o estandarte do Partido Republicano até à Casa Branca, um partido fundado em valores de independência, liberdade individual e unidade nacional.São valores que todos nós partilhamos. E embora o Partido Democrata tenha alcançado uma grande vitória esta noite, fazemo-lo com humildade e determinação para sarar as divergências que têm atrasado o nosso progresso.Como Lincoln disse a uma nação muito mais dividida do que a nossa, nós não somos inimigos mas amigos. Embora as relações possam estar tensas, não devem quebrar os nossos laços afectivos.E àqueles americanos cujo apoio ainda terei de merecer, posso não ter conquistado o vosso voto esta noite, mas ouço as vossas vozes. Preciso da vossa ajuda. E serei igualmente o vosso Presidente.E a todos os que nos observam esta noite para lá das nossas costas, em parlamentos e palácios, àqueles que estão reunidos em torno de rádios em cantos esquecidos do mundo, as nossas histórias são únicas mas o nosso destino é comum, e uma nova era de liderança americana está prestes a começar.Aos que querem destruir o mundo: derrotar-vos-emos. Aos que procuram a paz e a segurança: apoiar-vos-emos. E a todos aqueles que se interrogavam sobre se o farol da América ainda brilha com a mesma intensidade: esta noite provámos novamente que a verdadeira força da nossa nação não provém do poder das nossas armas ou da escala da nossa riqueza, mas da força duradoura dos nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e uma esperança inabalável.É este o verdadeiro génio da América: que a América pode mudar. A nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já alcançámos dá-nos esperança para aquilo que podemos e devemos alcançar amanhã.Esta eleição contou com muitas estreias e histórias de que se irá falar durante várias gerações. Mas aquela em que estou a pensar esta noite é sobre uma mulher que depositou o seu voto em Atlanta. Ela é muito parecida com os milhões de pessoas que aguardaram a sua vez para fazer ouvir a sua voz nestas eleições à excepção de uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.Ela nasceu apenas uma geração depois da escravatura, numa época em que não havia automóveis nas estradas nem aviões no céu; em que uma pessoa como ela não podia votar por duas razões – porque era mulher e por causa da cor da sua pele.E esta noite penso em tudo o que ela viu ao longo do seu século de vida na América – a angústia e a esperança; a luta e o progresso; as alturas em que nos foi dito que não podíamos e as pessoas que não desistiram do credo americano: Sim, podemos.Numa época em que as vozes das mulheres eram silenciadas e as suas esperanças destruídas, ela viveu o suficiente para se erguer, falar e votar. Sim, podemos.Quando havia desespero e depressão em todo o país, ela viu uma nação vencer o seu próprio medo com um New Deal, novos empregos, e um novo sentimento de um objectivo em comum. Sim, podemos.Quando as bombas caíam no nosso porto e a tirania ameaçava o mundo, ela esteve ali para testemunhar uma geração que alcançou a grandeza e salvou uma democracia. Sim, podemos.Ela viu os autocarros em Montgomery, as mangueiras em Birmingham, uma ponte em Selma, e um pregador de Atlanta que dizia às pessoas que elas conseguiriam triunfar. Sim, podemos.Um homem pisou a Lua, um muro caiu em Berlim, um mundo ficou ligado pela nossa ciência e imaginação.E este ano, nestas eleições, ela tocou com o seu dedo num ecrã e votou, porque ao fim de 106 anos na América, tendo atravessado as horas mais felizes e as horas mais sombrias, ela sabe como a América pode mudar.Sim, podemos.América, percorremos um longo caminho. Vimos tanto. Mas ainda há muito mais para fazer. Por isso, esta noite, perguntemos a nós próprios – se os nossos filhos viverem até ao próximo século, se as minhas filhas tiverem a sorte de viver tantos anos como Ann Nixon Cooper, que mudança é que verão? Que progressos teremos nós feito?Esta é a nossa oportunidade de responder a essa chamada. Este é o nosso momento.Este é o nosso tempo para pôr o nosso povo de novo a trabalhar e abrir portas de oportunidade para as nossas crianças; para restaurar a prosperidade e promover a causa da paz; para recuperar o sonho americano e reafirmar aquela verdade fundamental de que somos um só feito de muitos e que, enquanto respirarmos, temos esperança. E quando nos confrontarmos com cinismo e dúvidas e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com o credo intemporal que condensa o espírito de um povo: Sim, podemos.Muito obrigado. Deus vos abençoe. E Deus abençoe os Estados Unidos da América

O HOMEM CERTO NO MOMENTO CERTO

O HOMEM CERTO NO MOMENTO CERTO

PARABÉNS PRESIDENTE BARACK BAMA

PARA OS QUE DUVIDARAM, HOJE É UMA CERTEZA

EM OBAMA PODEMOS ACREDITAR - VOTE NA MUDANÇA

obama e michele já votaram - não se pode perder 1 voto


AVÓ DE OBAMA VOTOU ANTES DE MORRER. PAZ À SUA ALMA. CUMPRIU O ÚLTIMO DEVER

Obama entre os avós maternos, Stanley e Madelyn Dunham A avó de Barack Obama, Madelyn Dunham, morreu esta madrugada, no Havai.Antes de sucumbir, durante o sono, a um cancro, a senhora votou pela internet, antes ainda da abertura das mesas eleitorais. O voto vai contar. Kevin Cronin, que chefia as eleições no Havai, já garantiu que o voto de Madelyn Dunham vai ser contabilizado. A avó de Obama, acamada, votou por correspondência, informaram as autoridades. E, esse voto, singular e único, será contabilizado como todos os outros votos feitos por correspondência, dado que Madelyn Dunham está viva à altura em que o voto foi confirmado. Amanhã, cerca de seis horas após o fecho das urnas em território continental americano, quando fecharem as mesas de voto no Havai, o voto de Madelyn Dunham simbolizará mais do que apenas um voto em Obama.

OS PRIMEIROS RESULTADOS DEFINITIVOS - VOTE OBAMA

Obama assegura duas vitóriasO candidato democrata à presidência dos Estados Unidos da América, Barack Obama, assegurou vitórias nas duas primeiras mesas de voto que já encerraram em Dixville Notch e Hart's Location, duas pequenas localidades do estado de New Hampshire, na costa Leste.
Estas duas localidades mantêm desde 1948 a tradição de serem as primeiras a votar. Em Dixville Notch, Obama venceu o seu rival republicano, John McCain, por 15 votos contra seis, enquanto em Hart's Location o senador democrata conseguiu 17 votos contra 10 de McCain.
Nas eleições presidenciais de 2000 e 2004, George W. Bush venceu as votações realizadas nestas duas localidades, sendo que em Dixville Notch é a primeira vez desde 1968 que ali ganha um candidato democrata.

UM BOM SINAL.NÃO SE PODE PARAR

UM BOM SINAL.NÃO SE PODE PARAR
que deus te guarde até ao fim barack obama

PROJECÇÕES E SONDAGENS DO PROF. CARLOS SANTOS DA UN. CATÓLICA DO PORTO

PROJECÇÕES E SONDAGENS DO PROF. CARLOS SANTOS DA UN. CATÓLICA DO PORTO
os estados e as tendências com Obama a vencedor

MAIS DE 170 JORNAIS DÃO APOIO A OBAMA

Liderança de Bush foi “falhada”
“The New York Times” apoia Obama e diz que a escolha é fácil

24.10.2008 - 10h12 PÚBLICO
O diário norte-americano “The New York Times” apoia o candidato democrata, Barack Obama, para Presidente dos Estados Unidos, num editorial publicado ontem “on-line” e hoje na edição impressa.O jornal considera em editorial que, apesar de os tempos serem difíceis para o país, “a escolha de um novo Presidente é fácil”, porque, ao fim de dois anos de “uma campanha extenuante e feia, o senador Barack Obama do Illinois provou que é a escolha certa para ser o 44º Presidente dos Estados Unidos”.E diz também que o próximo Presidente vai receber um país “à deriva” depois de oito anos de “liderança falhada do Presidente Bush”, que deixa ao seu sucessor uma herança de duas guerras, “uma imagem global manchada e um Governo sistematicamente destituído da sua capacidade para ajudar os cidadãos”.Para o jornal, referência da imprensa americana com projecção mundial, Obama mostrou “uma cabeça fria e discernimento sólido”, e acredita que “ele tem a capacidade de forjar um consenso político alargado que é essencial para encontrar as soluções para os problemas do país”.Quando a McCain, “The New York Times” diz que “retirou-se cada vez mais para as franjas da política americana, conduzindo uma campanha com base na divisão partidária, guerra de classes e até sugestões de racismo”, defendendo políticas e uma visão do mundo ancoradas no passado, oferecendo também “mais da ideologia republicana de cada um por si”.É também duramente criticada a escolha por McCain de Sarah Palin (actual governadora do Alasca) para sua vice-presidente.

OBAMA E MICHELLE A CAMINHO DA CASA BRANCA- VOTE

OBAMA E MICHELLE A CAMINHO DA CASA BRANCA- VOTE

BILL CLINTON EM ORLANDO-LUTAR ATÉ AO FIM. VAMOS GANHAR

BARACK OBAMA A CAMINHO DA CASA BRANCA

BARACK OBAMA A CAMINHO DA CASA BRANCA
UM IVRO ESPECTACULAR

MCCAINE JOGA BAIXO E ACUSA OBAMA DE EXTREMA-ESQUERDA- É O DESESPERO

OBAMA - NÃO SE PODE DESCANSAR. ATÉ DIA 4 SEMPRE EM LUTA. ELES, OS REPUBLICANOS, VÃO USAR TUDO.

PELA PAZ, PELO PROGRESSO E PELA DEMOCRACIA, VOTE OBAMA. PARA QUE A HISTORIA NÃO SE REPITA

AS CARETAS DE MCCAINN-"O VELHO, O RAPAZ E... FALTA BUSH

AS CARETAS DE MCCAINN-"O VELHO, O RAPAZ E... FALTA BUSH
FIM DO DEBATE

ELEIÇÕES NOS EUA-VOTE

segunda-feira, 23 de junho de 2008

DESCENTRALIZAÇÃO VERSUS DESCONCENTRAÇÃO

Uma das questões que ficou clara no debate promovido recentemente pela Câmara Municipal do Porto sobre as regiões foi a de que a descentralização regional só é possível com a regionalização. Por uma razão muito simples. A descentralização sem regionalização só poderia ser feita para as Câmaras e Juntas de Freguesia que são os únicos órgãos descentralizados existentes. Ora todos temos consciência que embora muitas mais funções possam ser transferidas para estas autarquias, a verdade é que as mesmas não são a melhor e a mais adequada solução para a transferência de competências que extravasem o território do município. Estão neste caso transferências no âmbito da saúde, transportes, planeamento, ensino, para dar alguns exemplos. A título meramente indicativo não seria correcto que a responsabilidade dum equipamento de saúde ou ensino que presta serviço à população de diversos municípios, fosse atribuída a uma determinada municipalidade. Foi por haver consciência desta realidade que os constituintes previram a criação de autarquias intermédias: as regiões.
A alternativa que os detractores da regionalização procuraram vender aos portugueses como descentralização, mais não passa de mera desconcentração de serviços e, como tal, em nada altera a filosofia centralizadora do estado português nem dará resposta aos problemas que a regionalização procura resolver: fortalecer a coesão nacional pela eliminação das assimetrias regionais existentes e contribuir para um maior dinamismo económico e uma melhor e mais eficaz administração pública.
A desconcentração, embora aproxime o centro da periferia pela desconcentração de estruturas nunca substituirá a descentralização regional, pela simples razão de que no num caso, os dirigentes são nomeados e no outro os dirigentes são eleitos. É esta eleição que faz a diferença qualitativa.
Todos estamos a ver qual será o comportamento dum dirigente nomeado em caso de conflitualidade entre os interesses da região ou a vontade dum ministro. Esta última acabará sempre por prevalecer porque o dirigente tenderá sempre a salvaguardar o seu emprego. Já no caso dum dirigente eleito, não temos dúvida que, o interesse regional prevalecerá, porque o político não responde perante o ministro, bem pelo contrário irá prestar contas aos seus eleitores.
Não tenhamos receio de o interesse nacional ser posto em causa, porque a lei terá a precaução de salvaguardar o mesmo. O que o País ou uma região não podem é estar dependentes de dirigentes que não lhes prestam contas.
Os dois últimos quadros comunitários de apoio à economia portuguesa e ao desenvolvimento regional foram o sucesso ou o desastre que todos conhecemos. O actual QREN foi elaborado e está a ser gerido por políticos nomeados. É, talvez a última grande oportunidade que as regiões, nomeadamente o Norte tinha para recuperar o seu atraso e garantir um melhor futuro aos seus residentes. Temo que estejamos a desperdiçar esta oportunidade.
Raul Brito

COELHO DOS SANTOS ESCREVE SOBRE OS POLITICOS

SOBRE OS POLÍTICOS

Capítulo 1º

Defender um governo, não importa em que meridiano, mas sobretudo em Portugal mal refeito de muitas coisas é, em termos de apreciação política um passaporte para um autêntico “Rilhafoles”.
Se a essa idiossincrasia somarmos os desestímulos de uma conjuntura de crise, defender o governo, pode parecer a muitos, não só uma rematada loucura, mas também uma perigosa temeridade de minha parte. Mas não o é, e vou explicar porquê.

1 – Este governo está fazendo o que era inevitável que se fizesse e que há mais tempo, devia ter sido feito.
2 – Que era urgente travar a progressão do endividamento externo e reduzir o défice orçamental.
3 – Que para travar essa progressão era necessário sacrificar o investimento, o crescimento e fundamentalmente implementar a reforma na função pública.
4 – Que pior do que ter de assumir a verdade da sua política, seria a mentira de ser mantido na ignorância de que as finanças públicas voltariam a descontrolar e que a dívida externa aumentaria.
5 – Que todos os Portugueses pagariam uma pesada factura, se por acaso o governo cedesse à pressão da ignorância, do sectarismo e do partidarismo irresponsável, e à provocatória chantagem dos lobies, desejosos de reforçar a sua tendência para institucionalizar o famigerado modelo de capitalismo selvagem.
A crise dos combustíveis, o que ela movimentou e o que virá a movimentar, é disto um preocupante exemplo. A repetir-se e se não for logo à partida, devidamente controlada, a democracia e o estado de direito, correm um sério risco. “Mira Amaral diz-se chocado com os que pedem a diminuição dos impostos, sobre os combustíveis, mas não o choca da mesma forma, os lucros milionários das protolíferas...será por ser um gestor pago milionáriamente!???

O governo está consciente da dureza da política que a conjuntura e as reformas lhe impôs. Sabe os custos que tem, as aflições que provoca, as lágrimas que solta.
Estou em crer que apesar de tudo, que nada lhe poderia ser mais gratificante do que recuperar o equilíbrio sem sacrifícios, relançar o desenvolvimento sem dor e semear a esperança sem premonições.
O povo percebeu tudo isto e é inútil iludi-lo dizendo-lhe, que a situação é boa, o governo é que não presta e que, mudando de governo, mudariam de esperança.

Mas...a verdade, porém, é que continua haver muito desemprego, que origina um novo tipo de pobreza, mais cruel e desesperante, por ser envergonhada, as reformas decentes e compatíveis, são para a maioria dos pensionistas, uma utopia, o direito pleno à saúde, à habitação e ao emprego é uma... miragem.
Mas...a verdade, porém, é que muitos salários continuam por pagar, as respectivas empresas por falir, os seus gestores, quando culpados, por responsabilizar. E se é certo que aos trabalhadores desempregados lhes é dado o subsídio de desemprego, os trabalhadores com emprego teórico, mas sem emprego e salários reais, continuam a trabalhar não se sabe a beneficio de quem, em regra não deles próprios, já que, em caso de falência natural ou propositada – que na maioria dos casos sobrevirá – o seu privilégio vem depois de tantos que o trabalho não pago por eles prestado aproveitará a outrem que não a eles.
Os exemplos mais flagrantes e ao mesmo tempo mais dolorosos de tudo isto, está bem reflectido em todo o distrito do Porto, em particular no Vale do Ave.
E aqui abro um... ( para perguntar aos politiqueiros cá da zona, onde estão e o que fazem, para ajudar a inverter esta triste e vergonhosa situação? )
E onde estão também os políticos responsáveis do Partido Socialista Porto, que consentem, passivamente, que estas situações se arrastem no tempo, agravando tudo sem solução de nada!?

Será o TGV e o novo aeroporto a solução milagrosa, que vai minorar as desigualdades???...nesta e noutras regiões carenciadas?

Para quando a REGIONALIZAÇÃO?

Acho sinceramente que é mais que tempo para o Governo olhar com olhos de ver, para estas e outras situações e encará-las com pragmatismo.
Como? a meu ver...fica para o capítulo 2º.

coelho dos santos

sábado, 21 de junho de 2008

PS - ANTÓNIO COSTA ESCLARECE?


Mário Cruz/Lusa
António Costa diz que não divergências pessoais com Júdice
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, recusou hoje comentar a saída de José Miguel Júdice da gestão do plano de reabilitação da Frente Ribeirinha de Lisboa remetendo eventuais esclarecimentos para o Governo.
"Não tenho qualquer comentário a fazer, eventualmente qualquer comentário caberá ao Estado", afirmou António Costa no início de uma viagem para apresentação do plano global de reabilitação da Frente Ribeirinha.
António Costa afastou ainda a existência de divergências pessoais com José Miguel Júdice, esclarecendo que o ex-bastonário da Ordem dos Advogados lhe comunicou a decisão de abandonar o projecto.
"Comigo pessoalmente não houve certamente qualquer tipo de divergência. Pessoalmente lamento, mas há um trabalho muito importante a fazer entre o município e o Estado, que é o que vamos apresentar aqui", acrescentou.
O plano está a ser apresentado aos jornalistas por António Costa e os vereadores do Urbanismo, Manual Salgado, e dos Espaços Verdes, José Sá Fernandes, num a viagem de barco entre Alcântara e a Expo.
José Miguel Júdice anunciou sexta-feira que decidiu abandonar a gestão da reabilitação da Frente Ribeirinha de Lisboa, embora sem especificar os motivos.
O Expresso noticia hoje que na base desta saída estão divergências com o presidente da Câmara Municipal de Lisboa.
O advogado foi convidado pelo primeiro-ministro há mais de um ano para presidir à empresa que reabilitará a frente ribeirinha da capital, uma obra que deverá estar concluída em Outubro de 2010, altura das comemorações do centenário da implantação da República.
Em Março, José Miguel Júdice revelou aos jornalistas que tencionava abandonar funções, devido aos atrasos no projecto, mas reconsiderou na decisão.

PS - CLARIFICAÇAO OU AVISO?



Alegre ignora eleições no aparelho socialista JOÃO PEDRO HENRIQUES e JOÃO FONSECAHERNÂNI PEREIRA-ARQUIVO DN

PS. Os socialistas começam a agitar-se internamente com a aproximação das eleições para as federações distritais. E Manuel Alegre, o que fará? Nada. A directiva interna na tendência criada pelo ex-candidato presidencial é de não avançar. O partido não voltará a saber o peso interno do 'alegrismo'
Alegre ignora eleições no aparelho socialista
Tendência no PS volta a reunir-se em Matosinhos
As eleições para as federações do PS vão-se aproximando e a pergunta impõe-se: fará Manuel Alegre mover os seus peões de forma a manter - ou até aumentar - influência interna?A resposta, categórica, é: nem pensar. Essa recusa em alinhar em congressos internos tornou-se quase numa regra inquestionável da "Corrente de Opinião Socialista/PS", que Alegre lançou em Fevereiro passado. Na altura o ex-candidato presidencial deixou claro: "Não me desafiem para coisas que é perigoso desafiarem-me. Não me desafiem para eleições de secretariados ou para congressos, etc. Já fui a congressos do Partido Socialista e sei como é que é. Se me desafiam para combates desta natureza, eu respondo: irei às urnas no país."Disse e acrescentou: "Há outras maneiras de resolver as coisas, de podermos reformar o partido; maneiras de refrescar a democracia, maneiras de evitarmos essa tal explosão social, discutindo ideias, alargando o nosso espaço de influência, chamando outra vez para a política muita gente que está descrente." O partido não voltará portanto a saber que força efectivamente Alegre tem no seu interior (nas directas de 2004, que perdeu para Sócrates, obteve 15,7 por cento dos votos). E se algum dos seus apoiantes avançar fa-lo-à a título individual, ou seja, sem que isso represente oficialmente a "tendência" fundada pelo ex-candidato presidencial.Seja como for, há distritos onde os "alegristas" pelo menos baralham as contas. É o caso de Coimbra, seu distrito de sempre, pelo qual foi várias vezes eleito deputado, e em cujo aparelho detém alguma influência. A forte presença de Manuel Alegre entre os socialistas de Coimbra não significa, porém, que o seu movimento assuma ali contornos diversos do resto do país. Pelo contrário. Há alegristas por razões ideológicas, políticas e afectivas. E estes dividem-se por várias candidaturas.Nas eleições para a concelhia, houve "alegristas" tanto do lado do lado do vencedor (Henrique Fernandes) como do perdedor (Carlos Cidade) - e ambos protagonizaram projectos apesar de tudo bastante diferentes. Agora, nas eleições para a federação distrital - marcada, como todas as outras, para 8 e 9 de Novembro -, Mário Ruivo, o único candidato assumido (mas o actual líder distrital, Vitor Baptista, já anunciou a intenção de se recandidatar), considerado como apoiante do governo e de Sócrates, já tem consigo alguns seguidores de Manuel Alegre. Mas entretanto, Luís Marinho, antigo deputado e ex-vice-presidente do Parlamento Europeu, também pode entrar na corrida e, seguramente, com o apoio de alegristas - sendo que, ao mesmo tempo, alimenta a ambição de se candidatar à câmara municipal da Figueira da Foz, que há muito o PS perdeu para o PSD. Mais complicado ainda, isto é, mais e maiores fragmentações, entre os socialistas e, especificamente, entre os seguidores de Alegre, se prevêem nas próximas autárquicas. Nestas eleições, os alegristas podem mesmo, reconhecem alguns militantes do PS, sair para candidaturas exteriores ao partido, sobretudo se não surgir uma candidatura forte e credível e, já agora, sem afrontar tanto como tem acontecido a ala esquerda do partido. Convém, a propósito, não esquecer que Coimbra também é dos locais onde o Clube Margem Esquerda tem maior expressão.Nova reuniãoHoje, com atenção do país político concentrada em Guimarães, no congresso do PSD, a "Corrente de Opinião Socialista/PS" voltará a reunir. Desta vez será em Matosinhos, no auditório do Instituto Superior de Serviço Social, sendo o tema "Educação: que políticas?" Participarão Manuela de Melo (deputada do PS) e Manuel Sarmento, da Universidade do Minho.A tendência prepara também o lançamento de uma revista online.

QUE GRANDE NOTÍCIA

Marco de Canaveses
CDS não apoia Ferreira Torres "Avelino Ferreira Torres não será candidato à Câmara do Marco de Canaveses, nas próximas eleições autárquicas, com o apoio do CDS/PP".

SÓCRATES NÃO REAGE AOS ATAQUES DE MFL. A SENHORA JÁ TEM EQUIPA MAS NÃO TEM PROJECTO

Primeiro-ministro recusa comentar ataque de Ferreira Leite mas critica "maledicência" da oposição
O primeiro-ministro, José Sócrates, recusou-se hoje a comentar as críticas que recebeu na noite passada da presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, mas disse que nos últimos três anos só tem havido da oposição "maledicência" e "nenhuma proposta" por parte da oposição.

PSD - O QUE ELES DIZEM. RIBAU TENTOU INCENDIA O CONGRESSO

Ribau Esteves criticou hoje no XXXI Congresso do PSD os líderes que abandonaram o partido nos últimos anos. «O abandono tem sido o sentimento mais constante dos últimos seis presidentes do PSD», numa óbvia referência a Luís Filipe Menezes, mas também a outros como Durão Barroso, Pedro Santana Lopes e Marques Mendes.
Ribau Esteves arrancou os primeiros aplausos quando atacou os «incomodados por esse PSD em surgimento», que, em sua opinião «não deram tréguas, com a crítica sistemática, pegando em tudo para crítica destrutiva».O que esses fizeram foi dar «um contributo relevante para o desgaste da imagem pública do PSD», completou.
O dirigente entende que o PSD de Luís Filipe Menezes estava a ganhar a «confiança dos portugueses». Mas, continuou, «infelizmente há sempre uns companheiros que ao longo dos últimos anos não têm feito outra coisas que não seja desestabilizar e promover a intriga dentro do PSD».
O secretário-geral demissionário deixou o alerta para o «risco de institucionalização das facções internas» e «votos de sucesso» a Manuela Ferreira Leite para a nova etapa do PSD. «Espero que não tenha de lutar diariamente com forças de bloqueio internas», vaticinou Ribau, num discurso que arrancou fortes aplausos aos congressistas.

PASSOS COELHO AO ATAQUE

CONGRESSO DO PSD
"Nem o partido nem o país têm obrigação de adivinhar"
Passos Coelho desafia Ferreira Leite a dizer o que pensa
Foi um claro desafio à nova líder para que não exagere no silêncio e não queira ganhar as eleições sem dizer o que pensa fazer diferente do PS.
Pedro Passos Coelho conta com Miguel Relvas para número dois da lista ao Conselho Nacional
"Não tenha medo de dizer o que pensa, porque nem o partido nem o país têm obrigação de adivinhar". Foi forte o desafio deixado por Pedro Passos Coelho a Manuela Ferreira Leite, no primeiro discurso que fez aos congressistas. O ex-candidato à liderança do partido prometeu à nova líder que tudo fará "para ajudar o PSD a ganhar as eleições" mas desafiou-a a clarificar qual o programa e as ideias alternativas às do PS com que tenciona ter sucesso em 2009.
Divergindo de Manuela por esta ter dito no discurso de abertura do Congresso que o maior erro de José Sócrates foi ignorar o PSD, Passos Coelho afirmou: "o maior erro do PS não foi esse. Foi não ter sido carne nem peixe. E nós não podemos ter medo de ser diferentes deles ou, com o nosso silêncio, deixarmos que as pessoas pensem que nós pensamos como eles". Estava feita a demarcação com a estratégia até aqui parcimoniosa da nova líder social-democrata, mas o desafio foi clarificado por Passos Coelho ao limite. "Srª doutora, estamos aqui todos a apoiá-la mas o país tem que saber qual é o projecto político que a senhora vai encabeçar".
Que papel pensa Manuela Ferreira Leite reservar para o Estado foi a grande questão colocada pelo ex-líder da JSD à nova líder do partido. Pedro Passos questionou o facto de não ter visto na moção de estratégia de Manuela nenhuma referência à forma como tenciona rever o papel assistencialista do Estado na Saúde, e avisou: "é mentira que o Estado possa oferecer tudo a toda a gente. Espero que não avancemos para as eleições prometendo tudo a todos porque nesse caso entraríamos numa via populista".
Passos Coelho confessou ter sido avisado por alguns, durante a campanha para as directas no partido, de que só tinha a perder em dizer as "verdades incómodas" que ousou dizer nomeadamente contra a predominância do Estado e ao assumir posições mais liberais, mas, explicou: "a esses respondo: não pensem só nas eleições. Pensem no futuro do país". Garantindo , apesar dos alertas e desafios à nova líder do partido, que a sua "luta maior é contribuir no limite das possibilidades para que a drª Manuela ganhe as legislativas de 2009", Passos Coelho assumiu, no entanto, que não poderá "apoiar aquilo em que não acredita" e prometeu estar disposto a apoiar o partido da forma que considera ser "honesta". Ou seja, assumindo as diferenças e lutando por elas nos órgãos próprios do partido.
Foi a oportunidade para convidar os que concordam com as suas ideias a alinharem na sua lista para o Conselho Nacional do partido. Até meio da tarde a angariação de apoios não estava a correr tão bem quanto o esperado, resta saber que efeito produziu o discurso." Os aplausos na sala foram espontâneos, embora o clima deste Congresso não se tenha até agora mostrado propício a entusiasmos capazes de levantar a assistência.

MFL JÁ ARRANJOU EQUIPA

CONGRESSO DO PSD
Rio, Borges, Mota Pinto e Castro Almeida vices do PSD
Rangel líder parlamentar, Aguiar Branco vice de Manuela
Manuela Ferreira Leite escolheu Paulo Rangel para liderar o grupo parlamentar do PSD.
Paulo Rangel foi a primeira escolha da nova líder do PSD
Paulo Rangel é o próximo líder parlamentar do PSD. José Pedro Aguiar Branco, o outro nome que esteve na calha para o lugar, será vice-presidente de Manuela Ferreira Leite. Rui Rio , António Borges e Paulo Mota Pinto integram a lista de vice-presidentes da nova líder onde também deverá estar Castro Almeida, presidente da câmara de S. João da Madeira e ex-apoiante de Luís Marques Mendes.
Até à última hora, foram muitas as pressões junto de Manuela Ferreira Leite para que optasse por Aguiar Branco para líder do Grupo Parlamentar, com o argumento de que Paulo, recém-regressado ao Parlamento e reconhecido como militante há apenas cinco dias, terá dificuldade em conseguir uma boa votação. Mas a nova líder social-democrata não se terá deixado demover daquela que foi a sua primeira escolha.
Ainda em dúvida está o nome da mulher que Manuela quererá integrar na sua lista de vice-presidentes. A confirmar-se a entrada de Castro Almeida, terá ficado de fora Nuno Morais Sarmento. José Eduardo Martins, cujo nome também chegou a circular como potencial líder da bancada parlamentar, foi convidado para vogal da Comissão Política e aceitou.

PEDRO BAPTISTA TOMA POSIÇÃO SOBRE O BLOCO CENTRAL, A JOGADA DE MARCELO E O SILÊNCIO DO PS


A encruzilhada do Partido Socialista
Por Pedro Baptista

É claro que, se o Partido Socialista não tivesse ficado a matutar, com progressivo fascínio, nas palavras pensadas e medidas do Marcelo Rebelo de Sousa, já tinha tido a iniciativa de rechaçar qualquer ideia de governo de bloco central. Mas, pelo contrário, assistimos a governantes como Manuel Pinho a criarem um cenário semelhante ao dos tempos da crise com o FMI que justificou o governo do bloco central, dando a entender que tanto no governo como na direcção do Partido Socialista há pessoas que não querem descartar tal hipótese fatídica. E será fatídica porque o país precisa de mais esquerda e não de mais direita. Donde uma evolução do PS, por via do governo e da sua direcção no sentido da seta ainda mais para a direita, levará necessariamente a uma divisão dentro do PS de consequências imprevisíveis.
Defendemos de resto, de forma clara e reiterada, para as próximas autárquicas, a possibilidade para todos as autarquias onde os respectivos órgãos partidários assim o entendam, de coligações à esquerda, com incidência sobretudo nas AM de Lisboa e do Porto, e com um alvo bem definido para a Câmara Municipal do Porto, onde a aopção poderá ser a diferença entre a vitória e a derrota. Sugerimos que um bom método para unir o Partido em torno de uma decisão destas, seja ela ser tomada pela maioria dos militantes, ou seja em referendo interno.
Mas os militantes do Partido Socialista e os seus órgãos não podem enjeitar desde já uma reflexão para o futuro legislativo que se aproxima, pondo como um dos cenários em cima da mesa a possibilidade de o PS ser o partido mais votado mas sem maioria absoluta, até porque é previsível alguma subida do PSD e não parece que o somatório do BE e PCP desça abaixo dos 21%, o maior "score" de sempre naquela área, sabendo-se bem de quem é a responsabilidade.
Nesse caso, podendo não se colocar a questão de qualquer coligação pré-eleitoral, coloca-se a questão: com que maioria parlamentar, mesmo que pontual, governar? Não há quaisquer condições para a repetição das experiências de 95 a 98, até porque desta feita os líderes dos dois partidos não frequentarão o mesmo confessionário. Parece, pois, aproximarem-se momentos decisivos de clarificação política dentro do Partido Socialista, depois dos equívocos gerados nos últimos três anos.
O que não deixa de ser caricato é ser o PSD a enjeitar qualquer Bloco Central sob o silêncio dum Partido Socialista, em que por parte do Governo até se procura criar um cenário "objectivo" de crise favorável. Precisaríamos de blocos centrais para todo o mundo. Sabendo-se que, na nossa posição, qualquer evolução do Partido Socialista ainda mais para a direita, formando um bloco central de interesses de poder, terá ultrapassado tudo. Nem nos interessará estarmos nessa, nem o povo português o permitirá.
Publicada por Pedro Baptista

sexta-feira, 20 de junho de 2008

ESTE FIM DE SEMANA TEMOS CONGRESSO DO PSD

O congresso ocorre três semanas depois da eleição de Manuela Ferreira Leite
O XXXI Congresso do PSD, que vai eleger os novos órgãos nacionais do partido, começa hoje ao final da tarde em Guimarães, três semanas depois de Manuela Ferreira Leite ter sido eleita presidente social-democrata.
Com a liderança do partido decidida desde as directas de 31 de Maio, apenas uma moção de estratégia global - a da presidente, Manuela Ferreira Leite, que venceu com 37,86 por cento dos votos -- será apresentada e votada no Congresso do PSD.
O que está em aberto é a composição dos novos órgãos nacionais, que serão eleitos no domingo de manhã pelos 750 delegados com direito de voto, sabendo-se já que haverá concorrência às listas de Manuela Ferreira Leite.
O segundo classificado nas directas, Pedro Passos Coelho, que obteve 31,55 por cento dos votos, ficando a 2.912 votos de Manuela Ferreira Leite, anunciou logo no dia 31 de Maio que iria apresentar listas ao Conselho Nacional e ao Conselho de Jurisdição Nacional do PSD.
Esta semana os apoiantes de Pedro Santana Lopes, que ficou em terceiro lugar nas directas, com 29,13 por cento e menos 1.115 votos do que Passos Coelho, decidiram igualmente apresentar listas a esses dois órgãos.
Do Congresso sairão também a nova Mesa do Congresso e a nova Comissão Política Nacional, o órgão de direcção mais restrito, desconhecendo-se ainda quem Manuela Ferreira Leite escolherá, nomeadamente para o cargo de secretário-geral do PSD e para as vice-presidências.
As listas aos órgãos nacionais do partido terão de ser entregues até às 20h00 horas de sábado.
Manuela Ferreira Leite falará aos congressistas hoje e domingo, no encerramento dos trabalhos - dos quais estará ausente o seu antecessor na presidência do PSD, Luís Filipe Menezes, que anunciou a sua demissão no dia 17 de Maio ao fim de seis meses de liderança.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

LIBERDADE TOTAL. JARDIM NÃO CONCORDA, PORQUE SERÁ?

O Governo aprovou, esta quinta-feira, uma proposta que visa impedir o Executivo, governos regionais ou autarquias de serem proprietárias de órgãos de comunicação social, com excepção para o serviço público de rádio e televisão.A proposta, que tem de ser aprovada em Assembleia da República, fará com que o Governo Regional da Madeira tenha de abdicar da propriedade do Jornal de Madeira e a Câmara Municipal de Braga do Jornal do Minho.Segundo o titular da pasta dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, o diploma contém um conjunto de normas «gerais e abstractas», recusando-se, no entanto, a comentar os casos da Madeira e de Braga.Conforme refere a agência Lusa, o ministro salientou que o diploma mereceu «parecer favorável do Governo Regional dos Açores e da Associação Nacional dos Municípios Portugueses», e «parecer desfavorável do Governo Regional da Madeira».Augusto Santos Silva referiu que esta proposta tem por objectivo aplicar «os preceitos constitucionais, quando se determina ao Estado que promova a divulgação da titularidade e dos meios de financiamento dos órgãos de comunicação social, assim como a sua independência face ao poder político e impeça a concentração».No que respeita à titularidade, a proposta obriga as empresas de comunicação social a divulgarem anualmente todas as entidades a quem possam ser imputadas participações iguais ou superior a 5% do capital social.


PODE SER UM INCENTIVO DE MUDANÇA

UE
União Europeia levanta sanções a Cuba
A comissária para as relações externas da União Europeia aceitou levantar as sanções a Cuba. Benita Ferrero-Waldner afirmou aos jornalistas que os líderes europeus têm de cooperar com as novas políticas de Raul Castro, irmão do antigo líder Fidel Castro

UM ANALISTA CREDÍVEL OU UM ADIVINHO INCONSCIENTE?



As bolsas, a começar pela Wall Street, poderão ter um "crash" de grandes proporções depois do Verão
Bon Janjuah voltou a assustar os clientes do Royal Bank of Scotland. No ano passado, este estratego de crédito tinha antecipado a crise do "subprime" em alguns meses. Agora veio com novo prognóstico: as bolsas, a começar pela Wall Street, poderão ter um "crash" de grandes proporções depois do Verão. A precisão dele vai ao ponto de referenciar Setembro como o mês de risco.
Ainda que seja temerário apontar com tanta precisão um mês exacto para a tempestade, pois a dinâmica das bolsas comporta-se como um sistema não linear, a chamada de atenção deve ser tomada a sério.
Os accionistas são o elo mais fraco de uma cadeia longa que vai das casas financeiras e bancos (afectados pelo "subprime") aos cidadãos hipotecados e com serviço de dívida crescente. Os bancos centrais - nomeadamente a Reserva Federal norte-americana e o Banco Central Europeu - estão confrontados com um dilema estratégico:
- ou continuar a baixar as taxas de juro (que já estão abaixo da inflação) fornecendo dinheiro barato (a taxa negativa) aos bancos em apuros e aliviando a pressão sobre a classe média, o que é politicamente correcto, mas levará ao agravamento dos desequilíbrios (desvalorização do dólar, continuação do disparo dos preços das "commodities", agravamento das balanças comerciais e dos défices externos, tumultos sociais face à inflação);
- ou rapidamente inverter a politica monetária para fazer face à situação de estagflação (estagnação do crescimento, ou mesmo sinais de recessão económica, com inflação crescente acima dos limiares oficiais admitidos), elevando as taxas de juro, com custos elevados a nível bancário, económico e social, o que é politicamente incorrecto e de alto risco também.
Pelo que, resta à 'mão invisível' dos mercados financeiros actuar no elo politicamente mais fraco - as bolsas. Veremos se Bob Janjuah acertará desta vez.

MEDICAMENTOS - SUBIDA DE PREÇOS A PEDIDO?

Saúde: Há remédios que ficaram três vezes mais caros
Mais de cem medicamentos subiram de preçoO Governo autorizou, em Maio, a subida de preço de 121 medicamentos, a pedido dos próprios laboratórios que os comercializam, todos eles portugueses. Entre eles estão remédios como o Migretil (para as enxaquecas), o Clavamox (penicilina) ou o Epsicaprom (anti-hemorrágico).

QUADRAS DE S. JOÃO

aTÉ 28 DE jUNHO ABRIMOS O ESPAÇO DE QUADRAS DE S.JOÃO
ENVIE A SUA PORCOMENTÁRIO.
Temas: Corrupção - Regionalização - Norte
Participe
Carlos Pinto

TRATADO DE LISBOA

Camara dos lordes aprova tratado. Mais um passo para que a Europa arrepie caminho.

MAIS POLITICAS DE DIREITA, NÃO. BLOCO CENTRAL DE INTERESSES OU JOGADA DE DIVERSÃO DE MARCELO?


"Por razões de estratégia e de interesses colaterais de vária ordem e de uma certa comunicação social, Manuela Ferreira Leite reúne um certo apoio no sentido de Portugal caminhar para um Bloco Central", antevê o secretário-geral do PSD-M, em declarações à Agência Lusa, na véspera do Congresso Nacional do PSD.
"Manuela Ferreira Leite está sendo apoiada por organizações que operam à margem da democracia e dos partidos políticos no sentido de lhe criarem uma imagem forte para que seja criada a expectativa no país quanto à formação de um Bloco Central, PS mais PSD", acrescenta.
Jaime Ramos avança que a partir de segunda-feira começará a ser germinada a ideia da necessidade da criação de um Bloco Central para resolver os problemas do país.
O secretário-geral dos sociais-democratas madeirenses prevê que Manuela Ferreira Leite verá reforçada a sua liderança do partido no congresso mas duvida que venha a obter maiorias absolutas ao nível do Conselho de Jurisdição e do Conselho Nacional.
O PSD-M leva 35 delegados com direito a voto ao congresso de Guimarães mas Jaime Ramos realça não haver "qualquer estratégia comum"
"Há liberdade de voto e de intervenção tal como aconteceu nas eleições internas, cada delegado vai tomar a posição que bem entender", afirma.
"Não há estratégia conjunta da região em termos de participação neste congresso", destaca.
O presidente do PSD-M, Alberto João Jardim, que se encontra em Bruxelas no âmbito de reuniões do Comité das Regiões, deverá estar sexta-feira no norte do país para participar no congresso do partido: "eu já me inscrevi", revelou no final da reunião da Comissão Política Regional dos sociais-democratas madeirenses realizada a 09 de Junho

MAIS POLITICAS DE DIREITA, NÃO. BLOCO CENTRAL DE INTERESSES?


"Por razões de estratégia e de interesses colaterais de vária ordem e de uma certa comunicação social, Manuela Ferreira Leite reúne um certo apoio no sentido de Portugal caminhar para um Bloco Central", antevê o secretário-geral do PSD-M, em declarações à Agência Lusa, na véspera do Congresso Nacional do PSD.
"Manuela Ferreira Leite está sendo apoiada por organizações que operam à margem da democracia e dos partidos políticos no sentido de lhe criarem uma imagem forte para que seja criada a expectativa no país quanto à formação de um Bloco Central, PS mais PSD", acrescenta.
Jaime Ramos avança que a partir de segunda-feira começará a ser germinada a ideia da necessidade da criação de um Bloco Central para resolver os problemas do país.
O secretário-geral dos sociais-democratas madeirenses prevê que Manuela Ferreira Leite verá reforçada a sua liderança do partido no congresso mas duvida que venha a obter maiorias absolutas ao nível do Conselho de Jurisdição e do Conselho Nacional.
O PSD-M leva 35 delegados com direito a voto ao congresso de Guimarães mas Jaime Ramos realça não haver "qualquer estratégia comum"
"Há liberdade de voto e de intervenção tal como aconteceu nas eleições internas, cada delegado vai tomar a posição que bem entender", afirma.
"Não há estratégia conjunta da região em termos de participação neste congresso", destaca.
O presidente do PSD-M, Alberto João Jardim, que se encontra em Bruxelas no âmbito de reuniões do Comité das Regiões, deverá estar sexta-feira no norte do país para participar no congresso do partido: "eu já me inscrevi", revelou no final da reunião da Comissão Política Regional dos sociais-democratas madeirenses realizada a 09 de Junho

PRIMEIRO COMBATER A POBREZA, DEPOIS PENSAR NO TGV


Em Amarante, o desemprego é maioritariamente feminino e atinge os 70%
A pobreza está a alastrar no Vale do Tâmega, a região do Norte com menor rendimento e poder de compra.
Um estudo da Rede Europeia Anti Pobreza/Portugal (REAPN) apresentado hoje, no Porto, verifica nos oito concelhos do Tâmega fenómenos de "novos pobres", aumento do consumo de álcool e drogas e um crescente endividamento das famílias.
Apesar da escolaridade obrigatória estar generalizada, o estudo nota que a taxa de escolarização ao nível do ensino secundário fica muito abaixo da média nacional, à excepção do concelho de Amarante. Este é um dos factores que contribui para que o Porto-Tâmega registe a taxa nacional mais elevada de desemprego jovem.
O peso dos desempregados de longa duração e dos desempregados muito desqualificados (igual ou inferior a 6 anos) é também uma característica marcante. A disparidade entre o ganho médio dos assalariados dos concelhos analisados e a média nacional chega a atingir os 350 euros por mês.
A REAPN nota que "o acesso ao emprego, mesmo que estável, não constitui uma garantia contra as situações de fragilidade face à exclusão social e à pobreza".
Dos oito concelhos do Tâmega, Paredes é o que regista um rendimento per capita, em sede de IRS, mais baixo (15 euros), seguido de Baião e Marco de Canaveses. A média nacional é de 51 euros e da região Norte 39.
Baião é o que apresenta uma maior taxa de RSI - Rendimento Social de Reinserção (9,5% da população total). No lado oposto está Felgueiras, com 3,4%. A média da Região Norte é de 4,3%.
A região regista 20 mil desempregados inscritos nos centros de emprego. Em todos os concelhos, o desemprego é maioritariamente feminino, atingindo os 70% nos casos do Marco, Baião e Amarante
.

EUA-obama afrma-se


No plano nacional, McCain tem 42 por cento das intenções de voto contra 47 por cento para ObamaPela primeira vez, o candidato democrata às presidenciais norte-americanas, Barack Obama, está à frente do seu rival democrata republicano, John McCain, em três Estados cruciais para vencer a eleição de Novembro, segundo uma nova sondagem divulgada hoje. Obama ultrapassa McCain na Pensilvânia (52 por cento contra 40 por cento), no Ohio (48 por cento contra 42 por cento) e na Florida (47 por cento contra 43 por cento), segundo a sondagem da Universidade de Quinnipiac. Estes três Estados são cruciais para a vitória em Novembro de um ou outro candidato. A sondagem realizada pela Universidade de Quinnipiac revela também que os eleitores independentes se opõem a que Obama convide a sua antiga adversária democrata, Hillary Clinton, para a vice-presidência. No plano nacional, Obama tem 47 por cento das intenções de voto contra 42 por cento para McCain, segundo uma outra sondagem divulgada por Zogby, com um avanço de 22 pontos para o senador do Illinois entre os eleitores independentes. Nestes três Estados que podem virar (Pensilvânia, Ohio, Florida), Obama ultrapassa McCain junto das eleitoras, com 10 a 23 por cento de avanço, mas entre os eleitores masculinos, os dois adversários obtêm resultados demasiado próximos para serem explorados, explica um responsável do Instituto de sondagem da universidade, Peter Brown. "Finalmente, a saída da corrida da senadora estimulou (a candidatura) do senador Barack Obama," assinala. Clinton bateu Obama nas primárias democratas organizadas nestes três Estados. A senadora de Nova Iorque ultrapassava o seu rival entre os eleitores da classe operária no Ohio e na Pensilvânia. A sondagem de Quinnipiac mostra que, embora a maioria dos democratas apoie Obama-Clinton para a Casa Branca, os eleitores independentes dos três Estados opõem-se à candidatura da ex-primeira dama como vice-presidente. "Se o senador Obama encara seriamente convidar a senadora Clinton para a vice-presidência, estes resultados deviam levá-lo a reconsiderar" esta opção, acrescenta. A sondagem revela também que um em cada cinco eleitores considera a idade do senador McCain como um obstáculo. O candidato republicano, que completa 72 anos em Janeiro, seria o mais velho presidente jamais eleito para um primeiro mandato.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

COM TANTOS PROBLEMAS PARA RESOLVER, ESCOLHEM O DISPARATE

Quem receber chamadas poderá ter de as pagar
Ao objectivo de Bruxelas de reduzir os preços de terminação nas chamadas móveis, os operadores poderão responder com um modelo de facturação em que quem recebe a chamada também paga. Resta saber se o consumidor é beneficiado.

O CRIME COMPENSA?

Inglaterra: O burlado Pedro Dantas da Cunha denuncia ao CM
Vale tem vida de luxo

João Vale e Azevedo tem motorista de luvas brancas e fardado a rigor para o seu Bentley. Deixa o guarda-costas de vigia no bengaleiro e "senta-se à mesa dos melhores e dos mais caros restaurantes de Londres". Foi este o cenário em que o ex-presidente do Benfica se apresentou "há pouco tempo a um empresário português", dias antes de a Justiça portuguesa o declarar fugitivo. Quem o garante ao CM é Pedro Dantas da Cunha, burlado por Vale e Azevedo em 7,5 milhões de euros.

"EUROCÉPTICOS" INGLESES COM FAIXAS E CAMISOLAS NO PARLAMENTO EUROPEU

Durão Barroso: "Vamos trabalhar com os nossos amigos irlandeses num espírito de solidariedade"
O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, disse hoje em Estrasburgo que a União Europeia não pode cair de novo em depressão, com o "não" irlandês ao Tratado de Lisboa, e mostrou confiança na resolução do problema.
"Temos de resolver o problema e não cair outra vez em depressão. O voto "não" não pode ser uma desculpa para evitar a acção, não deve significar paralisia", afirmou José Manuel Durão Barroso, que falava no Parlamento Europeu, num debate sobre o Conselho Europeu que se realiza quinta e sexta-feira e Bruxelas, e que será dominado pelas consequências do resultado negativo do referendo na Irlanda.
Numa alusão à crise institucional em que a UE mergulhou há três anos, na sequência da rejeição do anterior projecto de Tratado Constitucional em referendos em França e na Holanda, o presidente do executivo comunitário afirmou que a Europa não se pode dar ao luxo de continuar a "gastar energias" com mais crises institucionais e tem de combater o pessimismo.
"O Mundo não fica à espera que a Europa resolva o seu problema institucional" e é necessário enfrentar os desafios globais tais como a segurança energética, alterações climáticas, terrorismo, imigração e "uma competição mais dura que nunca", afirmou.
Quanto à forma como responder ao triunfo do "não" no referendo realizado na semana passada na Irlanda, Durão Barroso disse que na Cimeira de chefes de Estado e de Governo que se celebra em Bruxelas haverá a oportunidade de "ouvir com muita atenção" o que o primeiro-ministro irlandês, Brian Cowen, tem para dizer, para de seguida "trabalhar de perto com o governo irlandês".
Apontando que a Irlanda tem uma responsabilidade especial na busca de uma solução, Barroso garantiu no entanto que Dublin pode contar com o apoio de Bruxelas e dos restantes Estados-membros.
"Vamos trabalhar com os nossos amigos irlandeses num espírito de solidariedade", assegurou.
Enquanto no hemiciclo alguns deputados britânicos "eurocépticos" empunhavam faixas e envergavam camisolas onde se podia ler "Respeitem o voto irlandês", Barroso repetiu que o processo de ratificação do Tratado de Lisboa deve prosseguir nos oito países que ainda não assumiram uma posição, para depois se procurar, sem precipitação mas com alguma urgência, uma solução para superar o impasse provocado pelo "não" no referendo da Irlanda.

DEBATES À ESQUERDA


terça-feira, 17 de junho de 2008

COELHO DOS SANTOS E A EDUCAÇÃO

O QUE OS PROFESSORES GOSTAVAM DE PODER DIZER

Hoje em dia, são o bombo da festa, mas os professores portugueses teriam umas verdades para dizer aos pais, daquelas que as linguagens do «eduquês» e do politicamente correto os impedem de dizer.
Por eles...pergunto:
Depois do regresso às aulas dos filhos, os pais sabem das questões que estão na ordem do dia nas escolas que frequentam? – A violência acabou? – a falta de respeito esta irradiada? – o BULLING não andará à espreita? – e as drogas já não andam a rondar?... Sabem o que os professores pensam do desempenho dos alunos e como conciliar as expectativas, com o percurso escolar deles?... Será que tudo isto é unicamente da responsabilidade dos professores?

Os pais muitas vezes atribuem o insucesso dos seus filhos apenas a factores externos; ao professor, ao colégio e ao ambiente da turma, mas nunca a eles próprios. É que os filhos, são intocáveis.
Hoje, está mais que provado pelos exemplos a que temos assistido, que os estudantes têm de ser responsabilizados, sem subterfúgios nem políticas infantilizantes, pelo seu rendimento escolar e pelo seu comportamento cívico.
Já é tempo, de perceberem que é o seu trabalho, que os prepara para a vida.
Sem ter isto em conta, os alunos aprendem a tomar para si todos os proveitos que lhe são oferecidos pela “disputa” entre os professores e os encarregados de educação, cujos, culpam frequentemente a escola de não cumprir o seu papel.
Por outro lado, os pais acreditam ”cegamente” nos filhos, sem pôr qualquer dúvida no que lhes é relatado, o que, se tem reflectido numa geração que não aceita a responsabilidade dos seus actos logo, não têm obrigação de respeitar os seus professores. Nos meus tempos de estudante, quando chumbava em alguma disciplina a culpa era minha, não dos professores e o meu pai, interessava-se em saber... porquê?
Por isso digo, que:
- ajudar o filho nos trabalhos de casa é muito diferente de mostrar-lhe como é que se copia na Internet...
- o filho precisa de descontrair depois das aulas. Não faz mal nenhum ter ou criar um divertimento, mas...que não o prejudique.
- é desejável que se fale com o filho diariamente. Para o conhecer “bem” 15 minutos, bastariam.
- que por vezes se está muito iludido, sobre as reais capacidades do filho.
- que as redacções que o filho apresenta na escola, são bonitas mas...devia ser ele a escrevê-las.

Dito isto, também reconheço sem complexos, que existem professores que são simplesmente incompetentes, sem vocação e por vezes até, sem a preparação adequada para fazer o que se propõe, tornando-se por via disso, num actor quase “desonesto”.
Mas... como em todas as outras profissões, há professores e professores, uns por ventura mais competentes, mais dedicados e mais motivados, do que outros.
Só que, a competência, a dedicação e a motivação, não são comparáveis a sonhos. E não é “sonhando” que um professor se ...faz.

coelho dos santos

ALGUNS GESTORES ENTRARAM EM ESTADO DE LOUCURA TOTAL. ESTA SITUAÇÃO É QUE MERECE UM GRANDE BUSINAO DOS PORTUGUESES PELO ABSURDO DA PROPOSTA.

Proposta da ERSE contestada pelo ministro da Economia
Manuel Pinho: proposta de transferir dívidas da electricidade para consumidores "é de muito mau senso"

Carlos Lopes (arquivo)
Manuel Pinho antecipa uma recusa clara dos consumidores à proposta da ERSEO ministro da Economia, Manuel Pinho, afirmou hoje no Parlamento que a proposta de transferir para todos os consumidores de electricidade as facturas incobráveis "é de muito mau senso"."Se fosse uma medida da ERSE era de muito mau senso, mas como a proposta está para discussão, os consumidores vão ter oportunidade de se pronunciar e não custa muito adivinhar o sentido [da opinião]", afirmou Manuel Pinho na Comissão dos Assuntos Económicos, Inovação e Desenvolvimento Regional. A Entidade Reguladora do Sector Energético (ERSE) tem em discussão pública, no âmbito da revisão regulamentar do sector eléctrico para o período 2009-2011, uma proposta que prevê que os custos com as facturas incobráveis passem a ser partilhados por todos os consumidores de electricidade. A questão foi hoje levantada pelo deputado do CDS-PP, Hélder Amaral, que considerou a proposta "como algo ilegal e inusitado". Manuel Pinho sublinhou que a proposta está em discussão pública e que as associações vão ter oportunidade de manifestar a sua opinião. "Estou seguro de que serão tidas em conta as opiniões das associações da defesa do consumidor", afirmou o ministro. O deputado Hélder Amaral afirmou que se a proposta avançar, "o CDS-PP não ficará calado e recorrerá ao provedor de Justiça". "É uma proposta para cobrar aos cumpridores o que os incumpridores não pagam. Quem cumpre apanha com isto", disse Hélder Amaral (LUSA)

O DIREITO À MANIFESTAÇÃO É CONSTITUCIONAL.

Transportes/Protesto: Elevada adesão de automobilistas no Porto
Porto, 17 Jun (Lusa) - Os automobilistas portuenses aderiram em grande número ao buzinão contra o aumento dos combustíveis, extensivo no Porto à criação de portagens nas SCUT, sendo o barulho das buzinas ainda audível pela cidade meia hora depois do protesto ter terminado.
"Este som demonstra o êxito indiscutível desta iniciativa", salientou Valdemar Madureira, da organização do protesto, em declarações à Lusa na Rotunda AEP, localmente conhecida como 'dos Produtos Estrela'.
Visivelmente satisfeito com a adesão ao protesto, Valdemar Madureira considerou que ela reflecte "o descontentamento das pessoas".
"Esta adesão diz que o protesto é justo, que as pessoas estão connosco", frisou Madureira, recordando que a iniciativa no Porto visou protestar, não só contra o aumento dos combustíveis, mas também contra a introdução de portagens em três SCUT da região.
Na Rotunda dos Produtos Estrela a maioria dos veículos aderiu ao protesto, provocando um enorme ruído que se manteve por largos minutos, acentuado sempre que passava um camião, cuja buzina é bastante mais forte.
Na Rotunda da Boavista, a adesão também foi significativa e envolveu, como a Lusa constatou no local, autocarros e táxis, além de veículos ligeiros e pesados, de passageiros e mercadorias.
"Quase todos os que passam por aqui buzinam", frisou André Dias, da organização do protesto, em declarações à Lusa na Rotunda da Boavista.
Na perspectiva de André Dias, a adesão ainda podia ter sido maior "se os portugueses não tivessem o hábito de não se manifestarem".
A Lusa constatou também uma grande adesão ao protesto em Espinho, onde o ruído das buzinas foi ouvido por toda a cidade a partir das 17:50.
FR.
Lusa/fim


CADA UM TEM O DIREITO DE VER AS COISAS COMO QUER. EU ESTIVE NA ROTUNDA DA BOAVISTA E INFELIZMENTE A ADESÃO FOI MUITO ESCASSA. DA ORGANIZAÇÃO 7 CARROS DEVIDAMENTE IDENTIFIDAOS, ANDARAM ÀS VOLTAS NA ROTUNDA DO BOAVISTA A BUZINAR, DURANTE MAIS DE 1 HORA. NUM DOS CRUZAMENTOS DUAS SENHORAS COM UM PAINEL A ANUNCIAR O BUZINÃO E OUTRA A DISTRIBUIR PANFLETOS.DAÍ ATÉ ENTRAREM AUTOCARROS, TAXIS, MERCADORIAS E OUTROS É UM EXAGERO.EU VI E TENHO FOTOS NO LOCAL. UM DIA NORMAL, COM SEMÁFOROS A FUNCIONAR, SEM CONSTRANGIMENTOS NO TRANSITO.
SE FOSSE SÓ CONTRA AS SCUTS TINHA ENTRADO EM CENA, ASSIM PARECEU-ME PELO QUE OUVI, QUE JÁ HÁ APROVEITAMENTO PARTIDÁRIO.

AFINAL A SENHORA TEM IDEIAS, MAS NÃO TEM SOLUÇÕES

UE/Cimeira: Ferreira Leite recusa descida de impostos para travar subida do preço do petróleo
Lisboa, 17 Jun (Lusa) - A presidente do PSD manifestou-se hoje contra uma redução dos impostos sobre os combustíveis como forma de Portugal e a Europa travarem a escalada do aumento do preço do petróleo nos mercados internacionais.
A posição de Manuela Ferreira Leite foi manifestada após ter sido recebida pelo primeiro-ministro, José Sócrates, em São Bento, encontro que se destinou a preparar a agenda da próxima cimeira de chefes de Estado e de Governo da UE, quinta e sexta-feira.
Falando sobre a estratégia que a UE deverá adoptar em termos de política energética, a líder social-democrata começou por referir que, para o aumento dos preços da energia, provavelmente, ninguém ainda tem uma resposta neste momento".
"Defendo que a UE, como um todo, deve ter alguma proposta no sentido de minimizar os problemas com os quais se confronta", disse.
Interrogado sobre uma eventual decisão para uma descida dos impostos, Manuela Ferreira Leite recusou-a.
"Não creio que a redução dos impostos seja a solução para um problema de escassez de matérias-primas e não de incentivo ao seu consumo", sustentou.
PMF.
Lusa/fim

ELEIÇÕES NOS EUA - GORE APOIA OBAMA. UM BOM TRUNFO PARA A CAMPAHA



Eleições nos EUA
Democratas procuram unir fileiras
Al Gore estreia-se ao lado de Barack Obama
O candidato presidencial do Partido Democrata recebeu o apoio do Nobel da Paz, que, em 2000, foi o candidato mais votado mas perdeu a disputa eleitoral com Bush.
11:27 Terça-feira, 17 de Jun de 2008





"Farei tudo o que puder" para Obama ser eleito, afirmou Al Gore

O candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, recebeu o apoio do Prémio Nobel da Paz e ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore, uma das mais respeitadas figuras do seu partido. "Farei tudo o que puder" para Obama ser eleito, afirmou Al Gore, numa altura em que os democratas procuram unir fileiras depois de uma pré-campanha marcada pela divisão com Hillary Clinton. Gore fez a sua estreia nesta campanha ao lado de Obama num comício em Detroit, encorajando os eleitores a votar no senador do Illinois. "Acreditem em mim, as eleições importam", sublinhou, num discurso dividido entre os apelos ao voto nos democratas e as críticas ao homem que há oito anos o impediu de se mudar para a Casa Branca, George Bush. "Depois de oito anos de incompetência, negligência e falhanço, precisamos de mudanças. Depois de oito anos em que a nossa Constituição foi desonrada e desrespeitada, precisamos de mudanças", disse. Em 2000, Gore foi o candidato mais votado mas perdeu a disputa eleitoral com Bush, que conquistou a Florida e os seus votos depois de uma polémica decisão do Supremo Tribunal norte-americano quanto à não recontagem dos votos naquele estado. Desde aí, Al Gore notabilizou-se no combate ao aquecimento global, tendo recebido, por esta campanha, o Prémio Nobel da Paz.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

UMA NOMEAÇÃO POLÉMICA OU TALVEZ NÃO? A QUESTÃO DA REFORMA DO BCP FOI ULTRAPASSADA?

Lisboa, 16 Jun (Lusa) - Miguel Cadilhe, indicado para presidir ao Banco Português de Negócios (BPN), confirmou hoje à agência Lusa que Rui Pedras integra a lista candidata à administração do banco e garante que não existe qualquer investigação da CMVM à instituição financeira.
"No momento, que saibamos, apenas está a decorrer um processo de supervisão em fase de solicitação de informação ao BPN", disse a Lusa Miguel Cadilhe.
Esta é uma das razões fundamentais que apresenta para alegar que não existem motivos que impeçam a ida de Rui Pedras, até recentemente membro do Conselho Directivo da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), responsável pelo departamento que supervisiona a gestão de activos, para a administração do banco.
"Não havia nem há qualquer investigação da CMVM ao BPN pela qual Rui Pedras fosse responsável", disse Cadilhe, nas primeiras declarações oficiais sobre esta matéria.
Miguel Cadilhe quis também esclarecer que "não há em todo o grupo BPN/SLN nenhuma sociedade cotada. Por conseguinte, só uma pequena parte das suas actividades (a dos fundos de investimento) está sob a supervisão da CMVM", sublinha .
A acção da CMVM, não havendo sociedades cotadas, aplica-se à actividade do banco enquanto intermediário financeiro na gestão de fundos, sendo alegadamente nesta área que estão a decorrer averiguações.
"A meu ver, não há nenhuma razão de lei ou de carácter que pudesse obstar à ida de Rui Pedras (que conheço há muitos anos e colaborou comigo em várias funções) da CMVM para o BPN", acentua o gestor.
Miguel Cadilhe adiantou a agência Lusa que a lista proposta para o Conselho de Administração do BPN integra sete pessoas.
Além dele, a presidir, integra como vogais António Vila Cova, João Carvalho das Neves, Manuel Meira Fernandes, João Vicente Ribeiro, Renato Homem e Rui Pedras.
"Uma equipa diversificada, experiente e motivada", considera Cadilhe, recordando que todos os seis propostos já trabalharam com ele, nomeadamente na Agência Portuguesa para o Investimento (API) ou em entidades financeiras.

E A ESPECULAÇÃO CONTNUA

Após a paragem de parte da produção do mar do Norte
Preço do petróleo à porta dos 140 dólares

O preço do barril de petróleo negociado em Nova Iorque atingiu hoje um novo recorde absoluto de 139,89 dólares (90,41 euros), reagindo à suspensão parcial da produção do mar do Norte.Às 13h10, o barril de “light sweet crude” para entrega em Julho aliviava ligeiramente do máximo do dia, para 138,60 dólares, uma subida ainda assim de 3,74 dólares (2,42 euros) em relação ao valor de fecho de sexta-feira.(Publico)

QUE DIRÁ O DR. PAULO PORTAS QUE COMO MINISTRO DA DEFESA ANDOU A COMPRAR SUBMARINOS, ARMAS, CARROS DE COMBATE E AVIÕES?

Actualmente são 320 mil
França poderá suprimir 266 mil efectivos da Defesa
16.06.2008 - 13h01 AFP, PÚBLICO
A França poderá reduzir os seus efectivos da área da Defesa para 54 mil civis e militares, num prazo de seis a sete anos, o que constituirá uma severa cura de emagrecimento das forças armadas, actualmente com cerca de 320 mil pessoas no total, noticiou a AFP citando “fonte autorizada”.Esta redução de efectivos consta do Livro Branco que o Presidente Nicolas Sarkozy, chefe das forças armadas, deve apresentar amanhã, com a definição das prioridades estratégicas do país para os próximos anos.O Livro Branco deverá dar origem, até ao Outono, a uma nova lei de programação militar para 2009-2014, que deve ter em conta a vontade anunciada de Sarkozy de reduzir a despesa pública.Esta redução drástica tem uma amplitude sem precedentes desde o fim do serviço militar obrigatório, em 2001. São muito superiores às seis mil supressões por ano, durante seis ou sete anos, anunciadas em Abril pelo ministro da Defesa, Hervé Morin, que suscitaram grande inquietação nalgumas cidades com guarnições e que são economicamente muito dependentes da presença de militares.A 21 de Março, Sarkozy já tinha anunciado a redução em um terço da componente aerotransportada da força de dissuasão nuclear do país, mantendo intacta a componente submerina.Este Livro Branco autoriza também uma integração mais forte da França no comando integrado na NATO. Ele abrange o arco de crise que vai do Mediterrâneo ao oceano Índico, mas o dispositivo militar permanente francês no ultramar deverá ser aligeirado.

PARAR O PAIS À FORÇA E À PEDRADA?


Uma análise do Director do Expresso:
Lá pagaram aos 'malditos camionistas'

Vindo do nada, sem estar enquadrado, um grupo de pessoas determinadas quase conseguiu paralisar o país. Quem quiser um retrato fiel da crise política e de valores em que vivemos, aqui o tem.
As razões dos camionistas (ou proprietários de camionetas, uma vez que se tratou de um "lock out" e não de uma greve) são compreensíveis. A subida dos combustíveis deixa-os numa situação complicada. Mas a questão essencial coloca-se da seguinte forma: quem deve pagar por isso, eles que têm o negócio, ou todos nós, através dos nossos impostos?
A resposta dos camionistas é simples: devemos todos pagar os prejuízos do seu negócio.
Podemos discordar, é certo. Mas, nesse caso, os camionistas têm outra resposta simples, que aliás puseram em prática: se não pagarem, paramos o país.
Foi perante este dilema que o Governo foi colocado.
E o Governo, acabou por ceder. A palavra ceder não é escrita com acrimónia ou desconfiança. Na realidade, este Governo (ou outro) dificilmente poderia proceder de modo diferente, porque o país não podia parar.
Neste conflito, infelizmente, os princípios gerais não tinham hipótese de prevalecer sobre interesses particulares. Porque, caso os princípios prevalecessem, os camionistas não deviam levar um tostão nem que andássemos todos a pé e fôssemos obrigados a jantar à luz das velas (caso não estivessem esgotadas).
Teoricamente o Estado deveria ter sido implacável. Primeiro, porque o "lock out" é constitucionalmente proibido (artº 57º). Em segundo lugar, porque o prejuízo dos camionistas não deveria ser distribuído por todos os portugueses (o que vai acontecer); aliás, estes já são fortemente prejudicados pelo aumento dos preços e pelas elevadas taxas de juro na habitação. Em terceiro lugar, porque a liberdade de circulação de pessoas e bens deveria ter sido assegurada, ainda que com repressão, pelas forças da ordem.
Mas tinha o Estado força e capacidade para aguentar a pressão? Era isso que os cidadãos queriam? Ou, ao fim e ao cabo, todos nós preferimos que pagassem a esses 'malditos camionistas' para que tenhamos de novo combustíveis nas bombas?
Creio - infelizmente - que esta é a resposta honesta que a maioria dá a si mesmo. Por isso, indignarmo-nos com a cedência do Governo pode ser simples figura de estilo.
Pessoalmente, no entanto, penso que a prudência nos deveria ter aconselhado à resistência. Assim, ficaremos um dia, de novo, nas mãos de um qualquer pequeno grupo.
Henrique Monteiro

sexta-feira, 13 de junho de 2008

CAPITALISMO À PORTUGUESA

A crise dos combustíveis veio mostrar a fraqueza do capitalismo português.Por muito que os seus apaniguados apregoem, a verdade é que salvo raras excepções, os empresários portugueses ainda não se libertaram da tutela do Estado nem o querem fazer.O capitalismo português é muito "sui generis" Quando a conjuntura é favorável venham as regras do mercado; ao menor sobressalto da economia,chame-se o Estado para resolver a situação e pagar os prejuízos.
Nesta conjuntura que estamos a viver e, segundo as regras do mercado, o que deveria ter acontecido é que o acréscimo de custos dos combustíveis deveria ter sido repercutido nos produtos fabricados e nos serviços prestados e a economia lá seguiria o seu caminho com mais ou menos dinamismo, dependendo da capacidade de compra do consumidor. O Estado quando muito deveria ter-se limitado a pôr os mecanismos de regulação a actuar com eficácia e a atenuar o impacto dos custos junto dos consumidores e das empresas mais frágeis. O que se verificou, chegou ao anedótico, nuns casos, veja-se o pedido para que os preços dos fretes sejam indexados administrativamente à subida dos combustíveis, noutros ao intolerável, com grevistas a limitar a liberdade de circulação e o Governo a ter de pactuar com situações ilegítimas para evitar males maiores.Enfim,capitalismo à portuguesa.
Raul Brito

IRLANDESES CHUMBAM TRATADO DE LISBOA

Os irlandeses chumbaram em referendo o Tratado de Lisboa. O “não” recolheu 53,4 por cento dos votos, o “sim” 46,6. A taxa de afluência foi de pouco mais 53 por cento. Os resultados finais foram anunciados ao fim da tarde.
TSF-13/06/2008

Durão Barrosa desvaloriza.José Sócrates lamenta. Uma verdade inquestionável: a Europa dos compromissos pouco transparentes não agrada aos europeus.1º a França e a Holanda, agora a Irlanda. É tempo de acabar com os equívocos e pôr as cartas na mesa. Quem quer fica, quem não quer sai.O pior para a Europa seria um Tratado de excepções como já começam a sugerir algns comentadores.
Raul Brito

MÁRIO LINO ANUNCIA SUBSIDIAÇÃO NAS TRAVESSIAS DO TEJO

O Ministro Mário Lino anuncia subsidiação nas travessias do Tejo

Quando hoje ouvi o Sr. Ministro Mário Lino informar que o Estado iria financiar as portagens da Ponte 25 de Abril e da Ponte Vasco da Gama, não pude deixar de me interrogar porque carga de água os utentes da região mais rica do País vão ser subsidiados e os utentes das SCUTS do Grande Porto vão começar a pagar. Enfim, quem souber que me explique a coerência deste governante.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

REGIÕES - FAZER MELHOR E MAIS BARATO

Outro dos argumentos utilizado pelos anti-regionalistas é o de que cria uma nova classe política, logo mais despesa pública. É uma conclusão precipitada. Embora as regiões prevejam uma Junta e uma Assembleia Metropolitana, que por si mesmas implicam gastos em 5 executivos e senhas de presença para compensar as reuniões dos membros da Assembleia, a relação custo benefício , cai para o lado da nova estrutura. Não devemos esquecer que as Comissões de Coordenação já têm um executivo de 3 dirigentes e uma Assembleia consultiva com um número de membros superior ao que vai ter a Assembleia Metropolitana. Por outro lado vão acabar os Governos Civis. Está demonstrado que em termos de órgãos a estrutura actual é claramente mais onerosa do que será a das regiões. Mas os maiores benefícios resultarão da descentralização de recursos e meios, da capital para as regiões e do poder de iniciativa e decisão que ocorrerá no momento da institucionalização das regiões. Alguns especialistas só acreditam numa reforma da administração pública eficaz quando houver regionalização, pois, a concentração do poder de decisão na capital desvia os melhores recursos humanos para Lisboa e cria na mesma super-estruturas que está demonstrado são, simplesmente ingovernáveis e incontroláveis. A recente redução de efectivos nalguns ministérios e o encerramento de centenas de Institutos dá uma dimensão da irracionalidade da actual administração. O que foi feito foi positivo, mas a lógica do modelo centralista vai rapidamente reconstruir as estruturas encerradas como já estamos a verificar com a abertura de observatórios e organizações similares.
Raul Brito

quarta-feira, 11 de junho de 2008

REGIONALIZAÇÃ - UM IMPERATIVO NACIONAL

Ainda há quem pense que a Regionalização poderá ser um factor de divisão ,pela simples razão de o território continental ir ser partilhado por cinco unidades administrativas. Ora manda a verdade que se diga que esta divisão administrativa já existe: são as cinco Comissões de Coordenação. Logo não se vai dividir mais do que já está. Além do mais a divisão do País em municípios, distritos ou províncias, nunca foi um factor de divisão, bem pelo contrário, contribuiu para a coesão nacional. Somos o País da Europa com o território fixo há mais tempo e nunca uma reforma administrativa beliscou a unidade ou a identidade nacional.
A utilização deste argumento pelos detractores da regionalização cai, à mais simples apreciação. No entanto o que lhe está subjacente é perigoso e como tal deve ser combatido: referimo-nos à superficialidade da análise utilizada por uns ou à manipulação política praticada por outros, mas, sobretudo, à persistência duma mentalidade centralizadora e colonialista, que persiste do tempo da monarquia, que perdurou na era salazarista e que ainda mantém seguidores neste País. Merece o nosso mais veemente repúdio e combate. Abril libertou-nos, mas ainda existem muitos velhos do Restelo agarrados à ideia duma Lisboa imperial, que à falta das Indias quer tratar os restantes portugueses como Índios.
A crise que atravessamos e que tudo indica vai acentuar-se transformou Portugal no País lanterna vermelha da UE.
A nível interno acentuam-se as situações de desigualdade entre portugueses e regiões, nomeadamente entre a região de Lisboa e as restantes regiões do País. Estas situações provocadas pela crise, poderiam ser mais facilmente resolvidas se em vez dum único pólo de desenvolvimento centrado na capital houvesse outros pólos e se o dinheiro dos contribuintes fosse distribuído equitativamente por todos.
Como já se verifica com as municipalidades a concorrência não divide, pelo contrário promove a competitividade territorial.
A regionalização permite um desenvolvimento descentralizado e, como tal ,mais homogéneo e solidário. A regionalização contrariamente ao modelo centralizador , como provam várias experiências europeias, é uma boa receita para o desenvolvimento e em alguns casos a única via para garantir a coesão e a unidade nacionais. Em nenhuma circunstância foi um factor de divisão.
Raul Brito

terça-feira, 10 de junho de 2008

PARA ONDE VAI O SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE

Produção cirúrgica dos privados quase duplicou


As cirurgias feitas no sector privado e social no âmbito do programa de redução de listas de espera cresceram 93% de 2006 para 2007.
Ivete Carneiro/JN

Começamos a perceber porque já há mais de 50 hospitais convencionados com o Estado e porque estão em construção mais de duas dezenas.
Será que vamos assistir passivamente ao assassinato do SNS?
Raul Brito

segunda-feira, 9 de junho de 2008

COMO SOMOS VISTOS PELOS NOSSOS " HERMANOS"

O texto é longo mas merece uma reflexão de todos os portugueses e dos nossos governantes. É uma análise dum jornalista espanhol tomando como base o relatório anual da OCDE sobre o nosso PaÍs.Arrasador.Não diz nada que já não soubessemos, mas custa ler porque somos obrigados a recordar a nossa pequenez.
Raul Brito

Indicadores económicos y sociales periódicamente divulgados por la Unión Europea (UE) colocan a Portugal en niveles de pobreza e injusticia social inadmisibles para un país que integra desde 1986 el 'club de los ricos' del continente.
Pero el golpe de gracia lo dio la evaluación de la Organización para
la Cooperación y el Desarrollo Económicos (OCDE): en los próximos años
Portugal se distanciará aún más de los países avanzados.
La productividad más baja de la UE, la escasa innovación y vitalidad
del sector empresarial, educación y formación profesional deficientes,
mal uso de fondos públicos, con gastos excesivos y resultados magros
son los datos señalados por el informe anual sobre Portugal de la
OCDE, que reúne a 30 países industriales.
A diferencia de España, Grecia e Irlanda (que hicieron también parte
del 'grupo de los pobres' de la UE), Portugal no supo aprovechar para
su desarrollo los cuantiosos fondos comunitarios que fluyeron sin
cesar desde Bruselas durante casi dos décadas, coinciden analistas
políticos y económicos.
En 1986, Madrid y Lisboa ingresaron a la entonces Comunidad Económica
Europea con índices similares de desarrollo relativo, y sólo una
década atrás, Portugal ocupaba un lugar superior al de Grecia e
Irlanda en el ranking de la UE. Pero en 2001, fue cómodamente superado
por esos dos países, mientras España ya se ubica a poca distancia del
promedio del bloque.
'La convergencia de la economía portuguesa con las más avanzadas de la
OCE pareció detenerse en los últimos años, dejando una brecha
significativa en los ingresos por persona', afirma la organización.
En el sector privado, 'los bienes de capital no siempre se utilizan o
se ubican con eficacia y las nuevas tecnologías no son rápidamente
adoptadas', afirma la OCDE.
'La fuerza laboral portuguesa cuenta con menos educación formal que
los trabajadores de otros países de la UE, inclusive los de los nuevos
miembros de Europa central y oriental', señala el documento.
Todos los análisis sobre las cifras invertidas coinciden en que el
problema central no está en los montos, sino en los métodos para
distribuirlos.
Portugal gasta más que la gran mayoría de los países de la UE en
remuneración de empleados públicos respecto de su producto interno
bruto, pero no logra mejorar significativamente la calidad y
eficiencia de los servicios.
Con más profesores por cantidad de alumnos que la mayor parte de los
miembros de la OCDE, tampoco consigue dar una educación y formación
profesional competitivas con el resto de los países industrializados.
En los últimos 18 años, Portugal fue el país que recibió más
beneficios por habitante en asistencia comunitaria. Sin embargo, tras
nueve años de acercarse a los niveles de la UE, en 1995 comenzó a caer
y las perspectivas hoy indican mayor distancia.
Dónde fueron a parar los fondos comunitarios?, es la pregunta
insistente en debates televisados y en columnas de opinión de los
principales periódicos del país. La respuesta más frecuente es que el
dinero engordó la billetera de quienes ya tenían más.
Los números indican que Portugal es el país de la UE con mayor
desigualdad social y con los salarios mínimos y medios más bajos del
bloque, al menos hasta el 1 de mayo, cuando éste se amplió de 15 a 25
naciones.
También es el país del bloque en el que los administradores de
empresas públicas tienen los sueldos más altos.
El argumento más frecuente de los ejecutivos indica que 'el mercado
decide los salarios'. Consultado por IPS, el ex ministro de Obras
Públicas (1995-2002) y actual diputado socialista João Cravinho
desmintió esta teoría. 'Son los propios administradores quienes fijan
sus salarios, cargando las culpas al mercado', dijo.
En las empresas privadas con participación estatal o en las estatales
con accionistas minoritarios privados, 'los ejecutivos fijan sus
sueldos astronómicos (algunos llegan a los 90.000 dólares mensuales,
incluyendo bonos y regalías) con la complicidad de los accionistas de
referencia', explicó Cravinho.
Estos mismos grandes accionistas, 'son a la vez altos ejecutivos, y
todo este sistema, en el fondo, es en desmedro del pequeño accionista,
que ve como una gruesa tajada de los lucros va a parar a cuentas
bancarias de los directivos', lamentó el ex ministro.
La crisis económica que estancó el crecimiento portugués en los
últimos dos años 'está siendo pagada por las clases menos
favorecidas',dijo.
Esta situación de desigualdad aflora cada día con los ejemplos más
variados. El último es el de la crisis del sector automotriz.
Los comerciantes se quejan de una caída de casi 20 por ciento en las
ventas de automóviles de baja cilindrada, con precios de entre 15.000
y 20.000 dólares.
Pero los representantes de marcas de lujo como Ferrari, Porsche,
Lamborghini, Maserati y Lotus (vehículos que valen más de 200.000
dólares), lamentan no dar abasto a todos los pedidos, ante un aumento
de 36 por ciento en la demanda.
Estudios sobre la tradicional industria textil lusa, que fue una de
las más modernas y de más calidad del mundo, demuestran su
estancamiento, pues sus empresarios no realizaron los necesarios
ajustes para actualizarla.
Pero la zona norte donde se concentra el sector textil, tiene más
autos Ferrari por metro cuadrado que Italia.
Un ejecutivo español de la informática, Javier Felipe, dijo a IPS que
según su experiencia con empresarios portugueses, éstos 'están más
interesados en la imagen que proyectan que en el resultado de su
trabajo'.
Para muchos 'es más importante el automóvil que conducen, el tipo de
tarjeta de crédito que pueden lucir al pagar una cuenta o el modelo
del teléfono celular, que la eficiencia de su gestión', dijo Felipe,
aclarando que hay excepciones.
'Todo esto va modelando una mentalidad que, a fin de cuentas, afecta
al desarrollo de un país', opinó.
La evasión fiscal impune es otro aspecto que ha castrado inversiones
del sector público con potenciales efectos positivos en la superación
de la crisis económica y el desempleo, que este año llegó a 7,3 por
ciento de la población económicamente activa.
Los únicos contribuyentes a cabalidad de las arcas del Estado son los
trabajadores contratados, que descuentan en la fuente laboral. En los
últimos dos años, el gobierno decidió cargar la mano fiscal sobre esas
cabezas, manteniendo situaciones 'obscenas' y 'escandalosas', según el
economista y comentarista de televisión Antonio Pérez Metello.
'En lugar de anunciar progresos en la recuperación de los impuestos de
aquellos que continúan riéndose en la cara del fisco, el gobierno
(conservador) ???! decide sacar una tajada aun mayor de esos que ya pagan
lo que es debido, y deja incólume la nebulosa de los fugitivos
fiscales, sin coherencia ideológica, sin visión de futuro', criticó
Metello.
La prueba está explicada en una columna de opinión de José Vitor
Malheiros, aparecida este martes en el diario Público de Lisboa, que
fustiga la falta de honestidad en la declaración de impuestos de los
llamados profesionales liberales.
Según esos documentos entregados al fisco, médicos y dentistas
declararon ingresos anuales promedio de 17.680 euros (21.750 dólares),
los abogados de 10.864 (13.365 dólares), los arquitectos de 9.277
(11.410 dólares) y los ingenieros de 8.382 (10.310 dólares).
Estos números indican que por cada seis euros que pagan al fisco, 'le
roban nueve a la comunidad', pues estos profesionales no dependientes
deberían contribuir con 15 por ciento del total del impuesto al
ingreso por trabajo singular y sólo tributan seis por ciento, dijo
Malheiros.
Con la devolución de impuestos al cerrar un ejercicio fiscal, éstos
'roban más de lo que pagan, como si un carnicero nos vendiese 400
gramos de bife y nos hiciese pagar un kilogramo, y existen 180.000 de
estos profesionales liberales que, en promedio, nos roban 600 gramos
por kilo', comentó con sarcasmo.
Si un país 'permite que un profesional liberal con dos casas y dos
automóviles de lujo declare ingresos de 600 euros (738 dólares) por
mes, año tras año, sin ser cuestionado en lo más mínimo por el fisco,
y encima recibe un subsidio del Estado para ayudar a pagar el colegio
privado de sus hijos, significa que el sistema no tiene ninguna
moralidad', sentenció. (FIN/2007)

O DSAFORO CONTINUA

Acção contra Governo por desvio de fundos europeus

Junta Metropolitana dá prazo até final de Junho para que seja revogada a resolução do Conselho de Ministros que permite transferir dinheiro destinado a regiões mais atrasadas. Parecer diz que decisão "viola grosseiramente normas comunitárias"
2008-05-31
Hugo Silva
A Junta Metropolitana do Porto exige que o Governo revogue a resolução que permite desviar para Lisboa verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional, destinadas exclusivamente às regiões menos desenvolvidas do país.

Se isso não acontecer, a JMP avança com uma acção judicial no Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias, solicitando a revogação daquela norma. Um parecer jurídico encomendado pela JMP considera que a resolução, de Julho de 2007, "viola grosseiramente as normas comunitárias", revelou Rui Rio.

O presidente da JMP falava, ontem, no final de mais uma reunião daquele organismo, que congrega os presidentes de 14 câmaras. O também presidente da Câmara do Porto referiu que a Junta vai enviar uma carta ao ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Nunes Correia, dando-lhe conta do processo. "Inequivocamente ilegal" Em causa estão as verbas dos programas temáticos, destinados às regiões de convergência, ou seja, as menos desenvolvidas (como é o caso do Norte).

Esses fundos europeus não poderiam ser usados na região de Lisboa, com índices de PIB (Produto Interno Bruto) per capita e de qualidade de vida acima da média europeia, logo, fora do objectivo de convergência. No entanto, uma resolução do Conselho de Ministros - 86/2007, de 3 de Julho - viabilizou o desvio de parte dessas verbas para projectos a realizar em Lisboa, desde que sejam considerados relevantes e de interesse nacional. Sendo assim, fundos destinados às regiões mais atrasadas poderão pagar projectos de milhões implantados em Lisboa. Rui Rio recordou que a JMP criticou logo a decisão, quando esta foi divulgada.

Entretanto, acrescentou, foi pedido um parecer jurídico sobre a legalidade da medida, face às normas comunitárias. "O parecer diz inequivocamente que a resolução do Conselho de Ministros é ilegal", afirmou, ontem, Rui Rio. O parecer foi encomendado a um escritório de advogados do Porto, que o autarca preferiu não revelar.

O presidente da JMP observou, a propósito, que o parecer deverá ser divulgado caso se avance mesmo com a acção judicial para que o Governo revogue a resolução. "É nosso dever não ficar de braços cruzados", desferiu o autarca, contestando a possibilidade de se "despejar" em Lisboa verbas de outras regiões. "Pecado antigo" "Se o Governo alterar a norma, excelente; se não, em Julho a JMP tem obrigação de apresentar queixa em Bruxelas", disse Rui Rio, sublinhando que "não seria ético" avançar de imediato com um processo, antes de dar um prazo ao Governo para poder anular a resolução considerada ilegal pelo parecer jurídico. "O desvio de verbas para Lisboa tem sido uma constante, não é um pecado apenas deste Governo", salvaguardou, no entanto, o presidente da Câmara do Porto.

JN-09/06/2008

sexta-feira, 6 de junho de 2008

VOU ESTAR AUSENTE 12 DIAS. VOU CONVIVER COM OUTRAS CULTURAS.
DESEJO AOS MEUS AMIGOS QUE CONTINUEM, ESTEJAM ATENTOS. OLHAR À ESQUERDA PARA QUE A DEMOCRACIA AVANCE E OS MAIS NECESSITADOS POSSAM DEIXAR DE O SER.
desejo que alguns dirigentes do ps ganhem juizo e não compliquem mais.
UM abraço
Carlos Pinto

EM DEMOCRACIA CADA UM É LIVRE DE DIZER AS PARVOICES QUE QUER. NÃO HÁ POLICIA POLITICA



" a democracia gera mediocridade"?

e a Ditadura? Gera analfabetos e manda os cérebros ara o exílio.

Ele há cada um! Quanda a senilidade ataca e não é tratada, dá nisto.

CNA ou MAIS UM BRAÇO DO PCP EM MANFES? PORTUGAL PRECISA DE VENCER A CRISE E DE MUITO TRABALHO. PROTESTAR É UM DIREITO QUANDO RACIONAL

Jaime Silva garante que não se intimida com a ameaça da Confederação Nacional da agricultura. A CNA ameaçou realizar uma acção nacional de protesto em Lisboa se o Governo não intervir para minimizar o impacto do aumento dos combustíveis
O ministro da Agricultura lembra que a crise afecta todos os sectores e que não seria justo estar a privilegiar a agricultura. Jaime Silva sublinha ainda que, nos últimos meses, o sector já tem beneficiado de aumentos nos preços dos cereais e do leite .
Seria incompreensível para aos portugueses, que estando a pagar mais pelo pão e pelo leite, ainda tivessem que pagar mais impostos para aumentar os subsídios à agricultura», salientou Jaime silva.
O ministro diz esperar que os agricultores «tenham a mesma responsabilidade e seriedade demonstrada pelo sector da pesca» e garante que «não se intimida com ultimatos».

PS/PORTO DEIXA FUGIR REGIONALIZAÇÃO PARA RUI RIO COMO BANDEIRA ELEITORAL. IMPERDOÁVEL!!!.

Manuela Ferreira Leite não quer ouvir falar de regionalização. Mas Rio - um dos seus principais apoiantes na corrida à liderança do PSD - confessa que tem dúvidas sobre a matéria e vai organizar um ciclo de conferências para discutir as suas vantagens.
No lado socialista, o gesto de Rio é interpretado como uma forma de se preparar para o embate com Elisa Ferreira (a putativa candidata do PS à Câmara do Porto e confessa regionalista). Mas o autarca justifica este "timing" como uma maneira de evitar o risco de demagogia, provável em períodos eleitorais
.

NARCISO AGUARDA UMA PALAVRA DO PS PARA QUE "DESASTRE" NÃO ACONTEÇA

Eleições em Matosinhos
Narciso volta à lota
Ainda não se assume como candidato independente. Mas o socialista Narciso Miranda já está em plena campanha pelas ruas de Matosinhos. Contra a vontade do seu partido.
Ricardo Jorge Pinto (EXPRESSO)

Narciso Miranda: "Há um excesso de pragmatismo nesta direcção do PS"
"Estou à espera que o PS diga o que quer de mim", explica Narciso Miranda, quando lhe perguntam se ele vai ser candidato independente. Mas a verdade é que o ex-autarca de Matosinhos já tem a máquina montada para ser candidato independente. E não poupa críticas a Guilherme Pinto, o presidente que o PS elegeu nas últimas autárquicas, com o seu apoio.
Nas próximas semanas, um grupo de apoiantes vai formalizar um movimento cívico, cujo nome deverá ser "Narciso Miranda - Matosinhos Sempre", e que servirá de embrião a uma candidatura independente (que só será apresentada no próximo ano). Mas Narciso já anda pelas ruas de Matosinhos, e pela célebre lota, a distribuir beijos e mensagens políticas, que não deixam dúvidas sobre a sua intenção.
Narciso diz que não tem fidelidades pessoais a dirigentes do PS. "Mas tenho fidelidade aos valores socialistas", explica, para revelar o que será o ideário da sua candidatura. "Há um excesso de pragmatismo nesta direcção do PS", ataca Narciso, dizendo que vai insistir nos temas sociais, durante a sua campanha

SONDAGEM - EXPRESSO/SIC/RR/EUROSONDAGEM





Sondagem Expresso/SIC/RR/Eurosondagem
A revolta dos pequenos
O PS perdeu a maioria absoluta e os partidos à sua esquerda, PCP e BE, somam 21% das intenções de voto. Este é o resultado mais relevante da sondagem Expresso/SIC/RR, realizada pela Eurosondagem. José Sócrates sofre uma queda acentuada na bolsa de popularidade, na proporção inversa a Francisco Louçã.
Humberto Costa
11:45 Sexta-feira, 6 de Jun de 2008
LONGE DA MAIORIA ABSOLUTA, O PS ENGORDA PARTIDOS À SUA ESQUERDA
A eleição do novo líder do PSD ainda não vem reflectida nesta sondagem e essa poderá ser uma das razões para a suave queda socialista, que resiste à crise do petróleo e às manifestações de rua. Por outro lado, a crise vai sendo aproveitada à esquerda do partido do poder. Nunca esta esquerda (PCP mais Bloco de Esquerda) teve uma percentagem tão elevada (21%), com a particularidade (na distribuição por faixa etária) de um (BE) ter a sua forte votação no eleitorado mais novo (12,2%), enquanto o outro (PCP) colhe mais no eleitorado mais velho (12,5%). O CDS/PP sobe para valores há muito não vistos, ficando por confirmar se é apenas efeito da longa crise interna no PSD.
Francisco Louçã: Subida em... Bloco
O líder do Bloco de Esquerda volta a subir (1,9%, para um saldo de 5,2%), com menos evidência do partido, mas a par dele. Destaca-se, no barómetro de popularidade, dos seus pares da oposição. Excepção feita a Luís Filipe Menezes, que, depois de abandonar o cargo de presidente do PPD/PSD, sobe desta vez (3,6%), somando uma percentagem de 7,4% no balanço de apreciação positiva e negativa do seu desempenho. Como Menezes é ex-líder há mais de um mês, conclui-se que a despedida foi longa e comovente. Paulo Portas sobe (1,7%, para um saldo de 3,7%) e Jerónimo de Sousa desce (1,7%, para um saldo de 1,1%), mantendo-se, ainda assim, em valores positivos. José Sócrates regista uma descida assinalável (1,9%), curiosamente o mesmo valor que sobe Louçã. Ainda assim mantendo um balanço positivo (27,2%), muito além dos líderes da oposição, mas muito abaixo do balanço de popularidade do Presidente da República, que, neste mês, recupera 1,7% da queda considerável registada no mês anterior.

FICHA TÉCNICA
A sondagem, realizada pela Eurosondagem para o Expresso, SIC e Rádio Renascença, foi efectuada de 28 de Maio a 3 de Junho de 2008. Teve por objecto perguntas sobre a crise dos combustíveis, quem é responsável, como deve o Estado enfrentá-la e como controlam individualmente as despesas; se Mário Soares fez bem ao criticar o Governo, se outros 'senadores' o deveriam fazer; quais as expectativas relativamente à selecção nacional no Euro 2008 e se Scolari deve continuar apesar do resultado; se o acordo assinado entre a UGT e o Governo sobre Função Pública é bom e se concorda com a equiparação de carreiras e salários entre sectores público e privado, além da intenção de voto e da popularidade dos titulares dos órgãos de soberania e dos líderes partidários. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone fixo. A amostra foi estratificada por região: Minho, Douro e Trás-os-Montes (20,8%); Área Metropolitana do Porto (14,3%); Beiras, Estremadura e Ribatejo (29,7%); Área Metropolitana de Lisboa (25,7%); Alentejo e Algarve (9,5%). Foram efectuadas 1269 tentativas de entrevistas e, destas, 258 (20,3%) não aceitaram colaborar no estudo de opinião. Foram validadas 1011 entrevistas. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma resultou, em termos de sexo: feminino 51,5% e masculino 48,5%; e no que concerne à faixa etária: dos 18 aos 25 anos 14,6%, dos 26 aos 35 anos 19,8%, dos 36 aos 45 anos 19,0%, dos 46 aos 59 anos 22,1%, mais de 60 anos 24,5%. O erro máximo da amostra é de 3,08% para um grau de probabilidade de 95%.

NUM PAÍS EM CRISE...

O SUPER LUXO DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL ! VERGONHOSO !!!
Note Bem:
O Tribunal Constitucional é um tribunal de nomeação politica e, por esse facto, resolveram comprar automóveis de Luxo e Super Luxo para cada um dos 'Juízes' ( de nomeação política ) ..
Estes carros são utilizados pelos Juízes - num total de 13 Juízes - para todo o serviço, precisamente como acontece nas grandes Empresas.
1- O Presidente tem um BMW 740 D (129.245 ? / 25.849 contos) ( o Belmiro de Azevedo tinha um automóvel da classe/série 7 da BMW, mas comprou-o com o seu próprio dinheiro)
2- O Vice-Presidente : BMW 530 D ( 72.664 ? /14.533 contos)
3- Os restantes 11 Juízes têm BMW 320 D ( 42.145 ? / 8.429 contos ,cada ) Portanto, uma frota automóvel no valor de 665.504 milhões de ? / 133.101 mil contos ( muito mais de meio milhão de Euros?!!!)
É o único Tribunal Superior onde os Juízes têm direito a carro como parte da sua remuneração ( automóvel para uso pessoal).
A que propósito ?!!! Pura ostentação ?!!! Ninguém se indigna ?! É normal? Quem é que autorizou este disparate ? É possível? Isto só na República da Bananas ?!!!!!!!! É por esta razão que o governo quer baixar a despesa pública para alimentar estes meninos!!!

Armando Meireles

IRLANDA COLOCA O TRATADO DE LISBOA EM PERIGO


Expresso Europa
A uma semana do referendo
'Não' ao tratado de Lisboa lidera sondagens
Pela primeira vez desde o início da campanha, o 'Não' ao Tratado de Lisboa lidera as preferências dos irlandeses que serão chamados a pronunciar-se sobre o documento no próximo dia 12 de Junho.
A Irlanda é o único país da UE obrigada a realizar um referendo
De acordo com uma sondagem divulgada pelo jornal Irish Times, o 'Não' recolhe 35% das preferências (mais 17% em relação ao último estudo de opinião divulgado por este jornal há três semanas), enquanto o 'Sim' se fica pelos 30% (menos 5%).
O 'Não' reforça-se graças aos indecisos, cujo número baixou de 47% para 35%. Ainda assim é nas mãos deste grupo que reside o destino do documento aprovado pelos líderes dos 27 países da União Europeia para substituir a defunta Constituição Europeia.
A Irlanda é o único país da União a realizar um referendo, por imperativos constitucionais. Os demais países optaram por levar a cabo ratificações parlamentares.
Para entrar em vigor no dia 1 de Janeiro de 2009 o Tratado de Lisboa necessita da aprovação de todos os Estados-Membros da UE.

UMA EXCEPÇÃO OU UM PRINCÍPIO ABRANGENTE?

O diploma que permite ao Presidente da República e aos ex-Presidentes da República acumular o respectivo vencimento ou subvenção com pensões do Estado foi hoje aprovado por unanimidade na generalidade, especialidade e em votação final global.
O diploma, que foi apresentado pelo PS e deu origem a um texto de substituição da Comissão de Assuntos Constitucionais, altera o regime remuneratório do Presidente da República.
O n.º 5 do regime em vigor impede que o vencimento e abono para despesas de representação do Presidente da República, a subvenção dos ex-chefes de Estado e a pensão atribuída aos seus familiares em caso de morte sejam acumulados "com quaisquer pensões de reforma ou de sobrevivência" que "aufiram do Estado".
O projecto de lei apresentado pelo PS, que obteve o voto favorável de todos os partidos representados no Parlamento, estabelece que passam a ser "cumuláveis com as pensões de aposentação, reforma ou sobrevivência que os titulares do direito àquelas aufiram do Estado".
A alteração do regime remuneratório do Presidente da República foi proposta pelo PS depois de o Provedor de Justiça, Nascimento Rodrigues, ter enviado uma carta ao Parlamento em Novembro do ano passado considerando injusto o tratamento dado aos ex-chefes de Estado face a outros titulares de cargos públicos.
Nascimento Rodrigues apontou o caso do antigo Presidente da República Ramalho Eanes, que teve que optar entre a subvenção a que tinha direito pelo exercício do cargo em Belém e a que teria a receber como militar com 36 anos de carreira

quinta-feira, 5 de junho de 2008

ASSIM SE VÊ A FORÇA DO PÊCÊ-LÁ VIRÁ ESTA OUTRA VEZ

Protesto contra palavra de ordemDirigentes socialistas da CGTP abandonaram manifestação
Hoje Uma palavra de ordem pedindo a demissão de Sócrates - «Está na hora deste Governo se ir embora» - levou a que a tendência socialista da CGTP abandonasse a manifestação desta tarde na Avenida. Carlos Trindade disse ao SOL que a maioria comunista da CGTP enveredou por uma atitude «aventureira, sectária e anti-democrática». No sábado, os socialistas vão decidir o que fazer a seguir.


ELES NÃO MUDAM. É DE RAÍZ.