Estátua de Vímara Peres-Porto

Estátua de Vímara Peres-Porto
Lança,escudo,elmo e armadura-escultura de Barato Feyo-do Livro Porto Património Cultural Da Humanidade de Manuel Dias e André Fregitzer
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PROTECÇÃO CONTRA A DITADURA

PROTECÇÃO CONTRA A DITADURA

JÁ ESTAMOS EM DITADURA?

JÁ ESTAMOS EM DITADURA?

POR PROPOSTA DE FERREIRA LEITE A DEMOCRACIA ESTÁ SUSPENSA 6 MESES

Por qué no te callas? Desde que Manuela Ferreira Leite chegou a líder do PSD que nunca sabemos o que ela pretende dizer cada vez que fala, entendemo-la perfeitamente, conseguimos repetir tudo o que disse para temos de nos abster no momento de a interpretar ou tirar conclusões. Temos de esperar um ou dois dias para, em função das sondagens de opinião ou das reacções da opinião pública, ouvirmos alguém do PSD, o secretário-geral ou o líder parlamentar, dizer-nos o que a líder pretendia dizer. Isso sucedeu logo com o seu discurso de encerramento do congresso que a confirmou na liderança do PSD, como nessa altura a máquina ainda não estava adaptada ao discurso da nova líder andámos mais de uma semana a tentar interpretar qual a opinião de MFL em relação às obras públicas, na ocasião Morais Sarmento ainda fez um esforço para esclarecer que eram apenas alguns projectos que estavam em causa, mas depois de várias contradições foi a própria MFL que esclareceu que eram todas as obras. Desde então, cada vez que MFL abre a boca é certo que no dia seguinte alguém vem esclarecer o que a líder do PSD pretendia dizer. Sucedeu, por exemplo, com a sua posição em relação ao salário mínimo, disse que era contra para dois dias depois alguém esclarecer que as suas declarações tinham sido mal interpretadas, o contra era um talvez muito próximo do sim. Agora o disparate foi maior, MFL disse com ar muito sério que o ideal era suspender a democracia durante seis meses, disse-o com o ar mais sério deste mundo, sem alterar a expressão do rosto e sem o mais pequeno sinal de ironia, Afinal, esclarece um secretário-geral do PSD indignado, que a líder do PSD estava a ironizar. Bem, não conheço muito bem o estilo de MFL a contar anedotas, o que vi e ouvi não me levava a pensar que estava a ironizar. Mas quando o ministro das obras públicas disse o disparate do deserto da margem sul, não teve direito a interpretação ou contexto, o PSD foi mais longe que qualquer outro partido da oposição e produziu outdoors com camelos que afixou na margem sul. Mas deixemos os duplos critérios do PSD, já sabemos que a actual líder é a pessoa mais séria e rigorosa deste mundo, ainda que o seu problema seja não se limitar a usar na boca nas refeições, até parece que quando come a ligação é ao estômago e quando fala em vez de a boca se ligar ao cérebro estabelece uma ligação directa ao intestino grosso. Temos portanto uma candidata a primeiro-ministro que não diz quais são as suas propostas é porque não quer que o país beneficie delas sendo aplicadas por um governo que não seja do seu partido, e quando fala não pode ser levada a sério enquanto não vier alguém divulgar as notas explicativas ou dizer o que efectivamente pretendia dizer. O secretário-geral do PSD que costumava ter como função mandar as facturas da propaganda para as empresas e obras públicas, passou a desempenhar as funções de tradutor-intérprete oficial de MFL. Se a lide do PSD disser branco temos de nos abster de pensar no que disse até que o secretário-geral nos esclareça se branco é preto, cinzento ou azul, já que quando a líder disse branco estava a ironizar. Começo a perceber porque razão a líder do PSD optou inicialmente pelo silêncio, era para poupar trabalho extra ao secretário-geral e ao líder parlamentar do PSD, para que em vez de se dedicarem às suas funções tenham de andar em permanente alvoroço a esclarecer o país sobre o que MFL disse de cada vez que abriu a boca. Do blog - o jumento

HOJE INTERROMPI A SUSPENSÃO PARA DEIXAR UM AVISO

Sábado, 15 de Novembro de 2008

ESTÁ EM MARCHA O PREC II - ESTÁ NOS COMPÊNDIOS LENINISTAS
O PCP e seu satélites sabem fazer isto muito bem e espero que ninguém tenha medo das ameaças de tribunal do senhor Mário Nogueira. Ou teremos de recorrer de novo a Mário Soares para ir para a rua defender a DEMOCRACIA E A LIBERDADE?"
CONVERGÊNCIA DAS FRENTES DE LUTA"

dirigida a quatro pilares:PROFESSORES, MILITARES, FUNÇÃO PÚBLICA E AGORA OS ALUNOS. Só não vê quem não quer.Como o operariado já não existe e ir para a porta das fábricas é perigoso porque provoca mais desemprego, joga-se onde o emprego é para a vida inteira.
Lamentávelmente um partido pilar da Demcracia, responsável por 13 anos de governo em 23, o PSD e a sua líder, cavalgam a onda de descontantamento, numa fase tão dificil para Portugal e para o Mundo, com a falência do neoliberalismo. É a CRISE FINANCEIRO E A CRISE ECONÓMICA, que a ganância do lucro e a Globalização selvagem provocaram. Sobre isto a lider do PSD cala-se. Sobre BPN fica muda. Sobre alternativas não divulga. Agora só fala para dizer que é preciso suspender a avaliação e experimentar outra. MAS QUAL?
nOTA: Li hoje um artigo esclarecedor de Miguel Sousa Tavares no Expresso.Carlos Pinto

O DISCURSO DA VITÓRIA

O DISCURSO

Obama: O discurso de vitória
05.11.2008 - 20h24
Boa noite, Chicago. Se ainda houver alguém que duvida que a América é o lugar onde todas as coisas são possíveis, que questiona se o sonho dos nossos fundadores ainda está vivo, que ainda duvida do poder da nossa democracia, teve esta noite a sua resposta.É a resposta dada pelas filas de voto que se estendiam em torno de escolas e igrejas em números que esta nação jamais vira, por pessoas que esperaram três e quatro horas, muitas pela primeira vez na sua vida, porque acreditavam que desta vez tinha de ser diferente, que as suas vozes poderiam fazer essa diferença.É a resposta dada por jovens e velhos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, asiáticos, nativos americanos, homossexuais, heterossexuais, pessoas com deficiências e pessoas saudáveis. Americanos que enviaram uma mensagem ao mundo, a de que nunca fomos apenas um conjunto de indivíduos ou um conjunto de Estados vermelhos e azuis.Somos e sempre seremos os Estados Unidos da América.É a resposta que levou aqueles, a quem foi dito durante tanto tempo e por tantos para serem cínicos, temerosos e hesitantes quanto àquilo que podemos alcançar, a porem as suas mãos no arco da História e a dobrá-lo uma vez mais em direcção à esperança num novo dia.Há muito que isto se anunciava mas esta noite, devido àquilo que fizemos neste dia, nesta eleição, neste momento definidor, a mudança chegou à América.Há pouco recebi um telefonema extraordinariamente amável do Senador McCain.O Senador McCain lutou longa e arduamente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e arduamente pelo país que ama. Fez sacrifícios pela América que muitos de nós não conseguimos sequer imaginar. Estamos hoje melhor devido aos serviços prestados por este líder corajoso e altruísta.Felicito-o e felicito a governadora Palin por tudo aquilo que alcançaram. Espero vir a trabalhar com eles para renovar a promessa desta nação nos próximos meses.Quero agradecer ao meu parceiro neste percurso, um homem que fez campanha com o seu coração e falou pelos homens e mulheres que cresceram com ele nas ruas de Scranton e viajaram com ele no comboio para Delaware, o vice-presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden.E eu não estaria aqui hoje sem o inabalável apoio da minha melhor amiga dos últimos 16 anos, a pedra angular da nossa família, o amor da minha vida, a próxima Primeira Dama do país, Michelle Obama.Sasha e Malia, amo-vos mais do que poderão imaginar. E merecem o novo cachorro que virá connosco para a nova Casa Branca.E embora ela já não esteja entre nós, sei que a minha avó está a observar-me, juntamente com a família que fez de mim aquilo que sou. Tenho saudades deles esta noite. Reconheço que a minha dívida para com eles não tem limites.Para a minha irmã Maya, a minha irmã Alma, todos os meus outros irmãos e irmãs, desejo agradecer-vos todo o apoio que me deram. Estou-vos muito grato.E ao meu director de campanha, David Plouffe, o discreto herói desta campanha, que, na minha opinião, concebeu a melhor campanha política da história dos Estados Unidos da América.E ao meu director de estratégia, David Axelrod, que me tem acompanhado em todas as fases do meu percurso.Para a melhor equipa alguma vez reunida na história da política: tornaram isto possível e estou-vos eternamente gratos por aquilo que sacrificaram para o conseguir.Mas acima de tudo nunca esquecerei a quem pertence verdadeiramente esta vitória. Ela pertence-vos a vós. Pertence-vos a vós.Nunca fui o candidato mais provável para este cargo. Não começámos com muito dinheiro nem muitos apoios. A nossa campanha não foi delineada nos salões de Washington. Começou nos pátios de Des Moines, em salas de estar de Concord e nos alpendres de Charleston. Foi construída por homens e mulheres trabalhadores que, das suas magras economias, retiraram 5 e 10 e 20 dólares para a causa.Foi sendo fortalecida pelos jovens que rejeitavam o mito da apatia da sua geração e deixaram as suas casas e famílias em troca de empregos que ofereciam pouco dinheiro e ainda menos sono.Foi sendo fortalecida por pessoas menos jovens, que enfrentaram um frio terrível e um calor sufocante para irem bater às portas de perfeitos estranhos, e pelos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários, se organizaram e provaram que mais de dois séculos depois, um governo do povo, pelo povo e para o povo não desaparecera da Terra.Esta vitória é vossa.E sei que não fizeram isto apenas para vencer uma eleição. E sei que não o fizeram por mim.Fizeram-no porque compreendem a enormidade da tarefa que nos espera. Porque enquanto estamos aqui a comemorar, sabemos que os desafios que o amanhã trará são os maiores da nossa vida – duas guerras, uma planeta ameaçado, a pior crise financeira desde há um século.Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos corajosos a acordarem nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para arriscarem as suas vidas por nós.Há mães e pais que se mantêm acordados depois de os seus filhos adormecerem a interrogarem-se sobre como irão amortizar a hipoteca, pagar as contas do médico ou poupar o suficiente para pagar os estudos universitários dos filhos.Há novas energias para aproveitar, novos empregos para serem criados, novas escolas para construir, ameaças para enfrentar e alianças para reparar.O caminho à nossa frente vai ser longo. A subida vai ser íngreme. Podemos não chegar lá num ano ou mesmo numa legislatura. Mas América, nunca estive tão esperançoso como nesta noite em como chegaremos lá.Prometo-vos. Nós, enquanto povo, chegaremos lá.Haverá reveses e falsas partidas. Há muitos que não concordarão com todas as decisões ou políticas que eu tomar como presidente. E sabemos que o governo não consegue solucionar todos os problemas.Mas serei sempre honesto para convosco sobre os desafios que enfrentarmos. Ouvir-vos-ei, especialmente quando discordarmos. E, acima de tudo, pedir-vos-ei que adiram à tarefa de refazer esta nação da única forma como tem sido feita na América desde há 221 anos – pedaço a pedaço, tijolo a tijolo, e com mãos calejadas.Aquilo que começou há 21 meses no rigor do Inverno não pode acabar nesta noite de Outono.Somente a vitória não constitui a mudança que pretendemos. É apenas a nossa oportunidade de efectuar essa mudança. E isso não poderá acontecer se voltarmos à forma como as coisas estavam.Não poderá acontecer sem vós, sem um novo espírito de empenho, um novo espírito de sacrifício.Convoquemos então um novo espírito de patriotismo, de responsabilidade, em que cada um de nós resolve deitar as mãos à obra e trabalhar mais esforçadamente, cuidando não só de nós mas de todos.Recordemos que, se esta crise financeira nos ensinou alguma coisa, é que não podemos ter uma Wall Street florescente quando as Main Street sofrem.Neste país, erguemo-nos ou caímos como uma nação, como um povo. Resistamos à tentação de retomar o partidarismo, a mesquinhez e a imaturidade que há tanto tempo envenenam a nossa política.Recordemos que foi um homem deste Estado que, pela primeira vez, transportou o estandarte do Partido Republicano até à Casa Branca, um partido fundado em valores de independência, liberdade individual e unidade nacional.São valores que todos nós partilhamos. E embora o Partido Democrata tenha alcançado uma grande vitória esta noite, fazemo-lo com humildade e determinação para sarar as divergências que têm atrasado o nosso progresso.Como Lincoln disse a uma nação muito mais dividida do que a nossa, nós não somos inimigos mas amigos. Embora as relações possam estar tensas, não devem quebrar os nossos laços afectivos.E àqueles americanos cujo apoio ainda terei de merecer, posso não ter conquistado o vosso voto esta noite, mas ouço as vossas vozes. Preciso da vossa ajuda. E serei igualmente o vosso Presidente.E a todos os que nos observam esta noite para lá das nossas costas, em parlamentos e palácios, àqueles que estão reunidos em torno de rádios em cantos esquecidos do mundo, as nossas histórias são únicas mas o nosso destino é comum, e uma nova era de liderança americana está prestes a começar.Aos que querem destruir o mundo: derrotar-vos-emos. Aos que procuram a paz e a segurança: apoiar-vos-emos. E a todos aqueles que se interrogavam sobre se o farol da América ainda brilha com a mesma intensidade: esta noite provámos novamente que a verdadeira força da nossa nação não provém do poder das nossas armas ou da escala da nossa riqueza, mas da força duradoura dos nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e uma esperança inabalável.É este o verdadeiro génio da América: que a América pode mudar. A nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já alcançámos dá-nos esperança para aquilo que podemos e devemos alcançar amanhã.Esta eleição contou com muitas estreias e histórias de que se irá falar durante várias gerações. Mas aquela em que estou a pensar esta noite é sobre uma mulher que depositou o seu voto em Atlanta. Ela é muito parecida com os milhões de pessoas que aguardaram a sua vez para fazer ouvir a sua voz nestas eleições à excepção de uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.Ela nasceu apenas uma geração depois da escravatura, numa época em que não havia automóveis nas estradas nem aviões no céu; em que uma pessoa como ela não podia votar por duas razões – porque era mulher e por causa da cor da sua pele.E esta noite penso em tudo o que ela viu ao longo do seu século de vida na América – a angústia e a esperança; a luta e o progresso; as alturas em que nos foi dito que não podíamos e as pessoas que não desistiram do credo americano: Sim, podemos.Numa época em que as vozes das mulheres eram silenciadas e as suas esperanças destruídas, ela viveu o suficiente para se erguer, falar e votar. Sim, podemos.Quando havia desespero e depressão em todo o país, ela viu uma nação vencer o seu próprio medo com um New Deal, novos empregos, e um novo sentimento de um objectivo em comum. Sim, podemos.Quando as bombas caíam no nosso porto e a tirania ameaçava o mundo, ela esteve ali para testemunhar uma geração que alcançou a grandeza e salvou uma democracia. Sim, podemos.Ela viu os autocarros em Montgomery, as mangueiras em Birmingham, uma ponte em Selma, e um pregador de Atlanta que dizia às pessoas que elas conseguiriam triunfar. Sim, podemos.Um homem pisou a Lua, um muro caiu em Berlim, um mundo ficou ligado pela nossa ciência e imaginação.E este ano, nestas eleições, ela tocou com o seu dedo num ecrã e votou, porque ao fim de 106 anos na América, tendo atravessado as horas mais felizes e as horas mais sombrias, ela sabe como a América pode mudar.Sim, podemos.América, percorremos um longo caminho. Vimos tanto. Mas ainda há muito mais para fazer. Por isso, esta noite, perguntemos a nós próprios – se os nossos filhos viverem até ao próximo século, se as minhas filhas tiverem a sorte de viver tantos anos como Ann Nixon Cooper, que mudança é que verão? Que progressos teremos nós feito?Esta é a nossa oportunidade de responder a essa chamada. Este é o nosso momento.Este é o nosso tempo para pôr o nosso povo de novo a trabalhar e abrir portas de oportunidade para as nossas crianças; para restaurar a prosperidade e promover a causa da paz; para recuperar o sonho americano e reafirmar aquela verdade fundamental de que somos um só feito de muitos e que, enquanto respirarmos, temos esperança. E quando nos confrontarmos com cinismo e dúvidas e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com o credo intemporal que condensa o espírito de um povo: Sim, podemos.Muito obrigado. Deus vos abençoe. E Deus abençoe os Estados Unidos da América

O HOMEM CERTO NO MOMENTO CERTO

O HOMEM CERTO NO MOMENTO CERTO

PARABÉNS PRESIDENTE BARACK BAMA

PARA OS QUE DUVIDARAM, HOJE É UMA CERTEZA

EM OBAMA PODEMOS ACREDITAR - VOTE NA MUDANÇA

obama e michele já votaram - não se pode perder 1 voto


AVÓ DE OBAMA VOTOU ANTES DE MORRER. PAZ À SUA ALMA. CUMPRIU O ÚLTIMO DEVER

Obama entre os avós maternos, Stanley e Madelyn Dunham A avó de Barack Obama, Madelyn Dunham, morreu esta madrugada, no Havai.Antes de sucumbir, durante o sono, a um cancro, a senhora votou pela internet, antes ainda da abertura das mesas eleitorais. O voto vai contar. Kevin Cronin, que chefia as eleições no Havai, já garantiu que o voto de Madelyn Dunham vai ser contabilizado. A avó de Obama, acamada, votou por correspondência, informaram as autoridades. E, esse voto, singular e único, será contabilizado como todos os outros votos feitos por correspondência, dado que Madelyn Dunham está viva à altura em que o voto foi confirmado. Amanhã, cerca de seis horas após o fecho das urnas em território continental americano, quando fecharem as mesas de voto no Havai, o voto de Madelyn Dunham simbolizará mais do que apenas um voto em Obama.

OS PRIMEIROS RESULTADOS DEFINITIVOS - VOTE OBAMA

Obama assegura duas vitóriasO candidato democrata à presidência dos Estados Unidos da América, Barack Obama, assegurou vitórias nas duas primeiras mesas de voto que já encerraram em Dixville Notch e Hart's Location, duas pequenas localidades do estado de New Hampshire, na costa Leste.
Estas duas localidades mantêm desde 1948 a tradição de serem as primeiras a votar. Em Dixville Notch, Obama venceu o seu rival republicano, John McCain, por 15 votos contra seis, enquanto em Hart's Location o senador democrata conseguiu 17 votos contra 10 de McCain.
Nas eleições presidenciais de 2000 e 2004, George W. Bush venceu as votações realizadas nestas duas localidades, sendo que em Dixville Notch é a primeira vez desde 1968 que ali ganha um candidato democrata.

UM BOM SINAL.NÃO SE PODE PARAR

UM BOM SINAL.NÃO SE PODE PARAR
que deus te guarde até ao fim barack obama

PROJECÇÕES E SONDAGENS DO PROF. CARLOS SANTOS DA UN. CATÓLICA DO PORTO

PROJECÇÕES E SONDAGENS DO PROF. CARLOS SANTOS DA UN. CATÓLICA DO PORTO
os estados e as tendências com Obama a vencedor

MAIS DE 170 JORNAIS DÃO APOIO A OBAMA

Liderança de Bush foi “falhada”
“The New York Times” apoia Obama e diz que a escolha é fácil

24.10.2008 - 10h12 PÚBLICO
O diário norte-americano “The New York Times” apoia o candidato democrata, Barack Obama, para Presidente dos Estados Unidos, num editorial publicado ontem “on-line” e hoje na edição impressa.O jornal considera em editorial que, apesar de os tempos serem difíceis para o país, “a escolha de um novo Presidente é fácil”, porque, ao fim de dois anos de “uma campanha extenuante e feia, o senador Barack Obama do Illinois provou que é a escolha certa para ser o 44º Presidente dos Estados Unidos”.E diz também que o próximo Presidente vai receber um país “à deriva” depois de oito anos de “liderança falhada do Presidente Bush”, que deixa ao seu sucessor uma herança de duas guerras, “uma imagem global manchada e um Governo sistematicamente destituído da sua capacidade para ajudar os cidadãos”.Para o jornal, referência da imprensa americana com projecção mundial, Obama mostrou “uma cabeça fria e discernimento sólido”, e acredita que “ele tem a capacidade de forjar um consenso político alargado que é essencial para encontrar as soluções para os problemas do país”.Quando a McCain, “The New York Times” diz que “retirou-se cada vez mais para as franjas da política americana, conduzindo uma campanha com base na divisão partidária, guerra de classes e até sugestões de racismo”, defendendo políticas e uma visão do mundo ancoradas no passado, oferecendo também “mais da ideologia republicana de cada um por si”.É também duramente criticada a escolha por McCain de Sarah Palin (actual governadora do Alasca) para sua vice-presidente.

OBAMA E MICHELLE A CAMINHO DA CASA BRANCA- VOTE

OBAMA E MICHELLE A CAMINHO DA CASA BRANCA- VOTE

BILL CLINTON EM ORLANDO-LUTAR ATÉ AO FIM. VAMOS GANHAR

BARACK OBAMA A CAMINHO DA CASA BRANCA

BARACK OBAMA A CAMINHO DA CASA BRANCA
UM IVRO ESPECTACULAR

MCCAINE JOGA BAIXO E ACUSA OBAMA DE EXTREMA-ESQUERDA- É O DESESPERO

OBAMA - NÃO SE PODE DESCANSAR. ATÉ DIA 4 SEMPRE EM LUTA. ELES, OS REPUBLICANOS, VÃO USAR TUDO.

PELA PAZ, PELO PROGRESSO E PELA DEMOCRACIA, VOTE OBAMA. PARA QUE A HISTORIA NÃO SE REPITA

AS CARETAS DE MCCAINN-"O VELHO, O RAPAZ E... FALTA BUSH

AS CARETAS DE MCCAINN-"O VELHO, O RAPAZ E... FALTA BUSH
FIM DO DEBATE

ELEIÇÕES NOS EUA-VOTE

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

NESTE EU ACREDITO. É UM HOMEM DO PORTO. EM CADILHE ENQUANTO NÃO EXPLICAR OS 10 MILHÕES..


PEDRA SOBRE PEDRA

“Temos de deixar de ser egoístas
E pensarmos mais em nós próprios”
(Oriana Fallaci)


1 - Nós sabemos menos do tempo do que o tempo sabe de nós!
Mas o que sabemos diz-nos que os próximos dias, meses e anos vão ser tempo de uma grande insónia cercada pelas dificuldades que crescem.
Surgem, por todo o lado, sinais de uma desgraça que avança e de um pânico que corre. Não são apenas as bolsas que caem, o desemprego que aumenta, nem as dívidas que crescem. É a morte de um sistema financeiro que se devora a si próprio!
Nesta epopeia americana que começou em Washington e terminou em Bagdade, passando por Guantánamo, surge-nos agora Obama a dizer “que somos e seremos sempre os Estados Unidos da América” – assim seja, essa é também a nossa esperança, embora os desafios sejam enormes: duas guerras, um planeta ameaçado, a pior crise financeira desde há um século.
Por outro lado, aqueles que, se vestiam de um optimismo triunfante e calculista, cobrem-se agora de um pessimismo cobarde e assustado. Mas todos sabemos que, como é costume, quem vai sofrer mais são os inocentes. E que os autores deste desastre estão a recato dele e dos seus horrores, sem consciência, sem vergonha, sem compaixão – mas com dinheiro inesgotável!
Dizia recentemente George Steiner, autor da Errata, falando da História mas analisando o que se está a passar, palavras que ninguém quis ouvir nem o som, nem o sentido. Ele afirmou:”Espanta-me que os pobres não se revoltem”. E estranhava que todas as manhãs ao abrir o jornal não ver lá escrito que “tinham assassinado um daqueles empresários que encerram fábricas e depois se metem nos seus jactos privados para ir passar férias a Barbados”.
Steiner ecoa neste seu comentário, ao mesmo tempo lúcido e violento, o antigo clamor dos profetas judeus do Antigo Testamento, que faziam da cólera uma ameaça e só depois um presságio!

2 – E tudo isto no centro de uma explosão demográfica mundial (a fome agrava-se terrivelmente), que ninguém quer encarar e muitos até fingem ignorar!
No ano de l650 éramos, no Mundo, meio bilião de pessoas apenas. Em 1900 éramos bilião e meio e crescíamos à razão anual, ainda módica, de 0,5 por cento. Na década de 40 do sec. XX averbamos o segundo bilião. E foi com entusiasmo que esse facto foi celebrado! Era já então o resultado de uma prodigiosa redução da mortalidade infantil e em geral do aumento da esperança de vida resultante do progresso da medicina. Hoje andamos à volta dos 6 biliões e se no próximo meio século voltasse a população mundial a triplicar como aconteceu no anterior seríamos 18 biliões!
É verdade que, nos mesmos 50 anos em que a população do mundo triplicou, o produto global quadriplicou; o produto industrial cresceu 40 vezes; o consumo de energia mais de 30 vezes; o comércio externo 7 vezes; a produção de cereais mais de 3 vezes. Mas tudo se complicou (esgotou) também!
Nunca me hei-de esquecer da visão catastrófica que o Comandante Cousteau, na nossa televisão, nos deixou – ele que foi um conceituado cientista e um reputado humanista:
- Dentro em breve, ou fazemos desaparecer trezentos milhões/ano de seres humanos, ou a humanidade não sobreviverá.
- O comandante quer dizer “evitar que nasçam”?
- Não necessariamente – reforçou – evitar que existam!
E ele, seguramente, a imagem que nos deixou não foi de um irresponsável.
Por isso, daqui a 25 anos apenas, quando os nossos netos se prepararem para ganhar sustento, biliões de consumidores-predadores terão feito que novos estragos nos espaços verdes, na limpeza dos rios e dos mares, na abundância da água e ar respirável, noutras reservas naturais finitas e não renováveis, na camada de ozono, nos equilíbrios climáticos, na biodiversidade?
Por isso, os economistas, hoje, perante estas crises de difícil solução, terão também que descobrir os inimigos reais – e uma boa razão para que sejamos tantos - que são da responsabilidade dos povos: os cortiços desumanos em que as cidades se converteram, a fome, a pobreza, o desemprego, a criminalidade, a insegurança, a droga, a irresistível migração das minorias étnicas, o fundamentalismo, o racismo, a xenofobia.
São esses, hoje, os inimigos contra os quais é inútil puxar o gatilho enquanto não resolvermos a questão da explosão demográfica que também está a complicar tudo.
E um Feliz Natal!

Manuel Martins
Noticias de Coura – Dez/2008

sábado, 15 de novembro de 2008

HOJE INTERROMPI A SUSPENSÃO PARA FAZER UM ALERTA

Sábado, 15 de Novembro de 2008
ESTÁ EM MARCHA O PREC II - ESTÁ NOS COMPÊNDIOS LENINISTAS
O PCP e seu satélites sabem fazer isto muito bem e espero que ninguém tenha medo das ameaças de tribunal do senhor Mário Nogueira. Ou teremos de recorrer de novo a Mário Soares para ir para a rua defender a DEMOCRACIA E A LIBERDADE?

"CONVERGÊNCIA DAS FRENTES DE LUTA" dirigida a quatro pilares:

PROFESSORES, MILITARES, FUNÇÃO PÚBLICA E AGORA OS ALUNOS. Só não vê quem não quer.

Como o operariado já não existe e ir para a porta das fábricas é perigoso porque provoca mais desemprego, joga-se onde o emprego é para a vida inteira.

Lamentávelmente um partido pilar da Demcracia, responsável por 13 anos de governo em 23, o PSD e a sua líder, cavalgam a onda de descontantamento, numa fase tão dificil para Portugal e para o Mundo, com a falência do neoliberalismo. É a CRISE FINANCEIRO E A CRISE ECONÓMICA, que a ganância do lucro e a Globalização selvagem provocaram. Sobre isto a lider do PSD cala-se. Sobre BPN fica muda. Sobre alternativas não divulga. Agora só fala para dizer que é preciso suspender a avaliação e experimentar outra. MAS QUAL?

nOTA: Li hoje um artigo esclarecedor de Miguel Sousa Tavares no Expresso.
Carlos Pinto

HOJE INTERROMPI O PERÍDO DE SUSPENSÃO PARA DEIXAR UM AVISO

Sábado, 15 de Novembro de 2008
ESTÁ EM MARCHA O PREC II - ESTÁ NOS COMPÊNDIOS LENINISTAS
O PCP e seu satélites sabem fazer isto muito bem e espero que ninguém tenha medo das ameaças de tribunal do senhor Mário Nogueira. Ou teremos de recorrer de novo a Mário Soares para ir para a rua defender a DEMOCRACIA E A LIBERDADE?"
CONVERGÊNCIA DAS FRENTES DE LUTA" dirigida a quatro pilares:
PROFESSORES, MILITARES, FUNÇÃO PÚBLICA E AGORA OS ALUNOS.
Só não vê quem não quer.
Como o operariado já não existe e ir para a porta das fábricas é perigoso porque provoca mais desemprego, joga-se onde o emprego é para a vida inteira.Lamentávelmente um partido pilar da Demcracia, responsável por 13 anos de governo em 23, o PSD e a sua líder, cavalgam a onda de descontantamento, numa fase tão dificil para Portugal e para o Mundo, com a falência do neoliberalismo. É a CRISE FINANCEIRO E A CRISE ECONÓMICA, que a ganância do lucro e a Globalização selvagem provocaram. Sobre isto a lider do PSD cala-se. Sobre BPN fica muda. Sobre alternativas não divulga. Agora só fala para dizer que é preciso suspender a avaliação e experimentar outra. MAS QUAL?
nOTA: Li hoje um artigo esclarecedor de Miguel Sousa Tavares no Expresso.
Carlos Pinto

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

OBAMA - DISCURSO DE VITÓRIA



Obama: O discurso de vitória

Boa noite, Chicago.

Se ainda houver alguém que duvida que a América é o lugar onde todas as coisas são possíveis, que questiona se o sonho dos nossos fundadores ainda está vivo, que ainda duvida do poder da nossa democracia, teve esta noite a sua resposta.É a resposta dada pelas filas de voto que se estendiam em torno de escolas e igrejas em números que esta nação jamais vira, por pessoas que esperaram três e quatro horas, muitas pela primeira vez na sua vida, porque acreditavam que desta vez tinha de ser diferente, que as suas vozes poderiam fazer essa diferença.É a resposta dada por jovens e velhos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, asiáticos, nativos americanos, homossexuais, heterossexuais, pessoas com deficiências e pessoas saudáveis. Americanos que enviaram uma mensagem ao mundo, a de que nunca fomos apenas um conjunto de indivíduos ou um conjunto de Estados vermelhos e azuis.Somos e sempre seremos os Estados Unidos da América.É a resposta que levou aqueles, a quem foi dito durante tanto tempo e por tantos para serem cínicos, temerosos e hesitantes quanto àquilo que podemos alcançar, a porem as suas mãos no arco da História e a dobrá-lo uma vez mais em direcção à esperança num novo dia.Há muito que isto se anunciava mas esta noite, devido àquilo que fizemos neste dia, nesta eleição, neste momento definidor, a mudança chegou à América.Há pouco recebi um telefonema extraordinariamente amável do Senador McCain.O Senador McCain lutou longa e arduamente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e arduamente pelo país que ama. Fez sacrifícios pela América que muitos de nós não conseguimos sequer imaginar. Estamos hoje melhor devido aos serviços prestados por este líder corajoso e altruísta.Felicito-o e felicito a governadora Palin por tudo aquilo que alcançaram. Espero vir a trabalhar com eles para renovar a promessa desta nação nos próximos meses.Quero agradecer ao meu parceiro neste percurso, um homem que fez campanha com o seu coração e falou pelos homens e mulheres que cresceram com ele nas ruas de Scranton e viajaram com ele no comboio para Delaware, o vice-presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden.E eu não estaria aqui hoje sem o inabalável apoio da minha melhor amiga dos últimos 16 anos, a pedra angular da nossa família, o amor da minha vida, a próxima Primeira Dama do país, Michelle Obama.Sasha e Malia, amo-vos mais do que poderão imaginar. E merecem o novo cachorro que virá connosco para a nova Casa Branca.E embora ela já não esteja entre nós, sei que a minha avó está a observar-me, juntamente com a família que fez de mim aquilo que sou. Tenho saudades deles esta noite. Reconheço que a minha dívida para com eles não tem limites.Para a minha irmã Maya, a minha irmã Alma, todos os meus outros irmãos e irmãs, desejo agradecer-vos todo o apoio que me deram. Estou-vos muito grato.E ao meu director de campanha, David Plouffe, o discreto herói desta campanha, que, na minha opinião, concebeu a melhor campanha política da história dos Estados Unidos da América.E ao meu director de estratégia, David Axelrod, que me tem acompanhado em todas as fases do meu percurso.Para a melhor equipa alguma vez reunida na história da política: tornaram isto possível e estou-vos eternamente gratos por aquilo que sacrificaram para o conseguir.Mas acima de tudo nunca esquecerei a quem pertence verdadeiramente esta vitória. Ela pertence-vos a vós. Pertence-vos a vós.Nunca fui o candidato mais provável para este cargo. Não começámos com muito dinheiro nem muitos apoios. A nossa campanha não foi delineada nos salões de Washington. Começou nos pátios de Des Moines, em salas de estar de Concord e nos alpendres de Charleston. Foi construída por homens e mulheres trabalhadores que, das suas magras economias, retiraram 5 e 10 e 20 dólares para a causa.Foi sendo fortalecida pelos jovens que rejeitavam o mito da apatia da sua geração e deixaram as suas casas e famílias em troca de empregos que ofereciam pouco dinheiro e ainda menos sono.Foi sendo fortalecida por pessoas menos jovens, que enfrentaram um frio terrível e um calor sufocante para irem bater às portas de perfeitos estranhos, e pelos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários, se organizaram e provaram que mais de dois séculos depois, um governo do povo, pelo povo e para o povo não desaparecera da Terra.Esta vitória é vossa.E sei que não fizeram isto apenas para vencer uma eleição. E sei que não o fizeram por mim.Fizeram-no porque compreendem a enormidade da tarefa que nos espera. Porque enquanto estamos aqui a comemorar, sabemos que os desafios que o amanhã trará são os maiores da nossa vida – duas guerras, uma planeta ameaçado, a pior crise financeira desde há um século.Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos corajosos a acordarem nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para arriscarem as suas vidas por nós.Há mães e pais que se mantêm acordados depois de os seus filhos adormecerem a interrogarem-se sobre como irão amortizar a hipoteca, pagar as contas do médico ou poupar o suficiente para pagar os estudos universitários dos filhos.Há novas energias para aproveitar, novos empregos para serem criados, novas escolas para construir, ameaças para enfrentar e alianças para reparar.O caminho à nossa frente vai ser longo. A subida vai ser íngreme. Podemos não chegar lá num ano ou mesmo numa legislatura. Mas América, nunca estive tão esperançoso como nesta noite em como chegaremos lá.Prometo-vos. Nós, enquanto povo, chegaremos lá.Haverá reveses e falsas partidas. Há muitos que não concordarão com todas as decisões ou políticas que eu tomar como presidente. E sabemos que o governo não consegue solucionar todos os problemas.Mas serei sempre honesto para convosco sobre os desafios que enfrentarmos. Ouvir-vos-ei, especialmente quando discordarmos. E, acima de tudo, pedir-vos-ei que adiram à tarefa de refazer esta nação da única forma como tem sido feita na América desde há 221 anos – pedaço a pedaço, tijolo a tijolo, e com mãos calejadas.Aquilo que começou há 21 meses no rigor do Inverno não pode acabar nesta noite de Outono.Somente a vitória não constitui a mudança que pretendemos. É apenas a nossa oportunidade de efectuar essa mudança. E isso não poderá acontecer se voltarmos à forma como as coisas estavam.Não poderá acontecer sem vós, sem um novo espírito de empenho, um novo espírito de sacrifício.Convoquemos então um novo espírito de patriotismo, de responsabilidade, em que cada um de nós resolve deitar as mãos à obra e trabalhar mais esforçadamente, cuidando não só de nós mas de todos.Recordemos que, se esta crise financeira nos ensinou alguma coisa, é que não podemos ter uma Wall Street florescente quando as Main Street sofrem.Neste país, erguemo-nos ou caímos como uma nação, como um povo. Resistamos à tentação de retomar o partidarismo, a mesquinhez e a imaturidade que há tanto tempo envenenam a nossa política.Recordemos que foi um homem deste Estado que, pela primeira vez, transportou o estandarte do Partido Republicano até à Casa Branca, um partido fundado em valores de independência, liberdade individual e unidade nacional.São valores que todos nós partilhamos. E embora o Partido Democrata tenha alcançado uma grande vitória esta noite, fazemo-lo com humildade e determinação para sarar as divergências que têm atrasado o nosso progresso.Como Lincoln disse a uma nação muito mais dividida do que a nossa, nós não somos inimigos mas amigos. Embora as relações possam estar tensas, não devem quebrar os nossos laços afectivos.E àqueles americanos cujo apoio ainda terei de merecer, posso não ter conquistado o vosso voto esta noite, mas ouço as vossas vozes. Preciso da vossa ajuda. E serei igualmente o vosso Presidente.E a todos os que nos observam esta noite para lá das nossas costas, em parlamentos e palácios, àqueles que estão reunidos em torno de rádios em cantos esquecidos do mundo, as nossas histórias são únicas mas o nosso destino é comum, e uma nova era de liderança americana está prestes a começar.Aos que querem destruir o mundo: derrotar-vos-emos. Aos que procuram a paz e a segurança: apoiar-vos-emos. E a todos aqueles que se interrogavam sobre se o farol da América ainda brilha com a mesma intensidade: esta noite provámos novamente que a verdadeira força da nossa nação não provém do poder das nossas armas ou da escala da nossa riqueza, mas da força duradoura dos nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e uma esperança inabalável.É este o verdadeiro génio da América: que a América pode mudar. A nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já alcançámos dá-nos esperança para aquilo que podemos e devemos alcançar amanhã.Esta eleição contou com muitas estreias e histórias de que se irá falar durante várias gerações. Mas aquela em que estou a pensar esta noite é sobre uma mulher que depositou o seu voto em Atlanta. Ela é muito parecida com os milhões de pessoas que aguardaram a sua vez para fazer ouvir a sua voz nestas eleições à excepção de uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.Ela nasceu apenas uma geração depois da escravatura, numa época em que não havia automóveis nas estradas nem aviões no céu; em que uma pessoa como ela não podia votar por duas razões – porque era mulher e por causa da cor da sua pele.E esta noite penso em tudo o que ela viu ao longo do seu século de vida na América – a angústia e a esperança; a luta e o progresso; as alturas em que nos foi dito que não podíamos e as pessoas que não desistiram do credo americano: Sim, podemos.Numa época em que as vozes das mulheres eram silenciadas e as suas esperanças destruídas, ela viveu o suficiente para se erguer, falar e votar. Sim, podemos.Quando havia desespero e depressão em todo o país, ela viu uma nação vencer o seu próprio medo com um New Deal, novos empregos, e um novo sentimento de um objectivo em comum. Sim, podemos.Quando as bombas caíam no nosso porto e a tirania ameaçava o mundo, ela esteve ali para testemunhar uma geração que alcançou a grandeza e salvou uma democracia. Sim, podemos.Ela viu os autocarros em Montgomery, as mangueiras em Birmingham, uma ponte em Selma, e um pregador de Atlanta que dizia às pessoas que elas conseguiriam triunfar. Sim, podemos.Um homem pisou a Lua, um muro caiu em Berlim, um mundo ficou ligado pela nossa ciência e imaginação.E este ano, nestas eleições, ela tocou com o seu dedo num ecrã e votou, porque ao fim de 106 anos na América, tendo atravessado as horas mais felizes e as horas mais sombrias, ela sabe como a América pode mudar.Sim, podemos.América, percorremos um longo caminho. Vimos tanto. Mas ainda há muito mais para fazer. Por isso, esta noite, perguntemos a nós próprios – se os nossos filhos viverem até ao próximo século, se as minhas filhas tiverem a sorte de viver tantos anos como Ann Nixon Cooper, que mudança é que verão? Que progressos teremos nós feito?Esta é a nossa oportunidade de responder a essa chamada. Este é o nosso momento.Este é o nosso tempo para pôr o nosso povo de novo a trabalhar e abrir portas de oportunidade para as nossas crianças; para restaurar a prosperidade e promover a causa da paz; para recuperar o sonho americano e reafirmar aquela verdade fundamental de que somos um só feito de muitos e que, enquanto respirarmos, temos esperança. E quando nos confrontarmos com cinismo e dúvidas e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com o credo intemporal que condensa o espírito de um povo: Sim, podemos.Muito obrigado. Deus vos abençoe. E Deus abençoe os Estados Unidos da América

sábado, 4 de outubro de 2008

VISITE O BLOG DO CLUBE DE POLITICA 4ª. DIMENSÃO - PORTO
WWW.dimensao4.blogspot.com

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

POR RAZÕES TÉCNICAS O BLOG FICA SUSPENSO TEMPORÁRIAMENTE.
Se for caso disso publicaremos imagens e videos da campanha nos EUA.
Obrigado a todos que colaboraram e nos acompanharam sempre.
VOLTAREMOS.
Carlos Pinto e Raul Brito

terça-feira, 30 de setembro de 2008

psd-afinal a senhora fala:DEMOROU MAS FALOU E NÃO DISSE GRANDE COISA. DEFENDER A ECONOMIA DE CASINO SEM A CRITICAR E APRESENTAR ALTERNATIVAS.

A crise financeira internacional «não é tema sobre o qual se possam fazer afirmações irreflectidas e contraditórias, demagógicas e inconsequentes», acrescentou Manuela Ferreira Leite, que falava na sede do PSD, após uma reunião da Comissão Política do partido.
A líder social-democrata sublinhou que «o PSD quer dar uma palavra de serenidade aos portugueses e espera que as autoridades tomem as medidas necessárias à regularização do sistema».
«O eficaz funcionamento do sistema financeiro é essencial ao progresso económico que defendemos como meio de melhorar o nível de vida das populações», rematou.
A presidente do PSD disse subscrever por isso a ideia transmitida esta terça-feira pelo primeiro-ministro de que os portugueses podem estar tranquilos em relação aos seus depósitos bancários. De acordo com Manuela Ferreira Leite, a intervenção de José Sócrates «pode ir nesse sentido só que veio tarde». «A primeira palavra do primeiro-ministro foi aquilo que exactamente não se pode fazer, que foi atribuir ao jogo das bolsas como se fosse um casino, foi estar contra as poupanças que são aplicadas em determinado tipo de instrumentos financeiros», criticou. «É uma palavra de serenidade que devemos transmitir e portanto sublinho essa ideia. Só não sublinho é a ideia de diabolizar o sistema financeiro, o PSD sublinha exactamente o contrário, sublinha as virtudes, as virtualidades, a necessidade de fortificar e credibilizar o sistema financeiro e não o contrário», reforçou.


NÃO QUERO SER DESELEGANTE PARA A DRª. FERREIRA LEITE, MAS APROVEITAR ESTA INSTABILIDADE PARA ATACAR O 1º. MINISTRO NÃO É SÉRIO, NEM RESPONSÁVEL.
SEGUNDO ME DIZEM, UMA ECONOMISTA CREDÍVEL E UMA ESPECIALISTA EM FINANÇAS PÚBLICAS, JÁ PODIA HÁ MAIS TEMPO TER FALADO DESTA CRISE E JÁ AGORA:
.PODIA CRITICAR A PRESIDENTE DO CONGRESSO DOS EUA QUE DISSE "A FESTA ACABOU"
.SARKOZI QUE PÕE EM CAUSA O SISTEMA
. STIGLITZ, PRÉMIO NOBEL DA ECONOMA, QUE AQUI AO LADO, EM ESPANHA, CRITICOU COM FRONTALIDADE O SISTEMA
. A SENHORA MERKEL QUE DISSE AO PRESIDENE QUE RESOLVESSE A CRISE
e tantos outros por esse Mundo fora.
O FBI estrá a investigar 26 empresas e os seus gestores.
O que faliu foi esta globalização selvagem e este neoliberalismo criminoso.
Carlos Pinto

REGIONALIZAÇÃO-COMO É QUE O LIDER DO PS/PORTO VAI FUGIR DESTA?

Regionalização: Um "não" do PSD seria "traição a princípios e eleitorado" - Marco António Costa
- O líder da distrital do Porto do PSD avisou hoje a direcção nacional do partido que uma decisão sua contra a implementação da regionalização seria "uma traição aos valores tradicionais e ao eleitorado" social-democratas.
"Uma opção do PSD no sentido de não ser favorável à regionalização seria uma decisão contranatura sob o ponto de vista da sua génese política. Esta direcção nacional pagará muito caro uma atitude centralista desse tipo, que seria uma traição aos seus valores tradicionais e ao seu eleitorado", afirmou, à Lusa, Marco António Costa.
O dirigente social-democrata recordou que o PSD "é o partido das autonomias regionais, pelo que não se percebe que não tenha a mesma posição quando se trata de defender, no Continente, a criação das regiões administrativas".
"O problema da regionalização é uma responsabilidade política e ética do PSD perante o seu eleitorado, dado ser conhecido que o partido conta com maior fidelidade e lealdade eleitoral fora da Área Metropolitana de Lisboa e Vale do Tejo", frisou.
A líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, tem-se manifestado contra a regionalização, o que levou segunda-feira à noite Marcelo Rebelo de Sousa a afirmar à Lusa que com a actual liderança do partido não será possível "dar qualquer passo no sentido da regionalização".
"A posição da líder do partido é muito clara e é contra a regionalização, portanto não acredito que com esta liderança seja possível qualquer passo no sentido da regionalização", afirmou o ex-líder social-democrata.
Marco António Costa manifestou-se "satisfeito por ver que o presidente da Câmara do Porto, outrora um céptico da regionalização, esteja hoje perfeitamente identificado com a necessidade da sua existência".
"Sendo ele o primeiro vice-presidente da Comissão Política Nacional, estou convencido de que será uma voz autorizada para sensibilizar a direcção e levar por diante esta política interna do PSD", no sentido de abraçar a regionalização, acrescentou.
Marco António Costa falava à Lusa na sequência do desafio que lhe foi lançado, segunda-feira, pelo seu homólogo do PS, Renato Sampaio, no sentido de, enquanto defensor da regionalização, sensibilizar a líder do partido para a sua importância.
"Eu sempre defendi a regionalização e sou conhecido por nunca me ter subjugado, nesta ou noutra área, ao poder central. Talvez Renato Sampaio, cujas posições sobre várias matérias continuam por ser conhecidas, possa sensibilizar para a importância das regiões o primeiro-ministro, que já disse não as querer", respondeu Marco António.
O dirigente social-democrata desafiou ainda Renato Sampaio, enquanto deputado, a convencer a bancada socialista a avançar com uma iniciativa legislativa tendo em vista a criação das regiões.
Mostrou-se ainda disponível para um debate entre os dois líderes distritais, "eventualmente moderado pela Lusa", para abordar temas relacionados com a regionalização e o Norte.

RTP-QUEM AINDA TEM PACHORRA PARA OUVIR "AS CONVERSAS EM FAMILIA" DE MRS/FLOR, ASSISTE A DESPUDORADO ATAQUE AO PS E SÓCRATES, E ELOGIO DE MFL/PSD.

"Acho bem que em ano eleitoral a RTP diversifique o comentário político, mas também acho muito original que a ERC (Entidade Reguladora da Comunicação Social) me identifique como representante do PSD", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa ao Expresso, num comentário à última deliberação da reguladora dos media.
No relatório intercalar de avaliação do pluralismo político-partidário divulgado esta semana, a ERC diz que a RTP deve "promover uma representação mais plural de forças e sensibilidades político-partidárias". O que mereceu da RTP um comunicado a pedir esclarecimentos à reguladora.
Certo é que a direcção da televisão pública já decidira diminuir, depois de sucessivas insistências da ERC neste sentido, o tempo de antena de Marcelo para o equilibrar com o de Vitorino. E em preparação está uma nova grelha de comentário político que deverá dar espaço aos outros partidos durante o ano eleitoral que aí vem.
O professor, cujo comentário dominical na televisão pública foi reduzido no regresso de férias em 10 minutos - passou dos 35 habituais para 20/25 minutos, para ficar mais equilibrado com os 15/20 que o socialista António Vitorino ocupa à terça-feira -, acha bizarro verem nela uma mera voz do PSD quando até Luís Filipe Menezes, ex-líder daquele partido. "fez o que pôde" para ele sair. Nada que tenha impedido a ERC de o identificar como o rosto do que a reguladora considera ser um tratamento de vantagem ao maior partido da oposição no comentário televisivo.
"Só espero que isto não seja pretexto para mais à frente a ERC querer que a RTP acabe com o meu programa", avisa Marcelo.

QUE BOA NOTÍCIA PEDRO BAPTISTA. FALTA AGORA ACRESCENTAR: ELÉCTRICOS RÁPIDOS-CASA DA MÚSICA/MATOSINHOS SUL E MATOSINHOS SUL/CIRCUNVALAÇÃO ATÉ HSJ


Expansão da Rede do Metro já não vai passar pela Avenida da Boavista
Parabéns Mário Lino!
Se estas notícias se confirmarem só há a dizer "Parabéns Mário Lino!". Estamos cá para criticar se for preciso e para apludir se for merecido. As soluções são claramente as melhores: tanto a ligação Senhora da Hora-Hospital de S.João, como Matosinhos-Baixa pela Foz e Campo Alegre (servindo todos os bairros sociais e não o "deserto" da Boavista), como evidentemente a directa Valbom-Fernão de Magalhães já que era um disparate vir de S.Cosme ou de Valbom para o Porto por Fânzeres, Venda-Nova, Rio Tinto, a não ser que fosse por causa de uns terrenitos comprados a tempo lá para os lados do Rio entubado (Tinto)! O problema de Rui Rio com a Boavista não é a Boavista onde, a fazer-se, com rendabilidade mais do que duvidosa, admitir-se-ia que fosse feito enterrado. O problema dele é o abuso dos quase 4 milhões que sacou à Metro para financiar as suas corridas. Que só podem ser pagos pelo Rio da Metro ou pelo Rio da Câmara. Eis a gestão financeira do homem do rigor: barracadas sobre barracadas! E, pelos vistos, nem a concessionária das corridas lhe paga, num processo à moda do Bolhão. Será que também isso vai cair no bolso do contribuinte? Grande vitória dos que, na altura, se bateram contra Rui Rio e defenderam os actuais projectos. O que mostra que vale a pena lutar e que o governo pode governar bem quando tem quem lhes fale e aconselhe no terreno.
Acertar com as linhas foi um bom motivo de adiamentos, não o argumento de falta de verbas. E agora, com o problema resolvido, mãos à obra e financiamentos céleres que o Porto tem muito que recuperar.

REGIONALIZAÇÃO - COM MARCELO METIDO NISTO, A REGIONALIZAÇÃO JÁ FOI


Opinião de Marcelo Rebelo de Sousa
Ferreira Leite bloqueia regionalização
Marcelo Rebelo de Sousa defende a realização de um referendo sobre a regionalização.

Marcelo Rebelo de Sousa considera que o PS sozinho não consegue avançar com o processo de regionalização
O comentador político Marcelo Rebelo de Sousa afirmou segunda-feira, no Porto, que com a actual liderança do Partido Social Democrata (PSD) não será possível "dar qualquer passo no sentido da regionalização".
"A posição da líder do partido é muito clara e é contra a regionalização, portanto não acredito que com esta liderança seja possível qualquer passo no sentido da regionalização", disse o ex-líder social-democrata, à margem do lançamento do novo livro do advogado e político portuense Miguel Veiga.
Questionado sobre a declaração de Vital Moreira segundo a qual a regionalização nunca será possível sem o PSD, Marcelo Rebelo de Sousa admitiu que "o PS sozinho não a consegue fazer e o PSD tem um papel fundamental a desempenhar".
De acordo com a Constituição, a regionalização "exige um referendo, o que exige um amplo consenso nacional quer para o fazer, quer para mudar a Constituição para não haver referendo", sustentou o também comentador político.
Admitindo uma eventual eliminação, com a revisão constitucional, da cláusula travão que faz com a que regionalização seja a única matéria que o Parlamento não pode decidir, sendo obrigatória uma consulta pública, o jurista admitiu que continua "a achar que era importante que houvesse um referendo sobre essa matéria".
Vital Moreira alertou, sexta-feira, no Porto, que não será possível levar por diante a regionalização sem o consenso "ou pelo menos sem a não-hostilidade" do PSD, cuja líder já se manifestou contra as regiões.
"Não creio que as autarquias regionais sejam possíveis sem um consenso ou, pelo menos, sem a não-hostilidade de um dos grandes partidos nacionais. Falando claro: a regionalização depende do PSD. Sem que o PSD se converta à ideia ou sem que pelo menos abandone a hostilidade quanto à regionalização esta é impossível", disse.
Vital Moreira considerou que sem essa condição não é possível que o "sim" vença o referendo constitucionalmente obrigatório e, mesmo que tal acontecesse, "uma reforma tão estruturante quanto esta para a democracia com a hostilidade do PSD seria uma receita para o desastre".
Marcelo Rebelo de Sousa participou, na Biblioteca Almeida Garret, Porto, na apresentação do novo livro de Miguel Veiga "O Meu -nico Infinito é a Curiosidade"
O livro reúne vários textos de Miguel Veiga, apresentados entre Janeiro de 1998 e Setembro de 2008 em diversas conferências, colóquios, apresentações de obras plásticas e literárias, homenagens e efemérides.

(eXPRESSO ONLINE)

ELEIÇÕES NO PS/PORTO-PEDRO BAPTISTA RESPONDE A RENATO SAMPAIO. VOTAR É UM DIREITO E UM DEVER. OS MILITANTES DECIDEM.


Pelo que se viu, a conferência de Imprensa de Renato Sampaio para apresentação da sua Moção resumiu-se a invectivar um tal "circo mediático" como se, por acaso, ele próprio estivesse para apresentar mais uma proposta de lei para fazer o país desopilar em riso.
Por outro lado, pretende assim escapulir-se ao debate e a ser desmascarado num frente a frente esclarecedor o que já por si esclarece o seu sentido democrático e a sua concepção de partido.
De resto é um texto paupérrimo, sem qualquer sentido prático nem concreto, de retórica balofa para endrominar adormecidos, sem qualquer compromisso nem qualquer inovação, que nenhum militante lerá. Um texto de Moção de sentido oposto ao nosso, feito só pela positiva com compromissos concretos de realizações exequíveis. Aliás, numa sessão pívia com pouco mais de dúzia e meia de nomeados políticos, aparatchiks ou usufrutuários do poder, Renato assumiu-se pela continuidade.
Falta os militantes pronunciarem-se pela mudança. A cada um a sua responsabilidade.

EUA-POLÍTICA VENCE A ECONOMIA?


Chumbo do plano Bush provoca caos em Wall Street PEDRO FERREIRA ESTEVES

Crise. As bolsas dos EUA responderam com o pior dia desde o 'crash' de 1987 ao chumbo na Câmara dos Representantes do plano da Casa Branca para comprar os 'activos tóxicos' que já provocaram várias 'nacionalizações' nos EUA e, agora, na EuropaProposta chumbou por 23 votos de diferença Bastaram as decisões de 12 representantes do povo norte-americano para que as bolsas de Wall Street registassem o pior dia desde o crash de 1987. E para gerar o pânico a nível global de que se assista a uma "cascata" de falências ou "nacionalizações" de grandes instituições financeiras. O plano patrocinado pela Administração Bush teve 228 votos contra e 205 a favor na Câmara dos Representantes do Congresso dos EUA. Uma diferença de 23 votos.O final da votação foi recebido com um profundo silêncio na sala de mercados de Nova Iorque. E com uma agitação a roçar a histeria na Câmara de Representantes. Durante 40 minutos, ainda se tentou alterar o sentido de voto de alguns membros, mas apenas dois reforçaram a coluna do "sim". Durante esses 40 minutos, já as quedas das bolsas de Nova Iorque tinham acelerado de -4% para -7% e -9%, com que fecharam a sessão, "limpando" 1,1 triliões de dólares (762 biliões de euros) do valor da bolsa do EUA.Os republicanos - do partido do actual Presidente George W. Bush - dominaram a oposição à proposta, que já continha algumas das condições impostas ao plano inicial. Mas a votação foi dividida. 133 republicanos opuseram-se, tal como 95 democratas. O apoio veio de 140 democratas e 65 republicanos.A oposição à maior injecção de dinheiro público (700 mil milhões de dólares) no sistema financeiro desde a Grande Depressão da década de 30 teve por base convicções políticas, com muitos dos representantes que votaram "não" a justificarem-se com a falta de apoio dos cidadãos que os elegeram. O argumento é de que não querem utilizar o dinheiro dos contribuintes para resolver os problemas provocados por maus investimentos dos profissionais de Wall Street. Como resumiu à Lusa o economista Ricardo Reis, da Universidade de Columbia, "o espírito por detrás do plano é antimercado, anticapitalista e antiliberal". Já os representantes que votaram a favor do plano alertaram para o impacto da recusa em comprar os "activos tóxicos" espalhados pelo sistema financeiro mundial, aprofundando os danos que já chegaram à Europa. Ontem, vários bancos europeus tiveram de ser alvo de intervenções estatais, à imagem do que aconteceu nos EUA. O plano visava, precisamente, retirar dos balanços e das carteiras de investimento dos bancos os activos que tinham sido reduzidos a zero devido às falências no mercado de crédito de alto risco nos EUA (subprime). Os apoiantes do plano sublinharam também o risco que um eventual "efeito-dominó" de falências ou intervenções representa para as poupanças de milhões de norte-americanos (e não só) dada a consequente queda das bolsas, acentuada pelo pânico que, já ontem nos EUA, ganhou novos contornos de gravidade.

OS GRANDES PROBLEMAS DO PORTO SÃO AS CORRIDAS DE AUTOMÓVEIS E OS AVIÕES

30 Setembro 2008

Câmara rescinde contrato para Circuito da Boavista
Autarquia alega incumprimento do promotor e já terá escolhido uma empresa estrangeira
00h30m
carla soares e margarida fonseca
A Câmara do Porto rescindiu o contrato com a empresa promotora do Circuito da Boavista, alegando "incumprimento" por parte da Talento. Agora, garante que "não está minimamente em causa" a realização da iniciativa, num modelo diferente.
O gabinete de imprensa da Autarquia confirmou, ontem, ao JN a rescisão, justificando a sua atitude com "o incumprimento do contrato por parte de Francisco Santos", responsável pela Talento. E alega que, "durante meses, a Câmara tentou negociar de forma a que cumprisse mas tal não foi possível". Além disso, afirma que, "ao longo das conversações, admitiu um novo modelo que a Talento não aceitou".
Francisco Santos, que já entregou o caso aos advogados, confirma que "houve, de facto, uma tentativa de negociar". O presidente da entidade que promoveu o circuito, em 2005 e 2007, conta que recebeu, na passada quarta-feira, a carta que põe fim ao contrato.
O documento, remetido a 22 deste mês pelo gabinete jurídico da Câmara e a Porto Lazer, evoca "justa causa" para comunicar que o acordo que tinha para 2009 foi quebrado. Francisco Santos não especifica os "quatro itens" enumerados, tal como Rui Rio recusou entrar em detalhes.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

UMA CORTINA DE FUMO PARA ABAFAR A CONSTITUIÇÃO DE 3 ARGUIDOS DO PSD? DE HÁ ILICITO A CULPA É DE QUEM PRATICOU

Lisboa
PSD exige que sejam retirados os pelouros à vereadora da Habitação

Fernando Negrão

O vereador social-democrata na Câmara de Lisboa Fernando Negrão defendeu, esta segunda-feira, a retirada dos pelouros à vereadora da Habitação, a socialista Ana Sara Brito, que durante 20 anos morou numa casa atribuída pela autarquia.
Ana Sara Brito «não tem condições para continuar com a Habitação e Acção Social, e devem ser-lhe retirados os pelouros», disse Fernando Negrão.

COMO JUIZ O DR. FERNANDO NEGRÃO SABE BEM PORQUE PEDE A DEMISSÃO DE ANA SARA BRITO. O QUE QUERIA ERA PEDIR A DEMISSÃO DE ANTÓNIO COSTA, QUE NO SEU MANDATO NÃO ATRIBUIU NENHUMA CASA NESTAS CIRCUNSTÂNCIAS QUE VIERAM A PÚBLICO E QUE A VAREADORA JÁ CONSEGUIU QUE ENTREGASSEM 18 CHAVES DE ALGUMAS PESSOAS QUE NEM AS HABITAVAM. APURE-SE A VERDADE E A JUSTIÇA QUE JULGUE. NÃO É NA PRAÇA PÚBLICA COMO VI A EX-VEREADORA HELENA MARQUES DA COSTA QUE SE PROVA A INOCÊNCIA. TODOS OS ARGUIDOS SÃO INOCENTES ATÉ PROVA EM CONTRÁRIO.

EUA/CRISE -AGUARDEMOS ATÉ QUINTA-FEIRA QUE TUDO SE RESOLVERÁ.SÓ NÃO VEJO A COMISSÃO EUROPEIA A DIZER NADA.

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crise financeira
Câmara de Representantes volta a debater plano Paulson quinta-feira
Hoje às 21:59

A Câmara de Representantes anunciou que se voltará a reunir na quinta-feira e voltará a debater o plano de salvamento financeiro proposto pela administração Bush, após tê-lo chumbado esta segunda-feira.
Devido a um feriado religioso judeu, a Câmara de Representantes estará encerrada durante terça-feira e quarta-feira.
Contrariamente a expectativa, a Câmara dos Representantes rejeitou, este segunda-feira, o plano Paulson para injectar 700 mil milhões de dólares no sistema financeiro norte-americano.

EUA - O SENHOR BUSH AINDA NÃO PERCEBEU QUE NESTA MATÉRIA QUEM MANDA É O CONGRESSO? NO OBAMA EU ACREDITO


O HOMEM DEVE ESTAR FURIOSO SEM PODER FALAR DOS JUIZES


20 mil euros por danos pessoais
Jardim condenado a pagar indemnização a Edite Estrela
Os factos remontam a Abril de 2004, quando numa visita em campanha eleitoral à Madeira, Edite Estrela terá afirmado que a política do Governo Regional era de "betão" e que "esquecia as pessoas". Ao que Jardim ripostou dizendo que se tratava de "uma peixarada".

PÂNICO FINANCEIRO MUNDIAL? o senhor BUSH FALOU CEDO DE MAIS.


EUA
29-09-2008 19:00
Plano financeiro “chumbado”

O pacote de ajuda financeira foi chumbado esta tarde na Câmara dos Representantes do Congresso norte-americano.
Os negociadores republicanos e democratas tinham chegado ontem a acordo, no entanto, ainda faltava o aval do Senado e da Câmara dos Representantes.O plano governamental de 700 mil milhões de dólares foi chumbado esta tarde na Câmara dos Representantes, por 226 contra e 207 a favor, com o voto “não” da maioria dos republicanos a ser decisivo.Na votação de hoje, 132 republicanos contra o pacote financeiro e 66 a favor; enquanto do lado democrata 141 disseram “sim” ao plano e 94 optaram por recusar a proposta.Este chumbo da Câmara dos Representantes já teve repercussões na Bolsa de Nova Iorque, que está a registar perdas acentuadas.Ouça, em sons relacionados, o comentário de Graça Franco, Directora adjunta de Informação da Renascença e especialista em assuntos económicos, a esta decisão da Câmara dos Representantes